Famato apresenta prioridades
22/02/17 - 20:15
A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) defende alterações no Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (PAP) com o objetivo de atender as prioridades do produtor rural mato-grossense. São consenso em Mato Grosso a revisão das taxas de juros de programas específicos de investimentos como o PCA, o ABC e o Inovagro, a desburocratização e adequação das linhas créditos e, principalmente, uma atenção especial às questões de armazenagem que, segundo a analista, as taxas de juros estão muito elevadas para um investimento a longo prazo.
A Famato pede ainda como atendimento à demanda local que os preços mínimos da soja, milho e algodão sejam compatíveis ao custo de produção dos mato-grossenses. “Solicitamos que levem em consideração os estudos feitos pelo Instituto de Economia Agropecuária (Imea) que apontam para a adequação dos preços mínimos”, relatou de Agricultura da Famato, Karine Machado, que tem representado o Estado, nos encontros promovidos pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
São parceiras nas propostas apresentadas pela entidade, a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão de Mato Grosso (Ampa), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).
A Famato tem participado constantemente de reuniões e workshops realizados pela CNA para discutir as demandas do setor agropecuário para o próximo plano safra.
No último dia 20 a analista de Agricultura da Famato, Karine Machado, esteve na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e participou de um workshop realizado pela CNA para apresentar juntamente com os estados vizinhos (Mato Grosso do Sul e Goiás) os anseios dos agropecuaristas do Centro-Oeste representados respectivamente cada um por sua Federação, afim de que as referidas propostas possam compor as sugestões da CNA que serão entregues e discutidas com os órgãos do governo federal.
A CNA já esteve em quatro regiões do país ouvindo as demandas dos produtores rurais e suas particularidades. “Reunimos produtores, cooperativas e sindicatos que conhecem e vivem a realidade do seu negócio, que fazem uso de instrumentos que viabilizam o trabalho do produtor do campo, respeitando as características de cada região”, disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi.
Na avaliação da analista, existe um consenso entre as Federações e a CNA de que as linhas de investimentos, infraestrutura, logística e seguro rural estão entre as prioridades do setor agropecuário.
A Famato pede ainda como atendimento à demanda local que os preços mínimos da soja, milho e algodão sejam compatíveis ao custo de produção dos mato-grossenses. “Solicitamos que levem em consideração os estudos feitos pelo Instituto de Economia Agropecuária (Imea) que apontam para a adequação dos preços mínimos”, relatou de Agricultura da Famato, Karine Machado, que tem representado o Estado, nos encontros promovidos pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
São parceiras nas propostas apresentadas pela entidade, a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão de Mato Grosso (Ampa), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).
A Famato tem participado constantemente de reuniões e workshops realizados pela CNA para discutir as demandas do setor agropecuário para o próximo plano safra.
No último dia 20 a analista de Agricultura da Famato, Karine Machado, esteve na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e participou de um workshop realizado pela CNA para apresentar juntamente com os estados vizinhos (Mato Grosso do Sul e Goiás) os anseios dos agropecuaristas do Centro-Oeste representados respectivamente cada um por sua Federação, afim de que as referidas propostas possam compor as sugestões da CNA que serão entregues e discutidas com os órgãos do governo federal.
A CNA já esteve em quatro regiões do país ouvindo as demandas dos produtores rurais e suas particularidades. “Reunimos produtores, cooperativas e sindicatos que conhecem e vivem a realidade do seu negócio, que fazem uso de instrumentos que viabilizam o trabalho do produtor do campo, respeitando as características de cada região”, disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi.
Na avaliação da analista, existe um consenso entre as Federações e a CNA de que as linhas de investimentos, infraestrutura, logística e seguro rural estão entre as prioridades do setor agropecuário.
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