Dólar sobe mirando exterior; fluxo pode aliviar
Na véspera, moeda dos EUA avançou 1,15%, a R$ 3,1423 na venda.
Mercado aguarda ingresso de fluxo de dinheiro da repatriação.
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (27), acompanhando o movimento da moeda ante divisas emergentes no exterior, mas a expectativa pelo ingresso de fluxo de dinheiro para regularização de recursos de brasileiros no exterior pode aliviar a pressão durante o dia.
Às 9h49, a moeda norte-americana subia 0,03%, vendida a R$ 3,1433. Veja a cotação do dólar hoje.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, alta de 0,13%, a R$ 3,1466
Às 9h10, alta de 0,13%, a R$ 3,1466
Intervenção do BC
O Banco Central realiza nesta manhã leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda, com oferta de até 5 mil contratos, em apenas dois vencimentos. Com essa modalidade de leilão, o BC busca controlar uma possível desvalorização brusca do dólar.
O Banco Central informou na quarta-feira (26) que o horário de encerramento do registro das operações de câmbio na instituição será alterado das 19h para as 23h até o dia 31 de outubro. A medida visa facilitar a adesão de contribuintes ao programa de repatriação, que permite aos brasileiros regularizar bens no exterior que não estão declarados à Receita Federal.
Na terça-feira, o Banco Central informou que o processo de regularização de ativos no exterior está contribuindo para o ingresso de divisas na economia brasileira neste mês.
A expectativa de fortes entradas de recursos com a repatriação favoreceria, em tese, a desvalorização da moeda em relação ao real. Isso porque, com mais dólares no mercado, o preço tende a cair.
Por conta desse ingresso de recursos no país, o BC informou, no início desta semana, que não anularia integralmente os swaps tradicionais - equivalente à venda futura de dólares - com vencimento em 1º de novembro. Nessa modalidade de leilão, o BC busca controlar uma alta intensa da moeda norte-americana.
Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares
Na terça-feira, o BC informou que houve entrada líquida de quase US$ 1,6 bilhão na conta financeira - por onde passam investimentos diretos, em portfólio e outros - só nos últimos três dias até o dia 21 passado por conta do programa de regularização.
O Banco Central realiza nesta manhã leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda, com oferta de até 5 mil contratos, em apenas dois vencimentos. Com essa modalidade de leilão, o BC busca controlar uma possível desvalorização brusca do dólar.
O Banco Central informou na quarta-feira (26) que o horário de encerramento do registro das operações de câmbio na instituição será alterado das 19h para as 23h até o dia 31 de outubro. A medida visa facilitar a adesão de contribuintes ao programa de repatriação, que permite aos brasileiros regularizar bens no exterior que não estão declarados à Receita Federal.
Na terça-feira, o Banco Central informou que o processo de regularização de ativos no exterior está contribuindo para o ingresso de divisas na economia brasileira neste mês.
A expectativa de fortes entradas de recursos com a repatriação favoreceria, em tese, a desvalorização da moeda em relação ao real. Isso porque, com mais dólares no mercado, o preço tende a cair.
Por conta desse ingresso de recursos no país, o BC informou, no início desta semana, que não anularia integralmente os swaps tradicionais - equivalente à venda futura de dólares - com vencimento em 1º de novembro. Nessa modalidade de leilão, o BC busca controlar uma alta intensa da moeda norte-americana.
Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares
Na terça-feira, o BC informou que houve entrada líquida de quase US$ 1,6 bilhão na conta financeira - por onde passam investimentos diretos, em portfólio e outros - só nos últimos três dias até o dia 21 passado por conta do programa de regularização.
Na véspera, o dólar subiu 1,15%, a R$ 3,1423 na venda.
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