As principais posições da commodity exibiam quedas entre 1,00 e 1,25 pontos, perto das 8h37 (horário de Brasília)
As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta segunda-feira (2) em campo negativo. As principais posições da commodity exibiam quedas entre 1,00 e 1,25 pontos, perto das 8h37 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/17 era cotado a US$ 3,54 por bushel, enquanto o março/18 operava a US$ 3,66 por bushel.
O mercado voltou a recuar após encerrar a última sexta-feira do lado positivo da tabela. As cotações encontraram suporte nos números dos estoques trimestrais, reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que ficaram abaixo das expectativas dos participantes do mercado.
De acordo com o analista de mercado internacional, Benson Quinn Commodities, "o mercado precisa de novas notícias para voltar a subir". Além disso, o bom andamento da colheita do cereal nos EUA também acaba limitando os ganhos, conforme ponderam os especialistas. Ainda nesta segunda-feira, o USDA atualiza as informações sobre a colheita do cereal.
O departamento também reporta seu novo boletim de embarques semanais, importante indicador de demanda e que pode influenciar o andamento das negociações em Chicago.
Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:
Em Chicago, milho sobe nesta 6ª feira com números dos estoques trimestrais; foco do mercado é a colheita nos EUA
A semana foi de ligeiras valorizações aos preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). De acordo com levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as principais posições do cereal exibiram ganhos entre 0,27% e 0,57%. Nesta sexta-feira (29), os contratos da commodity acumularam altas entre 2,50 e 2,75 pontos. O vencimento dezembro/17 era cotado a US$ 3,55 por bushel, enquanto o março/18 era negociado a US$ 3,67 por bushel.
Segundo informações da Reuters internacional, as cotações do milho encontraram suporte nos números dos estoques trimestrais, reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Em 1º de setembro, os estoques americanos de milho ficaram em 58,3 milhões de toneladas.
Em igual período do ano anterior, o número estava era 32% maior do que o reportado pelo departamento. O número também ficou abaixo das projeções dos participantes do mercado, próximas de 59,7 milhões de toneladas do cereal. "Ainda assim, os estoques são um dos maiores da história e tendem a limitar um avanço mais significativo dos preços", reportou a Granoeste Corretora de Cereais.
Paralelamente, os participantes do mercado seguem atentos ao andamento da colheita do cereal nos Estados Unidos e a confirmação dos rendimentos das lavouras. Até o início da semana, cerca de 11% da área plantada nesta temporada já havia sido colhida, de acordo com boletim do USDA. As informações serão atualizadas na próxima segunda-feira.
"O bom ritmo da colheita da safra norte-americana e a produtividade adequada limitaram a possibilidade de ganhos mais acentuados", acrescenta a Granoeste. Por outro lado, a perspectiva de chuvas para algumas regiões produtoras de milho no Brasil também permanece no radar dos investidores.
Mercado brasileiro
A sexta-feira foi de ligeira movimentação aos preços do milho no mercado brasileiro. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, em Londrina (PR), o valor subiu 4,88% e a saca fechou o dia a R$ 21,50. Em Campinas (SP), a valorização foi de 1,69%, com a saca a R$ 30,10. No Porto de Paranaguá, a saca futura, para entrega em outubro/17, terminou o dia estável a R$ 29,00.
As atenções dos participantes do mercado estão voltadas ao comportamento do clima no país. O tempo quente e seco registrado no início da semana, que atrasou o começo dos trabalhos nos campos da safra 2017/18, acabou afastando os produtores do mercado, segundo informações do Cepea.
"Além da preocupação quanto a uma possível menor oferta da temporada de verão, agentes consultados pelo Cepea acreditam que o clima também pode interferir na segunda safra, devido à semeadura tardia no Centro-Oeste", destacou em nota o Cepea.
Porém, a perspectiva é que a faixa central do país receba chuvas a partir do próximo domingo (1). Conforme informações do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), algumas localidades de Mato Grosso receberam até 60 mm de chuvas. Em contrapartida, as exportações elevadas, também têm mantido os produtores retraídos.
Dólar
Enquanto isso, o dólar, outro importante componente na composição dos preços fechou a sexta-feira com queda de 0,48%, a R$ 3,1676 na venda. "Os investidores corrigiram parte da alta acumulada na semana em dia de ambiente político mais tranquilo e notícias econômicas mais favoráveis", informou a Reuters.
Data de Publicação: 02/10/2017 às 10:50hs
Fonte: Notícias Agrícolas
Fonte: Notícias Agrícolas

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