CAD quer avanço em produtividade
22/02/17 - 20:17
A produtividade média da soja em Mato Grosso é a mesma a cerca de 15 anos. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), desde a safra 2000/01, são 51,5 sacas por hectare. Atentas a esse cenário, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e a Fundação MT inauguraram semana passada o Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD), em Campo Novo do Parecis (387 quilômetros ao noroeste de Cuiabá).
A escolha do município não foi por acaso. O foco das pesquisas a serem realizadas é na produção de soja e milho em solos arenosos, uma característica presente nos 88 hectares arrendados, sendo 65 de área útil, da Fazenda Vô Arnoldo, do grupo Agroluz, para realização dos estudos.
Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), são 9,4 milhões de hectares em Mato Grosso voltados à produção de soja atualmente e, de acordo com a Fundação MT, destes, entre 1,5 milhão e 2 milhões de hectares correspondem a solos frágeis (arenosa de menos de 20% de argila e textura arenosa menor de 15% de argila), o que seria cerca de 15% de toda a área de produção. No caso do CAD, o local possui gradiente textural variando de 34% a 8% de argila.
“Sabemos que os problemas na produção estão se agravando e nós estamos avançando em áreas mais arenosas, que são mais sensíveis à produção. A parceria com a Fundação MT e a concretização do CAD vem justamente ao encontro de demandas dos produtores. Precisamos avançar na produtividade, e, sem fazer o manejo correto do sistema produtivo, não vamos superar este desafio. O produtor está se aproximando cada vez mais do nível de instabilidade, colocando em risco a safra seguinte”, afirma o presidente da Aprosoja/MT, Endrigo Dalcin.
Para a Fundação MT, a parceria é fundamental para dar continuidade à pesquisa. “Há uns três anos, fomos atrás da Aprosoja para nos unirmos e ampliarmos nossa força de trabalho, com foco na ampliação da pesquisa e também de chegarmos a outras regiões do Estado”, afirma Francisco Soares Neto, diretor presidente da Fundação MT.
Doutora em Fitopatologia e segunda vice-presidente da Região Norte pela Aprosoja/MT, Roseli Giachini afirma que a pesquisa traz não apenas a possibilidade de adequar o manejo ao tipo de solo, mas também reflete na produtividade e estabilidade do sistema. “O produtor poderá ter respostas no CAD. Isso reflete também em sustentabilidade, porque obtém-se uma maior produtividade, gerando segurança para continuidade da atividade”, explica.
A escolha do município não foi por acaso. O foco das pesquisas a serem realizadas é na produção de soja e milho em solos arenosos, uma característica presente nos 88 hectares arrendados, sendo 65 de área útil, da Fazenda Vô Arnoldo, do grupo Agroluz, para realização dos estudos.
Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), são 9,4 milhões de hectares em Mato Grosso voltados à produção de soja atualmente e, de acordo com a Fundação MT, destes, entre 1,5 milhão e 2 milhões de hectares correspondem a solos frágeis (arenosa de menos de 20% de argila e textura arenosa menor de 15% de argila), o que seria cerca de 15% de toda a área de produção. No caso do CAD, o local possui gradiente textural variando de 34% a 8% de argila.
“Sabemos que os problemas na produção estão se agravando e nós estamos avançando em áreas mais arenosas, que são mais sensíveis à produção. A parceria com a Fundação MT e a concretização do CAD vem justamente ao encontro de demandas dos produtores. Precisamos avançar na produtividade, e, sem fazer o manejo correto do sistema produtivo, não vamos superar este desafio. O produtor está se aproximando cada vez mais do nível de instabilidade, colocando em risco a safra seguinte”, afirma o presidente da Aprosoja/MT, Endrigo Dalcin.
Para a Fundação MT, a parceria é fundamental para dar continuidade à pesquisa. “Há uns três anos, fomos atrás da Aprosoja para nos unirmos e ampliarmos nossa força de trabalho, com foco na ampliação da pesquisa e também de chegarmos a outras regiões do Estado”, afirma Francisco Soares Neto, diretor presidente da Fundação MT.
Doutora em Fitopatologia e segunda vice-presidente da Região Norte pela Aprosoja/MT, Roseli Giachini afirma que a pesquisa traz não apenas a possibilidade de adequar o manejo ao tipo de solo, mas também reflete na produtividade e estabilidade do sistema. “O produtor poderá ter respostas no CAD. Isso reflete também em sustentabilidade, porque obtém-se uma maior produtividade, gerando segurança para continuidade da atividade”, explica.
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