sexta-feira, 29 de julho de 2016

Bolsa lidera ranking de aplicações financeiras no ano; veja ranking

29/07/2016 18h32 - Atualizado em 29/07/2016 18h35



Bolsa lidera ranking de aplicações financeiras no ano; veja ranking




Ibovespa, principal índice da Bovespa, subiu 32,2% no ano, até julho.
Dólar e euro foram as aplicações com pior rentabilidade em 7 meses.

Do G1, em São Paulo



A Bovespa foi o melhor investimento em julho e no acumulado nos 7 primeiros meses de 2016, de acordo com ranking de desempenho das principais aplicações financeiras elaborado pelo administrador de investimentos Fabio Colombo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira composto por 59 ações, avançou 11,02% em julho, acumulando ganho de 32,2% no ano.
Desempenho das aplicações
Variação em % no acumulado no ano até julho
32,28,458,037,977,76,14,874,693,54-16-17,8BovespaTítulosindexados***Fundos RendaFixa**Fundos DI**CDB**IGPM*IPCA*PoupançaOuroEuroDólar-2002040-40
Fonte: Fabio Colombo
* estimativa
** média indicativa
*** indicativo, sem marcação a mercado
Os títulos indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tiveram a segunda maior rentabilidade no acumulado no ano, com alta indicativa de 8,45% até o final de julho, seguidos pelos fundos de renda fixa (alta média de 8,03%).
Na outra ponta, o dólar e o euro seguem como os piores investimentos no ano, acumulando em 7 meses perda de 16,68% e 15,41%, respectivamente. No mês de julho, entretanto, o dólar subiu 0,92% e o euro 1,71%.
dólar fechou nesta sexta-feira a R$ 3,2429, no menor nível de fechamento desde 1º de julho (R$ 3,2328).
A popular caderneta de poupança, que vem registrando saída recorde de recursos, apresentará rendimento líquido de 4,69% em 7 meses, segundo o levantamento, perdendo para investimentos como fundos DI (alta média de 7,97%) e o CDB (que subiu 7,7%).
Já o ouro foi a segundo melhor aplicação no mês de julho, com alta de 3,16% no mês. No ano, a valorização é de 3,54%.
O levantamento considera marcações de mercado e também médias indicativas, em razão da diversidade de papéis e prazos de algumas aplicações.
O ranking não inclui títulos comprados diretamente no Tesouro Direto. Alguns dos papéis acumulam até o final de junho rentabilidade de mais de 30%, segundo dados do Tesouro Nacional. Vale lembrar, no entanto, que o Tesouro possui vários de tipos de papéis à venda, com vencimentos que vão de 2016 a 2050, e que a rentabilidade depende sempre do momento do resgate da aplicação.
Recuperação do Ibovespa
Com a alta de mais de 32% em 2016, o Ibovespa já reverteu as perdas acumuladas nos últimos 2 anos. Em 2015, a bolsa foi o pior investimento do ano, com perda de 13,31%. Em 2014 e 2013, o Ibovespa também acumulou baixas, de 2,91% e de 15,5%, respectivamente.
Da mínima de 37.497 pontos atingida em meados de janeiro, o Ibovespa saltou nesta semana para um patamar acima de 57 mil pontos, o maior desde maio do ano passado,impulsionado por uma maior entrada de recursos de investidores estrangeiros, que respondem por cerca de metade do volume financeiro movimentado na Bovespa.

Bancos europeus podem absorver impactos melhor que em 2014, diz BCE

29/07/2016 18h56 - Atualizado em 29/07/2016 18h56


Bancos europeus podem absorver impactos melhor que em 2014, diz BCE




Testes de estresse mostram que bancos melhoraram sua capacidade. 
Autoridade Bancária Europeia supervisionou 51 instituições do bloco.

Da EFE



O Banco Central Europeu (BCE) afirmou nesta sexta-feira (29) que os bancos estão melhor preparados que em 2014 para absorver impactos econômicos após aumentar seu capital e sanear seus balanços.
O BCE considera que os resultados do teste de resistência efetuados sobre os bancos da União Europeia (UE) mostram que as entidades bancárias da zona do euro melhoraram sua capacidade.
A Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) supervisionou 51 bancos e 37 deles foram supervisionados diretamente pelo BCE, que representam 70% dos ativos bancários da zona do euro.
A taxa média de capital de máxima qualidade em relação aos ativos ponderados por risco destes 37 bancos foi no cenário adverso de 9,1%, em comparação com o 8,6% em 2014, graças a níveis de capital mais altos e outras melhorias.
"Os resultados refletem a significativa quantidade de capital que os bancos criaram nos últimos dois anos e o saneamento adicional de seus balanços", disse a presidente do conselho de supervisão do BCE, Daniele Nouy.
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Brasil fecha com EUA acordo para exportação de carne in natura

29/07/2016 19h08 - Atualizado em 29/07/2016 19h08


Brasil fecha com EUA acordo para exportação de carne in natura




Informação foi divulgada nesta sexta-feira pelo Ministério da Agricultura.
Expectativa é que os embarques tenham início nos próximos meses.

Do G1, em Brasília


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou nesta sexta-feira (29) que foi concluída uma negociação entre o Brasil e os Estados Unidos para liberação do comércio de carne bovina "in natura" entre os dois mercados. O acordo foi fechado em Washington, durante o IX Comitê Consultivo Agrícola (CCA) dos dois países.
A expectativa do governo brasileiro é de que os embarques comecem em 90 dias, após a finalização dos trâmites administrativos.
Segundo o Ministério da Agricultura, os serviços veterinários concluíram as avaliações do reconhecimento do controle oficial de ambos os sistemas de inspeção.
"A modalidade de habilitação será por 'pré-listing', isto é, tanto o Mapa [Ministério da Agricultura] quanto o USDA [Departamento de Agricultura dos EUA] poderão indicar lista de estabelecimentos para a exportação. Porém, apenas os estabelecimentos que cumprirem com todos os requisitos determinados na certificação acordada serão indicados pelos serviços oficiais americanos e brasileiros", informou o governo.
O ministro das Relações Exteriores, José Serra, afirmou que o "acesso ao mercado norte-americano abre excepcionais perspectivas para os exportadores brasileiros e prenuncia novas oportunidades de negócio"
Está previsto para a próxima segunda-feira (1º), no Palácio do Planalto, uma cerimônia em que o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e a embaixadora dos EUA no Brasil, Liliana Ayalde, farão a troca de cartas de reconhecimento de equivalência dos controles oficiais de carne bovina.
"Esse documento representa o reconhecimento da qualidade de segurança sanitária do Brasil", destacou o ministro.
A conclusão da negociação é importante para o Brasil não só pelo potencial de compra daquele mercado, mas também porque os EUA são uma referência para outros importadores de carne bovina in natura. As tratativas entre os dois países tiveram início em 1999, durante o segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Colheita de milho em Mato Grosso dispara na última semana, diz Imea

29/07/2016 15h37 - Atualizado em 29/07/2016 15h38


Colheita de milho em Mato Grosso dispara na última semana, diz Imea




O índice já alcança 84,9%, ante 78,6% um ano atrás.
O tempo seco em julho contribui para o rápido trabalho de colheita.

Da Reuters


A colheita de milho avançou com grande velocidade na última semana em Mato Grosso, quando foi colhido quase um quinto da área plantada, informou nesta sexta-feira (29) o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O índice já alcança 84,9%, ante 67,2% na semana passada e 78,6% um ano atrás.
A região mais avançada - e também a que concentra mais lavouras - é o médio-norte, onde a colheita já alcança 92% da área.
Em sua previsão de safra mais recente, do início de julho, o Imea já havia alertado sobre fortes quebras de produtividade e volume colhido na safra 2016 em função de seca no estado.
O tempo seco que foi registrado em todo o mês de julho tem contribuído para o rápido trabalho de colheita, enquanto a baixa qualidade das lavouras também permite um avanço mais rápido das máquinas no campo.
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Colheita do milho safrinha atingiu 6% da área cultivada em Mato Grosso do Sul (Foto: Aprosoja/MS/Divulgação)Colheita de milho (Foto: Aprosoja/MS/Divulgação)
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Milho: no Brasil, preços seguem em movimento positivo e exibem alta semanal 29/07/2016 16:59

Os preços do milho registraram mais uma semana positiva no mercado interno brasileiro. De acordo com o levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Bitencourt Lopes, em Barretos (SP), a alta foi de 24,22%, com a saca do cereal a R$ 40,05. Em Mato Grosso, Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, o ganho foi de 13,33%, com a saca do cereal a R$ 34,00.
Em Assis (SP), o preço da saca do cereal subiu 11,12% na semana e fechou a sexta-feira a R$ 39,08. Já em São Gabriel do Oeste (MS), a saca fechou o dia a R$ 38,00 e alta de 10,14%. Em Araçatuba (SP), o valor apresentou valorização de 7,14%, com a saca a R$ 43,96, em Cascavel (PR), o ganho foi de 7,04% e a saca a R$ 38,00. Ainda no Paraná, em Ubiratã e Londrina, o ganho foi de 2,78%, com a saca a R$ 37,00. Em Ponta Grossa, a alta foi menor, de 2,38%, com a saca a R$ 43,00.
A postura de grande parte dos produtores rurais em segurar o produto e vender compassadamente foi o que impulsionou as cotações recentemente. Em meio à perspectiva de uma quebra acima de 20% na produção de milho safrinha, os agricultores que têm o grão para negociar tem se mostrado mais cautelosos na comercialização. Muitos apostam em um preço ainda mais alto, uma forma de poder compensar os prejuízos deixados pelo clima irregular, conforme ponderam os analistas.
Com isso, a previsão é que sejam colhidas cerca de 43 milhões de toneladas do cereal nesta temporada. Outro que também tem sido observado pelos participantes do mercado são as exportações do cereal. Tradicionalmente, os embarques do grão ganham ritmo no segundo semestre. Porém, esse ano, os valores praticados no mercado interno estão acima da paridade para exportação, o que acaba dificultando a formação de novos negócios. Ainda hoje, a saca do cereal para entrega setembro/16 fechou a R$ 33,00 no Porto de Paranaguá.
"E dado o quadro de profunda escassez de oferta no mercado doméstico, acreditamos que os preços ainda deverão se manter firmes", disse o analista de mercado da Céleres Consultoria, Anderson Galvão.
Ainda nesta sexta-feira, o Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos autorizou ampliação dos limites de compra de milho comercializado no Programa de Vendas em Balcão (PVB) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A resolução n. 5 de 28 de julho de 2016, foi publicada no Diário Oficial da União.
A semana foi de ligeira movimentação aos preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições do cereal registraram leves valorizações entre 0,07% e 0,29%. Nesta sexta-feira (29), os contratos da commodity apresentaram altas entre 3,25 e 4,00 pontos. O vencimento setembro/16 era cotado a US$ 3,34 por bushel, enquanto o dezembro/16 era negociado a US$ 3,42 por bushel. Já o março/17 fechou o dia a US$ 3,51 por bushel.
O comportamento do clima nos EUA continua como o principal foco dos participantes do mercado. Isso porque, a safra 2016/17 ainda se desenvolve no país. Porém, até esse momento, em torno de 76% das plantações ainda apresentam boas ou excelentes condições, conforme números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As informações serão atualizadas na próxima segunda-feira (1).
E, a partir da próxima semana, as temperaturas deverão ficar mais elevadas no Meio-Oeste norte-americano, especialmente nos estados de Nebraska e Iowa, segundo projeções divulgadas hoje pelo NOAA - Serviço Oficial de Meteorologia do país. No mesmo período, de 6 a 12 de agosto, as chuvas deverão ficar abaixo da normalidade, de acordo com indicado nos mapas.
Contudo, as agências internacionais destacam que as chuvas recentes reduziram a probabilidade de danos nas lavouras causados pelo calor, mas que também podem gerar outros riscos. "A chuva registrada em julho coincidiu com o período de polinização da cultura, aumentando o potencial de produção. No entanto, a doença é uma preocupação crescente em um ambiente úmido", alertou o meteorologista Gail Martell em entrevista ao Agrimoney.
Para essa temporada, a perspectiva é que sejam colhidas mais 369 milhões de toneladas, com produtividade estimada em 177,8 sacas do grão por hectare. "Agora, o mercado irá esperar as informações atualizadas sobre as condições das lavouras e também em relação ao novo relatório de oferta e demanda que será divulgado no início do mês", destaca o analista e editor do portal Farm Futures, Bob Burgdorfer.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias

Soja encerra semana com balanço positivo em Chicago 29/07/2016 17:24

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago subiram quase 30 pontos entre as posições mais negociadas na sessão desta sexta-feira (29). O mercado internacional recuperou boa parte das baixas registradas dos últimos dias, porém, os ganhos foram insuficientes para promover um avanço também das cotações no mercado brasileiro. A maior parte das principais praças de comercialização encerrou a semana com queda em suas referências, de acordo com um levantamento feito pelo economista do Notícias Agrícolas, André Bittencourt Lopes.
O recuo dos preços no mercado interno variaram de 1,40% a 11,77% na última semana, mantendo as cotações entre no patamar dos R$ 70,00 por saca, a exceção fica por conta de Ponta Grossa, no Paraná, por exemplo, onde o valor manteve sua estabilidade nos R$ 82,00, ou em Barretos, São Paulo, onde o preço cedeu quase 3% e foi a menos de R$ 65,00 por saca. As diferenças se dão por conta de um mercado que vai se instalando na entressafra e mostra seus negócios, portanto, cada vez mais regionalizados.
Em Mato Grosso, as praças de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis terminaram a semana com queda de 1,43% e a saca valendo R$ 71,00; no Mato Grosso do Sul, em São Gabriel do Oeste, preço em R$ 72,00, estável; em Panambi, no Rio Grande do Sul, baixa de 2,71% para R$ 71,04 por saca.
A consequência desses preços em queda é mais uma semana de comercialização travada no Brasil, movimento que se fortalece pela baixa disponibilidade de produto internamente e que permite, portanto, que os produtores brasileiros apostem na chegada de novos e melhores momentos de venda nos próximos meses, como explica o consultor de mercado Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios.
"Uma ou outra venda é realizada somente em regiões onde o produtor precisa liberar os armazéns para a entrada do milho", explica. "Mas os produtores não estão vendendo, principalmente a soja disponível. Há pouquíssima soja no Centro-Sul do Brasil, cerca de 5% da produção, e ainda nem entramos em agosto", completa o o consultor.
Fernandes explica que essa oferta de soja no Brasil poderá se ajustar ainda mais nesses próximos meses dada a forte demanda da indústria esmagadora, especialmente em regiões de atividade industrial mais intensa, como Rio Verde/GO e Sorriso e Rondonópolis/MT. Termômetro dessas boas perspectivas são os prêmios ofertados para a soja no interior brasileiro que já se aproximam de US$ 3,00 por bushel acima dos preços praticados na Bolsa Chicago, contra valores que variam de US$ 1,80 a US$ 2,00 nos portos.  
Por outro lado, a formação dos preços no Brasil ainda sente a pressão do câmbio. O dólar encontra dificuldades para voltar a subir de forma consistente e recuperar o patamar dos R$ 3,30, o que também afugenta os vendedores neste momento. Nesta sexta-feira, a moeda norte-americana perdeu mais de 1,5%, foi a R$ 3,2429 e registrou seu menor nível desde o início de julho. Na semana, segundo informa a Reuters, a baixa foi de 0,47%, porém, no mês, subiu 0,92%.
"Com a aprovação do impeachment, não acho impossível o dólar voltar a buscar novamente níveis próximos de 3 reais", disse o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues em entrevista à agência de notícias. Além da questão política interna, o cenário externo chama atenção ainda pelo futuro dos juros nos EUA - que ainda deve demorar a registrar alguma alta e segue limitando esse avanço da divisa.
No mercado internacional, a semana foi de intensa volatilidade e as cotações testando em todos os dias e durante o dia os dois lados da tabela, chegando até mesmo em bater em suas mínimas de três meses. Ainda assim, com a boa alta desta sexta-feira, os futuros da soja conseguiram um balanço positivo. O primeiro contrato - agosto/16 - foi a US$ 10,32 por bushel, subindo 2,58%, enquanto o novembro/16, o mais negociado neste momento e referência para a nova safra americana, foi a US$ 10,03 com ganho de 1,49%.
A recuperação, ainda como explica Ênio Fernandes, foi um movimento natural após o recuo recente e diante de especulações que, principalmente o cenário climático no Meio-Oeste americano ainda inspira. E lembra ainda que a grande safra projetada para a temporada 2016/17 dos EUA já estaria precificada.
"Se a safra americana for 105 milhões ou 109 milhões de toneladas, isso já está no preço. Acredito que dificilmente veremos um mercado abaixo dos US$ 9,30, porque isso se distancia muito do custo de produção do produtor americano", diz.
A atuação dos fundos de investimento, mais uma vez, também foram um fator de muita atenção nesta semana, acentuando ainda mais a volatilidade entre as cotações. Além das informações de clima, afinal, seu foco se dividiu com as informações da demanda, que foram importantes nos últimos dias, especialmente com a chegada de novos anúncios de vendas por parte dos EUA.
Ainda nesta sexta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe um novo anúncio de venda de soja em grão de 129 mil toneladas e também favorece o movimento positivo das cotações. Durante esta semana, outros dois anúncios de vendas foram feitos totalizando um volume de 588 mil toneladas, com operações referentes à ambas as temporadas.
"Na demanda americana, o interesse da China pela soja norte-americana está aumentando e existe uma expectativa do mercado de que, na próxima segunda-feira (1), os embarques semanais de soja dos EUA alcance algo entre 710m mil e 870 mil toneladas", explica a analista de mercado Andrea Cordeiro, da Labhoro Corretora. "Com vendas extras ou não, o ritmo dos carregamentos nos EUA é crescente e ainda precisa se acelerar, principalmente para que a projeção de exportação da safra velha seja alcançada", completa.
Clima nos EUA
As divergências entre os principais modelos climáticos começam a aparecer entre as previsões para o Corn Belt e também ajudaram a tirar parte do direcionamento dos preços na última semana. Entretanto, já se espera um agosto - que é o mês determinante para a cultura da soja no país - mais quente e um pouco mais seco em determinadas regiões.
"O mês de agosto vem se mostrando mais quente nas previsões, mas isso já estava no preço, mas vai motivar alguns movimentos especulativos", explica o consultor da Terra Agronegócios. Novos índices das condições das lavouras norte-americanas serão reportadas na próxima segunda, 1º de agosto.
Para o intervalo dos próximos 8 a 15 dias, as previsões indicam, ainda de acordo com informações apuradas pela Labhoro Corretora, temperaturas acima da média para esta época do ano de 2ºC a 6ºC. De acordo com previsões do NOAA, o departamento oficial de clima dos EUA, entre 6 e 12 de agosto, as chuvas deverão ficar abaixo da média e as temperaturas se mostrarão mais elevadas.

Fonte: Notícias Agrícolas