quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

LAVOURAS OCUPAM 7,6% DO BRASIL, SEGUNDO A NASA

LAVOURAS OCUPAM 7,6% DO BRASIL, SEGUNDO A NASA

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, apresentará dados da NASA, agência especial norte-americana, em Berlim, Alemanha, demonstrando que o Brasil utiliza apenas 7,6% de seu território com lavouras, somando 63.994.479 hectares.
O ministro foi convidado para discursar na abertura do painel “Moldar o Futuro da produção animal de forma sustentável, responsável e produtiva”, no Fórum Global para Alimentação e Agricultura (GFFA), a realizar-se durante a Semana Verde Internacional, no período de 18 a 20 de janeiro.
Em 2016, a Embrapa Territorial já havia calculado a ocupação com a produção agrícola em 7,8% (65.913.738 hectares). Os números da NASA datam de novembro de 2017, indicando percentual menor, mas segundo o chefe geral da Embrapa Territorial, Evaristo Miranda, doutor em Ecologia, é normal a pequena diferença de 0,2% entre os dados brasileiros e norte-americanos.
Os números da NASA, e também os da Embrapa, serão utilizados pelo Ministro Blairo Maggi para rebater a crítica recorrente da comunidade internacional de que os “agricultores brasileiros são desmatadores”.
O estudo da NASA demonstra que o Brasil protege e preserva a vegetação nativa em mais de 66% de seu território e cultiva apenas 7,6% das terras. A Dinamarca cultiva 76,8%, dez vezes mais que o Brasil; a Irlanda, 74,7%; os Países Baixos, 66,2%; o Reino Unido 63,9%; a Alemanha 56,9%.
Evaristo Miranda explica que o trabalho conjunto da NASA e do Serviço Geológico (USGS) dos Estados Unidos fez amplo levantamento com o mapeamento e o cálculo das áreas cultivadas do planeta baseados em monitoramento por satélites. Durante duas décadas, a Terra foi vasculhada, detalhadamente, em imagens de alta definição por pesquisadores do Global Food Security Analysis, que comprovaram os dados antecipados pela Embrapa.
As áreas cultivadas variam de 0,01 hectare por habitante – em países como Arábia Saudita, Peru, Japão, Coréia do Sul e Mauritânia – até mais de 3 hectares por habitante no Canadá, Península Ibérica, Rússia e Austrália. O Brasil tem uma pequena área cultivada de 0,3 hectare por habitante, e situa-se na faixa entre 0,26 a 0,50 hectare por habitante, que é o caso da África do Sul, Finlândia, Mongólia, Irã, Suécia, Chile, Laos, Níger, Chade e México.
O levantamento da NASA também dispõe de subsídios sobre a segurança alimentar no planeta, com a medição da extensão dos cultivos, áreas irrigadas e de sequeiro, intensificação no uso das terras com duas, três safras e até áreas de cultivo contínuo. Não entram nesses cálculos áreas de plantio florestal e de reflorestamento, que são as terras dedicadas ao plantio de eucaliptos. No Brasil contaram-se apenas as lavouras.
De acordo com o estudo, a área da Terra ocupada por lavouras é de 1,87 bilhão de hectares. A população mundial atingiu 7,6 bilhões em outubro passado, resultando que cada hectare, em média, alimentaria 4 pessoas. Na realidade, a produtividade por hectare varia muito, assim como o tipo e a qualidade dos cultivos.
“Os europeus desmataram e exploraram intensamente o seu território. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas originais do planeta. Hoje tem apenas 0,1%. A soma da área cultivada da França (31.795.512 hectares) com a da Espanha (31.786.945 hectares) equivale à cultivada no Brasil (63.994.709 hectares)”, explica o especialista da Embrapa.
A maior parte dos países utiliza entre 20% e 30% do território com agricultura. Os da União Europeia usam entre 45% e 65%. Os Estados Unidos, 18,3%; a China, 17,7%; e a Índia, 60,5%. “Os agricultores brasileiros cultivam apenas 7,6%, com muita tecnologia e profissionalismo”, assegura Evaristo Miranda.
As maiores áreas cultivadas estão na Índia (179,8 milhões de hectares), nos Estados Unidos (167,8 milhões de hectares), na China (165,2 milhões de hectares) e na Rússia (155,8 milhões de hectares). Somente esses quatro países totalizam 36% da área cultivada do planeta. O Brasil ocupa o 5º. lugar, seguido pelo Canadá, Argentina, Indonésia, Austrália e México.

SOJA FECHA COM BAIXAS DE DOIS DÍGITOS EM CHICAGO

SOJA FECHA COM BAIXAS DE DOIS DÍGITOS EM CHICAGO

As melhores condições de clima esperadas para a América do Sul nos próximos dias e mais o ajuste de posições por parte dos fundos de investimento levaram os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago a terminarem o dia perdendo mais de 10 pontos entre as posições mais negociadas no pregão desta quinta-feira.
O contrato março/18 fechou com US$ 9,56, com queda de 10,75 pontos, e o maio/18, referência para a safra brasileira, com US$ 9,67, recuando também mais de 10 pontos.
Com apenas mais uma sessão para 2017, os fundos optaram por mais um movimento de realização de lucros, principalmente depois das boas altas observadas na última terça-feira (26), quando as cotações bateram em suas máximas em duas semanas.
“Os mercados de soja, milho e trigo continuam a ver os traders ajustando suas posições com apenas duas sessões restando para 2017. Os amplos estoques mundiais de grãos continuam a ser um dos pontos de atenção, ao lado das condições de clima na América do Sul e também na do Norte”, diz Bryce Knorr, analista sênior do portal internacional Farm Futures.
Os mapas mais atualizados para a América do Sul mostram que as chuvas continuam chegando, porém, para a Argentina ainda se mostram irregulares. Enquanto as chuvas chegam de forma mais significativa à Córdoba – com acumulados previstos entre 30 e 75 mm para os próximos dias, segundo informações da Labhoro Corretora – outras províncias ainda sofrem com o tempo seco e precisando de acumulados maiores, como Buenos Aires, por exemplo.
No Brasil, a situação atual também não é de total regularidade, apesar de, segundo a conusltoria internacional AgResource Mercosul, 90% das áreas produtoras contarem com condições benéficas nesse momento. “São períodos mais prolongados de céu limpo sobre o Centro-Oeste, com a volta de índices pluviométricos acima dos 30mm, também, no começo de janeiro”.
E a AgResource afirma ainda que “há uma tendência de retração das precipitações sobre a Argentina e o Sul do Brasil, em meados de janeiro. Ainda não é possível uma confirmação conclusiva até que os mapas climáticos comecem a trazer leituras similares diariamente.
Mercado Brasileiro
Nestes últimos dias do ano, os negócios no Brasil seguem bem parados e mesmo com apoio no dólar, nesta quinta-feira, as cotações fecharam o dia sem referências, principalmente nos portos.
A moeda americana fechou com R$ 3,3144 e alta de 0,08% e a semana já terminou para esse mercado, com uma queda acumulada de 0,60%. Já em dezembro somou uma alta de 1,31% e, no ano, de 1,99%.
Apenas Rio Grande terminou com preços em queda, com a soja disponível perdendo 0,95% e valendo R$ 73 por saca, enquanto a safra nova foi a R$ 74,30, registrando uma queda de 0,93%. Paranaguá, Santos, Imbituba e São Francisco do Sul ficaram sem cotação.
No interior, Castro/PR perdeu 1,38% para R$ 71,50 por saca e Assis, em São Paulo, 0,63% para R$ 63,40. As demais praças de comercialização terminaram fecharam a quinta-feira sem cotação ou na estabilidade.

