quarta-feira, 1 de junho de 2016

Na CBOT, soja dá continuidade ao movimento negativo nesta 4ª feira e recua pelo 2º dia consecutivo



As principais posições da commodity recuam pelo 2º dia consecutivo e por volta das 7h41 (horário de Brasília) exibiam perdas entre 6,50 e 7,25 pontos





As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quarta-feira (1) do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity recuam pelo 2º dia consecutivo e por volta das 7h41 (horário de Brasília) exibiam perdas entre 6,50 e 7,25 pontos. O vencimento julho/16 era cotado a US$ 10,72 por bushel e o novembro/16 a US$ 10,49 por bushel.
O mercado ainda passar por uma correção técnica após as recentes valorizações, conforme ponderam os analistas. Ainda nesta terça-feira, os principais contratos da oleaginosa se aproximaram dos US$ 11 por bushel, importante patamar de resistência para os preços. Além disso, os investidores ainda acompanham de perto o comportamento do dólar no mercado internacional.
Paralelamente, o avanço do plantio da safra norte-americana também continua a ser um ponto importante de observação dos participantes do mercado. No final desta terça-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou que cerca de 73% da área estimada para essa temporada já havia sido cultivada até o último domingo (29). Na semana anterior, o plantio estava completo em 56% da área e no mesmo período do ano anterior o percentual estava em 68%. O número ainda está acima da média dos últimos cinco anos, de 66%. Em torno de 45% das plantas já emergiram, na semana passada o número era de 22%.
Confira como fechou o mercado nesta terça-feira:
Soja: Preços em Chicago realizam lucros e fecham no vermelho; mas disponível em Paranaguá vai a R$ 92,50
Na sessão desta terça-feira (31), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, principalmente aqueles de posições mais próximas, se aproximaram dos US$ 11 por bushel na volta do feriado do Memorial Day nos EUA, patamar encarado como uma resistência para os preços. O mercado começou o dia em alta, porém, logo após bater em algumas máximas, passou a recuar e encerrou o dia em campo negativo, com o julho/16, que chegou aos US$ 10,96, valendo US$ 10,78 por bushel. A pressão vinda do trigo, que fechou o dia com perdas de dois dígitos, também foi sentida.
Ainda assim, no Brasil os preços voltaram a subir com uma nova disparada do dólar. A moeda norte-americana subiu mais de 1% frente ao real nesta terça-feira e com isso, ao lado de prêmios ainda fortes, a soja disponível no porto de Paranaguá encerrou o dia com R$ 92,50 por saca, subindo 1,65%.
Entretanto, as baixas em Chicago também pesam e refletiram em uma limitação dos ganhos para a soja brasileira em alguns casos. No porto de Rio Grande, o produto disponível perdeu 1,11% e foi a R$ 89,00. O mercado futuro perdeu 1,10% e foi a R$ 90,00 no terminal paranaense, enquanto manteve sua estabilidade nos R$ 91,00 em Rio Grande.
Bolsa de Chicago
Segundo explicaram analistas internacionais, foi possível observar duas visões diferentes atuando sobre as cotações neste pregão.
De um lado, a pressão de condições favoráveis de clima nos Estados , um dólar forte no exterior e o rally da última semana pressionavam de forma negativa seus movimentos, ao mesmo tempo em que as perdas na América do Sul e um grau mais elevado de dependência da nova safra dos Estados Unidos ainda inspiravam algum estímulo aos valores.
Dessa forma, ainda como explicam analistas, o mercado parece esperar definir alguns de seus fatores de influência neste momento para definir melhor seu caminho. A volatilidade, que já é natural deste momento, porém, deverá se acentuar.
Como explicou o consultor de mercado Flávio França, da França Junior Consultoria, a partir do momento em que os números da safra sulamericana foram revisados para menos, o mercado internacional ficou ainda mais sensível a qualquer possibilidade de ameaça à ela e, por isso, deverá se comportar de maneira mais volátil.
Ainda na sessão desta terça-feira, atuaram as especulações sobre o novo reporte semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final da tarde. A expectativas do mercado é de que a área plantada de soja no país já tenha alcançado os 70% até o último domingo (29).
"O plantio do milho está bem adiantado, próximo da conclusão, e se precisar de alguns dias de junho não terá problema. A soja ainda tem bastante bastante tempo hábil", diz França.
Além disso, sentiu a pressão ainda dos baixos, mas dentro das expectativas, embarques semanais norte-americanos. Na semana encerrada em 26 de maio, os embarques norte-americanos de soja somaram apenas 182,261 mil toneladas.
Apesar de um número baixo, ficou dentro do esperado pelo mercado, que apostava em algo entre 30 mil e 240 mil toneladas, e acima ainda das 88,349 mil toneladas da semana anterior. Assim, no acumulado da temporada, os embarques dos EUA na temporada 2015/16 já somam 43.397,962 milhões de toneladas, abaixo do mesmo período do ano comercial anterior, de 46.967,064 milhões.



