Publicado em 06/08/2018 08:17
Com as imagens aéreas, agrônomos identificam falhas na plantação e a solução vem mais rápido. Com isso, há uma corrida pelo curso de pilotagem.
No Centro-Oeste do Brasil, produtores rurais estão investindo em cursos que têm mais a ver com tecnologia do que com agricultura. Mas que ajudam a melhorar e a aumentar a produção.
Imagine ver tudo do alto, sem precisar sair do chão. Foi assim que o Márcio acompanhou cada etapa de crescimento das plantas. Com um drone, ele não tirou os olhos da lavoura.
“A gente faz os voos semanalmente ou mensalmente ou conforme a orientação do coordenador de agricultura”, explicou Márcio Smaniotto, técnico de operações agrícolas.
Foi a primeira vez que a fazenda usou esse tipo de tecnologia. Um diferencial para a produção, já que todo o algodão vai para o mercado externo.
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Dominar essa ferramenta de trabalho exige habilidade e isso provocou uma corrida para aprender a pilotagem. Num curso oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, são 24 horas de aulas durante três dias. Pousar no local certo já é motivo de comemoração.
Fonte: G1
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