ACRIMAT EMITE NOTA DE REPÚDIO CONTRA PROJETO QUE PREVÊ DIA SEM CARNE

ACRIMAT EMITE NOTA DE REPÚDIO CONTRA PROJETO QUE PREVÊ DIA SEM CARNE

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) torna público o manifesto de repúdio à aprovação do Projeto de Lei 87/2016, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PSC-SP), que dispõe sobre a instituição da “Segunda sem Carne”, restringindo a comercialização e o consumo de carne bovina no Estado de São Paulo às segundas-feiras. O referido projeto foi aprovado durante sessão extraordinária realizada na madrugada desta quinta-feira.
A proposta aprovada pelo Poder Legislativo, se acatada pelo Poder Executivo, “proíbe o fornecimento de carnes e seus derivados às segundas feiras, ainda que gratuitamente, nas escolas da rede pública de ensino e nos estabelecimentos que ofereçam refeição no âmbito dos órgãos públicos do Estado de São Paulo”.
A Acrimat informou que considera a proposição “uma interferência direta à liberdade de consumo e de escolha individual do cidadão”. A entidade ressaltou ainda que a medida, se sancionada, “fere também a ordem econômica de mercado, regida pelo direito de produção, compra e venda de produtos lícitos no país”.
De acordo com a instituição, a carne bovina é um dos principais alimentos da dieta do ser humano, com benefícios cientificamente comprovados na prevenção e combate à anemia e para o desenvolvimento intelectual da espécie. “A carne bovina também é um dos principais produtos da economia brasileira, exportada para mais de cem países e com a movimentação de US$ 5,7 bilhões em 2017”.
Na nota, a entidade pediu que o governo de São Paulo vete o projeto de lei.

AÇÕES GARANTEM TRAFEGABILIDADE NA BR-163 NO PERÍODO DE CHUVAS

AÇÕES GARANTEM TRAFEGABILIDADE NA BR-163 NO PERÍODO DE CHUVAS

Com a intensificação das chuvas no chamado Inverno Amazônico, já estão em andamento as ações para garantir a trafegabilidade no trecho ainda não pavimentado da BR-163, no trecho paraense. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), com apoio do Exército Brasileiro e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), está fazendo o monitoramento diário da rodovia e ações de manutenção no trecho sob sua responsabilidade, visando uma atuação preventiva ou emergencial.
Esse tipo de atuação deve se repetir na BR-163/PA ao longo do período das chuvas nos dois segmentos em obras de pavimentação. Desde a divisa com Mato Grosso até a entrada para o Porto de Miritituba, a BR-163 possui 710 quilômetros. Deste total, 620 quilômetros já foram pavimentados pelo DNIT. Somente neste trecho da rodovia, o governo federal já investiu R$ 1,37 bilhão em obras de implantação e pavimentação.
Há dois lotes com obras de construção em andamento. No lote de obras sob responsabilidade do Exército, próximo a Novo Progresso, de um total de 65 quilômetros, falta asfaltar 58. No outro lote, próximo a Trairão, de um total de 137 quilômetros, falta asfaltar cerca de 30 quilômetros.
Com as chuvas, estes trechos ainda em construção podem sofrer alguns transtornos, gerando interferências na trafegabilidade e dificultando o transporte de cargas. Para mitigar estes problemas, as equipes mobilizadas pelo DNIT vão monitorar permanentemente a rodovia, a fim de orientar o tráfego de veículos e definir serviços emergenciais, além de pontos de operação pelo sistema Pare e Siga e pontos de controle do tráfego.

