segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Índice de confiança do brasileiro tem maior alta em dois anos, diz ACSP

03/10/2016 09h21 - Atualizado em 03/10/2016 09h33




Índice de confiança do brasileiro tem maior alta em dois anos, diz ACSP





Apesar do avanço em setembro, índice permanece no 'campo pessimista'.
Já na comparação com setembro de 2015, o índice caiu cinco pontos.

Do G1, em São Paulo




JH_consumidor (Foto: TV Globo)Confiança do consumidor tem a maior alta em dois anos. (Foto: TV Globo)
Em setembro, o índice que mede a confiança dos brasileiros chegou a 74 pontos e ficou seis pontos acima do resultado de agosto, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Essa alta mensal, de acordo com a pesquisa, é a maior desde a passagem de setembro (142 pontos) para outubro de 2014 (148 pontos). Já na comparação com setembro de, o índice caiu cinco pontos
O indicador varia entre zero e 200 pontos, sendo que o intervalo entre zero e 100 é o campo do pessimismo e, de 100 a 200, é o campo do otimismo. Portanto, segundo indica a associação, o resultado de setembro permanece no campo pessimista.
CONFIANÇA DO CONSUMIDOR
em pontos
757673646670686874em pontosJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSet62,56567,57072,57577,5
Fonte: ACSP
Na análise por regiões, a confiança dos consumidores cresceu em todas as regiões brasileiras, com destaque para o Sul, com um avanço de 19 pontos (de 56 pontos em agosto para 75 em setembro). "O desempenho pode ser explicado pela proximidade com a época de plantio, despertando otimismo na população local."
 
No grupo formado pelas regiões Norte/Centro-Oeste, o indicador subiu seis pontos (de 72 para 78). No Nordeste, cresceu quatro (de 73 para 77).

O Sudeste, em compensação, pode ser considerada a região mais cautelosa do país. Isso porque o índice de confiança ficou praticamente estável ao passr de 69 pontos em agosto para 70 em setembro.
Classe
O índice de confiança relativo às classes AB aumentou de 60 pontos em agosto para 67 em setembro, enquanto a da C subiu de 65 e foi para 72. Na contramão, a confiança das classes DE caiu de 84 para 82 pontos.

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