quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Bolsonaro agradece Trump e diz que levará com ele prosperidade a Brasil e EUA



Publicado em 01/01/2019 17:15


(Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro agradeceu em sua conta no Twitter nesta terça-feira mensagem de congratulação a ele feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na mesma rede social e disse que, junto com o líder norte-americano, levará prosperidade aos povos de Brasil e EUA.
"Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro que acaba de fazer um ótimo discurso de posse. Os EUA estão com você!", escreveu Trump em sua conta no Twitter.
Bolsonaro retuitou a mensagem do presidente dos EUA e agradeceu a ele.
"Senhor Presidente Trump, agradeço suas palavras de apoio. Juntos, sob a proteção de Deus, traremos mais prosperidade e progresso para nossos povos!", escreveu o novo presidente.
Bolsonaro tem sinalizado uma aproximação com os Estados Unidos e com o governo Trump, com quem conversou por telefone pouco depois de sua vitória eleitoral no final de outubro.
Trump, de quem Bolsonaro é declarado admirador, não veio ao Brasil para a posse e foi representado pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.
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Fonte: Reuters

Bolsonaro assina decreto que fixa salário mínimo em R$ 998 em 2019



Publicado em 02/01/2019 07:42


Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado nesta terça-feira (1º) em edição extra do "Diário Oficial da União" fixou o salário mínimo em R$ 998 neste ano. O valor atual é de R$ 954.
Com isso, o valor ficou abaixo da estimativa que constava do orçamento da União, de R$ 1.006. O orçamento foi enviado em agosto do ano passado pelo governo Michel Temer ao Congresso.
Leia a notícia na íntegra no site do G1.
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Fonte: G1

Índices chineses fecham em queda com dados econômicos fracos



Publicado em 02/01/2019 07:52


XANGAI (Reuters) - Os índices acionários chineses iniciaram 2019 em queda nesta quarta-feira, com dados econômicos fracos alimentando preocupações sobre a desaceleração global.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,4 por cento, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,1 por cento.
A atividade industrial da China contraiu pela primeira vez em mais de dois anos em dezembro, destacando os desafios que Pequim está enfrentando ao tentar acabar com uma intensa guerra comercial com Washington e reduzir o risco de uma desaceleração econômica mais acentuada em 2019.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) oficial - o primeiro dado econômico chinês deste mês - caiu para 49,4 em dezembro, abaixo do nível de 50 que separa crescimento da contração, mostrou uma pesquisa da Agência Nacional de Estatísticas na segunda-feira.
O PMI do Caixin/Markit mostrou nesta quarta-feira que a atividade industrial da China contraiu pela primeira vez em 19 meses em dezembro uma vez que as encomendas de exportação e domésticas continuaram a enfraquecer.

 Em TÓQUIO, o índice Nikkei permaneceu fechado.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 2,77 por cento, a 25.130 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,15 por cento, a 2.465 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,37 por cento, a 2.969 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,52 por cento, a 2.010 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 1,78 por cento, a 9.554 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,97 por cento, a 3.038 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 1,57 por cento, a 5.557 pontos.
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Fonte: Reuters

Stédile agora clama por “paz” e diz que quer “negociar”



Publicado em 02/01/2019 07:56



O presidente da Repíblica Jair Bolsonaro não deve admitir, em hipótese alguma, a possibilidade de qualquer tipo de negociação com bandido. 
O MST deve receber o tratamento adequado e as invasões de terras não podem ser toleradas. 
O líder do MST, João Pedro Stédile, contumaz na ousadia de fazer ameaças a sociedade, mudou o tom. 
Ele agora quer "paz" e pretende "negociar". 
Leia a notícia na íntegra no site do Jornal da Cidade.
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Fonte: Jornal da Cidade

Bolsonaro mudará local de embaixada do Brasil em Israel, diz Netanyahu



Publicado em 02/01/2019 08:07


O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, neste domingo (30/12), que a embaixada brasileira no país será transferida de Tel Aviv para Jerusalém, a exemplo do que fizeram os Estados Unidos. Em um encontro com representantes da comunidade judaica, no Rio de Janeiro, o político disse que a transferência de local é uma questão de tempo.
“Bolsonaro me disse que era uma questão de quando, não de se ele vai transferir a embaixada para Jerusalém, disse, de acordo com o publicado pelo portal G1. O premiê está no Brasil para participar da cerimônia de posse de Bolsonaro e se reuniu na última sexta-feura (28/12) com o presidente eleito.
Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.
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Fonte: Globo Rural

Bolsonaro inova com forma direta com que reafirmou a guinada à direita do País



Publicado em 02/01/2019 09:30

Conclamar um “pacto nacional” virou lugar comum em posses presidenciais, mas Jair Bolsonaro inovou com um discurso rápido e com a forma clara e direta com que reafirmou a guinada à direita no Brasil. “Vamos restabelecer a ordem nesse País!”, pregou, sacudindo a Praça dos Três Poderes.
Direito à legítima defesa e respeito às regras, contratos e propriedades, além de combate ao gigantismo do Estado, ao politicamente correto e ao “viés ideológico”, às “amarras ideológicas” e à “ideologia nefasta” que, segundo ele, destroem nossos valores e a família. 
Foram firmes compromissos com princípios liberais na economia, posições conservadoras em costumes e guinadas na política externa, na educação e na segurança – que “vai deixar de defender bandidos e criminalizar a polícia”. Assim, o presidente convocou a sociedade a “libertar o País do socialismo” e “reerguer a Pátria”, bradando: “Nossa bandeira jamais será vermelha!”.
Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.
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Fonte: Estadão

Ministério da Agricultura será responsável por reforma agrária, terras indígenas e quilombos



Publicado em 02/01/2019 08:10 e atualizado em 02/01/2019 09:42



(Reuters) - O Ministério da Agricultura no governo do presidente Jair Bolsonaro será responsável pelas terras indígenas e quilombolas e terá o comando do Serviço Florestal Brasileiro, responsável pela gestão das reservas naturais, de acordo com medida provisória publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira.
Durante a campanha, Bolsonaro deu sinais de que buscaria o aproveitamento econômico das áreas indígenas, tanto pela agricultura como para exploração mineral.
De acordo com a medida provisória publicada no DO, o ministério da Agricultura ficará responsável pela "identificação, delimitação, demarcação e registros das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas", e também em áreas ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos.
Também ficarão sob responsabilidade da pasta reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais e a Amazônia Legal, de acordo com a MP.
A medida provisória, que estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios no governo Bolsonaro, também determina que o Serviço Florestal Brasileiro, atualmente vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, ficará a cargo do Ministério da Agricultura.
O Serviço Florestal tem como objetivo promover o uso sustentável e a ampliação da cobertura florestal.

Na parte da medida provisória que trata do Ministério do Meio Ambiente, o novo governo afirma que a gestão sobre florestas públicas será exercida em articulação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Ministério da Agricultura de Bolsonaro será comandado pela ministra Tereza Cristina.

No Poder360: Bolsonaro tira demarcação de terras indígenas da Funai e passa à Agricultura

O presidente Jair Bolsonaro retirou da Funai (Fundação Nacional do Índio) a atribuição de demarcar terras indígenas e a passou para o Ministério da Agricultura, comandado por Teresa Cristina (DEM). A ministra é deputada da bancada ruralista e liderou a frente parlamentar da agropecuária em 2018.
A decisão está na medida provisória que reestrutura os ministérios para adequá-los à nova configuração determinada pelo governo, com 22 pastas. O texto foi publicado na 1ª edição do Diário Oficial da União do governo Bolsonaro (íntegra).
A identificação, delimitação e demarcação de terras indígenas era uma das principais responsabilidades da Funai –órgão que ficará esvaziado no novo governo e já havia sido transferido para a pasta de Mulheres e Direitos Humanos.
Leia a notícia na íntegra no portal Poder360

No G1: Bolsonaro transfere para a Agricultura a demarcação de terras indígenas e quilombolas

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) transferiu para o Ministério da Agricultura a atribuição de identificar, delimitar e demarcar terras indígenas e quilombolas.
Também passa a ser atribuição da pasta o Serviço Florestal Brasileiro. O órgão tem entre suas funções a recuperação da vegetação nativa e recomposição florestal, a proposição de planos de produção sustentável e o apoio aos processos de concessão florestal.
Até então, a atribuição sobre as terras indígenas ficava com a Fundação Nacional do Índio (Funai), vinculada ao Ministério da Justiça; e sobre os quilombolas, com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), vinculada à Casa Civil.
Leia a notícia na íntegra no site do G1.
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Fonte: Estadão + Poder360 + G1