sábado, 1 de julho de 2017

APROSOJA CONTINUA CAMPANHA PARA EQUIPAR HOSPITAL DE CÂNCER

APROSOJA CONTINUA CAMPANHA PARA EQUIPAR HOSPITAL DE CÂNCER

A campanha da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) para arrecadar R$ 1,5 milhão para equipar leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCan) continua. O prazo final é 15 de setembro.
Com o recurso, a meta é que dez leitos de UTI, exclusivos para crianças e adolescentes, sejam totalmente equipados. Atualmente, Mato Grosso conta com 50 leitos de UTI e eles são destinados tanto para adultos quanto para pacientes infanto-juvenis, para todo e qualquer ocorrência.
A campanha da associação começou em maio, durante o Circuito Aprosoja, realizado em seus 24 Núcleos. Cada Núcleo tem como meta arrecadar R$ 66 mil, valor que pode ser tanto em espécie como por meio de sacas de milho, cujo valor de venda será revertido para a campanha.
“O importante é doar. Lembramos que estamos, neste momento, em plena colheita do milho e o produtor interessado pode entrar em contato com os Núcleos da Aprosoja para realizar as doações”, diz Tuka Martins, gerente administrativa da Aprosoja.
Até o momento, foram arrecadados R$ 307 mil. “As doações não precisam ser apenas de agricultores. No interior, os Núcleos estão fazendo campanha junto à sociedade, no comércio, indústria ou com conhecidos. O importante é colaborar”, destaca Tuka.
Em 2012, a Aprosoja e a Casa Cor Mato Grosso realizaram campanha para reconstruir uma ala do Hospital de Câncer que estava abandonada há 17 anos. À época, os produtores rurais do estado conseguiram arrecadar mais de R$ 2 milhões. “Acreditamos, também, que desta vez atingiremos nossa meta”.

PETROBRÁS REDUZ PREÇO DO DIESEL

PETROBRÁS REDUZ PREÇO DO DIESEL

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira, redução de 5,9% do preço da gasolina nas refinarias. Além desse corte, a estatal também diminuiu o preço do diesel em 4,8%. Os novos valores começaram a ser aplicados a partir de meia-noite.
Em nota, a empresa informou que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados e, por isso, os ajustes feitos nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor.
“Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores”, informou a estatal na nota.
Caso o ajuste anunciado seja integralmente repassado ao consumidor, o diesel pode cair 2,7%, ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média; a gasolina poderia recuar 2,4% ou R$ 0,09 por litro, em média.

BRASIL DEVOLVEU 62,5% DA CARNE COMPRADA DOS EUA, DIZ MAGGI

BRASIL DEVOLVEU 62,5% DA CARNE COMPRADA DOS EUA, DIZ MAGGI

O Brasil teve que devolver 62,5% da carne importada dos Estados Unidos, desde a abertura do mercado entre os dois países. A informação foi divulgada, ontem à noite, pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Ele explicou, em uma rede social, que a devolução antes do embargo anunciado no último dia 22 e ocorreu devido a problemas de rotulagem, rastreabilidade e certificação.
“O Brasil e os Estados Unidos (EUA) trabalham em conjunto para resolver os problemas. Quando os EUA liberaram a importação de carne do Brasil, nós fizemos o mesmo: liberamos o mercado brasileiro para carne fresca vinda dos EUA. Após poucos meses, ficou a certeza de que os dois países precisam aprender a lidar com o novo mercado”, afirmou o ministro.
Segundo Maggi, enquanto o Brasil está temporariamente impedido de vender para os norte-americanos, eles também tiveram restrições nos produtos exportados. “Do total de 32 containers de carne frescas e miúdos, 20 foram devolvidos por motivos de rotulagem, rastreabilidade e certificação. Significa que 62,5% do exportado pelos EUA para o Brasil, teve que retornar àquele país. Antes do comércio, vem a segurança e proteção dos consumidores de ambos os países”, destacou.
Este mês, uma missão técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai aos Estados Unidos no início de julho para discutir o fim da suspensão da compra da carne bovina in natura brasileira. Somente após o retorno da missão é que Blairo Maggi vai aos EUA para tratar sobre o assunto pessoalmente com o secretário de Agricultura do governo Trump, Sonny Perdue.
O secretário de Defesa Agropecuária, Luiz Eduardo Rangel, disse que o processo para reverter a decisão do governo norte-americano de suspender a compra da carne bovina fresca brasileira deve demorar pelo menos um mês, a partir da data do anúncio da restrição.
Os Estados Unidos apontaram inconformidades em cortes de bovinos exportados pelo Brasil, atribuídos a reações à vacinação contra a febre aftosa, como justificativa para interromper as importações.
Rangel disse que o processo é um pouco lento em função dos ritos que devem ser seguidos. Lembrou que, após o anúncio da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, foram gastas semanas para levantar a suspensão em alguns mercados. “Naquele caso, o fechamento foi muito mais por um efeito midiático do que técnico”, observou.
No último dia 23, o Mapa determinou mudanças na inspeção da carne brasileira exportada para todos os países. Durante coletiva à imprensa, o secretário-executivo do Ministério, Eumar Novacki, enfatizou que todos os cortes dianteiros de bovinos serão fatiados antes do embarque para evitar problemas como os que foram alegados pelos americanos para determinar a suspensão da compra da carne brasileira.

SOJA FECHA SEMANA COM MAIS DE 4% DE ALTA EM CHICAGO

SOJA FECHA SEMANA COM MAIS DE 4% DE ALTA EM CHICAGO

Durante toda a semana o mercado internacional da soja pautou-se pelos esperados relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) desta sexta-feira (30). E quando os resultados chegaram, o impacto das informações foi imediato.
Somente no pregão desta sexta as altas entre os princpais futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago foram de mais de 2%, levando o vencimento novembro/17 – o mais negociado agora e referência para a safra americana – voltou a superar os US$ 9,50 por bushel. Os futuros do milho e do trigo também subiram de forma bastante expressiva.
O contrato encerrou a sessão com alta de 3,24% e valendo US$ 9,54 por bushel. Na semana, as principais posições acumularam ganhos de mais de 4%, com todas acima dos US$ 9,40. “O estoque trimestral abaixo da expectativa geral – associado ao alívio da confirmação de uma área de soja menor, mesmo que dentro do esperado – motivaram os fundos a apostarem no quadro climático”, explica a analista de mercado da Labhoro Corretora, Andrea Cordeiro.
Em seu reporte de estoques trimestrais, o USDA apontou os números da soja em 26,21 milhões de toneladas, abaixo da média das expectativas de 26,7 milhões de toneladas. O número é 11% maior do que o de junho de 2016.
Já no boletim de área de plantio, confirmou o aumento de 7% em relação à safra 2016/17 com uma estimativa de 36,2 milhões de hectares (89,5 milhões de acres). Os traders esperavam algo entre 35,98 e 36,83 milhões de hectares (88,9 a 91 milhões de acres), com uma média esperada de 36,4 milhões.
No quadro climático, as previsões para os próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias indicam para o Meio-Oeste norte-americano o clima ainda quente e úmido, enquanto as Planícies do norte podem seguir sendo penalizadas pelo tempo mais seco, de acordo com informações do NOAA, o serviço oficial de clima do governo norte-americano.
As condições, portanto, ainda pesam sobre o desenvolvimento do trigo americano e também seguem no radar dos traders. Nos próximos sete dias, as chuvas também são volumosas e bem distribuídas no Corn Belt.
Complementando o quadro de intensa volatilidade para os futuros da soja na CBOT neste período de final de semana, de mês e de semestre, a necessidade de ajuste é ainda mais intensa, soando, como explicam analistas e consultores, como oportunidade para os fundos investidores. E há ainda um feriado nos EUA na próxima semana.
Com a comemoração do Dia da Independência em 4 de julho, próxima terça-feira, o mercado em Chicago fecha uma hora mais cedo na segunda-feira (3) e não funciona no dia seguinte. Assim, o reporte semanal de acompanhamento de safras divulgado, tradicionalmente, às segundas, na semana que vem chega na quarta-feira (5). “Muito frequentemente temos volatilidade nessa situação e ainda mais nesse momento que temos falta de chuvas nas Dakotas”, complementa Andrea.
Para Bob Burgdorfer, analista de mercado do portal internacional Farm Futures, os volumes de chuvas e a amplitude de sua cobertura nos próximos dias serão as principais informações nas mentes dos traders. “Agora, os reportes do USDA já são história”, diz.
Preços no Brasil
Ainda segundo analistas e consultores de mercado, o clima nos EUA e o desenvolvimento das lavouras por lá e mais a movimentação do câmbio irão compor o conjunto de fatores que deverá direcionar a comercialização no mercado brasileiro. Até este momento, os produtores vinham também esperando pelos números do USDA e seguindo as últimas previsões e seu impacto na formação das cotações para definir suas estratégias e se participava do mercado ou não.
As últimas altas observadas na Bolsa de Chicago, assim, permitiram que o balanço para os preços nacionais também fosse positivo nesta semana. Os ganhos no mercado físico disponível, entre as principais praças de comercialização variaram de 0,53% – em Primavera do Leste, onde o último preço foi de R$ 57,10 – a até 5,71%, para R$ 58,67, no Oeste da Bahia.
Nos portos, a soja disponível subiu entre 1,44% e 3,65%, para encerrar com R$ 70,65 por saca em São Francisco do Sul e com R$ 71 em Rio Grande. A oleaginosa da safra nova ficou com R$ 72,50 em Paranaguá e R$ 75,50 no terminal gaúcho.
Com a puxada forte desta sexta-feira, os sojicultores brasileiros aproveitaram para vir a mercado e fazer bons negócios, conseguindo compensar a movimentação mais fraca dos dias anteriores. Nos melhores momentos do dia, afinal, os preços alcançaram os R$ 72,00 por saca, com uma mãozinha que veio também do dólar.
Na semana, a moeda americana subiu 0,79% para fechar, nesta sexta-feira, com R$ 3,3128. No mês, o ganho foi de 2,36% e, somente no segundo trimestre desse ano, a divisa acumula um avanço de 5,8%. “Em 2017 até junho, o dólar ficou 1,94 por cento mais caro”, informa a agência de notícias Reuters.
“Lá fora, a vertente clima americano e, aqui dentro, a questão cambial. Até esse momento, ainda temos um encaminhamento de safra grande nos Estados Unidos. Provavelmente, com um padrão de produtvidade um pouco mais baixo, mas temos que lembrar que a área está aumentando 7%. E entendo que não há luz no fim do túnel em relação à essa crise política no Brasil, acredito que ainda tem muita coisa pra acontecer e estamos longe de ter calmaria. Acho que o câmbio mudou de patamar e ao decorrer, pode dar novas puxadas. Com as puxadas de Chicago ou do dólar, vamos fazendo média e desovando essa soja”, orienta o consultor de mercado Flávio França Junior, da França Junior Consultoria.

DNIT executa 80% de obras na BR-163 entre a Serra de São Vicente e Jaciara; termino previsto para 2018 vídeo

Da Redação - Viviane Petroli
01 Jul 2017 - 14:24




O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) já executou 80% das obras da BR-163 em Mato Grosso no trecho entre a Serra de São Vicente e Jaciara. A previsão é que o trecho seja concluído no primeiro semestre de 2018, incluindo os contornos duplicado da travessia urbana de Jaciara e do IFMT- Campus de São Vicente.


DNIT investirá R$ 2,2 bi em obras restauração e manutenção das BRs-158, 163 e 364
 
O DNIT é responsável pelas obras de duplicação das BRs-163/364 entre Cuiabá e Rondonópolis.
 
Neste momento, além da implantação de pista nova, o Consórcio Sanches Tripoloni - Contécnica realiza a restauração do asfalto antigo, o substituindo por concreto, o que proporcionará maior resistência e durabilidade diante o grande fluxo de veículos pesados com destino aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
 
Hoje, a BR-163, sentido Sul e Sudeste, é a principal rota de escoamento da produção agropecuária de Mato Grosso.
 
De acordo com informações do DNIT, o investimento total estimado é de R$ 920 milhões, dividido em três lotes de obras.
 
O Superintendente Regional do DNIT no Estado de Mato Grosso, Orlando Fanaia Machado, frisa que o Governo Federal tem priorizado a obra no trecho entre Cuiabá e Rondonópolis em decorrência a grande importância do agronegócio na contribuição do equilíbrio da balança comercial brasileira.

 

Construtora GMS realiza sábado de ofertas com até 15% de desconto em imóveis

Da Redação - Viviane Petroli
01 Jul 2017 - 12:55




O Grupo GMS Imobiliária e Construtora realiza neste sábado, 1º de julho, até às 16h, um dia especial para aqueles que querem sair do aluguel ou adquirir um imóvel novo. Diversos empreendimentos, segundo a empresa, encontram-se com condições especiais para compra e com até 15% de desconto.



Construtora GMS lança “oferta relâmpago” de 25% de desconto em imóveis durante o carnaval
 
São imóveis prontos para morar ou em fase conclusão das obras, como os empreendimentos Torres do Parque, Jardim Olivia, Maison Nicole, Residencial Torres de Madri e Edifício Arthur Residencial.
 
De acordo com informações do prestador de serviços da GMS Imobiliária e Construtora, José Benedito Franco de Godoi Junior, o consumidor poderá encontrar imóveis com até 15% de desconto.
 
A GMS Imobiliária e Construtora está no mercado há 36 anos. Entre os imóveis prontos para morar está o Torres do Parque, localizado no bairro Santa Marta, em Cuiabá. O empreendimento conta com 96,97 metros quadrados, três quartos (sendo uma suíte) e duas vagas na garagem.
 
Já entre os imóveis em obras está o Edifício Arthur Residencial no bairro Duque de Caxias II.O empreendimento conta com imóveis entre 114 metros quadrados e 206 metros quadros, três suítes, duas ou quatro vagas na garagem.

Técnicos do Mapa devem seguir aos EUA dia 05 para negociar retomada de venda de carne bovina

Da Redação - Viviane Petroli
01 Jul 2017 - 08:13




Técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) devem seguir para os Estados Unidos no próximo dia 05 de julho para negociar a retomada da venda de carne bovina in natura. O país norte-americano embargou no dia 22 de junho 13 plantas frigoríficas brasileira, sendo duas em Mato Grosso, após a constatação de abcessos, provocados pela vacina contra a aftosa, na carne fresca enviada.



Processo para reverter embargo dos EUA deve demorar pelo menos 30 dias, diz Ministério da Agricultura
 
De acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), somente após o retorno da equipe técnica da pasta dos Estados Unidos é que o ministro Blairo Maggi seguirá para o país norte-americano para tratar sobre o assunto pessoalmente com o secretário de Agricultura do governo Trump, Sonny Perdue.
 
O anuncio dos Estados Unidos de suspender 100% (13 plantas) as importações de carne fresca do Brasil foi feito no dia 22 de junho, pelo secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue.
 
Em comunicado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que está testando 100% da carne Brasileira que entra no país. O documento informa ainda que nesses testes, 11% dos produtos de carne brasileira importados foram rejeitados. "Esse resultado está substancialmente acima do que a taxa de rejeição de 1% das entregas vinda do resto do mundo", diz o USDA.
 
Nesta semana o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luiz Eduardo Rangel, destacou que uma carta com respostas aos questionamentos dos Estados Unidos está sendo elaborada. Ainda de acordo com Rangel, o processo para reverter à decisão dos Estados Unidos quanto à suspensão da compra da carne bovina in natura (fresca) brasileira deve demorar pelo menos um mês.
 
Das 13 plantas suspensas duas estão localizadas em Mato Grosso: JBS (Barra do Garças) e Marfrig (Paranatinga).
 
Durante entrevista coletiva no dia 23 de junho, o secretário-executivo do Mapa, Eumar Novacki, afirmou que plantas frigoríficas que exportam para os Estados Unidos serão auditadas, com o objetivo de dar respostas ao governo e a importadores daquele país e restabelecer as negociações no setor. Novacki afirmou, ainda, que todos os cortes dianteiros de bovinos serão fatiados antes do embarque para evitar problemas como os que foram alegados pelos norte-americanos para determinar a suspensão da compra da carne brasileira.