SEMA FINALIZA AUMENTA EMISSÃO DE LICENÇAS AMBIENTAIS E REDUZ TEMPO DE RESPOSTA EM MATO GROSSO

SEMA FINALIZA AUMENTA EMISSÃO DE LICENÇAS AMBIENTAIS E REDUZ TEMPO DE RESPOSTA EM MATO GROSSO

Com a implantação da gestão por resultados, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) aumentou em 74,4% o número de processos de licenciamento ambiental e outorga de água emitidos neste ano em comparação a 2015. O balanço até o início de dezembro mostra a finalização de 7.753 processos, frente aos 4.445 do mesmo período do outro ano. Em relação ao ano passado, o incremente foi de 28%.
Outro avanço importante foi a redução de 46,4% no tempo médio de resposta à população na área de licenciamento, de 272 para 146 dias. Isso significa que a instituição já alcançou um desempenho 18,89% inferior ao prazo legal de 180 dias. Em algumas áreas, como de gestão florestal, o retorno médio é de 81 dias.
Iniciada em janeiro do ano passado, a partir da contratação da consultoria Falconi, que foi realizada com o apoio do Movimento Mato Grosso Competitivo (MMTC) e sem nenhum custo ao erário público, a modernização da Sema promoveu a melhoria de roteiros e procedimentos internos, implantando ferramentas de gestão mais eficientes, como o monitoramento mensal de resultados, o mapeamento de processos internos, a padronização de pareceres e, principalmente, uma lista única de pendências.
Para o secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, agora o cidadão que vem até a secretaria fazer o seu licenciamento ambiental não precisa mais resolver os problemas que surgirem no decorrer do processo em doses homeopáticas, gerando desconforto, incerteza e ônus. “É importante ressaltar que hoje tudo é feito uma única vez, com regras claras e padronizadas, porque nossos técnicos também fizeram um trabalho de revisão e publicação de 226 novos termos de referência padrão”.
O gestor avalia ainda que o avanço da secretaria é importante porque busca o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso, mas sem descuidar da principal missão que é a conservação do meio ambiente. “Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados e temos a certeza que as melhorias vão continuar a partir da implantação do licenciamento digital”.
Os resultados vêm do esforço dos servidores que incorporaram o trabalho desenvolvido pela Falconi e que atualmente fazem o monitoramento mensal dos resultados, com metas a cumprir. “Mesmo em um momento de crise, sem poder ampliar a contratação de pessoal, conseguimos aperfeiçoar os nossos processos internos, mas, a determinação do governador Pedro Taques e do vice-governador Carlos Fávaro é para que a eficiência dos serviços para o cidadão, bem como a eficiência na proteção dos recursos naturais, seja contínua”, acrescenta Baby.
O projeto ‘Licenciamento Eficiente’ teve a duração de janeiro a novembro do ano passado e trouxe inúmeras mudanças positivas à Sema ao identificar e planejar ações para sanar os problemas que comprometiam as três superintendências da área do licenciamento ambiental: Infraestrutura, Mineração, Indústria e Serviços; Recursos Hídricos; e Gestão Florestal. A proposta da Sema é aderir a consultoria, a partir de 2018, para outras áreas além do licenciamento ambiental.
Responsável por licenciar praticamente todas as obras públicas e privadas de Mato Grosso, o que inclui pontes, pavimentação asfáltica de rodovias, usinas hidrelétricas, hospitais, mineração e todo tipo de serviços, a Superintendência de Infraestrutura, Mineração e Serviços (Suimis) teve um incremento de 54% na finalização de processos, com um total de 4.891 processos, frente os 3.175 do mesmo período de 2015; e 47% em relação ao ano passado, que fechou com 3.330.
“Podemos dizer que o estado inteiro passa pela Sema, porque todas as atividades em operação precisam desse olhar de responsabilidade ambiental e sustentabilidade. Nosso papel tem sido apontar para o empreender o melhor caminho para atuar dentro da legalidade”, afirma a superintendente da área, Lilian Ferreira dos Santos.
Já Superintendência de Gestão Florestal, que cuida, por exemplo, de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) e Autorizações de Exploração Florestal (Autex), também mostrou um incremento de 112% na produtividade, com a aprovação de 1.251 processos de licenciamento este ano, em comparação aos 590 de 2015; entre o ano passado e este, o avanço foi de 38%. A diminuição no tempo de resposta ao cidadão diminuiu de uma média de 300 dias para cerca de 115 dias, entre o protocolo e a emissão da licença.
A superintendente Suely Bertoldi explica que desse prazo de emissão da licença, 103 dias são inteiramente da Sema, entre análise e processo administrativo. Ela está satisfeita com o índice produtividade dos servidores, além disso, elogia as novas ferramentas de trabalho adotadas. “O ofício de pendência única foi uma das soluções mais inteligentes implantadas, pois retirou de nós o grande motivo de reclamação do usuário, que era gerar pendências em doses homeopáticas”.
A revisão dos roteiros é motivo de comemoração porque modernizou ainda mais a área e trouxe segurança jurídica aos processos de licenciamento. O aprimoramento da Câmara Técnica foi positivo, pois é um espaço que reúne diversos setores para atualização da legislação ambiental.
Entre os temas discutidos estiveram: Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), Coeficiente de Rendimento Volumétrico (CRV); Corte de espécies vulneráveis e ameaçadas; Manejo sustentável para consumo no próprio imóvel e a regulamentação do Plano de Suprimento Sustentável (PSS) integrado ao licenciamento ambiental, voltadas às grandes empresas que utilizam matéria-prima florestal, como lenha, tora e carvão. O PSS é inédito e pioneiro em Mato Grosso.
Com a missão de licenciar o uso da água para todo tipo de empreendimento no Estado, como irrigação, frigoríficos, aviários, piscicultura, energia elétrica, abastecimento público, uso industrial variado ou mesmo poços artesianos, o setor de gestão da água na Sema alcançou o melhor desempenho nos números do licenciamento ambiental, com um incremento de 88% no número de processos aprovados. Foram 1.611 até início de dezembro deste ano, frente os 854 do mesmo período de 2015. A superintendência é responsável pela licença (outorga para uso da água) para todo tipo de empreendimento no estado, como irrigação
Na avaliação do superintendente de Recursos Hídricos, Luiz Henrique Noquelli, a implantação das ferramentas de gestão foram decisivas para os resultados, como planilha de produtividade, mapeamento de processos internos, padronização de relatórios e de publicação de procedimentos. “Nosso setor inteiro passou por uma reestruturação do ambiente funcional, contou com a contratação de novos geólogos e ainda contribuiu com a revisão de inúmeras resoluções para a modernização do arcabouço legal da gestão da água, por meio do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Cehidro)”.

A produção de arroz nas Filipinas deverá aumentar em 2017-18

Publicado em 27/12/2017 09:05


A produção de arroz nas Filipinas deverá aumentar em 2017-18, porque a restrição quantitativa sobre as importações de arroz, que deverá expirar em 30 de junho de 2017, permanece em vigor. Isso porque que não houve alteração na Lei de Tarifação Agrícola, de acordo com um recente relatório da Rede Global de Informações Agrícolas (GAIN) do Serviço Agrícola Estrangeiro do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).
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Fonte: Planeta Arroz

Exportações de estatal de grãos da Ucrânia alcançam 800 mil t até agora em 17/18

Publicado em 27/12/2017 16:16



KIEV (Reuters) - A empresa estatal de grãos da Ucrânia GPZKU exportou cerca de 800 mil toneladas de grãos na primeira metade da safra 2017/18, disse o Ministério da Agricultura da Ucrânia nesta quarta-feira.
Sob um acordo de empréstimo por grãos de 1,5 bilhão de dólares da China assinado em 2012, a GPZKU deverá fornecer 5 milhões de toneladas de grãos à trading chinesa CCEC cada ano.
Não está claro qual fatia das exportações foi direcionada à CCEC nesta safra, mas no mês passado a GPKZU disse que havia fornecido cerca de 300 mil toneladas de grãos à China.
A companhia já disse que suas exportações à China totalizaram cerca de 700 mil toneladas na safra 2016/17, acima das 633 mil toneladas de um ano antes.
(Por Pavel Polityuk)
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Fonte: Reuters