terça-feira, 1 de agosto de 2017

Programa de Aplicação Responsável da Dow AgroSciences passa pelo Piauí com treinamentos para culturas de soja e milho



O Programa de Aplicação Responsável, um dos projetos de Boas Práticas Agrícolas da empresa, passará pelo Piauí na semana de 31 de julho a 03 de agosto



Desenvolvido pela Dow AgroSciences em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu com o intuito de promover a responsabilidade durante a aplicação de defensivos agrícolas e garantir a sustentabilidade do agronegócio, o Programa de Aplicação Responsável, um dos projetos de Boas Práticas Agrícolas da empresa, passará pelo Piauí na semana de 31 de julho a 03 de agosto, nos municípios de Bom Jesus, Baixa Grande do Ribeiro e Uruçuí.

“O objetivo principal do Programa de Aplicação Responsável é realizar ações de extensão para apresentar aos produtores rurais os conceitos de boas práticas na aplicação de defensivos agrícolas, além de conscientizar e incentivar a adoção destas iniciativas, a fim de otimizar recursos, reduzir o impacto no meio ambiente e prover maior sustentabilidade para o agronegócio”, comenta a coordenadora de Boas Práticas Agrícolas da Dow AgroSciences, Ana Cristina Pinheiro. 

Durante os treinamentos práticos, todos os participantes têm contato com o Simulador de Deriva, equipamento desenvolvido pela Dow AgroSciences, em parceria com a UNESP, e que possibilita simular condições reais de vento e tamanhos de gota das aplicações. Dessa forma, é possível que os participantes tenham a visualização real do efeito do uso de cada tipo de equipamento - ponta e pressão de trabalho -, de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação.

O investimento em tecnologia e educação está dentro dos objetivos da empresa que foca na importância dos treinamentos para a capacitar e disseminar as melhores recomendações por meio de práticas integradas em todas as etapas do processo de cultivo e produção. Desde o seu início, em 2010, o programa treinou cerca de 15 mil profissionais do campo sobre a importância das boas práticas agrícolas, com foco nos conceitos de tecnologia de aplicação.

Agenda de treinamentos Programa de Aplicação Responsável:
  • 02 de agosto de 2017 – quarta-feira Baixa Grande do Ribeiro (PI)
  • 03 de agosto de 2017 – quinta-feira Uruçuí (PI)


Data de Publicação: 01/08/2017 às 16:10hs
Fonte: Dow AgroSciences

Heineken tem lucro acima do esperado no 1º semestre com fortes resultados na Europa



O lucro operacional da empresa, sem considerar itens extraordinários, cresceu 11,8% no primeiro semestre



A Heineken, segunda maior fabricante de cerveja do mundo, teve resultado acima do esperado no primeiro semestre de 2017, com crescimento de lucro mais forte na Europa graças à Páscoa mais tardia e ao início precoce do verão.
O lucro operacional da empresa, sem considerar itens extraordinários, cresceu 11,8% no primeiro semestre, para 1,81 bilhão de euros, superando a média de 1,76 bilhão de euros esperada por sete analistas consultados pela Reuters.
A companhia, que produz as marcas Heineken, Tiger e Sol, informou que os volumes, as receitas e os lucros cresceram na mesma base de comparação em todas as quatro regiões de atuação, com recuperação de um primeiro trimestre fraco na África e nas Américas.
O aumento dos volumes na Etiópia e na África do Sul mais que compensou um declínio na Nigéria, enquanto um mercado forte no México garantiu a expansão das vendas nas Américas, com quedas no Brasil, no Panamá e em menor grau nos Estados Unidos.
No Vietnã, um dos dois principais mercados da Heineken, o desempenho continuou firme. Na Europa, onde o crescimento do lucro foi o mais forte, os volumes foram maiores na França, Itália, Espanha e Portugal, ajudados por uma Páscoa mais tarde e pelo clima mais quente.
Nesta segunda-feira, a empresa reiterou que a expectativa é de crescimento da receita e do lucro em 2017.
"Embora as condições econômicas provavelmente permaneçam voláteis, nossas expectativas para o ano são inalteradas", afirmou Jean-Francois van Boxmeer, em comunicado.
A Heineken manteve a meta de alta de 0,4 ponto percentual na margem operacional por ano, embora excluindo a aquisição das operações brasileiras da japonesa Kirin e da cervejaria artesanal norte-americana Lagunitas, além da compra planejada da maioria dos pubs Punch Taverns no Reino Unido.
Mas a companhia disse que a aquisição no Brasil, consolidada a partir de 1º de junho, diluiria a margem em 0,4 ponto percentual neste ano.


Data de Publicação: 01/08/2017 às 16:00hs
Fonte: Reuters

O café é o produto do agronegócio mineiro mais exportado para o Japão



Parceria de Minas e Japão é tema de seminário O agronegócio mineiro conta com investimentos japoneses desde a década de 70



O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), participa nesta quarta-feira (02/08) do Seminário de Negócios entre Minas e Japão, promovido pelo Sistema Fiemg. Minas e Japão são parceiros históricos e não apenas comerciais. Os japoneses investem recursos no estado em diversas áreas e o setor agropecuário tem sido um dos mais beneficiados.

Como explica o Secretário-Adjunto da Secretaria de Agricultura, Amarildo Kalil, que vai apresentar o setor agropecuário e os números do agronegócio mineiro durante o seminário, um dos exemplos desta parceria é o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer). Iniciado no final da década de 70, o programa investiu cerca de US$ 400 milhões com o objetivo de incorporar áreas consideradas até então improdutivas à produção de alimentos, sendo fundamental para a consolidação do potencial produtivo do Cerrado, não só em Minas, mas também em outros estados.

Segundo Amarildo Kalil, o Prodecer foi fundamental para a ampliação da produção de grãos no estado. “Em 1976 a produção mineira de grãos era de 3,3 milhões de toneladas. Na safra 2016/2017, o estado colheu 14,3 milhões de toneladas. Crescimento expressivo de mais de dez milhões de toneladas”, compara. 

Outro resultado da parceria é o Projeto Jaíba, que contou com investimento japonês de aproximadamente US$ 110 milhões. O Perímetro de Irrigação do Jaíba é considerado o maior projeto da América do Sul e o segundo do mundo em área contínua irrigada. O Projeto Jaíba envolve a produção de pequenos, médios e grandes irrigantes, transformando a região do Norte de Minas em grande polo produtor de frutas, especialmente banana, limão e manga, inclusive para exportação.

“Este seminário que aborda a parceria dos mineiros com os japoneses é uma boa oportunidade para continuarmos fortalecendo este laço de irmandade”, afirma o Secretário Adjunto Amarildo Kalil. Segundo ele, além da parceria comercial, é possível ampliar as ações com os empresários japoneses na área de certificação de produtos, nas tecnologias de pós-colheita e na melhoria dos processos de comercialização dos Mercados Livres do Produtor/Ceasa. 

Destaques do Agronegócio

O Japão ocupa o quinto lugar no ranking dos países importadores do agronegócio mineiro. No ano passado, o volume negociado foi de aproximadamente US$ 402 milhões. No acumulado de janeiro a julho deste ano, os negócios já somam US$ 206 milhões. 

Dentre os estados exportadores do agronegócio, Minas Gerais vem liderando o ranking neste primeiro semestre. Nos últimos anos, o estado vem alternando a liderança com o Mato Grosso, principal exportador de soja para os japoneses. 

O grupo “Café e derivados” é o produto mineiro mais exportado para o Japão. No acumulado do ano (janeiro a julho), o valor exportado deste grupo somou US$ 147 milhões. Esse montante representa 71,4% de toda a exportação do agronegócio para o mercado japonês. O Japão foi o quarto principal comprador do café mineiro no primeiro semestre, mantendo a mesma posição do ranking em relação ao ano passado.

A Celulose é o segundo produto mais exportado, no período de janeiro a julho, somando US$ 47 milhões (23% das exportações do agronegócio). O Complexo Soja é o terceiro produto de Minas exportado, alcançando US$ 1,9 milhão. As exportações de carnes (frango e suína) totalizaram US$ 5 milhões e o segmento de cereais, farinhas e preparações somaram US$ 390 mil.


Data de Publicação: 01/08/2017 às 15:50hs
Fonte: SEAPA MG - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Egito mira importação de 7 mi t de trigo com compras do governo em 2017-18



O Egito mira importações de 7 milhões de toneladas de trigo importado por compras governamentais em 2017 e 2018, uma alta ante a projeção anterior de 6,2 milhões de toneladas, disse o ministro de suprimentos do país neste sábado



O ministro Ali Moselhy disse à Reuters nos bastidores de uma coletiva de imprensa que a alta foi motivada pela intenção de criar uma reserva estratégica de trigo antes da nova colheita, no próximo ano.
As reservas estratégicas estão em 5,091 milhões de toneladas após um leilão recente, o que equivale a 6,4 meses de consumo, o que deve durar até a segunda semana de fevereiro, segundo o ministro.
O Egito, maior importador global do grão, tem buscado manter estoques para ao menos seis meses.
A colheita deste ano foi a menor em muitos anos e ficou pouco abaixo de 3,5 milhões de toneladas após novas medidas contra o contrabando de trigo estrangeiro que vinha inflacionando o tamanho da colheita nos últimos anos.


Data de Publicação: 01/08/2017 às 15:20hs
Fonte: Reuters

CNA debate competitividade do Agro no ENAEX 2017



Encontro acontece nos dias 9 e 10 de agosto, no Rio de Janeiro



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) irá participar, nos dias 9 e 10 de agosto, no Rio de Janeiro, do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX 2017), promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). O tema deste ano será “Reduzir Custos para Exportar, Reindustrializar e Crescer”.
O evento é referência em discussões sobre o comércio exterior, com foco na competitividade do país. A CNA integra o Conselho Administrativo da AEB e terá ampla participação no encontro, com presença nas palestras e um estande para divulgar suas principais ações.
“Vamos mostrar a importância do agronegócio na economia brasileira e discutir como o setor, que responde por quase metade das exportações brasileiras, pode ser mais competitivo no mercado internacional”, afirmou a Superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra.
O presidente da CNA, João Martins, participa da abertura do ENAEX, juntamente com outras lideranças do setor produtivo, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, o presidente da AEB, José Augusto de Castro, e o presidente de honra da associação, Ernane Gauvêas.
Vice-presidente da CNA e presidente da Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio de Janeiro (FAERJ), Rodolfo Tavares será um dos palestrantes do painel “A Força do Agronegócio Brasileiro no Mercado Internacional”, que acontece no dia 9, das 14h às 15h.
No dia 10, a superintendente de Relações Internacionais da CNA será a moderadora do painel “Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o Comércio Internacional”, das 15h30 às 17h.
As inscrições para o evento são gratuitas e os interessados em participar do evento podem acessar o site www.enaex.com.br para garantir a vaga.


Data de Publicação: 01/08/2017 às 14:40hs
Fonte: Assessoria de Comunicação CNA


Provocação de hoje: Por quê Reinaldo Azevedo critica os procuradores da Lava Jato?

Publicado em 31/07/2017 16:59 e atualizado em 01/08/2017 13:00



O jornalista Reinaldo Azevedo, até então louvado pela direita e liberais, por enfrentar praticamente sozinho o avanço avassalador dos esquerdistas na era Lula/ Dilma, agora se transforma em "vidraça" da mesma direita ao criticar os procuradores da Lava Jato. Por que Reinaldo estaria adotando esta postura?? Participe... Dê sua opinião...
Confira a entrevista com João Batista Olivi - Jornalista
Saiba a opinião do jornalista João Batista Olivi sobre as críticas feitas por Reinaldo Azevedo em seu blog em um debate ao vivo. Concorde, discorde, mas não deixe de mandar sua opinião. Fale com a gente pelo Fala Produtor.
REINALDO AZEVEDO:

O vazamento das fantasias da holding “J&J” e a subordinação intelectual à “FORCA TAREFA”

Bem, se a JBS nunca deu uma contribuição que não fosse propina, então praticamente todos os partidos estão sob suspeição. Não basta derrubar Temer; é preciso fechar o Congresso (http://www3.redetv.uol.com.br/blog/reinaldo/post/)
Se alguém me dissesse que o grupo JBS celebrou um acordo de delação com o Grupo Globo, não com a Procuradoria Geral da República, eu acabaria acreditando. Afinal, os tais documentos a que revista teve acesso para anunciar, na capa, um novo fim do mundo (o dito-cujo já acabou umas cinco vezes) deveriam ter sido enviados à PGR, selecionados, analisados etc. E depois se tornaria público o que é consistente. Mas quê… Uma longa reportagem empresta detalhes à tese absurda, estúpida, mas que é do agrado do Ministério Público Federal, de que só a JBS repassou a políticos R$ 1,1 bilhão entre 2006 e 2014. Sim, entende-se que era tudo propina.
Sabem o que isso significa?
Que a imprensa não está aprendendo nada com a crise.
Que o Ministério Público não está aprendendo nada com a crise,.
Que os brasileiros, na média, não estão aprendendo nada com a crise.
Quem lê o jogo logo constata que o país é hoje refém de mistificadores e vigaristas.
Vamos ver. Desde que Ricardo Saud, um dos ex-canalhas da ex-gangue do ex-bandido Joesley Batista anunciou que havia pagado propina a 1.829 candidatos eleitos — e há, claro!, os não-eleitos —, pensei: “Quer dizer que nunca houve uma doação em que o recebedor não estivesse praticando corrupção passiva? Se é assim, então os crimes de Joesley e seus ex-vagabundos morais não são apenas 245, como o confessado. Só de corrupção passiva, convenham, há um mínimo de 1.829 imputações.”
Ocorre que, na média, jornalista não quer pensar mais nada. Se alguém da “Forca Tarefa” — sim, escrevi “forca” mesmo… —, então deve ser verdade.
Espero que as pessoas empenhadas em barrar a denúncia mixuruca de Rodrigo Janot contra Michel Temer tenham feito o devido uso pragmático da reportagem de “Época”. O que está lá é uma advertência do que virá se o presidente cair. Ninguém, a não ser algum santo escolhido depois de um reality show no Projac, terá condições de assumir a Presidência da República. O que se faz, naquela reportagem, notem bem, é demonizar todo o processo político.
Ainda que aquele volume de “transferência” fosse verdadeiro, não se distinguem doações legais de ilegais; caixa dois com contrapartida de caixa dois sem contrapartida; caixa um sem contrapartida de caixa um com contrapartida. O que “Época” publica é, na verdade, parte do arranjo feito pela holding moral “J&J“: Joesley e Janot. Infelizmente, a maioria dos jornalistas e colunistas — em especial “os” e “as” que tentam aparentar independência — são intelectualmente dependentes da Lava Jato e não têm coragem de apontar a fraude. Como temem o alarido e não querem ser xingados nas redes sociais pelas hostes da ignorância militante, então fazem a análise do acochambramento.
Tornada pública na antevéspera da votação da Câmara que vai decidir se a denúncia feita por Janot contra Temer será ou não enviada ao Supremo, cumpriria que até os deputados de oposição — cujos partidos estão na lista — pensassem um pouquinho, não é mesmo? É claro que mais esse vazamento foi feito de olho no calendário, para influenciar os votos: afinal, é também uma reportagem anti-Temer. Ocorre que ninguém escapa ali.
Mais: levar aquela estrovenga a sério corresponde a comprar uma versão que a investigação, depois, não consegue sustentar. Vale a pena deixar que o processo político seja pautado por bandidos? A resposta, obviamente, é “não”.
Mais: Vejam o caso de Sérgio Machado. A Polícia Federal procurou evidências de que suas vítimas estavam tentando obstruir a Lava Jato e nada encontrou. Era uma ficção na qual só os procuradores e Sérgio Moro acreditaram. As delações feitas pela penca de diretores da Odebrecht já começam a dar problema. Ainda voltarei a esse assunto. Vem muita confusão por aí. E, acreditem, serão a própria Polícia Federal e as áreas salubres da Justiça a evidenciar o desastre provocado por Rodrigo Janot e seus fanáticos.
Ele tinha tudo para conduzir a operação para um lugar seguro e para fazer dela uma referência no combate à corrupção. Em vez de pensar como homem de Estado, dotado de um formidável poder, preferiu ser o gendarme de quarteirão, alimentando tentações golpistas.
O que traz as páginas de Época é expressão desse delírio. Creio que a reportagem tenha ajudado Temer a ganhar mais alguns votos.

Bolsonaro ignora Malafaia ao escolher nanico ligado à Assembleia de Deus (FOLHA DE S. PAULO)

   
Pastor Everaldo batiza Bolsonaro no rio Jordão em 2016; hoje os dois romperam publicamente
Pastor Everaldo batiza Bolsonaro no rio Jordão em 2016; hoje os dois romperam publicamente
THAIS BILENKY
DE SÃO PAULO
À revelia de lideranças da Assembleia de Deus, maior igreja evangélica do país, o deputado Jair Bolsonaro escolheu o PEN (Partido Ecológico Nacional) para se lançar à Presidência em 2018.
Com a decisão, ele se desligará do PSC, vinculado à cúpula da denominação religiosa, para ingressar em uma sigla sem influência no segmento evangélico e pequena estatura.
Em compensação, terá ascedência sobre o comando da sigla e ocupará ao menos seis cargos na Executiva.
Fundado em 2012 pelo ex-deputado estadual Adilson Barroso, que se define como ambientalista não radical, o PEN tem hoje três deputados federais e 15 estaduais.
A ida de Bolsonaro, se confirmada, deverá trazer uma leva de filiados. Segundo a Folha apurou, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), seu filho, e outros 15 deputados federais aproximadamente, além de 15 estaduais são esperados.
O partido também promete mudar de nome. Uma enquete em rede social mostrou preferência de simpatizantes pela denominação Patriota.
"Está 99,9% fechado, estamos só esperando a assinatura do 'casamento partidário', por isso o 0,1%", afirmou o presidente do PEN. A assessoria do deputado confirmou que a troca está acertada, mas não concluída.
A ampliação da bancada do PEN na Câmara pode ser fundamental para a campanha de Bolsonaro, caso o Congresso aprove o fim das coligações e assim restrinja o cálculo do tempo de TV ao número de cadeiras do partido do candidato.
SILAS MALAFAIA
O potencial presidenciável contrariou a recomendação de líderes da Assembleia de Deus ao anunciar a desfiliação do PSC e tornar pública sua briga com o presidente do partido, Pastor Everaldo.
Citado na Operação Lava Jato, Everaldo perdeu prestígio no segmento evangélico.
Bolsonaro, cujo discurso é baseado na crítica à corrupção, menciona frequentemente o envolvimento de Everaldo na operação e o ataca por coligações com siglas de esquerda como o PC do B.
Everaldo não quis comentar. Disse apenas que "deseja muito boa sorte" ao deputado "nessa nova jornada".
"Eu falei para Bolsonaro que achava que ele tinha que ficar no PSC e conquistar o partido, independentemente do Everaldo", afirmou o pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. "Eu disse a ele: 'Ganhe o partido, é uma maneira de mostrar a sua capacidade política'."
Malafaia, que se disse dividido entre apoiar em 2018 Bolsonaro ou o prefeito paulistano João Doria (PSDB), afirmou que o comando do PEN "é um zero à esquerda no mundo evangélico, não tem nenhuma influência".
Fiel da Assembleia de Deus em Barrinha (SP), região de Ribeirão Preto onde foi cortador de cana na infância, Barroso reconheceu não ter influência na igreja, mas garantiu que vai se dedicar a conquistar votos.
"Não tenho entrada nenhuma, mas é natural que a gente vá a todos os segmentos, de todas as religiões, para mostrar que temos habilidade para gerir o Brasil", disse ele, que emendou que não "mistura política com religião".
Evangélicos estão à frente do partido e comandam diretórios em Estados como Paraná e Mato Grosso do Sul. (na FOLHA DE S. PAULO).
Fonte: Notícias Agrícolas + FOLHA

Confira a entrevista com Francisco Barbosa - Coordenador Jurídico FAEMG

Publicado em 01/08/2017 17:07



Confira a entrevista com Francisco Barbosa - Coordenador Jurídico FAEMG
Confira a entrevista com Francisco Barbosa - Coordenador Jurídico FAEMG
A Medida Provisória (MP) que regulamenta o Fundo de Apoio ao Trabalhador Rural (Funrural), após quase 90 dias de negociação entre Governo e setor produtivo, não traz muitas surpresas. Agora, o setor espera que, a partir do prazo no Congresso para circulação e aprovação dessa MP, sejam feitos mais alguns ajustes.
Francisco Barbosa, coordenador jurídico da FAEMG, destaca que a MP apresenta "um espelho do que foi negociado", mas que ainda não é o que o setor deseja. A proposta vem com uma redução da alíquota do Funrural de 2,1% para 1,2% - somadas as taxas de acidente de trabalho (0,1%) e do Senar (0,2%), este valor vai para 1,5%, contra o pagamento total anterior de 2,3%. Essa nova alíquota valeria a partir de 1 de janeiro de 2018 para todos os produtores rurais, que devam ou não o passivo.
Caso o produtor tenha passivo, será acrescida uma alíquota de 0,8%, totalizando uma alíquota de 2,3%. O passivo poderá ser dividido em até 170 parcelas, mas deve contar com uma entrada de 4% a serem pagos ainda neste ano em até três parcelas. Caso todo o passivo não consiga ser quitado nas 170 parcelas, haverá a possibilidade de prorrogar por mais 60 parcelas.
Barbosa acredita que a porcentagem de 4% é bastante elevada, tendo em conta o cenário atual do país e dos preços do produto rural. Com isso, ele aponta que o setor deveria procurar zerar o percentual de adesão ou reduzir a um percentual que seja aceitável. Na MP, o produtor tem até 29 de setembro para aderir ao programa de quitação de débitos.
O coordenador jurídico salienta que os produtores também foram "induzidos ao erro" por conta da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela inconstitucionalidade em duas ocasiões.
Ele ressalta ainda que a isenção do Funrural em todas as operações que precedem a etapa de venda para o frigorífico também deve ser considerada e recomenda os produtores a, neste momento, reterem e recolherem o Funrural, com a informação deste recolhimento documentada em Nota Fiscal.
Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas