segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Programa ABC Cerrado está com inscrições abertas para produtores rurais de MS

Programa ABC Cerrado está com inscrições abertas para produtores rurais de MS






Programa ABC Cerrado está com inscrições abertas para produtores rurais de MS
01/02/16 - 16:59 


Com a finalidade de contribuir com a redução dos gases de efeito estufa no território nacional foi criado, em 2013, o projeto ABC Cerrado, uma ação conjunta do Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem e da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Mato Grosso do Sul é um dos oito Estados atendidos pelo programa que tem objetivo de disseminar práticas de agricultura de baixa emissão de carbono e sensibilizar o produtor para que invista na propriedade com retorno econômico e preservação do meio ambiente.
Os produtores rurais interessados em participar do programa podem se inscrever no link www.senar.org.br/pre-inscricao-do-processo-de-mobilizacao ou procurar o sindicato rural de sua região. A primeira fase de execução do projeto contou com a realização de seminários de sensibilização e divulgação nas regiões participantes: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins.
De acordo com o superintendente regional do Senar/MS, Rogério Beretta, é importante que o produtor rural confirme a inscrição, para participar da seleção que oferecerá capacitações e orientações, por meio da assistência técnica. “Para garantir a eficiência do programa está previsto, ainda no primeiro semestre, um processo seletivo que deve contratar instrutores para atuar diretamente no ABC Cerrado, prestando consultoria técnica no setor de agricultura e pecuária”, ressalta.
A meta do ABC Cerrado é alcançar 12 mil propriedades e selecionar 1.600 produtores que receberão assistência técnica durante 18 meses. “Os participantes receberão um diagnóstico inicial e terão atendimento focado em quatro tecnologias: sistema de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura, pecuária-floresta e florestas plantadas. Ao final do acompanhamento, será realizada uma nova avaliação para comprovar o diferencial da assistência técnica, o aumento da produção e a redução da emissão de gases”, conclui Beretta.

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