terça-feira, 1 de novembro de 2016

Desempenho do frango vivo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016

Desempenho do frango vivo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016





Desempenho do frango vivo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016
01/11/16 - 08:45 


O frango vivo comercializado no interior paulista fechou outubro completando 62 dias com o preço inalterado em R$3,10/kg, praticamente a mesma situação registrada em Minas Gerais, onde a cotação de R$3,30/kg atingiu 64 dias de estabilidade. Mas o que, em ocasiões anteriores, era decorrência de equilíbrio entre oferta e procura, desta vez tem uma leitura diferente. Pois a longeva cotação tem sido aplicada, quase exclusivamente, ao frango vivo cuja produção foi pré-acertada com os abatedouros. Ou seja: produto sem prévia destinação definida se sujeita aos humores do dia ou, traduzindo, a vendas por valores bem inferiores. 
Isso vem ocorrendo desde que os abatedouros, empresas integradas na maioria, colocaram em segundo plano fator que, até recentemente, era considerado primordial na atividade: a plena utilização da capacidade de abate. O que significou operar apenas com a produção própria e implicou em recorrer minimamente ao mercado disponível de aves vivas.
Como resultado, o mercado paulista do frango vivo vai, paulatinamente, deixando de ser o referencial de outrora - como já aconteceu na Região Sul do País e vem se estendendo para a Região Sudeste. Ainda assim, continua a balizar praticamente todo o mercado interno do frango brasileiro.
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Com a estabilidade registrada nos últimos dois meses (e que começou no final de agosto), o valor do frango já não registra os mesmos índices anteriores de evolução. É verdade que o preço médio atingido nos 10 primeiros meses do ano – R$2,86/kg – se encontra 13% acima do registrado no mesmo período de 2015 e, portanto, apresenta ganho real, pois supera a inflação do período.
É importante mencionar, porém, que esse ganho, além de se encontrar muitíssimo aquém da evolução dos custos (que, entre janeiro e setembro de 2016, registravam aumento de 26% em relação a idêntico período anterior, segundo levantamento mensal da Embrapa Suínos e Aves) vem se reduzindo drasticamente.
Exemplificando, o frango vivo fechou o primeiro semestre de 2016 com um preço médio (R$2,70/kg) quase 16% superior à média dos seis primeiros meses de 2015 (R$2,33/kg). Já nos quatro primeiros meses do segundo semestre essa média subiu para R$3,08/kg - valorização, portanto, de 14% sobre o resultado do primeiro semestre. Mas em comparação aos mesmos quatro meses de 2015 essa valorização cai para apenas 10%. 
E como, à primeira vista, são escassas as possibilidades de uma revitalização de preços no bimestre final de 2016, o frango vivo tende a encerrar o presente exercício com uma valorização de, no máximo, 10% - ligeiramente superior à inflação, mas absolutamente insuficiente para cobrir o aumento de custos enfrentado no ano.

Desempenho do ovo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016

Desempenho do ovo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016





Desempenho do ovo em outubro e nos 10 primeiros meses de 2016
01/11/16 - 08:36 


Em outubro, pelo terceiro mês consecutivo, o ovo registrou queda de preço em relação ao mês anterior. A redução mensal, de 5,88%, sobe para expressivos (e preocupantes) 21% se considerado o valor alcançado em julho último, ocasião em que se obteve a melhor cotação nominal de 2016.
Também nominalmente, a cotação média de outubro colocou-se como a terceira menor do ano, só ficando acima dos valores registrados em janeiro e abril. Porém, o ganho mínimo em relação ao preço médio do quarto mês do ano (+2,15% sobre R$67,12/caixa em abril/16) indica que, em valores reais, o preço recebido pelo produtor foi inferior ao daquele mês. Dessa forma, este último pode ser considerado o segundo pior desempenho do ano, apenas superando o registrado em janeiro - mês, habitualmente, de fracos negócios e baixos preços.
De toda maneira, é oportuno observar que esse não foi um comportamento anormal ou extraordinário. Porque, analisando-se a curva estacional de preços do ovo no decorrer de cada exercício, é possível constatar que, justamente em outubro, ocorre o segundo menor preço do ano, a média registrada no mês superando apenas o valor registrado em janeiro.
Porém, não há como negar que, desta vez, a redução foi bem mais incisiva que a sugerida pela curva sazonal, o que indica estar havendo excesso de produção para um consumo, de per si, já em visível recessão. 
Isso, por sinal, ficou extremamente claro em outubro. Pois, por exemplo, enquanto em junho deste ano o pico de preços do mês se situou em R$91,00/caixa, no mês passado não chegou aos R$75,00/caixa. Aliás, esse foi o terceiro pior pico de preços do ano, o que demonstra que nem mesmo no melhor momento de negócios do mês (primeira quinzena) as compras podem ser consideradas firmes.
A despeito desse fraco desempenho, o preço médio do ovo nos 10 primeiros meses de 2016, da ordem de R$76,28/caixa, registra valorização de 31% sobre idêntico período de 2015, o que, convenhamos, representa não apenas valorização em relação à inflação, mas também superação dos altos custos enfrentados no período.
Mas... devagar com o andor, por favor. Porque o ganho é apenas aparente, decorre dos baixos preços alcançados nos 10 primeiros meses de 2015. Pois, a média então registrada (R$58,18/caixa) foi inferior à alcançada dois anos (!) antes: R$60,27/caixa entre janeiro e outubro de 2013. Quer dizer: três anos depois o ovo obtém valorização de 26,5%, índice que mal acompanha a inflação do período.
É interessante notar que, considerada a curva sazonal de preços do produto, as perspectivas de valorização do ovo no bimestre final do ano são limitadas. Ou seja: os ganhos (aparentes, nunca é demais ressaltar) tendem a se estreitar ainda mais. A menos que o setor produtivo consiga se adequar ao consumo extremamente recessivo, para isso descartando poedeiras mais velhas ou de menor produtividade. 

Mercado do boi gordo com desvalorização em São Paulo

Mercado do boi gordo com desvalorização em São Paulo





Mercado do boi gordo com desvalorização em São Paulo
01/11/16 - 08:12 


A oferta de boiadas está limitada, mas devido à demanda enfraquecida e o escoamento da carne no mercado aquém das expectativas, a cotação do boi gordo tem perdido a firmeza e apresentado quedas em algumas praças. Em São Paulo, por exemplo, as indústrias têm testado o mercado e ofertado preços menores pelos animais terminados.
Em Araçatuba-SP houve desvalorização na última segunda-feira (31/10) e o boi gordo ficou cotado em R$150,50/@, à vista. Queda de 0,3% em relação ao fechamento da semana anterior.
No mercado atacadista de carne com osso os preços estão estáveis e o boi casado de bovinos castrados ficou cotado em R$9,49/kg. Apesar do lento escoamento da carne no atacado os estoques enxutos mantêm os preços firmes.
A margem das indústrias que desossam (Equivalente Scot Desossa) melhorou e está em 25,0%. A margem acima da média histórica permite aos frigoríficos pagamentos melhores para arroba do boi gordo, porém, a demanda enfraquecida no atacado tem limitado este movimento.

Mercado do milho perdeu sustentação

Mercado do milho perdeu sustentação





Mercado do milho perdeu sustentação
01/11/16 - 08:09 


A menor movimentação no mercado interno e as exportações brasileiras em um ritmo menor tiraram a sustentação dos preços do milho na segunda metade outubro. Na região de Campinas, em São Paulo, a saca de 60 quilos está cotada em R$39,00 para a entrega imediata, sem o frete, frente a negócios de até R$43,00 por saca no começo do mês.
Apesar da queda, o milho está custando 23,0% mais em relação ao mesmo período do ano passado. Em curto prazo a expectativa é de mercado mais frouxo, mas os estoques enxutos devem limitar as quedas nos preços.

Mercado do couro verde segue andando de lado

Mercado do couro verde segue andando de lado





Mercado do couro verde segue andando de lado
01/11/16 - 08:05 


No Brasil Central, a baixa demanda pelo produto tem resultado na dificuldade de escoamento pelos curtumes. Porém, a oferta não está grande e tem mantido os preços estáveis.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o couro verde comum está cotado em R$2,40/kg no Brasil Central, considerando o produto de primeira linha. Já no Rio Grande do Sul o couro verde comum está cotado em R$2,50/kg.
No Rio Grande do Sul o cenário é semelhante, mas a demanda restrita vem exercendo pressão baixista no mercado. No mercado externo a demanda está menor em relação ao início do ano. A desvalorização do dólar frente ao real tem sido um dos fatores para as quedas nas exportações.

