quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Poucos se importam, mas a cada 4 segundos uma criança morre de fome no mundo



Publicado em 31/10/2019 14:42

A missão da nova entidade, CropLife, é comunicar ao povo brasileiro a importância da necessidade de se produzir alimentos seguros e em maior quantidade. Confira a entrevista na íntegra.
Eduardo Leduc - Presidente do Conselho Diretor da CropLife Brasil

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Poucos se importam, mas a cada 4 segundos morre uma criança de fome no mundo.
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Segunda etapa da vacinação contra febre aftosa no RS começa nesta sexta-feira



Publicado em 31/10/2019 15:00


Começa nesta sexta-feira (1º de novembro) a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul. Até o próximo dia 30, devem ser imunizados bovinos e bubalinos na faixa etária de zero a 24 meses, o que contabiliza cerca de 4,3 milhões de animais em 240 mil propriedades. “Os pecuaristas gaúchos já deram forte demonstração de responsabilidade e preocupação com a sanidade de seus rebanhos na primeira etapa da vacinação, e agora precisamos manter a mobilização”, afirma o secretário da da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Covatti Filho.
De acordo com o coordenador do Programa de Controle e Erradicação da Febre Aftosa da Seapdr, Fernando Groff, a meta nesta etapa de novembro é ultrapassar os 90% de animais imunizados e de 90% de propriedades cobertas. A primeira etapa, em maio, envolveu 288.875 propriedades rurais com 12,6 milhões de bovinos e búfalos. Foram imunizados 12,5 milhões de animais, correspondendo a 99% do rebanho, em 279.879 estabelecimentos, que representam 96,89% das propriedades no Estado.
Este ano, a vacina teve alterações na formulação, com redução na dosagem de aplicação, de 5 para 2 ml - a vacina passou a ser bivalente, permanecendo a proteção contra os vírus tipo A e O (removido tipo C) e as apresentações comercializadas agora serão de 15 e 50 doses. A composição do produto também foi modificada com o intuito de diminuir os nódulos.
As vacinas podem ser adquiridas em uma das 600 casas agropecuárias credenciadas na Secretaria para a comercialização deste produto. Após imunizar seu rebanho, o produtor terá até 6 de dezembro para comprovar a vacinação junto à Inspetoria de Defesa Agropecuária local, apresentando a classificação do rebanho, por sexo e idade, e a nota fiscal de compra das doses aplicadas.
Status sanitário
Atualmente, o Rio Grande do Sul, que é considerado zona livre de aftosa com vacinação, busca evoluir seu status sanitário. Em setembro, o Estado passou por auditoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para a retirada da vacinação. A Seapdr ainda aguarda a divulgação do relatório do ministério - enquanto a retirada não é confirmada, as etapas de vacinação ocorrem normalmente.
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Por: Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desnv. Rural RS

Frango Vivo: principais praças mantêm estabilidade nesta quinta-feira (31)



Publicado em 31/10/2019 15:35


As principais praças do país não registraram variações na cotação do frango vivo nesta quinta-feira (31). Segundo dados do Epagri, no estado do Paraná foi mantido o valor de R$ 3,05/kg e Santa Catarina por R$ 2,49/kg. 
Indicadores da Scot Consultoria não registraram variações para o frango no atacado, que manteve o preço de R$ 4,30/kg. O frango na granja também manteve a estabilidade por R$ 3,30/kg. 
Dados do Cepea, divulgados na quarta-feira (30), o frango congelado manteve o preço de R$ 4,49/kg e o resfriado por R$ 4,61/kg. 
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Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

Suíno Vivo: São Paulo registra queda de 0,19% nesta quinta-feira (31)



Publicado em 31/10/2019 15:46


A cotação do suíno vivo registrou queda de 0,19% em São Paulo e estabeleceu o preço por R$ 5,32/kg. Em Minas Gerais não foram registradas variações e o preço foi mantido por R$ 5,39/kg. 
Nas demais praças do país foram registradas leves altas. No Paraná a alta foi de 0,82% - por R$ 4,93/kg, no Rio Grande do Sul a alta foi de 0,22% e valor estabelecido por R$ 4,65/kg, Santa Catarina teve alta de 0,21% - por R$ 4,82/kg.
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Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

