quinta-feira, 31 de março de 2016

Aumento das promoções incide em novo retrocesso na cotação da caixa de ovos

Aumento das promoções incide em novo retrocesso na cotação da caixa de ovos





Aumento das promoções incide em novo retrocesso na cotação da caixa de ovos
31/03/16 - 10:20 


Ontem, quarta, confirmando o momento de excesso de mercadorias, houve nova e forte queda –3ª da semana, 4ª do mês, 12ª do ano – que derrubou o preço médio diário da caixa de ovos brancos no mercado paulista para R$76,00, preço praticado pela última vez no final do mês passado.
Segundo a Jox Assessoria Agropecuária as ofertas seguiram excessivas em todos os elos da cadeia de comercialização e houve promoções visando dar maior giro nas mercadorias da granja ao varejo. Enfim, o término da Quaresma aliado à descapitalização do consumidor tem sido péssimo para o setor de postura comercial.
Com essa nova queda, o preço médio diário, agora, se encontra 2,6% abaixo do comercializado na abertura do mês. A média mensal, por ora, se encontra quase 29% acima do alcançado no ano passado. Mas não deve ser motivo de comemoração, pois o milho, principal item de custo, aumentou 65% no mesmo período.

Suínos/Cepea: média do animal vivo volta a subir na maioria das regiões

Suínos/Cepea: média do animal vivo volta a subir na maioria das regiões





Suínos/Cepea: média do animal vivo volta a subir na maioria das regiões
31/03/16 - 10:16 


Os preços médios do suíno vivo em março superam os de meses anteriores na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse cenário é verificado depois de produtores terem amargado consecutivas quedas ao longo de janeiro e fevereiro, num cenário de custos de produção elevados.
Apesar do enfraquecimento da demanda, em parte justificado pelo período da Quaresma, os preços do animal vivo subiram, influenciados pela posição mais firme de produtores independentes e também pelo bom ritmo das exportações no correr deste mês. Em Santa Catarina, o suíno vivo teve média de R$ 3,10/kg em março, alta de 5,8% frente a fevereiro. Nos três meses anteriores, no entanto, o movimento foi de seguidas quedas na maior parte das regiões.
Em dezembro, a média foi de R$ 3,61/kg, caiu para R$ 3,32/kg em janeiro e para R$ 2,93/kg em fevereiro. O preço de março, portanto, ainda é 6,6% menor que o de janeiro. A carne (carcaças comum e especial), no entanto, segue em queda no segmento atacadista.

Estoque de milho da safra passada pode ter se esgotado

Estoque de milho da safra passada pode ter se esgotado





Estoque de milho da safra passada pode ter se esgotado
31/03/16 - 10:16

 
Técnicos e analistas em geral vinham apontando que - a partir de março, com o início dos embarques de soja – as exportações de milho retornariam ao seu nível habitual e, com isso, os preços retrocederiam a valores, digamos, mais palatáveis. 
Mas como, março terminando, os preços do grão permanecem não só elevados, mas também em alta
- o preço médio no interior paulista, antes de terminado o mês, supera os R$50,00/saca, sugerindo aumento de pelo menos 13% em relação a fevereiro – a percepção que fica é a de que, frente aos preços extremamente atrativos e à expectativa de mais elevações, o produtor “sentou-se” sobre os estoques. Será?
O último levantamento de safra da CONAB sugere que não, apontando até que os estoques existentes podem ter se esgotado. A propósito, vejam-se os números.Pelas projeções da CONAB, o estoque final da safra 2014/15 deveria girar em torno dos 10,5 milhões de toneladas, caindo mais de 10% em relação à safra anterior. Uma estimativa sem dúvida correta não fosse o fato de, já em dezembro, o dólar ter se aproximado da casa dos R$4,00 e tornado as exportações extremamente convidativas.
A realidade é que, só no trimestre dezembro/15-fevereiro/16 – ou seja, antes que o produto da safra 2015/2016 começasse a chegar ao mercado – exportou-se volume de milho quase 110% superior ao de idêntico período anterior. Quer dizer: enquanto a CONAB previu, para o ano-safra, aumento de 50% nas exportações, os embarques dos últimos meses mais do que dobraram, subindo de 7,7 milhões de toneladas para cerca de 16,1 milhões de toneladas – um volume que supera em mais de 50% o estoque final previsto.
No momento já se opera com milho da nova safra, a primeira do ano. Mas essa que já foi a safra principal agora contribui com apenas um terço da produção nacional de milho. Não só: o volume previsto para a presente “primeira safra” – pouco mais de 28,2 milhões de toneladas – não chega a atender nem a metade do consumo nacional previsto pela CONAB – perto de 58,4 milhões de toneladas.
Infelizmente, parece, não será tão cedo que os preços do milho retornarão a padrões que apresentem mais compatibilidade com a realidade econômica brasileira. E como até os fornecedores externos, tudo indica, se prevalecerão dessa realidade, o setor avícola continuará forçado a adequar a produção a níveis que possibilitem repassar o abusivo aumento de custos. Até, pelo menos, que chegue a segunda safra. Outrora, safrinha; hoje, safra principal.
 


Boi/Cepea: em termos nominais, valores atuais são os maiores da série

Boi/Cepea: em termos nominais, valores atuais são os maiores da série





Boi/Cepea: em termos nominais, valores atuais são os maiores da série
31/03/16 - 10:12 


A oferta de animais para abate continua reduzida, resultando em novos aumentos nos preços da arroba na maioria das regiões. Neste mês, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo (mercado paulista) subiu 1,15%, fechando a R$ 157,72 nessa quarta-feira, 30.
Em termos nominais, os atuais patamares são os maiores de toda série, iniciada em 1994. Em termos reais (preços deflacionados pelo IGP-DI de fevereiro/16), os valores são inferiores apenas às médias mensais verificadas entre novembro de 2014 e junho de 2015, quando ultrapassavam os R$ 160,00 – o recorde real, de R$ 163,74, foi registrado em abril de 2015. 

Café/Cepea: Rondônia inicia colheita de robusta da safra 2016/17

Café/Cepea: Rondônia inicia colheita de robusta da safra 2016/17





Café/Cepea: Rondônia inicia colheita de robusta da safra 2016/17
31/03/16 - 10:10 


O segundo maior estado produtor de robusta, Rondônia, começa a colher a safra 2016/17. Mesmo com muitos grãos ainda verdes nos pés, produtores têm selecionado os cafés mais maduros para formar os primeiros lotes a serem entregues para o cumprimento de contratos.
Chuvas em muitas regiões também interrompem as atividades de forma pontual e atrasam a maturação, mas isso não tem impedido que algum volume já comece a chegar ao mercado disponível.
No Espírito Santo, o início efetivo da colheita do robusta é esperado para meados de abril. Por enquanto, apenas grãos precoces chegam para classificação e para prova, sendo que a maioria vem sendo classificada como tipos 7 e 7/8, o que é normal para o período. 

Abimaq espera anúncio de remanejamento de recursos para Moderfrota nesta semana

Abimaq espera anúncio de remanejamento de recursos para Moderfrota nesta semana



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Abimaq espera anúncio de remanejamento de recursos para Moderfrota nesta semana
31/03/16 - 10:08 


O remanejamento de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Programa de Modernização da Frota Agrícola (Moderfrota) deve ser anunciado pelo governo ainda nesta semana, segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza. A linha de crédito receberia recursos de outras duas linhas subutilizadas, uma para silos de armazenagem e outra para agricultura de médio-porte.
Juntas, elas garantiriam R$ 2 bilhões para o financiamento de máquinas agrícolas, o que, segundo Pastoriza, seria "o suficiente para chegar ao fim do ano-safra". "Estamos assegurados pelo governo de que não faltarão recursos à principal linha de crédito de máquinas agrícolas", afirmou nesta quarta-feira, 30, em evento de lançamento da Agrishow, em São Paulo.
Pastoriza afirmou, ainda, que a receita com a venda de máquinas agrícolas neste ano não deve crescer, ficando em torno de R$ 15 bilhões, sendo R$ 1 bilhão movimentado em decorrência da Agrishow. A avaliação do representante é de que o câmbio tem mantido as margens dos produtores positiva, o que não deve afetar a compra de máquinas.

Política de crédito agrícola diferenciada é a grande demanda do Nordeste

Política de crédito agrícola diferenciada é a grande demanda do Nordeste





Política de crédito agrícola diferenciada é a grande demanda do Nordeste
31/03/16 - 09:57 


A Comissão Nacional de Política Agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) encerrou, nesta quarta-feira (30/03), em Natal, (RN), o ciclo de workshops para levantar propostas de aprimoramento para o Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017. As demandas dos produtores de todas as regiões do país e mais MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foram recebidas e serão compiladas num conjunto de propostas que, em breve, será encaminhado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
As maiores expectativas dos produtores da região Nordeste dizem respeito a uma política diferenciada de crédito agrícola para o semiárido nordestino, a garantia de preços mínimos para alguns produtos, acesso a insumos para alimentação animal, como milho e soja, além de seguro agrícola igualmente diferenciado para os produtores da região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Segundo o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (FAERN) e presidente da Comissão Nacional da Região Nordeste do Brasil da CNA, José Vieira, anfitrião do encontro, é fundamental enxergar a relevância de uma política diferenciada para a região a partir de dificuldades específicas de quem produz no semiárido. “Daí a importância do workshop desta quarta-feira, no qual todos os participantes agregaram valiosas informações a serem incluídas no Plano Safra 2016/2017”, lembrou.
Para o presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), José Mário Schreiner, as reuniões buscaram traduzir os anseios dos produtores das regiões para que se possam atender suas reais necessidades. “Essa iniciativa inovadora vai tornar o Plano Agrícola ainda mais democrático”, disse.
O superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, acrescentou que o Nordeste terá um capítulo específico no Plano Agrícola e Pecuário, como é de praxe, pois muitas demandas são específicas e se diferem das demais regiões brasileiras. “A finalidade é captar as diferenças e dificuldades do sistema produtivo. No caso do Nordeste e Norte, que se diferem bastante do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as questões climáticas e logísticas são as que mais interferem na rentabilidade dos produtores. Por isso, é preciso uma análise mais detalhada a fim de contemplar todas as demandas de forma igualitária”.
Lucchi disse que a expectativa é que o próximo Plano Agrícola e Pecuário contemple de forma abrangente as diversidades brasileiras, a cultura heterogênea do país, além dos vários sistemas produtivos. “Queremos manter essa vantagem competitiva que nós temos, por isso que trabalhamos para valorizar políticas públicas adequadas para cada região”, finalizou.

Agrolink com informações de assessoria