quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Soja estabiliza cotações em Chicago – Análise Agrolink

Soja estabiliza cotações em Chicago – Análise Agrolink




Soja estabiliza cotações em Chicago – Análise Agrolink
01/02/17 - 07:41 

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (31.01) alta de 1,75 centavo de Dólar no contrato de Março/17, fechando em US$ 10,245 por bushel. O contrato de Maio/17 subiu 1,50 centavo de Dólar, enquanto o vencimento de Julho/17 valorizou 1,50 centavo de Dólar.
Após as fortes quedas registradas na abertura da semana, o mercado norte-americano de soja teve um dia de recuperação, registrando ligeiros ganhos nas principais cotações dos futuros. As perdas provocadas pela chuva na safra argentina 2016/17 ainda estão sendo contabilizadas. Há notícia de mais de 700 mil hectares inundados no país vizinho.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems

FMC participa da BelaSafra e demonstra inovações tecnológicas para a soja, milho e trigo

FMC participa da BelaSafra e demonstra inovações tecnológicas para a soja, milho e trigo




FMC participa da BelaSafra e demonstra inovações tecnológicas para a soja, milho e trigo
01/02/17 - 07:17 

Organizado pelo distribuidor Belagrícola, o evento técnico e comercial BelaSafra tem como objetivo disponibilizar novas tecnologias que maximizem a produtividade no campo para o produtor rural. A FMC Agricultural Solutions estará presente no evento e apresentará soluções para o manejo de soja, milho e trigo.
Será demonstrado o controle de percevejo em soja e milho com o inseticida Talisman, ideal para a fase reprodutiva, com excelente efeito de choque e ação eficaz no controle de ninfas. Para o complexo de doenças no milho, o foco será o Authority, que controla ferrugens e manchas foliares. Já o herbicida Aurora será recomendado para manejo de folhas largas na soja.
A equipe também irá trabalhar as soluções de manejo para o cultivo do trigo com os fungicidas Rovral e Locker para o controle do complexo de doenças na cultura como ferrugem, oídio e manchas foliares.
“Participar de eventos como a BelaSafra são essenciais para estreitamos o relacionamento e trocar experiências com os produtores do Sul do país. A FMC acompanha as demandas e mudanças do setor e deseja trabalhar com inovações que alavanquem o crescimento do agronegócio”, assegura o  Desenvolvimento de Mercado da FMC, Sérgio Fadelli.
Aproximadamente 8.000 visitantes irão participar do evento – que ocorre de 31 de janeiro a 3 de fevereiro, em Londrina, PR – e  conta com o tradicional balcão de negócios e assuntos relacionados a nutrição vegetal, com o intuito de alcançar altos índices de produção. Para mais informações, acesse: http://www.belasafra.com  
Sobre a FMC
Por mais de um século, a FMC tem servido os mercados industriais e de consumo agrícolas globais com soluções inovadoras, aplicações e produtos de qualidade. Em 2015, a empresa adquiriu a Cheminova e, no mesmo ano, totalizou uma receita de aproximadamente US$ 3,3 bilhões. A FMC emprega aproximadamente 6 mil pessoas em todo o mundo e opera seus negócios em três segmentos: FMC Agricultural Solutions, FMC saúde e nutrição e FMC de lítio. Para mais informações, visite www.fmc.com
Há mais de quatro décadas no Brasil, a FMC Agricultural Solutions, uma das tradicionais e principais empresas de agronegócio do País, investe em soluções tecnológicas inovadoras e customizadas com pesquisas e desenvolvimento de novas moléculas e formulações químicas e biológicas eficientes no controle e prevenção de pragas e doenças nas lavouras. É pioneira em produtos para algodão, líder em cana, arroz, com tecnologias para grãos, café, H&F, florestas plantadas, e outras culturas. O foco da empresa está em antecipar e estar sempre pronta em atender as necessidades dos clientes com amplo portfólio, serviços e orientações de especialistas que proporcionam conveniência no dia a dia do produtor e garantia de crescimento do seu negócio, por meio de atuação responsável no campo. A missão da companhia é contribuir com o desenvolvimento da produtividade, rentabilidade do produtor rural e qualidade do agronegócio brasileiro. www.fmcagricola.com.br.

Agrolink com informações de assessoria

Dólar tem dificuldade para se recuperar após início de ano mais fraco em 3 décadas



O dólar deve se recuperar apenas ligeiramente nesta quarta-feira, depois de registrar o início de ano mais fraco em três décadas diante de preocupações de que os Estados Unidos caminham para abandonar duas décadas da chamada política de "dólar forte"


O dólar recuou 2,6 por cento contra uma cesta de moedas em janeiro, desempenho mais fraco desde 1987, caindo primeiro pelas preocupações com o protecionismo do presidente dos EUA, Donald Trump, e depois com as cresentes preocupações de que a nova administração vai buscar desvalorizar a moeda.
Esses temores aumentaram na terça-feira, quando um conselheiro de comércio do presidente, Peter Navarro, disse que o euro está "grosseiramente desvalorizado", levando o euro acima de 1,08 dólar pela primeira vez desde o início de dezembro e derrubando o índice do dólar quase 1 por cento, para uma mínima de sete semanas.
As declarações de Navarro foram seguidas por outras do próprio Trump, que reclamou que "todos os outros países vivem de desvalorização" enquanto os EUA "fica lá como um bando de idiotas".
A estrategista de câmbio do Commerzbank Esther Reichelt disse que Trump está avançando com suas políticas. "Pode haver algum nervosismo sobre ele tomar decisões que ninguém esperava antes que ele realmente faça isso", afirmou.
Nesta quarta-feira, o índice do dólar avançava apenas 0,2 por cento, a 99,71, enquanto o euro perdia 0,1 por cento, a 1,0784 dólar.



Data de Publicação: 01/02/2017 às 10:40hs
Fonte: Reuters

Soja recua na CBOT, segue atento ao clima na América do Sul e especula sobre nova safra dos EUA

Por volta das 8h (horário de Brasília), as posições mais negociadas perdiam pouco mais de 5 ponto






Na sessão desta quarta-feira (1), os preços da soja voltaram a perder força na Bolsa de Chicago e, por volta das 8h (horário de Brasília), as posições mais negociadas perdiam pouco mais de 5 ponto. Dessa forma, o primeiro contrato - março/17 - era cotado a US$ 10,19 por bushel, e a referência para a safra brasileira - o maio/17 - valia US$ 10,29.
O mercado internacional devolve os pequenos ganhos registrados na sessão anterior e, como explicam analistas e consultores internacionais, passa agora por um ajuste típico de início de mês, com uma 'nova onda de recursos' e um reposicionamento dos fundos investidores, como reporta o portal britânico Agrimoney.
As chuvas voltam para a Argentina nesta semana e trazem, mais uma vez, o risco de novas cheias, já que devem se estender para a próxima semana. "Entre sexta e sábado, há risco de inundações na região central do país. E as chuvas deverão ser fortes em alguns lugares, porém, não há expectativas de que novos riscos causados pelas cheias ocorram", disse Terry Reilly, da Futures International, em um reporte nesta quarta.
Além dos fundamentos já conhecidos - especialmente a demanda forte e crescente pela oleaginosa e a conclusão da safra da América do Sul - o foco dos traders se ampliam mais a partir de agora e já começam a trazer as primeiras especulações sobre a safra 2017/18 dos Estados Unidos, e o impacto sobre o andamento das cotações da 'disputa' por área no país entre a soja e o milho.
"A diferença entre ganhos da soja sobre o milho nunca esteve tão grande desde 1996. A AgResource (ARC)projeta que os produtores dos EUA poderão plantar quase 35 milhões de hectares (MHa) de soja neste ano de 2017, aumento de 1,3 MHa, e 37,4 MHa de milho, reduzindo em 700 mil hectares em relação à 2016", informou o boletim diário da companhia.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
Soja: Mesmo com vendas travadas, preços no interior perdem até 6% no interior do BR nesta 3ª feira
O mercado internacional da soja fechou com estabilidade a sessão desta terça-feira (31) e com oscilações bastante tímidas entre as principais posições negociadas na Bolsa de Chicago. Os principais contratos terminaram a sessão com pequenos ganhos de pouco mais de 1 ponto, levando o março/17 a US$ 10,24, e o maio, que é referência à safra brasileira, a com US$ 10,34 por bushel. Dessa forma, o dia fechou também, praticamente, sem negócios no Brasil com os produtores ainda sem efetivar novas vendas.
E apesar dos pequenos ganhos em Chicago, os preços no mercado nacional recuaram de forma expressiva nesta terça e as baixas nas principais praças de comercialização ficaram entre 0,69% a até 6,45%, como foi o caso de Tangará da Serra, em Mato Grosso, com a última referência em R$ 58,00 por saca, perdendo o patamar dos R$ 60,00, como aconteceu em demais praças mato-grossenses. Em Rio Verde, Goiás, a baixa passou de 3% e o preço foi a R$ 63,00 e em Pato Branco, no Paraná, R$ 65,60, com queda de 0,76%.
A chegada da oferta dessa nova safra ajuda a pesar sobre as cotações neste momento, bem como as altas muito acentuadas dos fretes, e uma menor disputa, nesse momento, por esse produto, como explica o analista de mercado e economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter. Na rota Sorriso Rondonópolis, por exemplo, a alta do frete já exibe uma alta de 35%, de R$ 80,00 a R$ 108,00 por tonelada, e, no Oeste do Paraná, passando de R$ 4,00 para R$ 7,00 por saca, até Paranaguá, nos últimos 20 a 30 dias.
Nos portos, em contrapartida, os indicativos conseguiram registrar algum avanço, acompanhando os ganhos - também tímidos - do dólar. Assim, no terminal de Rio Grande, a alta foi de 1,35% para R$ 75,00 na soja disponível e de 1,05% para R$ 77,00 no mercado futuro, referência para junho. Em Paranaguá, as duas referências encerraram os negócios com R$ 74,00 e ganho de 0,68%.
A moeda americana, nesta sexta, terminou os negócios cotada a R$ 3,1510 e, somente em janeiro, segundo informa a Reuters, acumula uma perda de 3,04%, em seu segundo mês consecutivo de recuo. A alta registrada hoje frente ao real foi reflexo de uma nova intervenção do Banco Central brasileiro.
Os prêmios em Paranaguá têm registrado boa valorização nos últimos dias e, mesmo em plena colheita, seguem positivos. Os compradores, afinal, como explicam consultores e analistas, tentam garantir alguns volumes via prêmio e, em Paranaguá, as principais posições de entrega têm, nesse momento, entre 40 e 65 cents de dólar sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago.
E parte dessa força dos prêmios, ainda segundo Motter, vem dessa retração dos produtores brasileiros e, como explica o analista, é este cenário que pode resultar em melhores oportunidades para o sojicultor brasileiro que precisa voltar à comercialização.


Data de Publicação: 01/02/2017 às 10:30hs
Fonte: Notícias Agrícolas

Mercados acionários asiáticos têm pouca movimentação após declarações de Trump sobre câmbio



O dólar teve o mês de janeiro mais fraco em três décadas depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se queixou de que todos os "outros países vivem de desvalorização"


O dólar teve dificuldades para se recuperar nesta quarta-feira depois que a administração Trump acusou a Alemanha, o Japão e a China de desvalorizar suas moedas para ganhar vantagem comercial, ampliando a aversão ao risco que deixou os mercados acionários da Ásia com pouca movimentação.
O dólar teve o mês de janeiro mais fraco em três décadas depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se queixou de que todos os "outros países vivem de desvalorização".
O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha leve alta de 0,55 por cento às 7:47 (horário de Brasília). Os mercados chineses não operaram pelo feriado do Ano Novo Lunar.
Já os investidores japoneses pareceram aliviados por o iene não subir ainda mais, o que levou o índice Nikkei a ter alta de 0,56 por cento. Mesmo assim, os ganhos foram limitados porque os investidores continuam preocupados com algumas políticas da administração de Trump.
  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,56 por cento, a 19.148 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,18 por cento, a 23.318 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC não abriu.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, permaneceu fechado.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,62 por cento, a 2.080 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX não operou.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,68 por cento, a 3.067 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,57 por cento, a 5.653 pontos.


Data de Publicação: 01/02/2017 às 10:20hs
Fonte: Reuters


Interessados na carne brasileira, mexicanos visitam 11 frigoríficos em quatro estados



Missão fica no Brasil até 8 de fevereiro. México poderá importar cortes termoprocessados


Uma missão veterinária do México está no Brasil para inspecionar plantas frigoríficas de bovinos, aves e suínos. O grupo permanecerá no país até o dia 8 de fevereiro. As visitas visam à habilitação de estabelecimentos que fornecem carnes termoprocessadas, a fim de que possam exportar para aquele mercado, segundo a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Na viagem, os mexicanos vão visitar, ao todo, 11 frigoríficos nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.


Data de Publicação: 01/02/2017 às 10:00hs
Fonte: Assessoria de Comunicação Social MAPA

Austrália tem record em exportação de citros em 2016



Segundo os dados divulgados recentemente, no ano passado as exportações chegaram a 220 mil toneladas chegando em um valor de US$ 335 milhões


Os dados de comércio liberados esta semana para o período entre janeiro-novembro 2016, confirmam que foi outro ano record para as exportações australianas de citros. Os números totais até o final de novembro foram pouco menos de 220 mil toneladas para um valor de US$ 335 milhões.
O Gerente de Acesso ao Mercado da Citrus Austrália, David Daniels, disse que isso representa um aumento (em volume) de 10% no mesmo período do ano passado. "No entanto, em termos de valor, isso representa um aumento de 24%", disse ele.
"Assim, para um aumento moderado no volume, nós vimos um aumento substancial no valor. Isso se deve, em parte, a uma taxa de câmbio mais favorável, porém estamos vendo os exportadores concentrarem-se em mercados de alto valor com uma safra excepcional nesta temporada", explicou
Como previsto, o mercado da China continuou a crescer com um volume de 40.000 toneladas, no valor de $A 72 milhões. "Também vimos crescimento no Japão de cerca de 25% para um valor de US$ 53 milhões. Hong Kong diminuiu um pouco desde a última temporada, mas isso é de se esperar como o comércio direto para a China continental tem se desenvolvido ao longo dos últimos anos, explicou Daniels.
"Apesar de alguns sérios desafios regulatórios, a Indonésia realmente disparou este ano com volumes em torno da marca de 13 mil toneladas".
As Filipinas e o Canadá foram duas surpresas recentes com volumes de comércio em torno de 6.000 toneladas em cada mercado.
Tailândia tornou-se um mercado forte para Murcotts em Queensland com volumes de pouco menos de 8.000 toneladas.
E Daniels finalizou, "Isso destaca a importância dos acordos de livre comércio. Esta temporada foi a primeira temporada sem tarifas ou cotas desde que o TLC entrou em vigor há uma década. Naquela época, o comércio era inferior a 1.000 toneladas."
David disse que é difícil prever como os mercados realizarão nesta próxima temporada, mas disse que a demanda por frutas australianas certamente parece forte.



Data de Publicação: 01/02/2017 às 09:40hs
Fonte: FreshPlaza