Definidos os 40 finalistas do 26º Prêmio Ernesto Illy

Tradicional premiação dos melhores cafeicultores do Brasil acontecerá em março de 2017





Estão definidos os 40 cafeicultores finalistas do 26º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso. Os melhores grãos de café foram selecionados entre um total de 632 amostras, analisadas pela Comissão Julgadora, composta por diretores e classificadores da Experimental Agrícola do Brasil, braço da illycaffè no país.
A lista demonstra a tradicional predominância dos produtores mineiros no concurso. Teve representantes das regiões cafeeiras do Cerrado Mineiro, Matas de Minas, Chapada de Minas e Sul de Minas, além de um produtor de São Paulo. Os dois Estados têm concentrado os últimos campeões nacionais da premiação.
Especialistas da matriz da torrefadora, na Itália, estão no Brasil para integrar a equipe que selecionará os melhores cafés – entre eles, Anna Illy, diretora da empresa. Além dos campeões da categoria nacional, serão definidos também os vencedores das categorias regionais: Cerrado Mineiro, Sul de Minas, Chapada de Minas, Matas de Minas, Espírito Santo, Norte/Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo, Sul e Centro-Oeste.
Os três primeiros colocados nacionalmente receberão R$ 10 mil e uma viagem ao exterior para participar do 2º Prêmio Internacional Ernesto Illy, que reconhecerá os melhores cafés dos países fornecedores da empresa. Aos finalistas regionais, além de um montante em dinheiro, serão entregues diplomas. A cerimônia de premiação será realizada no dia 16 de março de 2017, em São Paulo.
Eis a lista dos 40 finalistas:
• ADEMIR MYAKI - MG
• ALZIRA CORSI DA SILVA MANTOVANELLI - MG
• AMANDA RIBEIRO MIAKI - MG
• ARTHUR CASTILHO - MG
• CARLOS ALBERTO DE PAIVA PELLICER - MG
• CARLOS ALBERTO RIBEIRO DE ANDRADE - MG
• CARLOS HENRIQUE RIBEIRO DO VALLE - MG
• CARMELITA HONORIO DOS SANTOS - MG
• CATARINA MIE TAKAHASHI MYAKI - MG
• CBI AGROPECUARIA - MG
• CLAUDIO MARTINS BELO - MG
• DANIELLA ROMANO PELOSINI - SP
• DECIO BRUXEL - MG
• DIOGO JOSE MYAKI - MG
• ECOAGRICOLA CAFE LTDA - MG
• EDILENE SOUZA DE OLIVEIRA FERREIRA - MG
• EDIVANDRO MARTINS AMANCIO - MG
• EDSON HIROAKI TAMEKUNI - MG
• EDUARDO LIMA DE SOUZA - MG
• GUILHERME GOTELIP JUNIOR - MG
• JORGE FERNANDO NAIMEG - MG
• JOSE CARLOS GROSSI - MG
• JOSE CARLOS GROSSI SEGUNDO - MG
• JOSE CARLOS PEREIRA - MG
• JOSE ROBERTO DA SILVA GOMES - MG
• JOSE SERRA NETTO - MG
• JUCEMAR ALVES MOREIRA - MG
• JULIANA TYTKO ARMELIN - MG
• JUSSARA REIS PEREIRA PELUCIO - MG
• LUCIANA MARTINEZ GROSSI - MG
• MARCOS CEZAR MIAKI - MG
• NEY JOSE ALVES FILHO - MG
• RAFAEL MARQUES DE ARAUJO - MG
• RAIMUNDO DIMAS SANTANA - MG
• RAIMUNDO DIMAS SANTANA FILHO - MG
• RAIMUNDO MARTINS - MG
• SEBASTIAO LEANDRO NERI - MG
• TAKAYUKI TAMEKUNI - MG
• VANDERLEI PAULO MARTINS - MG
• WALTER CESAR DUTRA - MG
Observação: A lista está em ordem alfabética e não reflete qualquer colocação


Data de Publicação: 01/11/2016 às 08:00hs
Fonte: ADS Comunicação Corporativa

Café Orfeu investe em relançamento da marca e aposta no crescimento da categoria de Cafés Especiais no Brasil



Há mais de 10 anos no mercado, Orfeu, que é reconhecido entre apreciadores e conhecedores de Cafés Especiais, entra em nova fase de investimento, expansão e divulgação da categoria para proporcionar aos brasileiros um dos melhores cafés do mundo




O Brasil é o maior produtor de café do mundo e o consumidor merece tomar o melhor café colhido aqui. É com essa premissa que Orfeu, há onze anos no mercado, investe em seu relançamento no país.
“Com lavouras de mais de 65 anos nas Fazendas Sertãozinho, em Minas Gerais, onde Orfeu é produzido, chegamos ao momento de profissionalização da empresa e renovação da marca, com o objetivo de acelerar o acesso à categoria de Cafés Especiais, combinando com o momento em que o consumidor brasileiro está mais receptivo a produtos de alta qualidade”, explica Amanda Capucho, Diretora Geral de Orfeu, baseando seu argumento em pesquisas com consumidores que confirmam a alta aceitação do produto.
Hoje, 90% da produção dos cafés especiais produzidos nas Fazendas Sertãozinho é exportada para diversos países, como Japão, Estados Unidos, França, Itália e Suíça. “Nossa meta é, em cinco anos, reverter este quadro e concentrar a maior parte da produção no mercado nacional, possibilitando ao brasileiro tomar o melhor café que o nosso país produz”, acrescenta a executiva.
O investimento no relançamento de Orfeu inclui novos maquinários para aumento da produção, novas tecnologias, treinamento de profissionais, inovação em estratégias de negócios e um trabalho de branding, comunicação, marketing e vendas.
“Aprimoramos nosso website, e-commerce e redes sociais e criamos novos produtos e acessórios para complementar a experiência com o nosso café. Fechamos parcerias estratégicas de distribuição dos nossos produtos com grandes supermercados e estabelecimentos selecionados, com o objetivo de chegar a mais de 500 pontos de venda até 2017”, complementa Amanda.
A marca também fará o lançamento de dois novos blends: Intenso, com o objetivo de atender ao paladar do brasileiro que aprecia um café mais encorpado com torra no estilo italiano, e Orgânico, que está dentro das tendências mundiais de consumo de alimentos e bebidas e certifica a não utilização de adubos químicos e defensivos agrícolas. Além disso, também irá incluir novas versões no portfólio, como embalagens de 250g de grãos torrado e moído e com granulometria específica para diferentes métodos, como FrenchPress e AeroPress.
O relançamento de Orfeu Cafés Especiais começa em outubro e contempla, ainda, atualização da logomarca, modernização das embalagens e campanha com o tema “Motivos para descobrir Orfeu”, com imagens exclusivas feitas pelo renomado fotógrafo de gastronomia Sergio Coimbra. “Ao estudar o mercado, entendemos que ainda poucos conhecem a classificação de Cafés Especiais. Os atributos e valores de Orfeu surpreendem e mobilizam as pessoas, causando o desejo de experimentar. Este foi o insight para a estratégia da campanha: convidar o consumidor a descobrir Orfeu, elencando uma série de motivos que o diferenciam”, explica Amanda.
As peças serão veiculadas em mídia impressa, online e em uma exposição no evento de relançamento da marca. Também haverá um comercial que será exibido na televisão e internet.
A agência responsável pela nova campanha da marca é a WE. Cynthia Horowicz (consultora de marca e empresária), Carolina Roxo (Roxo Atelier) e Pedro Cappeletti (Pedro e o Lobo Design) são os responsáveis pelos estudos de mercado e da marca e pelo projeto de reposicionamento e branding de Café Orfeu.
Motivos para descobrir Orfeu
No mercado de café, as categorias são divididas em Especial, Gourmet, Superior e Tradicional. A bebida é considerada de Categoria Especial quando seus atributos de qualidade, como características físicas, origem, variedade, cor, tamanho e até preocupações ambientais e sociais em sua produção são avaliados como excepcionais. São cafés considerados perfeitos e sem defeitos.
Orfeu é um dos poucos cafés disponíveis no varejo que possui o selo certificado pela BSCA – Brazilian Specialty Coffee Association, que o classifica, com todas suas qualidades, na categoria de Cafés Especiais. A marca se orgulha de ter conquistado diversos prêmios nacionais e internacionais, como quatro “Cup of Excellence”, dois “Coffee of the Year” e o primeiro lugar no “Late Harvestm”, na Suíça.
Orfeu é um dos poucos cafés cultivados em fazendas próprias. Sua produção é totalmente artesanal. As mudas são desenvolvidas nas próprias fazendas e recebem atenção especial para que cresçam saudáveis. A colheita, feita manualmente, é composta por grãos 100% Arábica cuidadosamente selecionados e complementada por tecnologia de ponta.
Nos terreiros, o café é estendido ao sol e revolvido pelo menos 15 vezes ao dia até atingir apenas 11% de umidade. Na classificação, uma equipe especializada analisa as amostras e avalia critérios como doçura natural, aroma, corpo, cremosidade e acidez. Na torrefação são cuidadosamente selecionados e passam por diferentes etapas de beneficiamento (por tamanho, peso e cor), com tolerância zero a defeitos. Esta dedicação garante que as características especiais de sabor e aromas que compõem Orfeu sejam mantidas.
Todo o processo de embalagens é feito nas Fazendas Sertãozinho, o que garante a procedência, qualidade e frescor do café que chega até a xícara do consumidor. As cápsulas, compatíveis com o sistema Nespresso®, também são fabricadas dentro da fazenda, uma das poucas empresas no mercado a realizar sua própria produção.
Blends de Orfeu
Orfeu oferece cinco blends exclusivos que garantem o café perfeito para diferentes paladares, em diferentes momentos e utilizando diferentes formas de extração:
Intenso
De aroma intenso com notas de frutas secas, como uva passa e ameixa, o Orfeu Intenso é um café com residual longo, doçura alta, acidez baixa e bebida encorpada. Ele é produzido com grãos Arábica da variedade Catuaí Vermelho, cultivados a 1.240 metros de altitude nas montanhas da Fazenda Sertãozinho, no Sul de Minas.
Pode ser apreciado nas versões:
Grãos – 250g
Torrado e moído – 250g
Cápsulas – Caixa com 10 cápsulas
Clássico
De aroma complexo com notas florais, frutadas e caramelo, o Orfeu Clássico é um café de sabor persistente e agradável, livre de adstringência e com acidez equilibrada. Ele é produzido com grãos Arábica das variedades Bourbon Amarelo e Catuaí, cultivados de 1.100 a 1.400 metros de altitude nas montanhas das Fazendas Sertãozinho e Fazenda Rainha, no sul de Minas Gerais.
Pode ser apreciado nas versões:
Grãos – 1kg e 250g
Torrado e moído – 250g
Cápsulas – Caixa com 10 e 20 cápsulas
Sachê – Caixa com 20 sachês
Suave
De final delicado, com sabor agradável e livre de adstringências, Orfeu Suave é um café de corpo baixo e acidez acentuada. Aroma intenso e repleto de notas cítricas, ele é cultivado a 1400 metros de altitude no Vale da Grama, região do Estado de São Paulo conhecida pela tradição no cultivo de cafés de alta qualidade.
Pode ser apreciado nas versões:
Grãos - 1kg e 250g
Torrado e moído – 250g
Cápsulas – Caixa com 10 e 20 cápsulas
Descafeinado
Bebida encorpada, de baixa acidez, aroma suave e notas de chocolate, Orfeu Descafeinado utiliza Swiss Water como método de extração de cafeína, processo à base de água e totalmente livre do uso de elementos químicos, que garante sabor agradável e livre de amargor. Cultivado a mais de 1.100 metros de altitude nas montanhas ao sul de Poços de Caldas, região vulcânica de solo rico em minerais.
Pode ser apreciado nas versões:
Grãos – 250g
Torrado e moído – 250g
Cápsulas – Caixa com 10 cápsulas
Orgânico
Bebida equilibrada, acidez média com alta doçura e notas de chocolate e caramelo, Orfeu Orgânico é produzido com grãos 100% Arábica da variedade Arara, que é muito vigorosa e possui grãos amarelos uniformes de peneira alta, cultivados a 1.300 metros de altitude, no sul de Minas Gerais. A certificação de café orgânico comprova a não utilização de adubos químicos e defensivos agrícolas na produção deste blend.
Pode ser apreciado nas versões:
Grãos – 250g
Torrado e moído – 250g
Cápsulas – Caixa com 10 cápsulas
Site e Loja Virtual: www.cafeorfeu.com.br


Data de Publicação: 01/11/2016 às 07:00hs
Fonte: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação