sexta-feira, 29 de junho de 2018

Custo de produção de algodão em Mato Grosso sobe 0,82%



Publicado em 29/06/2018 15:32




O Imea – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – publicou o custo de produção do algodão mato-grossense referente ao mês de maio/2018 para a safra 18/19 e o custo operacional passa a ser de R$ 8.245,62/ha, apresentando um aumento de 0,82 % em relação ao último relatório. Tal variação se deve, principalmente, à valorização do dólar no último mês, que influenciou no aumento dos custos com os defensivos e fertilizantes.
Outro fator está aliado à valorização do diesel, que também trouxe impacto nos custos das operações com as máquinas. Dado a isso, para que o produtor consiga cobrir seu custo variável de R$ 8.054,85/ha, levando em consideração a mesma produtividade média da safra 17/18, de 110,7 @/ha, é necessário que a pluma seja comercializada a um preço médio de R$ 72,76/@ na média do Estado.
Leia a notícia na íntegra no site do Só Notícias
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Fonte: Só Notícias

Blairo Maggi recebe missão vietnamita nesta segunda-feira (2)






Publicado em 29/06/2018 15:26




O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, se reunirá nesta segunda-feira (2), às 15h30, com comitiva vietnamita liderada pelo vice primeiro ministro, Vuong Dinh Hue, para tratar de parcerias no setor do agronegócio entre os dois países.
A missão do Vietnã é integrada por sete vice-ministros, incluindo o da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Ha Kong Tuan, além do vice presidente do banco estatal, Nguyen Thi Hong, e da Câmara de Comércio e Indústria do país, Doan Duy Khuong.
Serviço:
Reunião com missão do Vietnã
Data: 2 de julho (segunda-feira)
Horário: 15h30
Local: Mapa
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Fonte: Mapa

SRB estuda ação judicial contra proibição ao controle de javalis em São Paulo



Publicado em 29/06/2018 16:00





Projeto de Lei sancionado nesta quinta-feira pelo governador Márcio França desconsidera os riscos à saúde pública, ao meio ambiente e à atividade agropecuária causado por espécies invasoras como os Javalis




A decisão do governador de São Paulo, Márcio França, de sancionar nesta quinta-feira o Projeto de Lei 299/2018, que impossibilita a caça de javalis como forma de manejo, representa uma grande ameaça econômica e ambiental ao Estado. A medida também coloca em risco o planejamento do Brasil de prevenir e erradicar a febre aftosa no País. A entidade repudia a decisão do governador e lamenta que representantes do poder legislativo cedam a pressões ideológicas de grupos sem compromisso com a realidade do setor e com os anseios da sociedade.
De autoria do deputado Roberto Trípoli (PV), o PL determina que o controle populacional, manejo ou erradicação de espécie declarada nociva ou invasora não poderão mais ser realizados por pessoas físicas ou jurídicas não governamentais através da caça. A iniciativa inviabiliza o controle da população de javalis, espécie de porco selvagem considerada invasora no Brasil, responsável por grande desequilíbrio ambiental e transmissora da febre aftosa. A SRB já alertava sobre os riscos do projeto desde a sua aprovação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no dia 22 de maio deste ano.  
Os javalis são espécies exóticas, ou seja, que não pertencem à fauna brasileira. A SRB alerta que, sem um predador natural ou uma estratégia de manejo, os animais são capazes de se multiplicar de forma exponencial e ainda atacar animais silvestres, destruir espécies da flora, assorear nascentes e rios, danificar o solo, prejudicar lavouras e ainda ameaçar a saúde e a segurança de pessoas. Segundo levantamento feito pela equipe da SRB, estima-se que no Estado de São Paulo existam mais de 500 mil animais asselvajados. “A presença dessas espécies representa um risco sanitário sério”, diz Marcelo Vieira, presidente da SRB. Além da possibilidade de um novo surto de febre aftosa no País, o javali pode transmitir outras doenças, como peste suína, brucelose e tuberculose.
Um estudo realizado pelo Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) em 2015 constatou que os javalis estão presentes em 472 municípios brasileiros. Calcula-se que, em algumas regiões, agricultores perdem de 30% a 60% das lavouras a cada safra em razão dos ataques, que também atingem rebanhos. “Os prejuízos inviabilizam várias culturas agrícolas e trazem um risco sanitário extremamente grave para nosso país”, diz Vieira.
A caça, única ferramenta disponível hoje para o manejo do javali, é regulamentada pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama. Nestes casos, o manejo da espécie visa controlar a população de javalis, protegendo a fauna e flora, bem com as lavouras afetadas. A SRB enfatiza que o abate não deve ser feito com armadilhas venenosas ou qualquer método que cause sofrimento ao animal. Para a caça com arma de fogo, é necessário se inscrever no Cadastro Técnico Federal (CTF) e prestar contas com o envio do Relatório de Manejo de Javalis trimestralmente para o Sistema Ambiental Paulista (SMA). Os manejos ocorridos em Unidade de Conservação são feitos apenas após autorização das autoridades competentes.
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Fonte: SRB

Leite: Oferta limitada segue impulsionando cotações ao produtor





Publicado em 29/06/2018 16:09




Por Natália Grigol e Juliana Santos




Os preços do leite ao produtor em junho (referentes à captação de maio) registraram a quinta alta consecutiva, impulsionados pela menor oferta. De acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o valor líquido se elevou em 3,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 1,296/litro “Média Brasil” (inclui BA, GO, MG, SP, PR, SC e RS). Considerando-se o acumulado deste primeiro semestre, a alta é de 28%.
O aumento dos preços em junho foi inferior aos registrados nos meses anteriores – em abril e maio, por exemplo, a valorização do leite superou os 7%. Isso ocorreu porque, em maio, quando ocorreu a captação do leite no campo, agentes da indústria relatavam dificuldades em fazer o repasse da valorização da matéria-prima aos derivados, alegando demanda enfraquecida. Com negociações truncadas, a necessidade de realizar promoções freou a valorização do leite spot e também dos derivados, em especial do UHT, fator que limitou a elevação dos preços ao produtor em junho.
No entanto, a oferta limitada tem pesado mais que a demanda no processo de formação de preços no campo, ditando a dinâmica do mercado lácteo neste ano. O setor sofre com as consequências dos baixos preços praticados no segundo semestre de 2017, que desestimulou produtores a investirem na atividade. Além disso, com o avanço da entressafra e o aumento dos preços dos grãos entre abril e maio deste ano, a produção foi prejudicada, elevando a competição entre indústrias para assegurar o fornecimento de matéria-prima.
Para completar, a greve dos caminhoneiros no final de maio e a consequente interrupção do transporte de leite aos laticínios agravou ainda mais esse cenário. O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L) recuou expressivos 14,4% de abril para maio, acumulando queda de 24,1% no ano. Paraná e Minas Gerais foram os estados com maior redução do volume captado, em 20,6% e em 15,1%. O resultado, atípico, esteve atrelado ao grande volume descartado de leite ainda nas propriedades.
No correr de junho, os laticínios e canais de distribuição enfrentaram a situação conjunta de esvaziamento de estoques. Como consequência, os preços dos derivados se elevaram consideravelmente. O longa-vida, termômetro para o setor, se valorizou quase 30% na primeira quinzena de junho. Na segunda metade do mês, a valorização foi menos intensa, de 5,8%.
Para julho, por sua vez, a competição das empresas em junho para compra do leite com o objetivo de recompor estoques deve sustentar a alta dos preços ao produtor. A alta no próximo mês, inclusive, pode superar a verificada em junho.
Gráfico 1 - Cepea Leite
Tabela 1 - Cepea Leite
Tabela 2 - Cepea Leite
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Fonte: Cepea

Para manter boa produtividade, produtores rurais investem em máquinas agrícolas



Publicado em 29/06/2018 17:26




O trator garante curva de torque e elevada força em qualquer rotação. Além disso, a máquina possui sistema hidráulico de alta capacidade, com 3 pontos e estabilizadores que permitem um fácil e rápido engate dos implementos.
Na região de Arapoti/PR, os produtores rurais investiram trator agrícola da Mahindra no modelo 9200 para auxiliar no manejo da propriedade de 20 hectares que cultiva grãos e tem um rebanho 50 vacas voltada para a pecuária leiteira. As máquinas proporcionam um alto desempenho e agilidade durante os trabalhos de campo.
De acordo com o produtor rural, Luiz Gustavo dos Santos, o trator está proporcionando um alto rendimento nas operações de campo. “Em determinada tarefa que demorava 8 horas e agora é possível fazer em 7 horas. Com essa redução de trabalho dá para economizar combustível e tempo”, afirma.
O trator agrícola possui um sistema hidráulico de alta capacidade, com 3 pontos e estabilizadores que permitem um fácil e rápido engate dos implementos. Além disso, o motor conta com 92 cv de potência e com transmissão sincronizada para serviço pesado.
Leia também:
Por: Fabiano Andreane e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

Ovo de plástico feito na China? Notícia falsa já causa prejuízo de verdade



Publicado em 29/06/2018 14:40


O vídeo gravado por uma consumidora de Petrópolis, no Rio de Janeiro, para “denunciar” o que seria um ovo de plástico, supostamente produzido por falsificadores na China, viralizou nos últimos dias nas redes sociais e já produz estragos reais à avicultura brasileira.
O problema é que a brincadeira de mau gosto, ou qualquer que tenha sido a intenção, vem sendo levada a sério por muitos consumidores e fez a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) pedir uma manifestação pública do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, para desmentir a “fake news”.
“Infelizmente, em tempos como os atuais, este tipo de acusação ganhou público e credibilidade – por mais absurdo que isto possa parecer. Empresas do nosso setor estão recebendo solicitação de esclarecimento e, inclusive, pedido de devolução de produtos. Já há casos em mercados em que consumidores estão quebrando ovos para confirmar se o produto é, de fato, ‘verdadeiro’”, diz o presidente da ABPA, Francisco Turra, em ofício enviado ao ministro da Agricultura.
Leia a notícia na íntegra no site da Gazeta do Povo
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Fonte: Gazeta do Povo

Frango Vivo: cotações tiveram queda em SP e PR na semana



Publicado em 29/06/2018 18:14



De acordo com a análise do economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, o frango vivo teve quedas nas praças de São Paulo e Paraná nesta semana.
Em São Paulo, a queda foi de -6,25%, ou R$0,20, a R$3,00/kg. Já no Paraná, a queda foi de -5,28%, ou R$0,16/kg, a R$2,87/kg.
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de -0,58%, a R$3,45/kg.
Uma análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP destaca que as cotações das principais proteínas de origem animal registraram recuperação em junho, reflexo da normalização das atividades após a paralisação dos caminhoneiros. E o frango, por sua vez, está inserido nessa equação.
Por: Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas