quarta-feira, 27 de julho de 2016

Encontro em Chapecó (SC) vai debater gestação coletiva de matrizes suínas

Encontro em Chapecó (SC) vai debater gestação coletiva de matrizes suínas





Encontro em Chapecó (SC) vai debater gestação coletiva de matrizes suínas
27/07/16 - 23:22 


Ao elevar o grau de bem-estar dos animais, a gestação coletiva de matrizes suínas tem melhorado a produtividade das granjas. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) trabalha para ampliar a adoção do sistema na suinocultura brasileira. No dia 9 de agosto, profissionais do segmento e representantes do Mapa se reunirão em Chapecó (SC) para debater os desafios e os casos de sucesso na implementação da técnica no país.
As inscrições para o evento devem ser feitas pelo e-mail comissão.bea@agricultura.gov.br. As vagas são limitadas.
O evento integra o projeto Diálogos Setoriais – acordo de troca de experiências entre Brasil e União Europeia (UE) em diversos setores da economia, entre eles a agropecuária. O Mapa é uma das instituições integrantes dos Diálogos Setoriais Brasil-Europa, estabelecido em 2012 entre o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e a UE.

A iniciativa já fez oito convocatórias. O projeto Gestação Coletiva de Matrizes Suínas foi selecionado na oitava chamada, em 2015, que contemplou também o transporte marítimo de animais e o abate humanitário em estabelecimentos de pequena escala.
Menos estresse
A gestação coletiva de matrizes suínas é uma forma de alojamento em baias, onde as fêmeas têm espaço para exercer parte das atividades e interagem com o grupo durante a maior parte do período de gestação. Em vez de serem mantidas em celas individuais, elas são soltas e permanecem a maior parte da vida em grupo. Desta forma, as matrizes se movimentam mais. Isso reduz o estresse e melhora o tônus muscular, o que favorece o parto e diminui as lesões de articulações, pele, cascos e infecções urinárias.
“Além da melhoria da estrutura física, são observadas mudanças no comportamento, uma vez que as fêmeas passam a interagir socialmente e ficam mais tranquilas. Para o produtor a redução da mão de obra e a melhora da sua qualificação são algumas das vantagens”, avalia a representante da Comissão de Bem-Estar Animal do Mapa, Liziè Buss.


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