Data de Publicação: 01/06/2016 às 10:20hs
Fonte: Notícias Agrícolas

Dólar opera em queda após divulgação do PIB do trimestre



Recuo da economia foi menor que o esperado por analistas. Moeda subiu 0,96% na terça, a R$ 3,6123; o dólar subiu 5% em maio.




O dólar opera em queda nesta quarta-feira (1º), após a divulgação do resultado do PIB brasileiro no primeiro trimestre. Nos primeiros três meses de 2016, a economia brasileira encolheu 0,3%, queda menor que a esperada por analistas.
Às 9h10, o dólar caía 0,31%, a R$ 3,601 na venda.
Segundo a Reuters, o mercado continua cauteloso devido à situação política turbulenta no Brasil, fator que tem contribuído para pressionar a moeda norte-americana nas últimas semanas.
O Banco Central não anunciou interferência no câmbio para esta quarta.
Último fechamento
O dólar fechou em alta na terça-feira (31), acima de R$ 3,60, terminando o mês de maio com alta de 5%. A moeda norte-americana subiu 0,96%, a R$ 3,6123 na venda.
No mês de maio, a moeda dos EUA acumulou valorização de 5%. Em 2016, contudo, o dólar ainda recua 8,5%.



Data de Publicação: 01/06/2016 às 10:10hs
Fonte: G1

Ações chinesas têm queda em meio a preocupações econômicas



Índice das maiores ações de Shangai e Shenzen recuou 0,28%. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,62%, a 16.955 pontos.




AAs ações chinesas recuaram nesta quarta-feira (1º) após a forte alta da sessão anterior, uma vez que o crescente otimismo com a adição de ações pelo MSCI a seu índice de mercados emergentes foi contrabalançado por preocupações com a economia da China e a expectativa de alta de juros nos Estados Unidos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve queda de 0,28%, enquanto o índice de Xangai recuou 0,08%. Alguns investidores realizaram lucros após a alta de mais de 3% nas ações chinesas na terça-feira.
No restante da Ásia os índices também mostraram fraqueza, uma vez que a queda nos preços do petróleo afetou o apetite dos investidores por ativos de maior risco. Às 7:36 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão perdia 0,08%.
  • Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,62%, a 16.955 pontos. 
  • Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,26%, a 20.760 pontos. 
  • Em Xangai, o índice SSEC perdeu 0,08%, a 2.914 pontos. 
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen retrocedeu 0,28%, a 3.160 pontos.
  • Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 0,03%, a 1.982 pontos. 
  • Em Taiwan, o índice Taiex registrou alta de 0,72%, a 8.597 pontos. 
  • Em Cingapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 0,02%, a 2.790 pontos. 
  • Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 1,03%, a 5.323 pontos.



Data de Publicação: 01/06/2016 às 09:20hs
Fonte: Reuters

Mosca dos estábulos continua azucrinando rebanhos



Um problema relativamente novo está tirando o sono dos pecuaristas





Trata-se da mosca dos estábulos, que causa estresse entre os animais, perda de apetite, emagrecimento e até aborto entre as matrizes. Hoje com focos espalhados por usinas de cana, os insetos se tornaram um incômodo à medida em que foram deixando de acontecer as queimadas dos canaviais. A justificativa está na manutenção do ambiente propício à sua multiplicação: a palhada sobre a qual é despejada a vinhaça. "Para se desenvolver, tudo de que a mosca precisa é de locais com temperaturas mais elevadas, umidade e matéria orgânica", afirma Paulo Henrique Cançado, da Embrapa Gado de Corte. Preocupante, o impasse é de responsabilidade das usinas, mas também dos pecuaristas.
"A lei obriga a usina a aplicar a vinhaça sobre a palha, e a proíbe de fazer queimadas. O pecuarista, por sua vez, está lidando com um efeito colateral disso. Mas eles não devem brigar. Devem agir em conjunto para minimizar o problema", frisa Cançado. Recentemente, uma reunião com diversas entidades envolvidas, além de produtores, foi convocada em Araçatuba, SP, para debater o tema e apresentar estratégias de controle da mosca dos estábulos. Segundo o pesquisador da Embrapa, para avançar no assunto algumas recomendações precisam ser seguidas à risca.
No caso das usinas:
Como foi dito anteriormente, a proliferação da mosca depende de altas temperaturas, umidade e presença de matéria orgânica para acontecer. "E se na temperatura a gente não influencia, nos outros fatores podemos mexer sim", diz Cançado.
Falando de umidade, o usineiro pode cuidar, por exemplo, da qualidade de aplicação da vinhaça. "Diferente do mosquito da dengue, que se multiplica na água, em poças, a mosca dos estábulos não sobrevive em uma situação assim. Mas onde tem poça, a mosca vai se multiplicar na periferia".
Para facilitar sua secagem, a palha pode ser incorporada ao solo em um processo denominado escarificação. Em linhas gerais, o procedimento consiste em romper a camada superficial do solo, de 15 cm a 30 cm, com o uso de implementos de haste, e movimentá-lo sem tirar dali grande parte dos resíduos vegetais, o que evita a erosão. Também pode ser feito o recolhimento de parte da palha para geração de energia.
Outra recomendação é que nas usinas onde há moenda e pátios de compostagem de torta de filtro seja feito um revolvimento do material orgânico pelo menos duas vezes por semana. Resíduo sólido da filtragem do caldo da cana-de-açúcar, a torta de filtro é - ao lado da palha com vinhaça ou vinhoto - um dos principais focos de multiplicação da mosca. "Agora, não podemos esquecer que nem todas as usinas vão ter equipamento suficiente e gente treinada para fazer esse revolvimento na frequência certa e da maneira correta - sem deixar, inclusive, aquele restinho de torta lá perto do solo, porque ali a mosca também consegue se desenvolver", diz.
Segundo o pesquisador, o melhor manejo tem que ser encontrado por cada usina dentro de suas possibilidades, considerando também características da variedade de cana e tipo de solo do canavial.
Para tornar o controle viável, outra medida essencial é o monitoramento. "Assim como os agentes de saúde circulam nas cidades para combater os focos de Aedes aegypti, no campo, a usina deve ficar de olho não na sua área total, mas nos locais onde aplica a vinhaça. Ver se ali encontra ovos e larvas da mosca". O controle direcionado também ajuda a poupar recursos. Por fim, vale eliminar vazamentos de água nas imediações da indústria.
No caso dos pecuaristas:
Do lado de lá da cerca, as medidas estão focadas principalmente na higiene do curral e na eliminação do acúmulo de matéria orgânica. Entram na lista de prioridades: fazer o recolhimento de restos de ração, folhas, silagem ou fezes que possam estar dentro ou nas imediações das instalações. E dar um destino para esse material. "Não adianta tirar de dentro do curral e fazer um montinho no canto", afirma Cançado. Segundo ele, se o pecuarista precisar fazer um montinho, então que o cubra pelo período de duas a três semanas, vede bem e - depois que a matéria orgânica fermentar - faça uso como adubo. "Pode usar na pastagem, na horta da fazenda ou até vender como adubo orgânico".
Além disso, é preciso cuidar da umidade: consertar a boia do bebedouro que está vazando, a torneira que está pingando. "O pecuarista, fazendo isso, cumpriu o papel dele. Porque quanto menos mosca sair da propriedade e for botar ovo no canavial, melhor", completa Cançado.
Alternativas para o controle
Químicos: De acordo com Cançado, hoje os químicos não são a melhor opção para fazer o combate à mosca. No caso dos animais, brincos e pour-on não apresentaram eficiência. Já os sprays têm surtido efeito por tempo limitado, de dois a três dias, tendo baixo custo-benefício, segundo o pesquisador. Para casos críticos, em que se corre o risco de perder o animal, Cançado indica o uso desde que consultado um médico-veterinário para checar que produto usar e em que dose, ainda sob pena de ter que descartar a produção - por contaminação da carne ou do leite.
Biológicos: Sobre o uso de produtos biológicos para controle da mosca, ele diz que muitas das alternativas existentes ainda estão passando por análise laboratorial.
Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, fungos foram testados como forma de controle das larvas, e apesar de terem demonstrado bons resultados em laboratório, falta ser realizada a validação em campo.
A própria Embrapa pesquisa ácaros que parasitam a larva da mosca e está na fase de encontrar parcerias com instituições privadas para produzi-los em maior escala e viabilizar o lançamento de um produto no mercado. O projeto teve apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e do Cnpq.
Juntamente com a Universidade Católica Dom Bosco, a Embrapa Gado de Corte também trabalha em uma linha de pesquisa com possível controle fazendo uso de veneno de serpente.
Alteração da norma para aplicação de vinhaça: Durante o encontro em Araçatuba, Antônio Queiróz, membro da diretoria da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), falou sobre a norma para aplicação de mais de 400 milhões de m³ de vinhaça nos canaviais paulistas. De acordo com ele, o texto do regramento foi revisto em 2015, mas diante do problema com a mosca, se houver necessidade, não há nada que impeça que sejam feitas alterações.
Para Cançado, a questão da norma é complexa e não se pode achar que essa é a solução para resolver o problema de imediato. "A norma foi feita baseando-se no que seria o melhor para preservar o solo, lençóis freáticos e produzir cana na região. Hoje não se tem informação técnica suficiente para decidir o que seria melhor ou pior em relação à mosca; sem esquecer ainda desses outros fatores", afirma. E alerta: "Diminuir o volume por hectare [de aplicação da vinhaça], significa aumentar o número de hectares onde hoje se aplica o subproduto. Então, pode ser que uma medida assim leve a mosca para mais longe", completa. Por enquanto, o assunto permanece em discussão.


Data de Publicação: 01/06/2016 às 09:15hs
Fonte: Portal DBO

Clima: Quarta-feira de chuvas em toda a faixa central do Brasil



A frente fria continua sobre o Sul e com isso áreas de instabilidade associada a um corredor de umidade manterá o tempo instável nessa quarta-feira em grande parte do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul






A frente fria continua sobre o Sul e com isso áreas de instabilidade associada a um corredor de umidade manterá o tempo instável nessa quarta-feira em grande parte do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Assim, há previsão para ocorrência de pancadas de chuvas em diversas localidades desses Estados, bem como sobre a metade sul do Mato Grosso e de Goiás e de Minas Gerais. Porém, dessas últimas 3 regiões as chuvas serão mais pontuais. No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em grande parte do Matopiba e Pará o tempo seguirá firme e sem previsões de chuvas a não ser na região central do Maranhão, onde já chove nessa manhã de quarta-feira.
E esse padrão meteorológico deverá se manter inalterado ao longo de toda a semana, isto é, chuvas apenas na forma de pancadas e principalmente, sobre São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. O problema é que essas chuvas estarão causando a paralisação das atividades de colheita do milho safrinha, do café e da cana de açúcar, o que poderá trazer alguns impactos negativos a essas lavouras, principalmente ao milho e ao café. Uma vez que esse excesso de umidade sobre os grãos poderá gerar uma aumento no percentual de grãos mofados e, portanto de menor qualidade.
E mesmo com esse tempo mais aberto no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os produtores de trigo já começam a preparar seus campos para o semeio e também alguns produtores gaúchos da região do noroeste do Estado já iniciam os primeiros plantios do cereal de inverno. E como há previsão de que venham a ocorrer chuvas nas próximas semanas, as condições tanto ao plantio quanto ao desenvolvimento da planta estão favorecidos. O trigo o problema continuará sendo o Paraná, onde as chuvas mais constantes sobre as áreas produtoras dificultam o plantio e já trazem uma maior pressão de doenças.
Por: Marco Antônio dos Santos, agrometeorologista da Somar

Data de Publicação: 01/06/2016 às 09:10hs
Fonte: Somar Meteorologia

Curso do Senar Goiás ensina como prevenir acidentes com máquinas agrícolas



Cerca de 60% dos acidentes de trabalho no campo acontecem com máquinas e implementos



Presentes na lida diária do campo, as atividades com máquinas agrícolas, segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), são as que mais oferecem riscos ao trabalhador rural. A cada ano, como revela uma pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp), cerca de 700 mil trabalhadores rurais são vítimas de acidentes, a maioria durante a operação das máquinas, especialmente tratores. Em busca de prevenir o crescente número de acidentes, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás) investe na capacitação, oferecendo gratuitamente, em seu portal de ensino a distância, um curso sobre o tema.
O curso Prevenção de Acidentes com Máquinas Agrícolas – NR.31.12 – ensina como evitar os acidentes usando de maneira adequada e segura o maquinário, de acordo com as normas previstas na legislação. Desde 2005, o Brasil revisou e regulamentou as normas técnicas para redução de acidentes e doenças no meio rural, editando a Norma Regulamentadora 31 (NR-31). A lei é extensa e muito detalhada. Poucos são os que conhecem e sabem aplicar inteiramente o que ela exige. No curso do EaD Senar Goiás, o participante tem a oportunidade de conhecer a fundo as regras precisas que a NR-31 estabelece para cada tipo de máquina.
Etapas do curso
Dividido em seis módulos e com 20 horas aula, o curso traz no primeiro módulo os princípios gerais de segurança com as máquinas e implementos. O segundo estuda os capítulos da NR-31 sobre proteções, transmissões de força, meios de acesso, segurança nas atividades, que são os mais minuciosos da legislação. Para se ter uma ideia, a lei regulamenta até como devem ser as escadas, rampas e plataformas, além dos dispositivos de partida das máquinas. 

No terceiro módulo o participante vai conhecer os símbolos universais usados na área, e no quarto as informações contidas nos adesivos, assim como a sinalização das máquinas e implementos. O quinto é dedicado a segurança e à manutenção das máquinas e implementos, incluindo nele noções de trânsito. No sexto e último, são ensinados primeiros socorros e a importância do uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). 

Matrícula
As matrículas para o curso do Senar Goiás estão abertas e devem ser efetuadas no endereço eletrônico: http://ead.senargo.org.br/cursos . Não há exigência de grau de escolaridade. O curso pode ser feito por todos os interessados, a partir de 15 anos de idade, e é especialmente voltado para produtores e trabalhadores rurais.

Data de Publicação: 01/06/2016 às 08:15hs
Fonte: SENAR GO



Ensino Online ANCP: Izaias Claro Junior, da Zoetis, falará sobre IATF e os resultados do grupo Gerar



Dando sequência ao ciclo de programações do Ensino Online da ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores), no próximo dia 20 de junho, às 15h, o Coordenador de Serviços Técnicos Brasil da Zoetis, Izaias Claro Junior, apresentará a palestra “Grupo Gerar, faz diferença fazer parte”






As biotecnologias ligadas à reprodução de bovinos estão em ampla expansão. Entre elas, pode-se destacar a IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), que vem contribuindo de maneira considerável para o sistema de produção das propriedades.
Para Izaias, um dos entraves para o aumento do número de fazendas que utilizam a tecnologia talvez seja a desconfiança de alguns pecuaristas em relação aos resultados.
“Realmente, diversos fatores impactam diretamente nos resultados, como, por exemplo, o protocolo a ser utilizado, o ECC (Escore de Condição Corporal), a categoria da matriz, o sêmen, o inseminador e a mão de obra. Se alguma variável citada não ocorrer dentro da normalidade, com certeza os resultados serão impactados”, destaca.
A Zoetis coordena, desde 2006, o Gerar (Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho), que é um seleto grupo de técnicos de todo o Brasil que trabalham tanto com IATF quanto TETF (Transferência de Embriões em Tempo Fixo).
Esses técnicos coletam os dados dos trabalhos realizados nas fazendas, enviam para serem analisados pela UNESP de Botucatu (SP) e realizam reuniões anuais para que todos esses números sejam discutidos. Desta forma, criou-se um banco de dados com mais de 2,2 milhões de sincronizações analisadas.
O profissional lembra que o objetivo da apresentação dentro do Ensino Online da ANCP é mostrar os dados do grupo Gerar referentes à estação de monta de 2015, abordando todos os fatores que impactam os resultados, além de estratégias utilizadas para melhorar a eficiência dos trabalhos. “É uma ótima oportunidade de se atualizar no assunto e conhecer um pouco mais do trabalho e resultados do grupo que se tornou referência em reprodução de bovinos”, conclui.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site http://www.ancp.org.br/ensino. As vagas são limitadas.



Data de Publicação: 01/06/2016 às 08:00hs
Fonte: NewsPrime