Ministério da Economia lança em SP programa para estimular o emprego



Publicado em 31/10/2019 16:38

O Ministério da Economia e o Sebrae lançaram, hoje (31), na capital paulista, o programa Mobilização pelo Emprego e Produtividade, cujo objetivo é levantar as principais reivindicações de empresários e gestores públicos do estado e de municípios para identificar os maiores entraves e aplicar medidas em prol do desenvolvimento do empreendedorismo e da economia.
O programa pretende unir esforços com as administrações locais e representantes do setor produtivo para viabilizar políticas públicas voltadas às empresas e trabalhadores de pequenos negócios. A iniciativa percorrerá todos os estados do país e São Paulo é o sétimo a ser incluído no projeto, depois de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Mato Grosso e Pernambuco.
"Nós precisamos dar um salto de melhoria no ambiente de negócios no Brasil. O novo modelo de crescimento da nossa Nação virá a partir de um ambiente melhor e mais adequado para que as empresas invistam e gerem empregos. Estamos trabalhando duro, temos um plano de ação muito completo no governo federal e que inclui a parceria dos estados e municípios para que eles também revejam suas leis para que fazer negócio no Brasil, abrir uma empresa e crescer volte a ser algo que valha a pena, porque é só assim que vamos ter um crescimento sustentável com geração de empregos", disse o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec), Carlos da Costa.
Segundo Costa, um dos pilares do Ministério da Economia é construir um sistema tributário que seja adequado para o crescimento e geração de empregos no país. Ele disse que as discussões já estão ocorrendo, além do acompanhamento das propostas de emenda à Constituição (PECs) que estão no Congresso Nacional.
"Vamos lançar em breve a nossa proposta que deve contribuir para essa discussão, mas temos absoluta certeza de que o resultado, com a parceria do Legislativo, será o melhor para as empresas, com sistema tributário mais justo que não sobrecarregue a produção, o emprego e faça com que quem paga, pague menos, e quem não paga, consiga contribuir".
O secretário informou que os administradores municipais estão recebendo uma cartilha com as sugestões pragmáticas de como implementar as mudanças consideradas necessárias pelo governo federal para destravar o país. "O que nós não queremos é obrigar. Nós somos um governo municipalista, acreditamos que os municípios têm que ter ainda mais liberdade para escolher seus destinos. O máximo que podemos, e estamos fazendo, é orientar, dizendo o que funciona e o que não funciona".
Pesquisa
Uma pesquisa recente do Sebrae apontou que pelo menos 27% dos empresários paulistas têm dificuldade em conquistar clientes e vender mais. A alta carga tributária é apontada por 13% dos empresários como fator que dificulta os negócios. Segundos ainda a pesquisa, as principais motivações dos empresários paulistas para abrir ou formalizar uma empresa foram o desejo de ter uma empresa formal (42%), a possibilidade de emitir nota fiscal (13%) e o desejo de ser dono do próprio negócio (7%).
O levantamento mostrou também que para 71% dos empresários a atividade empresarial é a única fonte de renda e que 64% deles tiveram melhoria no faturamento do negócio depois da formalização. Pelo menos 81% acreditam que nos próximos anos a empresa pode aumentar de porte.
"Esse é um movimento provocativo, inspirador, e quem conhece o ambiente político de Brasília percebe que o que há de novidade agora é um governo mais audacioso, que provoca o cidadão brasileiro a ir pouco além, a ter mais fé, a acreditar um pouco mais nele do que nas leis, no sentido de que apesar das leis que atrapalham ele possa ir caminhando, superando essas leis", disse o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles.
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Fonte: Agência Brasil

Café: Bolsa de NY inicia a 5ª feira com leves altas



Publicado em 31/10/2019 08:42 e atualizado em 31/10/2019 12:16


O mercado futuro do café abriu a sessão desta quinta-feira (31) com leves altas na Bolsa de Nova York (ICE Futures US).
Por volta das 8h40, o contrato com vencimento dezembro/19 tinha alta de 70 pontos e era cotado a 100,05 cents/lbp. Março/20 também registrava ganhos de 75 pontos, sendo cotado a 103,55 cents/lbp, maio/20 era cotado a 105,50 com valorização de 60 pontos e julho/20 era cotado a 107,60 cents/lbp, com alta de 65 pontos.
Na quarta-feira (30), o analista de mercado da Pharos Consultoria, Haroldo Bonfá, considerou que o mercado tem operado dentro das normalidades nos últimos dias, sempre acompanhando o câmbio, mas aguardando uma notícia que faça a diferença no mercado do café. "O mercado está de lado, aguardando as alterações", afirmou.
Às 8h43 o dólar comercial registrava queda de 0,40%, cotado a R$ 3,987 na venda. A moeda mais baixa em relação ao real tende a desencorajar as exportações e dá suporte ao mercado.
No Brasil, a sessão de quarta-feira (30) encerrou com o tipo 6 duro com a maior negociação em Araguari/MG , com alta de 1,19% e valor estabelecido em R$ 425,00. Em Franca/SP foi registrada alta de 1,18%, sendo cotado a R$ 430,00, em Guaxupé/MG a alta foi de 0,30% com valor estabelecido em R$ 430,00. Espírito Santo registrou baixa de 4,55% e finalizou o dia por R$ 420,00. 
Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

Café: cotações registram altas na tarde desta 5ª na Bolsa de NY



Publicado em 31/10/2019 12:20

No início da tarde desta quinta-feira (31), a cotação futura do café arábica registrava alta de até 175 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). 
Por volta das 12h17 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em dezembro/19 tinha alta de 170 pontos e era cotado a 101,10 cents/lbp, março/20 registrava alta de 175 pontos, sendo contado a 104,55 cents/lbp. Maio/20 aumentava 165 pontos e era negociado a 106,55 cents/lbp e julho/20 registrava alta de 165 pontos, com cotação a 108,60 cents/lbp.
O site internacional Barchart, destaca que as condições do tempo no Brasil indicam uma situação favorável para o mercado. "Depois que os dados de segunda-feira da Somar Meteorologia mostraram que as chuvas em Minas Gerais, a maior região produtora de café arábica do Brasil, mediam 13,9 mm na semana anterior, apenas 37% da média histórica", destacou o site. 
Por volta de 12h27, o dólar comercial tinha valorização 0,47%, a R$ 4,007 na venda. O dólar em alta ante ao real tende a dar um impulso nas exportações de café. O Brasil é o maior produtor e exportador do grão no mundo. 
No Brasil, a sessão de quarta-feira (30) encerrou com o tipo 6 duro com a maior negociação em Araguari/MG , com alta de 1,19% e valor estabelecido em R$ 425,00. Em Franca/SP foi registrada alta de 1,18%, sendo cotado a R$ 430,00, em Guaxupé/MG a alta foi de 0,30% com valor estabelecido em R$ 430,00. Espírito Santo registrou baixa de 4,55% e finalizou o dia por R$ 420,00. 
Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas