Evento
Evento será realizado de 28 a 30 de julho, em Belo Horizonte
Festival apresentará iguarias de sete regiões do Estado
Por: DIÁRIO DO COMÉRCIO
Publicado em 25/07/2017 às 10:07h.
Publicado em 25/07/2017 às 10:07h.
Durante o evento, chefs de cozinha produzirão pratos exclusivos usando queijos de cada um dos sete núcleos produtores/Arquivo
Em Minas Gerais, o queijo artesanal é um símbolo da tradição mineira. Cada vez mais premiado e com a demanda em alta, a iguaria ganhou um evento próprio. Nos dias 28, 29 e 30 de julho, a Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, sediará o 1º Festival do Queijo Minas Artesanal. Além da oportunidade de fazer negócios e apresentar os queijos das regiões produtoras do Estado, o evento também é voltado para a capacitação dos produtores. Inspiração gastronômica, a iguaria será o ingrediente principal para sete chefs de cozinha renomados, que durante o evento produzirão pratos exclusivos utilizando queijos de cada uma das sete regiões produtoras.
De acordo com o superintendente técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Altino Rodrigues, o evento será uma vitrine para a produção mineira de queijos.
“O festival é mais uma forma de promover e mostrar a qualidade do Queijo Minas Artesanal. O reconhecimento que o produto vem conquistando é importante para agregar valor, o que tem promovido a melhoria da qualidade de vida das famílias produtoras, principalmente por envolver os jovens e permitir que eles retornem para as fazendas e deem segmento à produção”.
Rodrigues ressaltou que a atividade ainda enfrenta problemas diversos em relação ao processo de legalização e que é preciso investir em pesquisas e atualização das leis que regulamentam a atividade. “A produção do Queijo Minas Artesanal é uma atividade que precisa de política pública porque gera renda e empregos”, disse.
“O festival é mais uma forma de promover e mostrar a qualidade do Queijo Minas Artesanal. O reconhecimento que o produto vem conquistando é importante para agregar valor, o que tem promovido a melhoria da qualidade de vida das famílias produtoras, principalmente por envolver os jovens e permitir que eles retornem para as fazendas e deem segmento à produção”.
Rodrigues ressaltou que a atividade ainda enfrenta problemas diversos em relação ao processo de legalização e que é preciso investir em pesquisas e atualização das leis que regulamentam a atividade. “A produção do Queijo Minas Artesanal é uma atividade que precisa de política pública porque gera renda e empregos”, disse.
Sete regiões - No festival, haverá exposição das iguarias de sete regiões reconhecidas pelo Estado como produtoras do Queijo Minas Artesanal, que são as regiões da Canastra, Araxá, Salitre, Triângulo, Serro, Campo das Vertentes e Cerrado.
“Os produtores terão a oportunidade de apresentar e comercializar os queijos. Sete renomados chefs de cozinha vão participar. Cada um representará uma região e criará um prato regional”.
Durante o evento também haverá apresentações de profissionais que ensinarão como harmonizar os queijos com cervejas artesanais, vinhos e azeites produzidos em Minas Gerais. Os produtos também serão comercializados no festival.
“Produzimos vinhos, cervejas e azeites de alta qualidade em Minas Gerais e precisamos divulgar isto para o mercado”, disse Altino.
O evento conta ainda com cursos e palestras voltadas para a produção do queijo artesanal. Um dos destaques serão os cursos de maturação para o queijo artesanal que serão ministrados pela francesa Delphine Gehant e pela mestre queijeira e presidente da OMG SerTãoBras, Débora de Carvalho Pereira.
Regularização - Serão realizados painéis onde serão discutidos importantes assuntos do setor, como controle e tributação e reconhecimento e regularização das regiões produtoras de queijo artesanal. Haverá uma mesa redonda para debater os aspectos legais da produção. Os temas a serem abordados serão: o novo RIISPOA, a Lei da Agroindústria de Pequeno Porte, a legislação estadual e as exigências da maturação e inocuidade do queijo.
“Teremos importantes discussões técnicas de legislação, o que é muito reivindicado pelos produtores. A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) se colocaram a disposição para discutir o assunto, o que é fundamental para que ocorra uma reformulação da legislação”, disse Rodrigues.

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