quarta-feira, 29 de julho de 2015

29/07/2015 - 12:55

S&P reduz perspectiva de nota de 41 bancos e empresas brasileiras G1 Como consequência natural da mudança de perspectiva da nota do Brasil de estável para negativa, a agência de classificação de risco Standard & Poor's mudou também o viés de 11 bancos ou entidades financeiras e de outras 30 empresas brasileiras. As notas de crédito de todas foram mantidas – a revisão da perspectiva indica que elas podem ser rebaixadas caso o rating do país também seja. Foram revisadas para negativa as perspectivas dos bancos e entidades financeiras: - Banco Bradesco S.A.; - Itau Unibanco Holding S.A.; - Itau Unibanco S.A.; - Banco Citibank S.A.; - Banco do Brasil S.A; - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.; - Banco Santander (Brasil) S.A.; - Banco do Nordeste do Brasil S.A.; - BM&FBOVESPA S.A-Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; - Caixa Econômica Federal. Sofreram a mesma ação as empresas: - AmBev - Companhia de Bebidas das Americas (AmBev); - Atlantia Bertin Concessoes S.A. (AB Concessões) e suas subsidiárias, - Rodovia das Colinas S.A. e Triangulo do Sol Auto-Estradas S.A.; Arteris S.A. e sua subsidiária, Autopista Planalto Sul S/A.; Braskem S.A.; - CCR S.A. e suas subsidiárias, Autoban - Concessionaria do Sistema Anhanguera Bandeirantes S.A., Concessionaria da Rodovia Presidente Dutra S.A., e Rodonorte Concessionaria de Rodovias Integradas S.A.; - CESP-Companhia Energpetica de São Paulo; - Companhia de Gás de São Paulo - Comgás; - Companhia Energética do Ceará - Coelce; - Duke Energy International Geração Paranapanema S.A. (Duke); - Ecorodovias Concessões e Serviços S.A. e Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A.; - Elektro Eletricidade e Serviços S.A. (Elektro); - Eletrobrás-Centrais Elétricas Brasileiras S.A.; - Globo Comunicação e Participações S.A. (Globo); - Itaipu Binacional; - Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (Multiplan); - Net Servicos de Comunicação S.A. (Net); - Samarco Mineração S.A.; - Tractebel Energia S.A.; - Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (TAESA); - Ultrapar Participações S.A. (Ultrapar); - Votorantim Participações S.A. e suas subsidiárias, Votorantim Industrial S.A. e Votorantim - Cimentos S.A. Segundo a S&P, as revisões de AmBev, Globo, Multiplan, Net, Ultrapar, e do Grupo Votorantim refletem a visão da agência de que essas empresas estão atualmente com o número máximo de "degraus" de diferença acima da nota do país – a agência considera que há uma relação entre as notas do país e a de suas empresas e não pode haver uma disparidade muito grande entre elas. "Assim, mesmo com todos os fatores permanecendo iguais, um potencial rebaixamento da nota do país provocaria a mesma ação sobre essas entidades", diz agência. Em relação aos bancos, a agência informa que poderá reduzir as respectivas notas se houver um rebaixamento também do rating soberano do Brasil, "se houver uma maior deterioração dos indicadores externos e fiscais do Brasil". Perspectivas mantidas A S&P informou ainda que revisou e dediu manter inalterados os ratings e as perspectivas de outras sete empresas. Perspectiva estável - Ache Laboratorios Farmaceuticos S.A.; - BRF S.A.; - Embraer S.A.; - Fibria Celulose S.A.; - Raízen Perspectiva negativa: - Natura Cosmeticos S.A.; - Vale S.A. e sua subsidiária Vale Canada Ltd. Já as empresas Klabin S.A.; Neoenergia S.A.; Odebrecht Engenharia e Construção S.A.; e Petroleo Brasileiro S.A. – Petrobras não foram afetadas pela alteração da perspectiva brasileira.

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