sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Soja: Durante encontro do G20, Chicago encerra a 6ª feira com leves altas e espera novidades



Publicado em 30/11/2018 18:45



A sexta-feira (30) terminou ainda com expectativas sobre o encontro de Donald Trump e Xi Jinping na reunião do G20 que foi iniciada hoje e, após uma semana de intensa volatilidade para o mercado da soja na Bolsa de Chicago, as cotações terminaram o dia com leves altas. 
Os preços trabalharam durante todo o pregão em campo positivo e o encerraram subindo pouco mais de 6 pontos entre os principais vencimentos. O janeiro/19, que é o mais negociado agora, fechou o dia com US$ 8,94 e o maio/19, que é referência para os negócios no Brasil, com US$ 9,20 por bushel. 
Segundo analistas internacionais, certo otimismo em torno das conversas dos presidentes chinês e americano teria dado algum suporte às cotações neste início da cúpula, que acontece em Buenos Aires e vai até este sábado (1). Até que as definições comecem a ser divulgadas, porém, o mercado deverá continuar a buscar sua direção. 
Um dos representantes americanos, Robert Lighthizer, disse "que ficaria surpreso caso o jantar entre Xi e Trump não fosse um sucesso no sábado a noite". Mais especialistas internacionais afirmam que a próxima semana poderia, portanto, trazer um acordo entre os líderes das duas maiores economias do mundo. 
Entretanto, os mesmos analistas - e mais os nacionais - afirmam que essas declarações, que aparecem a todo momento de ambos os lados, mantêm o mercado sem direção, e caminhando de lado, com a necessidade de cautela dos traders cada vez mais evidente. Até que a decisão saia, novos movimentos não têm sido observados. 


Além disso, até lá, os demais fundamentos do mercado seguem em segundo plano e influenciando pontualmente sobre as cotações em Chicago. Nesta sexta, encontraram suporte em um novo anúncio de vendas por parte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Foram 120 mil toneladas da oleaginosa 2018/19 para destinos não revelados. 
Mercado Nacional
Com esse ritmo no mercado internacional, no brasileiro essa sexta-feira foi mais um dia de preços estáveis em quase todo o país. Novamente, as oscilações foram pontuais. 
Enquanto Itiquira e Alto Garças, em Mato Grosso, perderam 4,29% para R$ 67,00 por saca, em Rondonópolis o preço 0,74% para R$ 68,50 nesta sexta. As cotações recuaram ainda no Paraná, equanto subiram mais de 2% em Santa Catarina. 
Nos portos, Rio Grande subiu 0,48% para R$ 84,00 por saca no disponível e 0,60% para dezembro, encerrando o dia com R$ 84,50. Em Paranaguá, queda de 1,20% no spot, para R$ 82,00 e fechou estável nos R$ 79,00 para a safra nova. 

Comentário de Mercado pela ARC Mercosul

AgResource-logo
Por Cristiano Palavro
Desde o início deste embate político entre EUA e China, a especulação vem precificando qualquer potencial “reconciliação” entre as duas nações. Agora, durante a reunião do G-20, Trump e Jinping se encontrarão pela primeira vez desde os primórdios desta relação de amor e ódio. Vai ser curioso o resultado do jantar programado para ambos os líderes, neste sábado (1). Francamente, é mais provável que a relação continue recheada de ódio. Trump – o egocêntrico do relacionamento – ainda está cheio de si, dizendo que mesmo com um “potencial acordo”, ele ainda está insatisfeito com o posicionamento chinês. Mas ei... Que posição foi tomada pelo desolado Jinping?! A única reação asiática foi na contramedida, rebater em ataque, retaliação! Com o desacordo reinando entre os estadunidenses e os chineses, os produtores brasileiros irão desfrutar da concentração de demanda para a soja doméstica nas próximas semanas, meses ou anos!
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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

Fechamento de Mercado da Soja - Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios



Publicado em 30/11/2018 18:32



Fechamento de Mercado da Soja - Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios
Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios

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Fechamento de Mercado da Soja - Ênio Fernandes - Consultor em Agronegócio da Terra Agronegócios
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Aprosoja MT garante que estado não tem caso de ferrugem detectado até o momento e explica que focos em guaxas foram eliminados



Publicado em 30/11/2018 12:57 e atualizado em 30/11/2018 15:20




Mas diretor técnico da entidade alerta que , apesar de não haver registro da doença em lavouras comerciais até o momento, produtor não pode baixar a guarda
Wanderlei Dias Guerra - Diretor Técnico da Aprosoja MT

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Entrevista com Wanderlei Dias Guerra - Diretor Técnico da Aprosoja MT sobre a ferrugem na Soja
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Uma notícia recém divulgada por um site de notícias de abrangência nacional apontava que um engenheiro agrônomor teria identificado um foco de ferrugem em uma lavoura comercial em Sorriso (MT). Contudo, a história não é bem essa, como explica Wanderlei Dias Guerra, diretor técnico da Aprosoja MT.
A notícia seria "requentada" de uma divulgação de 23 de julho da própria Aprosoja, quando foram identificados pontos de ferrugem em soja guaxa em 16 municípios - no entanto, essa ocorrência se deu na entressafra e, segundo Guerra, é um levantamento feito para alertar os produtores para que a ferrugem não chegue na lavoura.
Guerra destacou que foi orientado ao site responsável para que corrigisse a informação e ainda salientou que uma notícia como essa pode acabar servindo como interesse de quem quer vender produto, o que acaba onerando o produtor rural.
Embora a ferrugem ainda não tenha chegado de fato ao Mato Grosso, o diretor técnico diz que os produtores têm de ficar atentos, sem abaixar a guarda quanto a essa questão.
Em caso de dúvida, os produtores devem procurar sempre o engenheiro agrônomo responsável por sua lavoura ou entidades como a Aprosoja e o Consórcio Antiferrugem da Embrapa.
Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Cúpula do G20 começa nesta sexta; tensão comercial deve dominar debates



Publicado em 30/11/2018 08:20


Começa nesta sexta-feira (30) em Buenos Aires, na Argentina, e termina no sábado (1º) o encontro das 20 maiores economias do mundo, a cúpula do G20. A expectativa é que a “guerra comercial” e as preocupações com o crescimento da economia mundial se destaquem entre as principais discussões.
Alguns dos principais líderes mundiais já desembarcaram em Buenos Aires. A capital argentina, que destacou 24 mil agentes de segurança para trabalhar no evento, recebe os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump; da Rússia, Vladimir Putin; da China, Xi Jinping; o príncipe saudita Mohammad bin Salman, entre outros. As autoridades estimam a participação de cerca de 15 mil pessoas, incluindo 3 mil jornalistas, na cúpula.
O encontro de líderes do G20 completa 10 anos. O primeiro aconteceu em 2008, em meio às preocupações causadas pela crise financeirainiciada no mercado imobiliário norte-americano.
A Argentina recebe o evento em meio a tentativas de conter a crise financeira que está enfrentando, que levou o país a pedir socorro novamente ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
Leia a notícia na íntegra no site do G1.
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Fonte: G1

PMI da China aponta crescimento da indústria mais fraco em mais de 2 anos antes de negociação comercial



Publicado em 30/11/2018 08:09



Por Yawen Chen e Ryan Woo
PEQUIM (Reuters) - O crescimento do setor industrial da China estagnou pela primeira vez em mais de dois anos em novembro uma vez que as novas encomendas desaceleraram, aumentando a pressão sobre Pequim antes das negociações comerciais entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump neste fim de semana.
Se as negociações no G20 falharem, Trump deve dar continuidade aos aumentos tarifários sobre produtos chineses em janeiro, o que vai pressionar ainda mais a economia da China e ampliar os riscos ao crescimento global.
A leitura fraca sobre a atividade industrial sugere que a série de medidas de estímulo de Pequim nos últimos meses ainda não foi sentida, ampliando as visões de que as condições empresariais na China devem piorar.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) oficial divulgado nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Estatísticas caiu para 50 em novembro, abaixo da expectativa e contra 50,2 em outubro. É a leitura mais fraca em 28 meses.

A marca de 50 é considerada neutra, indicando que não houve nem expansão nem contração.
"A indústria está agora perigosamente perto do território de contração, isso vai alimentar ainda mais a narrativa de desaceleração", disse em nota Stephen Innes, chefe de negociação da OANDA.
Outra pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostrou que o crescimento do setor de serviços da China moderou em novembro, mas permaneceu em níveis sólidos. 
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Fonte: Reuters

Pressão de baixa continua no mercado do frango



Publicado em 30/11/2018 09:27



A última semana de novembro não trouxe mudança no cenário observado até então no mercado de frango, de preços frouxos ao longo do mês.
No atacado, os compradores estão postergando seus pedidos aguardando um melhor posicionamento da demanda na ponta final da cadeia.
A carcaça está cotada, em média, em R$4,28/kg, uma queda de 3,4% nos últimos sete dias.
Nas granjas de São Paulo, os preços estão andando de lado. A ave terminada segue comercializada em R$3,00/kg, com negócios ocorrendo abaixo da referência.
Para o curto prazo, porém, a virada do mês traz um ambiente propício a recuperações.
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Fonte: Scot Consultoria

Citros: Chuvas e final de mês deixam mercado paulista calmo na semana



Publicado em 30/11/2018 09:33



De acordo com pesquisas do Cepea, no mercado paulista de laranja in natura, as vendas estão bastante calmas nesta semana, tanto pelas chuvas quanto pelo período de final de mês. Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a laranja pera tem média de R$ 28,94/caixa de 40,8 kg, na árvore, recuo de 2,8% em relação à da semana passada. A lima ácida tahiti também registra desaceleração das vendas no mercado doméstico, conforme aponta levantamento do Cepea. No externo, mantém-se a boa demanda, mas os preços continuam caindo, pressionados pela maior oferta. Na parcial da semana, a tahiti tem média de R$ 24,58/cx de 27 kg, colhida, recuo de 23,8% em relação à média anterior.
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Fonte: Cepea