quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Argentina: chuvas trouxeram alívio para o cultivo em Córdoba



Publicado em 31/10/2018 09:45



Nas últimas 24 horas, o centro da Argentina recebeu chuvas, sobretudo na província de Córdoba, que trouxeram alívio para os cultivos de trigo que vinham sofrendo um grande período de falta de água.
Segundo o Serviço Meterológico Nacional (SMN), a província recebeu chuvas de até 60mm que ajudaram a reestabelecer um panorama complicado para a agricultura.
Para Cristian Russo, chefe de Estimativas Agrícolas da Bolsa de Comércio de Rosario (BCR), as chuvas mais importantes em Córdoba foram registradas em Monte Buey e Bell Ville.
Russo acredita também que é preciso esperar o começo do próximo mês para avaliar os rendimentos dos cultivos, mas lembra que a água coloca fim a uma situação de déficit na província, que havia recebido suas últimas chuvas importantes em 6 de maio.
Para Juan Pablo Ioele, do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) do país, as chuvas chegaram tarde para o cultivo de trigo, mas ajudam o milho plantado que estava afetado pela falta de umidade.
Segundo Esteban Copatí, chefe de estimativas da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, as chuvas chegam em um momento no qual o trigo está enchendo grãos. "Embora seja tarde, ainda é bom, sobretudo para a safra de verão".
Tradução: Izadora Pimenta
Fonte: La Nación

Argentina: sudeste de Buenos Aires deve colher 7% a mais de trigo nesta safra



Publicado em 31/10/2018 15:01



Por conta das últimas chuvas na Argentina, as condições dos cultivos melhoraram no sudeste de Buenos Aires. A safra de inverno se encontra em estados reprodutivos com boa disponibilidade hídrica e os perfis apresentam uma boa recarga para a safra de verão.
De acordo com o último Boletim Agrícola Semanal, emitido pela Bolsa de Cereais e Produtos de Bahía Blanca (Bcpbb), correspondente ao mês de outubro, os cultivos de inverno se encontram em estado de bom a muito bom em grande parte da área plantada.
Para o trigo, em específico, 35% das áreas se encontra em estado de encanamento, 50% em floração e os 15% restantes em enchimento de grãos.
Os especialistas estimam um rendimento médio de 3000kg por hectare para o sudeste de Buenos Aires, 10% a menos do que na safra anteiror, contemplando os danos de granizo em áreas pontuais da zona norte.
Apesar dessa queda, espera-se que a colheita nessa área fique em 4,84 milhões de toneladas, 7% a mais do que na safra passada devido ao aumento na superfície plantada.
Com informações do Infocampo.com.ar
Por: Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Avanço da colheita de culturas de inverno confirma quebra de produtividade na região de Ijuí (RS)



Publicado em 31/10/2018 15:34



Os problemas climáticos registrados no inverno deste ano repercutem, no momento, na quebra de produtividade das culturas do período. Dados do escritório regional da Emater, com sede em Ijuí, apontam que dentre os 44 municípios de abrangência a colheita do trigo está em 50%, com rendimento médio de 45 a 50 sacas por hectare.
A expectativa inicial era de produtividade entre 55 e 60 sacas. Especificamente em Ijuí, o rendimento é ainda menor, em torno de 40 sacas por hectare, visto a geada, chuvas em excesso e ventos. Referente à canola e aveia branca, a colheita está praticamente finalizada.
Veja a notícia na íntegra no site da Rádio Progresso de Ijuí
Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

Presidente da CNA diz que é preciso discutir medidas concretas para desburocratizar o país



Publicado em 31/10/2018 10:22




Ao participar da abertura de um evento realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o presidente da CNA, João Martins, afirmou que “vivemos um momento ímpar para discutirmos com os novos governantes quais serão as iniciativas concretas para desburocratizar o país”.
O seminário “Desburocratizar para crescer - o agronegócio nacional e os seus aspectos burocráticos: desafios para a promoção” ocorreu nesta terça (30), na sede da CNA.
Na abertura, João Martins disse que há muito tempo se discute, mas pouco se avançou na desburocratização do estado brasileiro. “Em 2019, teremos um novo governo e um congresso renovado em 51,7%, o que abre um horizonte de oportunidades para modernizarmos os procedimentos do Estado brasileiro”.
Para o presidente da CNA, “o setor produtivo tem o dever de fazer chegar aos responsáveis as ações que consideramos prioritárias e imprescindíveis para melhorar o ambiente de negócios no Brasil. A CNA acredita que, para avançarmos em competitividade, precisaremos de vontade política para enfrentar o problema da burocracia”.
O presidente da CNA falou que cada vez que o país passa por uma crise econômica severa evidenciam-se os problemas relacionados ao Custo Brasil, como alta carga tributária, deficiências de infraestrutura e logística e a elevada burocracia nos serviços públicos prestados aos cidadãos.
Martins também citou um estudo do Banco Mundial para dizer que apesar de ser uma das dez maiores economias mundiais, o Brasil ocupa a 125ª posição entre 190 países com maior facilidade para fazer negócios. “Essa classificação mostra um ambiente pouco amigável à atuação da iniciativa privada em nosso país”.

Ao parabenizar a disposição do Tribunal de Contas na busca de soluções para o problema da burocracia, Martins afirmou ter esperança de que se crie no país um ambiente mais adequado para o empresariado brasileiro empreender e dedicar-se exclusivamente ao seu negócio.
Já o ministro do TCU Vital do Rêgo afirmou que o agronegócio é um dos setores mais prejudicados com o excesso de burocracia, pagando pelo menos 15 tributos. Disse, ainda, que o setor produtivo em geral perde, em média, mais de R$ 162 bilhões por ano com a ineficiência do Estado.
Ele informou que o Tribunal está fazendo um trabalho de médio e longo prazo para identificar os principais gargalos burocráticos de segmentos produtivos, como indústria, transportes e agronegócio, entre outros. Os primeiros resultados devem ser apresentados ainda neste ano. No setor agropecuário, um dos pontos que estão sendo tratados é o crédito rural.
“Há cada vez mais dificuldades em se obter o crédito rural para o pequeno, para o médio e para o grande produtor. Precisamos atualizar uma legislação que está atrasada e que vem sendo regulamentada por medidas provisórias. Precisamos de uma legislação estável. O setor rural precisa de segurança jurídica para que o produtor, ao tomar o crédito, saiba o tempo que ele tem pra pagar”.
Propostas – Ainda na abertura do evento, o presidente da CNA entregou ao ministro um documento com as principais propostas do setor para desburocratizar os gargalos e ampliar a competitividade do agro brasileiro.
O estudo, elaborado pelo Núcleo Econômico da Confederação, tem como base oito pontos principais: carga tributária; política agrícola; sustentabilidade dos sistemas de produção; logística e infraestrutura; questões fundiárias e trabalhistas; pesquisa e desenvolvimento tecnológico; defesa agropecuária e competitividade das cadeias agropecuárias.
“É um trabalho completo. Vamos pegar as sugestões, analisá-las e as propostas farão parte do nosso trabalho final”, disse o ministro Vital do Rêgo.
Segundo o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, os oito temas principais abordam 22 itens, como cabotagem, licenciamento ambiental, outorga do uso da água, irrigação, entre outros.
“São prioritários para que sejam trabalhados. Medidas que consideramos como pontos principais para melhorar a produtividade no campo e aumentar a competitividade do produto agropecuário brasileiro frente aos mercados internacionais”, destacou.
A primeira palestra do dia foi do secretário de Controle Externo do TCU, Fernando Antônio Dorna Magalhães, e do auditor do tribunal Fernando Camargo, que falaram sobre as ações do TCU para promover a desburocratização do Estado brasileiro. 
Na sequência, o secretário de Controle Externo do TCU no Rio Grande do Sul, Guilherma Yadoya falou sobre o Projeto TCU de Desburocratização Setorial, com foco na agropecuária. O consultor da CNA, Denis Rosenfield, abordou as razões da ineficiência do Estado brasileiro e os impactos para a sociedade.
O encontro terminou com uma mesa redonda para debater os entraves burocráticos e os desafios para a desburocratização do setor agropecuário, com Denis Rosenfield, o secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, e o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon.
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Fonte: CNA/SENAR

Cooperação entre Brasil e Emirados Árabe pode ampliar comércio



Publicado em 31/10/2018 16:07




Blairo Maggi encerrou visita ao país, depois de se reunir com autoridades de governo e de visitar a exposição Agriscape.

Ao encerrar visita aos Emirados Árabes Unidos, onde participou da exposição Agriscape, em Abu Dhabi, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou de reuniões com autoridades do país árabe. Um dos resultados dos encontros oficiais foi uma proposta de cooperação entre os dois países em cinco áreas prioritárias: carnes, grãos, lácteos, frutas e açúcar. “Há crescente produção desses produtos no Brasil e as empresas brasileiras têm grande interesse em ampliar a participação no mercado dos Emirados Árabes”, afirmou o ministro.
Maggi disse que poderá apoiar missões dos EAU ao Brasil para identificar parceiros com foco nos interesses mútuos. Os árabes sugeriram a realização de seminários e reuniões para o aumento das relações comerciais entre os dois países. Eles também manifestaram interesse em importar mais genética animal do Brasil para o Sudão.
O ministro Blairo Maggi enfatizou que o objetivo da missão é justamente estimular o comércio e o intercâmbio entre interessados em investimentos. Ele destacou a localização estratégica do país árabe na região.
Em encontro com dirigentes do Ministério da Segurança Alimentar, foi sugerida a criação de uma cidade de alimentos brasileiros como “hub” para distribuir alimentos na região. Os árabes manifestaram interesse em facilitar negócios com o Brasil para a segurança alimentar agora e no futuro.
O ministro Blairo Maggi foi convidado a visitar o centro de produção de alimentos no deserto, principalmente de tomates, inaugurado há dois dias. Os árabes falaram sobre a preocupação do governo com o desperdício de alimentos e com o aumento da obesidade da população. De acordo com os dados do governo, o desperdício de alimentos nos Emirados Árabes chega a 45%.
Ainda sobre a segurança alimentar, representantes do governo manifestaram interesse em atuar conjuntamente nesta área. Os EAU são considerados uma potência regional, não somente do ponto de vista da segurança alimentar, mas também da infraestrutura de transporte para todo o mundo.


O país tem papel estratégico em relação à segurança alimentar e a interação com o Brasil. A relação dos EAU com os outros países árabes representa um facilitador para as empresas brasileiras no mercado dos países árabes. Nesse sentido, aproveitando das condições de infraestrutura dos EAU, os dois países vão estudar o potencial de importação de grãos do Brasil e a forma competitiva de incluir e aumentar a participação desses produtos no comércio bilateral.
No último dia da visita, o ministro Blairo Maggi foi à sede de uma rede de supermercados que tem filiais em toda a região do Golfo Pérsico, Indonésia e países africanos, que é grande compradora de produtos brasileiros. Além de faixas de boas-vindas ao ministro brasileiro, o mercador preparou gôndolas destacando os produtos importados do Brasil. A rede fatura por ano US 7,4 bilhões e emprega mais de 7 mil pessoas.
Em Xangai, na sexta-feira (2), Maggi terá reuniões bilaterais e, no sábado (3), deverá encontrar-se com empresários chineses do setor de sementes e biotecnologia. No ano passado, a LP Sementes, uma das maiores do setor na China, adquiriu as operações brasileiras da Dow (milho) e pretende investir no Brasil para torná-la polo de exportação para a América Latina.
Na segunda (5) estará na abertura da Feira China International Import Expo e visitará pavilhões brasileiros e estande da Bunge, devendo encontrar-se no local com importador de feijão brasileiro. Irá encontrar-se, no mesmo dia, com os ministros chineses da Administração Geral da Aduana (GACC), Ni Yuefeng, e da Agricultura, Han Changfu, junto com demais ministros do Conselho Agropecuário do Sul (CAS).
Na terça, estará em evento organizado pelo Mapa e pela Apex , o Asia Investor Road Show Agribusiness (Airsa), com a presença de especialistas em biotecnologia, representantes do governo chinês e empresários.
Os secretários do Mapa, de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Ribeiro e Silva, e de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo, José Dória, além do diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio, Evaldo da Silva Junior, integram a comitiva do ministro.
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Fonte: MAPA

Banco Mundial destaca resultados positivos do ABC Cerrado



Publicado em 31/10/2018 16:11


O Projeto ABC Cerrado transformou a vida de produtores rurais e promoveu a recuperação dos solos e a proteção dos mananciais, afirmaram os especialistas do Banco Mundial, durante missão do Projeto ABC Cerrado nesta terça (30), em Brasília.
A iniciativa é uma parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com recursos do Fundo de Investimentos em Florestas (FIP), para disseminar práticas de agricultura de baixa emissão de carbono dentro das propriedades rurais. Na missão, o Senar apresentou os resultados do projeto até agora.
“O Banco considera como pontos mais importantes o tamanho da transformação do projeto na vida das pessoas com o uso das tecnologias ABC, o impacto que trouxe e o quanto a vida delas melhorou”, destacou Márcio Cerqueira Batitucci, especialista sênior em meio ambiente do Banco Mundial.
Segundo Batitucci, que visitou recentemente propriedades atendidas pelo projeto no Maranhão, o ABC Cerrado deu perspectiva de futuro aos produtores e a possibilidade de continuarem com o seu negócio.
“Alguns com quem conversei foram bem objetivos quanto a isso: se não fossem as tecnologias e o trabalho que o Senar levou até eles, não conseguiriam continuar mantendo a propriedade e possivelmente venderiam ou mudariam de atividade. Então esse benefício que o projeto trouxe para a vida das pessoas é uma coisa muito significativa”.
Outro ponto positivo do projeto, de acordo com o especialista, foram os ganhos com a recuperação de pastagens degradadas associada à melhoria da conservação do solo, evitando maiores perdas e processos erosivos, além da proteção de nascentes e mananciais.

“O ABC é muito mais que melhorar a pastagem. O projeto leva condições para melhorar a vida do produtor rural”, afirmou o coordenador do projeto no Senar, Mateus Tavares.
Para a economista agrícola do Banco Mundial e co-gerente do ABC Cerrado pela instituição, Bárbara Farinelli, o projeto é inovador e trouxe muito aprendizado para todas as entidades envolvidas.
“Tivemos resultados muito positivos, mostrando que a capacitação e a assistência técnica promovem a adoção das tecnologias e uma maior consciência dos produtores em relação aos benefícios não somente ambientais, mas também econômicos das tecnologias,” destacou.
“Em 2019 teremos uma avaliação de impacto que vai mostrar quais foram as intervenções que trouxeram maior impacto e isso vai retroalimentar a política ABC. O projeto vai trazer muitos benefícios para os produtores, mas também muitas lições para a política pública”, reforçou Farinelli.
Na avaliação da coordenadora de Projetos Especiais da Diretoria de Educação Profissional e Promoção Social do Senar, Janei Cristina Resende, cada missão do Banco é um aprendizado e o Senar adquiriu bastante conhecimento ao trabalhar com a instituição internacional.
“O ABC Cerrado foi um projeto piloto em termos de tamanho e metodologia tanto para o Banco Mundial quanto para o Senar, que nunca tinha trabalhado com a instituição. O projeto foi tão bem sucedido que abriu outras portas e o Banco já sinalizou que está estudando um novo projeto para expandir o modelo do ABC Cerrado para todos os biomas e convidou o Senar para participar,” disse.
“Estamos muito felizes com essa missão, com os desdobramentos que o desempenho do Senar teve no ABC Cerrado e que está abrindo portas para novos projetos”.
Também participaram da missão o gerente do Projeto ABC Cerrado, Maurizio Guadagni, a diretora de Educação Profissional e Promoção Social do Senar, Andrea Barbosa, o assessor técnico da entidade, Rafael Costa, a coordenadora financeira pelo Senar, Silvia Rocha, a coordenadora da Avaliação de Impacto, Cristiane Camboim, especialistas do Banco Mundial e representantes do Mapa e da Embrapa.
O ABC Cerrado
O projeto iniciou em 2015 com a capacitação de produtores rurais nas tecnologias de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), recuperação de pastagens degradadas, plantio direto e florestas plantadas nos estados da Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins. Em cinco estados, os produtores também receberam Assistência Técnica e Gerencial (ATEG).
Treze mil pessoas já foram atendidas pelo projeto entre capacitações, assistência técnica e dias de campo.
No próximo ano o Senar irá realizar a segunda coleta de dados da avaliação de impacto, pare medir os resultados alcançados e a efetividade das tecnologias ABC na vida do produtor rural.
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Fonte: CNA/SENAR

Federação da Paraíba oferece serviço de certificação digital para produtores rurais



Publicado em 31/10/2018 16:16



A certificação digital é o mais novo serviço prestado pela Federação de Agricultura e Pecuária da Paraíba, resultado da parceria com a empresa Certmais. O documento digital personifica o cidadão na internet e garante validade jurídica às ações realizadas com o seu uso. Com o intuito de auxiliar a vida do produtor rural, a Autoridade Certificadora (AC) da Faepa conta com descontos para os produtores, instrutores do Sistema e pessoas ligadas ao setor agropecuário. 
“A Federação está sempre buscando melhores formas de atender o produtor rural e a certificação foi a nova maneira de mostra serviço à classe. Nosso sistema é seguro e necessário no meio da era digital”, comenta o diretor financeiro da Faepa, Carlos Alberto Patrício.
O certificado digital funciona como uma assinatura presencial, uma identidade virtual que possibilita a identificação segura e inegável de seu responsável na internet. O documento eletrônico será fornecido e assinado pela Faepa, que possui um par de chaves criptográficas para que as informações de seus clientes permaneçam invioladas.
Com o documento digital é possível realizar procedimentos virtualmente, sem a necessidade de presença na sede de órgãos governamentais e de empresas ou imprimir documentos. De acordo com o contador Gustavo Nóbrega, é uma forma de desburocratizar as transações e eliminar tempo perdido.
“Hoje em dia, a maioria dos serviços que precisamos fazer envolvem a certificação digital, não importa se você é pessoa física ou jurídica. Ela é necessária para aplicações no comércio eletrônico, assinatura de contratos digitais, operações bancárias virtuais, iniciativas de governo eletrônico. Um contador faz transações virtuais, ou seja, sem a presença física do interessado, mas que demandam identificação clara da pessoa que a está realizando, então essa documentação facilita os processos para todos”, explica Gustavo.
O presidente do Sindicato Rural de São José de Caiana, Júnior Guimarães, fez o segundo certificado digital da sua organização na Faepa. Para ele, a facilidade em lidar com a papelada foi uma surpresa.

Quando eu fiz pela primeira vez há três anos atrás, era uma exigência da minha contadora, mas agora vejo que o maior beneficiário fui eu. Com o certificado, meu contador realiza todas as ações que envolvem o sindicato sem ficar me mandando documentos por e-mail para serem impressos, assinados e digitalizados. Facilitou muito a minha vida”, comenta Júnior.
Para fazer seu certificado de pessoa física, procure a Sede da Faepa/SENAR-PB e leve CPF, RG ou CNH e um comprovante de residência emitido há no máximo 3 meses. Esses mesmo documentos serão necessários para o certificado de pessoa jurídica além do documento de constituição da empresa, eventuais alterações contratuais, documentos de eleição da diretoria vigente e o cartão do CNPJ impresso um dia antes da validação presencial. Para saber mais , entre em contato com a Federação 3048-6050.
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Fonte: Sistema Faepa/Senar-PB