quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Produtos halal movimentam US$ 45,3 bilhões de dólares



Hoje em dia, as pessoas se preocupam muito com o bem-estar animal, consumo por produtos com fórmulas naturais e menos industrializados


Os produtos halal - desenvolvidos de acordo com as leis islâmicas – são considerados confiáveis e com garantia de alta qualidade, porque não contém álcool e nem matérias-primas derivadas de alguns animais como suínos.
Os produtos halal (significa “permitido” para o consumo) utilizam matérias-primas 100% seguras, insumos e subsidiárias de processo, ou seja, são totalmente legais. Não afetam a saúde humana, que possuem um método de fabricação transparente e uma conduta comercial adequada e justa, em que aplicam boas práticas de fabricação em seus processos. Além de alimentos e bebidas (não alcóolicas), os produtos halal foram concebidos para encontrar aplicações em vários setores.
Segundo a TechNavio, empresa especializadas em análises setoriais, o segmento de cosméticos movimentou U$ 20 bilhões em 2014 e esse valor deve dobrar até 2019. Os fabricantes desse tipo de cosmético recebem a certificação HAS 23.000, que atestam a ausência dos ingredientes proibidos e a obtenção ética de insumos cárneos de caprinos, aves, bovinos e ovinos.
Em 2016, de acordo com o PEW Research Center, o valor de mercado global dos produtos halal totalizou aproximadamente US$ 45,3 bilhões de dólares e deverá aumentar em aproximadamente 29% até 2020.
O Brasil é referência mundial e atualmente exporta para 57 países islâmicos, sendo 22 países árabes. Estima-se que a economia halal global atinja a marca de US$ 6,4 trilhões, este ano, acima dos US$ 3,2 trilhões contabilizados em 2012, conforme dados levantados pelo ESMA – Autoridade de Padrões e Metrologia dos Emirados Árabes.
Além de alimentos e bebidas, os produtos halal foram concebidos para encontrar aplicações em vários outros setores como: farmacêuticos; suplementos alimentares; higiene pessoal; padaria; etc. Entenda suas aplicações:
Carnes: Os frigoríficos habilitados para produzir carne com certificação halal, o abate deve ser feito o mais rápido possível, a fim de que o animal tenha morte instantânea, sem a liberação de toxinas que contaminem a carne. Após a degola e o escoamento do sangue, a carcaça deve ser lavada e higienizada e toda a água do processo deve ser extraída.
Vegetais: Todo o tipo de vegetal é halal, a não serem aqueles que estejam contaminados ou intoxicados por pesticidas, sejam venenosos, produzam efeitos alucinantes ou que de qualquer forma possam ser prejudiciais à saúde do homem.
Laticínios: Apenas os queijos processados por meio de coalho microbiano recebem o selo halal. O leite permitido tem que ser de vacas, ovelhas, camelas e cabras.
Só as gelatinas extraídas de peixes e vegetais são consideradas halal. No Brasil, a maioria das gelatinas comercializadas é de origem suína, portanto, impróprias para o consumo dos muçulmanos.
O processo halal atende toda a comunidade islâmica, cerca de 1,6 bilhões de pessoas, sendo considerada a segunda religião com mais adeptos no mundo. O contingente representa um quarto da população e até 2050 a previsão é que este número chegue a 2,8 bilhões de pessoas.
A Cdial Halal tem certificado para diversos países os seguintes produtos: colágeno, ácido lático, sucos, óleo, gelatina, amendoim, manteiga de cacau, soja, chocolate, doces, bolos, biscoitos, óleo de semente de algodão, glicerina, produtos químicos, de limpeza e fármaco. “Há um grande mercado para ser explorado. O Brasil é um dos países com mais habilidade e produtos de qualidade para serem exportados aos muçulmanos em todo o mundo. O processo de certificado é rápido desde que a empresa – em busca da certificação – esteja de acordo com as normas solicitadas. É uma grande oportunidade para as empresas brasileiras”, comenta o diretor-executivo da Cdial Halal, Ali Saifi.
Cdial Halal – é uma referência global em Certificação Halal e mantém parcerias estratégicas com empresas de alimentos de classe mundial. Cresceu focada no seu negócio com atividades relacionadas ao abate de frangos, perus, patos e bovinos, incluindo também produtos industrializados. Saiba mais www.cdialhalal.com.br


Data de Publicação: 01/08/2018 às 09:00hs
Fonte: LN Comunicação


Sustentabilidade: Não acontece porque não sabemos o que é!



Para a pecuária, esse tema foi apresentado, a princípio, associado a grandes preocupações com o meio ambiente, especialmente desmatamento em florestas e mudanças climáticas


É difícil colocar em prática algo que não conhecemos bem, não é? Não sabemos por onde começar, não temos certeza de quanto vai custar, ou se vai mesmo valer a pena o esforço. É exatamente isso que tem acontecido com “a tal” produção sustentável. Apesar de ser uma palavra repetida tantas vezes em nosso dia a dia, você saberia dizer exatamente o que significa sustentabilidade? Conseguiria descrever um sistema de produção sustentável? E pecuária sustentável, o que é?
Na maioria das vezes, o tema sustentabilidade é associado às questões ambientais. Pessoas que já ouviram ou leram a respeito, o definem mencionando "o tripé" - social, ambiental e econômico. Mas 'na prática', do que se trata?
Para a pecuária, esse tema foi apresentado, a princípio, associado a grandes preocupações com o meio ambiente, especialmente desmatamento em florestas e mudanças climáticas. Para os consumidores de carne, couro, leite, uma preocupação com o impacto que eles estariam causando no planeta; para as indústrias e supermercados, a preocupação em garantir a origem dos produtos ofertados; para os bancos, o risco reputacional de financiarem atividades danosas ao meio ambiente; e para grande parte dos produtores, o risco de exclusão do processo de comercialização, muitas vezes sem ter clareza dos critérios considerados.
Podemos pensar que sustentabilidade é a ‘habilidade de sustentar’ - garantir que uma determinada atividade seja perene, que seja possível realizá-la ao longo do tempo em qualidade igual ou superior a que se tem no momento. Para isso, deve-se conhecer e gerir bem todos os recursos (dinheiro, pessoas, solo, água...) necessários à atividade para que eles não se esgotem ou percam qualidade com o passar do tempo.
Para ter certeza de que será possível continuar produzindo ao longo do tempo, é preciso ter garantias, como documentação da terra, atendimento às leis trabalhistas e ambientais e registros que garantem a origem e o destino responsável dos produtos, como notas fiscais e Guias de Trânsito Animal. É preciso garantir a segurança e a qualidade de vida dos funcionários, além de capacitá-los para as funções que desempenham. É preciso manter a qualidade dos solos, garantindo boa infiltração da água e desenvolvimento das pastagens. Proteger as fontes de água e manter a sua qualidade. Garantir a saúde e o bem-estar dos animais. Mas como fazer tudo isso e ainda ganhar dinheiro com a atividade?
Acima de tudo, é imprescindível que o produtor conheça seus custos de produção e garanta a viabilidade econômica da sua atividade. Todas as atividades devem ser planejadas e adequadas às condições do ambiente e a capacidade de investimento. Sustentabilidade está muito mais associada à adaptação da atividade às condições disponíveis e à evolução contínua, do que a um objetivo específico. “Dar o passo do tamanho da perna” e seguir melhorando sempre. Grande parte dos produtores já praticam sustentabilidade, mas não sabem.
Um produto não é sustentável por atender a critérios específicos, por exemplo, por ser orgânico, por não ser transgênico ou por não estar relacionado ao desmatamento! Um produto é sustentável quando os seus sistemas de produção, processamento e comercialização levaram em consideração todos os aspectos ambientais, sociais e econômicos para serem definidos. Nenhum critério, isoladamente, define o que é produção sustentável e tentar priorizar um deles com o intuito de agilizar o processo de desenvolvimento sustentável, gera confusões, preconceitos e dificulta ainda mais a compreensão de quais práticas devem ser implementadas de fato.
Por Beatriz Domeniconi, diretora executiva do GTPS


Data de Publicação: 01/08/2018 às 08:20hs
Fonte: GTPS - Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável

Apex-Brasil e BSCA assinam renovação do projeto "Brazil. The Coffee Nation"



Projeto criará uma identidade mundial dos cafés especiais do país para ampliar market share, com olhos no mercado asiático, principalmente na China


Focar a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo e reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo, posicionando o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no país. Esse é o objetivo do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", que teve sua renovação por dois anos assinada, em 25 de julho, pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em São Paulo (SP), no Il Barista Cafés Especiais.
Desenvolvido sobre os pilares de inteligência, com análise do potencial de mercados internacionais, da promoção, com participação em importantes feiras e fóruns internacionais, e da imagem, com a ratificação de “Brasil. A Nação do Café”, o projeto fomenta o segmento de cafés especiais do país, ampliando os números em todos os elos da cadeia produtiva.

A produção cresceu, em média, 15% ao ano, chegando a aproximadamente 8,5 milhões de sacas em 2017. “Esse salto foi dado ao longo dos últimos 10 anos, através da atuação e dos trabalhos de conscientização que realizamos nas duas pontas: consumidor e produtor”, destaca a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira.

Nas exportações, o resultado é mais expressivo, com o registro de um crescimento de 600% na receita com os embarques de cafés especiais desde a implantação do projeto, que chegou a US$ 2 bilhões em 2017, sendo remetidas 7,7 milhões de sacas ao exterior. “O número de países-destino das exportações mais do que dobrou, saltando de 40, em 2012, por exemplo, para 93 no ano passado, assim como a quantidade de empresas apoiadas pelo projeto subiu de 123, em 2012, para 170 em 2017”, completa.

Para essa nova etapa do projeto, o presidente da Apex-Brasil, embaixador Roberto Jaguaribe, salienta que é vital a fixação da “origem Brasil” no mundo. “O que é fundamental na perspectiva da Apex-Brasil, a partir de agora, é a fixação de um símbolo finalmente brasileiro. O Brasil domina o mercado de café há 200 anos, mas não tem uma identidade estabelecida própria. Todas as estratégias precisam ser analisadas, mas o elemento fundamental para ter maior valor agregado no café é a origem Brasil reconhecida mundialmente”, considera.

Jaguaribe acena ainda para a necessidade de se focar em um mercado mais novo para a expansão dos cafés especiais e da origem Brasil. “Os mercados mais tradicionais, como Estados Unidos e Europa, estão em expansão, mas de forma mais lenta, além de já serem mercados consolidados com marcas dominantes há muito tempo. Já no mercado jovem, como o asiático e, em particular, a China, podemos pegar um espaço que não é de ninguém”, analisa.

Nesse sentido, o embaixador anota que a primeira Feira Internacional de Importações da China (CIIE, em inglês), que ocorrerá no Centro Nacional de Exposições e Convenções de Xangai, de 5 a 10 de novembro de 2018, tornou-se um importante alvo dentro do projeto da BSCA com a Apex-Brasil. “Esse é um caminho que teremos para ampliar os negócios. A Ásia traz essa oportunidade, por conta do mercado novo, diferente de Europa e EUA. Vamos seguir investindo para levar o café brasileiro a diversos lugares”, completa.

CONSEQUÊNCIA INTERNA
O mercado externo, reconhecidamente, exige um grau de disciplina superior para se ter penetração. Como consequência das atividades bem sucedidas do “Brazil. The Coffee Nation” na promoção dos cafés especiais brasileiros no exterior, as empresas nacionais que compõem o projeto se disciplinaram um pouco mais, aumentando sua eficácia na produção e, consequentemente, no mercado interno.

De 2012 a 2017, houve crescimento anual de 21% no consumo específico dos cafés especiais, que chegou ao equivalente a 592 mil sacas. Nesse mesmo período, em valores, o avanço foi de 23% ao ano, com a movimentação, no varejo, de R$ 1,722 bilhão no ano passado.

A presidente da BSCA, Carmem Lucia Chaves de Brito, celebra o fato de o projeto ter desempenhado seu papel de mostrar ao mundo que o Brasil é e porque é a Nação do Café. “Temos três pilares. Um do segmento produtor, pessoas que trabalham com caráter mais individual. O segundo é a BSCA, que organiza e reúne essas ações individuais e realiza o trabalho em prol daquilo que as pessoas produzem e apresenta ao Brasil e ao mundo. Necessitávamos de algum suporte para isso tudo, uma sustentação para voos maiores, e foi aí que a Apex-Brasil chegou como o terceiro pilar, fornecendo a estrutura para a ampliação de mercado", comenta.

PROXIMIDADE COM BARISTAS
Estreitar o relacionamento com os baristas também faz parte da iniciativa, pois esses profissionais são importantes para a educação sobre os cafés especiais ao consumidor. "Os baristas são fundamentais para propagarem a cultura dos cafés especiais entre os consumidores, extraindo bebidas com o máximo de qualidade e apresentando suas características, o que valoriza esse produto diferenciado junto ao público final", comenta Vanusia.

Em 2018, pela primeira vez na história, o Brasil será palco das principais competições internacionais de barismo do planeta. De 7 a 9 de novembro de 2018, o país sediará quatro modalidades dos Campeonatos Mundiais de Barismo, dentro da Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte (MG).

Centenas de competidores, de aproximadamente 50 países, virão à capital mineira representar sua nação na “copa do mundo” de preparo e prova da bebida. Os quatro campeonatos atendem a diversas maneiras de fazer café: “World Latte Art Championship” é o desenho no café com leite; o “World Coffee in Good Spirits Championship” é o preparo do café com drinques alcoólicos e outros ingredientes que harmonizam com a bebida quente ou fria; o “World Brewers Cup” é a avaliação da performance do barista ao preparar café em método filtrado; e o “World Cup Tasters Championship” é destinado a provadores de café.

Segundo a diretora da BSCA, parte dos competidores já está visitando o país em busca de cafés que irão utilizar nos campeonatos. “Dessa maneira, os campeonatos trazidos pelo ‘Brazil. The Coffee Nation’ servem de vitrine para o café brasileiro e podem estimular negócios no futuro, uma vez que baristas de todo o mundo aprofundarão seu conhecimento do grão especial brasileiro e levarão essa informação a seus países”, conclui.

A vinda desses profissionais ao país também contribui para outra missão do projeto da BSCA com a Apex-Brasil, que visa a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

MERCADOS-ALVO
A vigência da fase atual do “Brazil. The Coffee Nation” vai até o fim de maio de 2020. Além da atenção específica aos mercados asiáticos, principalmente a China, o projeto também possui como mercados-alvo: (i) Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Rússia, Taiwan (Formosa) e Turquia para os cafés crus especiais; e (ii) Argentina e Estados Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem.

As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.


Data de Publicação: 01/08/2018 às 08:00hs
Fonte: BSCA – Assessoria de Comunicação

Embaixador Sérgio Amaral debaterá os impactos para o Brasil da atual geopolítica mundial



Palestra inaugural está alinhada com o tema central do evento, que será realizado dia 6 de agosto em São Paulo e contará com analistas e especialistas no agronegócio nacional


O Congresso Brasileiro do Agronegócio, que será promovido pela ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, no dia 6 de agosto, em São Paulo, terá o embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Sérgio Amaral como principal palestrante. Em sua fala, o diplomata abordará o tema Geopolítica e Mercado Internacional: Impactos para o Brasil, que está alinhado com a temática central do evento que é Exportar para Sustentar.
O Painel 1, que tratará do tema Fontes de Financiamento para o Agronegócio, contará com os seguintes debatedores: Carlos Aguiar Neto, diretor de Agronegócios do Banco Santander; Fábio Zenaro, diretor de Produtos Balcão, Commodities e Novos Negócios da B3; José Roberto Mendonça de Barros, sócio diretor da MB Agro; e Tarcisio Hübner, vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil. O painel terá o jornalista William Waack como moderador das discussões.
O tema do Painel 2 será Comércio Exterior: Limites e Oportunidades e contará com as participações de Edwini Kesie, diretor da divisão de Agricultura e Commodities da OMC – Organização Mundial do Comércio; Mauro Alberton, diretor de Marketing da Bayer; Nelson Ferreira, sócio da McKinsey; e Paulo Sousa, da Cargill Agriculture Supply Chain. Também esse painel terá como moderador o jornalista William Waack.
Por fim, o Painel 3 abordará o tema 2019: Novo Governo e Prioridades e dele participarão: Carlos Melo, cientista político e professor do Insper, Jacyr Costa Filho, presidente do Grupo Tereos; Murilo Parada, Diretor Executivo da Louis Dreyfus Brasil; e Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do GVagro, da FGV. Este painel será moderado pelo jornalista Gerson Camarotti.
Além dos debates, o Congresso Brasileiro do Agronegócio também prestará duas homenagens. Para este ano, no Prêmio Norman Borlaug - Sustentabilidade, a escolhida foi a consultora em Biossegurança e Biosseguridade, Leila dos Santos Macedo e para o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio, foi escolhido o Presidente da CNA – Confederação Nacional da Agricultura, João Martins da Silva Junior. As apresentações dos homenageados serão feitas, respectivamente pela diretora executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, e pela deputada Tereza Cristina, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.
A expectativa da ABAG e B3 é receber aproximadamente 800 pessoas, um seleto público formado por empresários, executivos de empresas, gestores públicos ligados ao agronegócio, além de especialistas, consultores, lideranças setoriais, pesquisadores, produtores rurais e profissionais dos vários segmentos da cadeia produtiva do agronegócio.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site www.cbaabagb3.com.br



Data de Publicação: 01/08/2018 às 07:40hs
Fonte: Mecânica Comunicação Estratégica

Produtores rurais testam novos híbridos de milho no Paraná



Forseed, marca da Longping High-Tech - subsidiária do Citic Group, maior conglomerado econômico da China, chega à região com forte investimento em sementes de milho de alta performance para silagem e grãos


Lideranças da LongPing High-Tech, empresa global especializada em sementes, estiveram reunidas em Londrina, com representantes da cadeia produtiva do Paraná, para apresentar oficialmente sua nova marca Forseed, que já conta com 14 híbridos de milho para médio e alto investimento, associando genética aprimorada e tecnologia de ponta. Com equipes treinadas em campo e aportes em centros de pesquisa e desenvolvimento, o principal objetivo é oferecer aos agricultores produtos de alta tecnologia capazes de responder às especificidades de cada microclima, tipo de solo, época de plantio e pressão de pragas e doenças.
Produtor na região, Antonio Milan realizou teste com o híbrido 2A620PW na última safra verão para milho e silagem. “No caso dos grãos, o que mais nos chamou a atenção, além do alto teto produtivo, foram a sanidade e a uniformidade. Já na silagem, ganhamos na conversão leiteira que se mostrou superior”, avalia. Para a próxima safra, Milan diz que vai analisar o desempenho em produtividade do precoce 2A521PW, outro híbrido da marca.
O produtor de milho Marcos Lucredi também investiu nos novos híbridos para teste. “Plantamos os precoces 2B587PW e 2B710PW na segunda safra. “Para nós que precisamos lidar com a questão climática, a estabilidade foi o que mais chamou a atenção”.
Em Londrina, outros híbridos têm demonstrado resultado superior em campo na produção de grãos, como o 2B512PW (estabilidade, precocidade e sanidade de grãos), 2B533PW (estabilidade produtiva com ampla adaptação) e 2B210PW (superprecoce com sanidade). Para o segundo semestre de 2018, a empresa também planeja o lançamento na região do híbrido precoce FS500PW e dos superprecoces FS450PW e FS481PW.
“A Forseed nasce no Brasil para ser uma marca global. Grande polo agrícola, o Paraná tem demonstrado importância fundamental neste movimento de expansão, comprovando a vocação do país em pesquisa e desenvolvimento de sementes de alta performance e específicas ao que o agricultor busca em cada localidade de atuação”, afirma Aldenir Sgarbossa, líder de Marketing da Forseed.
Todos os híbridos da Forseed estarão disponíveis com tratamento de sementes industrial Cruiser® e Fortenza®Duo, que protege a lavoura em seus estágios iniciais permitindo que a cultivar expresse seu máximo potencial de rendimento e produtividade. Os materiais também contam com a tecnologia POWERCORE™, que age no controle e supressão das principais pragas do milho e facilita o manejo de herbicidas. Consulte: www.boaspraticasagronomicas.com.br.
Sobre a LongPing High-Tech
A LongPing High-Tech é líder mundial no mercado de arroz híbrido e em vegetais e milho na China, além de ter participação global em outros cultivos como trigo, algodão, girassol, canola e milheto. Fundada em 1999 e listada na Bolsa de Valores de Shenzhen em 2000, é voltada totalmente ao mercado de sementes. No Brasil, iniciou suas atividades em dezembro de 2017, com unidades de produção e polos de pesquisa distribuídos pelo País.


Data de Publicação: 01/08/2018 às 07:20hs
Fonte: OPA Assessoria em Comunicação

UPL e CESB alinhados para o crescimento da agricultura



Nomes dos campeões da produtividade são divulgados durante o mês de comemorações de 10 anos do CESB


Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento da agricultura com qualidade são palavras importantes que traduzem tudo o que a UPL acredita e tem buscado realizar, assim como o CESB, que também alinhado a essa máxima, promove o incremento da produtividade através do inovador, do prático e da mão na massa.
Comemorando todo o trabalho realizado, o CESB divulgou no início de julho de 2018 os vencedores do Desafio Nacional da Máxima Produtividade de Soja, que com cinco mil inscritos, propõe aos produtores que se desafiem e para alcançarem a média de 50 sacas por hectare, elevando a média da produção nacional.
Também nesse período outro importante acontecimento foi à comemoração do aniversário, e com o lançamento livro comemorativo sobre estes 10 anos.

Essa importante parceria é vislumbrada no dia a dia, na qual junto aos produtores, que cada vez mais estão se desenvolvendo e aprendendo a importância do manejo integrado e consciente na sojicultora, são incentivados pelo CESB através dos eventos e atividade, como o Desafio, que são realizados em conjunto com a UPL Brasil. 

“Estamos muito felizes por fazermos parte dessa história de 10 anos e por também estarmos sempre juntos incentivando o Desafio Nacional junto aos produtores brasileiros. São momentos muito importantes para nós, para o CESB, e também para a agricultura brasileira, que cada vez mais se desenvolve e fortalece a economia do país”, explica Edson Pitta, Gerente de Marketing de Cultivos Sul da UPL. 

Para saber quem são os premiados acesse o link: CESB 2018

Data de Publicação: 01/08/2018 às 07:00hs
Fonte: UPL

Soja tem intensa realização de lucros nesta 4ª feira em Chicago após máximas de 1 mês



Publicado em 01/08/2018 08:25



O mercado internacional da soja passa por uma intensa realização de lucros no pregão desta quarta-feira (1) na Bolsa de Chicago. As cotações cediam pouco mais de 11 pontos, por volta de 7h55 (horário de Brasília), e o novembro/18 vinha sendo negociado a US$ 9,07 por bushel. 
Os preços devolvem boa parte das últimas altas, principalmente após o mercado fechar o pregão anterior com altas de mais de 20 pontos - atingindo suas máximas em um mês - e frente ao início de um noovo mês, o que pede cautela e busca por posicionamento entre os traders. 
Além disso, o peso da guerra comercial persiste. A informação de que China e EUA estariam retomando suas conversas sobre a questão tiveram efeito pontual e a preocupação do mercado segue. 
"Os preços da oleaginosa continuam a ser um dos principais barômetros da disputa comercial entre China e Estados Unidos", diz o diretor de estratégia agrícola do Commonwealth Bank da Australia, Tobin Gorey. 
As informações da reaproximação dos dois países, afinal, seguem no campo dos boatos, como explicam os analistas da AgResource Mercosul (ARC). "A ARC lembra que as possibilidades de reabertura de negociações entre Trump e Xi Jinping ainda são apenas boatos. Nenhuma fonte do governo norte-americano nos confirmou tal inclinação". 

Leia mais:
De outro lado, o clima no Meio-Oeste. Embora as chuvas comecem a ficar mais escassas neste momento e o clima seco comece a preocupar em áreas do Corn Belt, o que se vê ainda é uma safra bastante saudável nos EUA, adiantada e com 70% dos campos americanos em boas ou excelentes condições.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas