sábado, 29 de junho de 2013
Com economia da China enfraquecida, universitários temem o desemprego
Com economia da China enfraquecida, universitários temem o desemprego
em 29 de junho de 2013 em Economia NYT
Aproximadamente 7 milhões de chineses vão se formar este ano, mas recente enfraquecimento da economia faz chance de os graduados arranjarem emprego despencar
NYT
Sete milhões de estudantes irão se formar em universidades e instituições de ensino superior de toda a China nas próximas semanas, um recorde para o país. Porém, suas chances de encontrar emprego são pequenas e esse é mais um dos sinais do enfraquecimento da economia chinesa.
As empresas afirmam que estão repletas de currículos, mas têm poucas vagas a oferecer, pois o crescimento econômico deixou de ser tão intenso. Microblogs chineses parecidos com o Twitter estão cheios de reclamações de jovens graduados com poucas perspectivas.
O governo chinês está preocupado e diz que o problema poderia afetar a estabilidade social, ordenando que escolas, agências governamentais e empresas contratem mais graduados, mesmo que em regime temporário, para ajudar a diminuir a falta de emprego. “A única coisa que me preocupa mais do que uma pessoa sem formação e desempregada é uma pessoa educada e sem emprego”, afirmou Shang-Jin Wei, economista da Columbia Business School.
Lu Mai, secretário-geral da Fundação para o Desenvolvimento da Pesquisa na China, organização de elite do governo, reconheceu em um pronunciamento recente que menos da metade dos graduados daquele ano já tinha conseguido um emprego.
Estudantes de graduação de praticamente todas as universidades da China, com exceção das de elite, afirmam que poucos de seus conhecidos já estão empregados – e que os poucos contratados no inverno estavam perdendo os empregos desde o enfraquecimento da economia nas últimas semanas.
“Muitas empresas não estão mais crescendo e alguns dos meus colegas foram contratados e mandados embora no mesmo mês, quando as empresas perceberam que não poderiam pagar seus salários”, afirmou Yan Shuang, graduanda do curso de trabalho e recursos humanos do Instituto de Tecnologia de Pequim.
Yan disse que haviam lhe prometido uma vaga em uma empresa de roupas esportivas no inverno. Porém, a empresa cancelou temporariamente todas as contratações desde o enfraquecimento da economia, em março.
A China quadruplicou o número de estudantes matriculados em universidades e faculdades ao longo da última década. Porém, a economia do país ainda se baseia na manufatura, abrindo vagas principalmente para trabalhadores braçais. O primeiro-ministro Li Keqiang realizou pessoalmente a reunião de gabinete no dia 16 de maio, onde foi definida a diretiva para que escolas, agências governamentais e empresas estatais contratassem mais graduados, uma estratégia que tem sido utilizada com cada vez mais frequência nos últimos anos para absorver jovens desempregados e bem formados.
“Qualquer país com uma classe média cada vez maior e um número crescente de universitários desempregados está com problemas”, afirmou Gerard A. Postiglione, diretor do Centro Wah Ching de Pesquisa em Educação na China, da Universidade de Hong Kong.
Uma pesquisa nacional lançada no inverno do ano passado revelou que, na faixa etária de 21 a 25 anos, 16% dos homens e mulheres com diploma universitário estavam desempregados.
Porém, o desemprego atinge apenas 4% das pessoas que concluíram o ensino fundamental, um sinal de que as empresas continuam contratando principalmente pessoas para trabalhar no chão das fábricas. Os salários dos trabalhadores vindos de áreas rurais para zonas urbanas aumentaram 70% nos últimos quatro anos; os salários dos jovens com empregos no setor executivo se mantiveram constantes ou chegaram até mesmo a cair.
Economistas estimam há muito tempo que a economia chinesa precisa crescer entre 7% e 8% ao ano para evitar o desemprego desenfreado. Porém, esse crescimento se tornou menos certo nos últimos anos, à medida que o mercado de trabalho se dividiu.
Um crescimento relativamente lento ainda cria empregos suficientes para todos os funcionários de chão de fábrica no país. Porém, é preciso haver um crescimento muito mais rápido para empregar todos os universitários que estão se formando.
O Fundo Monetário Internacional prevê que a economia chinesa cresça 7,75% este ano – menos do que o crescimento de 10% a 14% que ocorria até 2008, mas ainda muito mais que no Ocidente. O principal problema para a China reside no crescimento absoluto no número de graduados; três milhões de universitários se formam por ano nos Estados Unidos, ao passo que a China aumentou o número de graduados em mais de cinco milhões em apenas uma década.
Uma resposta apoiada pelo Conselho de Estado é a recomendação de que mais graduados aceitem empregos em pequenas empresas privadas. Porém a geração que cresceu sob a “política do filho único” mostrou ser bastante avessa ao risco e não gosta de abrir novas empresas, nem de trabalhar para elas. “Eu não trabalharia para empresas privadas, não é seguro – só aceito trabalhar para as estatais”, afirmou Yan.
Muitos graduados que veem poucas oportunidades de trabalho estão se matriculando em cursos de pós-graduação, cada vez mais comuns no país. Yang Yi, que estuda economia aplicada no Instituto de Tecnologia de Pequim, afirmou que depois de procurar empregos e não encontrar, estava se preparando para iniciar um mestrado.
“Espero que a economia já tenha melhorado quando eu me formar, daqui a dois anos”, afirmou. “Fazer o mestrado é sempre melhor do que trabalhar em empresas pequenas que podem não durar muito tempo.”
Os estudantes chineses costumam buscar cursos de graduação considerados menos exigentes do ponto de vista acadêmico, mas que deem mais chances em carreiras no setor bancário. Faculdades de administração e economia se espalharam, em parte porque esses cursos são baratos para muitas das novas faculdades privadas do país. Cursos de engenharia e outras ciências crescem a um ritmo mais lento por conta da exigência de laboratórios caros.
Assim como no Ocidente nos últimos anos, os serviços financeiros são um campo extremamente popular entre os universitários, que enviam enxurradas de currículos para bancos, firmas de corretagem e outros negócios do setor. Estatísticas do Ministério de Recursos Humanos mostram que o salário médio no setor bancário é de 14.500 dólares ao ano, o dobro do salário da área de educação e saúde.
Os formandos das melhores universidades ainda têm boas chances de conseguir empregos, especialmente se não forem ambiciosos demais. Lin Yinbi, graduando em comércio e economia na prestigiada Universidade Renmin, em Pequim, afirmou que tinha ofertas de emprego de uma empresa de aquecimento e uma rede de supermercados, mas que ainda procurava um emprego bem pago em algum banco. “A questão é: que tipo de emprego?”, disse. “Ele é na minha área? Paga bem? Oferece espaço para crescer?”, completou Lin.
Wang Zhian, um comentarista famoso na China, cujo microblog possui mais de 200.000 seguidores, gerou desconforto este ano ao recomendar que estudantes universitários aceitassem empregos em empresas de mudanças.
“O mais importante para os graduandos é encontrar um meio de vida e, se isso significa trabalhar fazendo carreto, que seja”, afirmou. “Não dá para ser sustentado pelos pais para sempre.”
Idea ganha nova grade na linha 2014
Idea ganha nova grade na linha 2014
29/06/2013 - 18h09
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DE SÃO PAULO
A Fiat promoveu poucas alterações na linha 2014 do Idea.
Divulgação
Fiat Idea 2014 traz poucas mudanças
Fiat Idea 2014 traz poucas mudanças
As versões Attractive 1.4 (R$ 43.290) e Essence 1.6 (R$ 45.370) da minivan recebem grades dianteiras e molduras dos faróis de neblina redesenhadas, além de calotas e rodas inéditas.
A configuração Adventure 1.8 (R$ 52,4 mil) também ganha o painel reformulado, com novos comandos do ar-condicionado e volante multifuncional
Colômbia nega licença para BHP expandir mina de níquel
Colômbia nega licença para BHP expandir mina de níquel
Reuters
29/06/201317h48
BOGOTÁ (Reuters) - A Colômbia negou uma licença para Cerro Matoso SA, uma unidade da australiana BHP Billiton, expandir a área de operação de uma mina de níquel no norte do país sul-americano, informou neste sábado A Autoridade de Licenciamento Ambiental (ANLA).
O ANLA disse que tomou a decisão porque as normas em vigor não permitem autorizar a expansão das áreas para o desenvolvimento de um projeto de mineração, modificando a licença outorgada anteriormente.
A mina a céu aberto está localizada perto da cidade de Montelíbano, no departamento de Córdoba, no norte da Colômbia.
Não foi imediatamente possível contatar a empresa.
A produção de níquel na Colômbia ultrapassou 47 mil toneladas em 2012, de acordo com dados da Agência Nacional de Mineração, principalmente pelo projeto Cerro Matoso da BHP Billiton.
(Reportagem de Luis Jaime Acosta)
Dívida externa da China aumentou para US$ 765 bilhões em março
29/06/201303h10 Pequim, 29 jun (EFE).- A dívida externa da China aumentou para US$ 764,9 bilhões no final de março, acima do número registrado em 2012, quando somou US$ 736,9 bilhões, informou a Administração Estatal de Divisas (AED).
A dívida de curto prazo, a maioria daquela contraída com credores estrangeiros, subiu para US$ 565,6 bilhões, um crescimento em relação ao valor de dezembro do ano passado, quando atingiu US$ 540,9 bilhões.
A dívida de médio e longo prazo cresceu para US$ 199,2 bilhões (em dezembro de 2012 foi de US$ 196 bilhões), segundo informações divulgadas na noite da sexta-feira pelas autoridades de divisas do país em seu site.
A AED também afirmou que os riscos gerados pelo aumento da dívida externa de curto prazo "são controláveis", já que a dívida pendente está principalmente relacionada com o comércio e porque a proporção da dívida de curto prazo "ainda é pequena" em relação ao comércio exterior e à reserva de divisas.
O volume da dívida não inclui os números das regiões administrativas especiais de Hong Kong e Macau, nem Taiwan.
Obama: China não representa ameaça para EUA em negócios na África
29/6/2013 às 14h50PRETÓRIA, 29 Jun (Reuters) - Os Estados Unidos não se sentem ameaçados pelo crescimento do comércio e dos investimentos da China e de outras nações emergentes na África, disse o presidente dos EUA, Barack Obama, neste sábado.
Insinuações de que os EUA perderam terreno em negócios na África para a China têm perseguido o presidente norte-americano, mas ele disse que o aumento da participação chinesa foi benéfica para todos.
"Eu não me se sinto ameaçado por eles. Sinto que é uma coisa boa", disse Obama em uma entrevista coletiva durante uma visita à África do Sul.
Quanto mais for investido na África, mais rapidamente o continente menos desenvolvido do mundo pode ser integrado à economia global, afirmou o primeiro presidente dos EUA afro-americano.
"Eu quero todo mundo jogando na África. Quanto mais, melhor."
A China tem expandido seu alcance na África desde o início do novo século. O país ultrapassou os Estados Unidos como o maior parceiro comercial da África, em 2009, informou um relatório de fevereiro do governo dos EUA.
(Por Jeff Mason e Mark Felsenthal)
Sombra chinesa
Míriam Leitão
O Globo - 29/06/2013
O presidente do Banco Central da China, Zhow Xiaochuan, apareceu pela primeira vez desde o início dos distúrbios no mercado financeiro para dizer que "a China vai garantir o dinheiro suficiente para a economia" e que vai usar "todas as ferramentas e métodos" para superar a crise que assombrou o mundo nos últimos dias: uma escassez de dinheiro que fez disparar o interbancário chinês. Esse novo risco assusta por todos os motivos: a economia chinesa é pouco compreendida e muito relevante para o mundo. Os juros do interbancário - mercado de empréstimos entre os bancos - triplicaram. Com a atuação do BC da China, eles caíram um pouco, mas o custo dos empréstimos ainda está o dobro do que eram. Os bancos chineses desconfiam uns dos outros. Isso é que levou ao travamento desse mercado e à elevação dos juros. Expressões como "congelamento do crédito", "colapso do crédito" e até "corrida bancária" aparecem em relatórios de bancos e consultorias internacionais, embora tudo esteja no campo das probabilidades. A falta de transparência chinesa pode provocar temores exagerados, mas, de qualquer maneira, há dados que sustentam o pessimismo. A injeção de crédito foi um dos pilares de sustentação da economia chinesa depois da crise de 2008. Segundo o Departamento de Estudos Econômicos do Bradesco, a relação crédito/PIB no país saltou de 125% para 200% nesse período. A desconfiança, agora, é que durante esse boom muitos empréstimos tenham negligenciado riscos. A centralização da economia nas mãos do governo torna qualquer análise nebulosa. A maior parte do crédito que gira pela economia chinesa vem dos bancos públicos. As decisões sobre os empréstimos são políticas, e isso fez com que se criasse um mercado paralelo de empréstimos. Quem consegue dinheiro barato acaba emprestando a quem não consegue, cobrando uma taxa maior. Como esse é um mercado sem regulação, ou seja, está "na sombra", os bancos não sabem quais estão expostos aos riscos. Todos desconfiam, e isso faz os juros subirem. Na segunda-feira, esse receio fez com que a bolsa chinesa tivesse a maior queda diária em três anos, com um tombo de 5,3%. O índice Hang Seng das principais empresas listadas na bolsa de Hong Kong voltou ao nível mais baixo desde abril de 2009. Os juros cobrados pelos bancos para emprestar entre si - no interbancário - subiu para 13% na semana passada, a máxima histórica em uma das modalidades de crédito. Depois, caíram um pouco, graças à intervenção do BC. Juros mais altos no interbancário por um período prolongado acabam chegando à economia real porque contaminam o crédito para consumo e investimentos. Podem acentuar a redução do ritmo de crescimento chinês. Engana-se quem pensa que tudo é distante. A economia brasileira está exposta à economia chinesa através do comércio, do mercado de commodities. Qualquer espirro lá afeta a Vale e muda os dados das contas externas brasileiras, que já estão com um déficit de 3,2% do PIB na conta corrente. O mundo inteiro ficou mais dependente da China e acompanha com lupa o período de transição para um novo patamar de crescimento em que ela está. O que pioraria tudo seria um evento de crédito. Numa economia tão estatizada e com tanto poder de intervenção, a tendência é sempre achar que o governo evitará tudo. Não é tão simples. É uma economia híbrida, tanto que o interbancário deu o salto que deu. O presidente do BC disse que os mercados financeiros têm sido muito sensíveis e "reagem rapidamente a qualquer sinal que detectam". Disse que eles ajudam a encontrar os problemas e resolvê-los. Ou seja, o presidente do BC chinês admite que há problemas. Os pontos-chave 1 Presidente do BC da China foi a público garantir a estabilidade do interbancário do país 2 Isso quer dizer que ele admitiu problemas, que, se prolongados, podem reduzir o PIB chinês 3 PIB menor na China não é bom para o Brasil, por causa das nossas fortes relações comercias
Melhora clima de negócios
Melhora clima de negócios
29 de Junho, 2013
Angola melhorou o clima de negócios nos últimos oito anos, ao efectuar reformas progressivas nos processos administrativos para início de um negócio e do registo de propriedade, reconheceu o Banco Mundial no seu primeiro relatório económico denominado “Angola Economic Update, 2013”.
Divulgado em Luanda, o documento indica que, comparativamente à média dos países da África subsariana, Angola melhorou o ambiente de negócios, tendo mantido um melhor desempenho em termos de obtenção de electricidade e de protecção dos investidores.
“O Executivo pôs recentemente em prática regulamentações favoráveis aos negócios em áreas fundamentais, incluindo a criação de empresa e o registo de propriedade”, sublinha o BM. A criação do Balcão Único do Empreendedor (BUE), em 2012, veio reforçar o processo destinado a simplificar e acelerar o registo de uma empresa.
Apesar disso, aponta o BM na sua primeira série de relatórios que pretende lançar sobre a evolução da economia angolana, o processo permanece lento e o Executivo está a reorganizar o BUE para aumentar a sua eficiência.
Um outro documento efectuado por um grupo de especialistas do Banco Mundial e intitulado “Doing Business” (DB), revela que Angola registou melhorias importantes em cinco dos dez indicadores sobre o ambiente de negócios. De acordo com este estudo, o custo de transferência de propriedade foi reduzido de 11,5 por cento do valor em 2005, para 3,3 por cento em 2011.
“A racionalização drástica que Angola efectuou no processo de aprovação para os clientes que se candidatem a uma ligação à electricidade permitiu reduzir o tempo necessário para a aprovação de 133 para 55 dias, o que reforçou ainda mais a necessidade de se simplificar o ambiente de negócios,” afirma o estudo.
Com estas medidas, Angola melhorou a posição em termos de acesso à electricidade em 32 lugares, o que estimula cada vez mais o crescimento do sector privado. O relatório mostra ainda que, apesar destes esforços do Executivo, muitas áreas devem ser melhorados. Entre elas, a de aplicação de contratos, comércio além-fronteiras, obtenção de crédito, pagamento de impostos e resolução das situações de insolvência, cuja carga regulamentar permanece relativamente pesada. Este processo tem desencorajado o investimento e abrandado o crescimento das empresas.
O relatório ilustra, por exemplo, que a obtenção de autorizações e licenças oficiais necessárias para funcionar em Angola são simultaneamente caras e morosas. “São necessários 68 dias para começar um negócio em Angola, o dobro de toda a África subsaariana, que ronda os 34 dias. Além disso, a obtenção das licenças para a construção é ainda mais difícil, levando no máximo 348 dias.
A conclusão dos 12 procedimentos necessários para construir um armazém é onerosa. “É quase um ano e várias centenas de dólares mais do que nos outros países da África subsariana”.
Assim, o Banco Mundial aconselha mais reformas favoráveis aos negócios, com vista a permitir que as empresas angolanas possam competir mais eficazmente na economia global, especialmente quando os outros países da região estão a melhorar continuamente os seus climas de negócios. Aliás, dentro de Angola existem diferenças regionais consideráveis, em termos de eficiência administrativa e custos regulamentares. “Explorar um negócio nas províncias pode ser mais difícil do que em Luanda”, sublinha.
No mesmo relatório, o Banco Mundial reconhece que o Executivo angolano efectuou progressos significativos na transparência e responsabilização da gestão das Finanças Públicas nas últimas décadas, apesar de ainda continuarem a ser grandes desafios.
O relatório do BM afirma que o Executivo aperfeiçoou os processos de recolha e comunicação das receitas petrolíferas, o que deve aumentar a transparência e responsabilização da gestão do sector petrolífero.
“Em especial, o Orçamento Geral do Estado para 2013, inclui, pela primeira vez, operações para-orçamentais realizadas pela empresa pública Sonangol, o que vai ajudar a reduzir a incerteza orçamental associada aos fluxos das receitas petrolíferas”, indica o documento.
O relatório aponta que o Fundo Soberano de Angola, recentemente criado pelo Executivo, vai ter um papel importante a longo prazo, apesar de ser relevante o facto de o seu mandato e quadro regulamentar ainda não estarem clarificados.
“Os esforços em curso para melhorar a gestão macroeconómica podiam ser complementados com um quadro fiscal de médio prazo, que ia facilitar ainda mais a execução de grandes projectos plurianuais de investimento público”, realça o BM no relatório.
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