terça-feira, 30 de junho de 2015

Aumento do custo de produção da soja exige cautela dos produtores

O dólar, antes jogando a favor do setor produtivo, agora assume o papel de vilão, encarecendo os gastos com a semeadura
Analistas alertam que, apesar da escalada recente, os preços da soja ainda não recuperaram todo o terreno perdido no último ano. Em 12 meses, a oleaginosa perdeu quase um terço de seu valor na Bolsa de Chicago – o equivalente a quase US$ 4 por bushel – e, mesmo com problemas climáticos nos Estados Unidos, dificilmente voltará a operar nos níveis de um ano atrás no curto ou médio prazo. “A demanda internacional continua forte e agressiva, mas a oferta mundial cresceu mais rápido do que o consumo”, compara o consultor da Cerealpar, Steve Cachia. No ano passado, a produção global da oleaginosa aumentou 12,4%, mas a consumo cresceu apenas 7%, segundo dados do USDA. Incremento ainda menor, de 4%, é projetado pelo órgão para este ano, mas diferença entre oferta e demanda, que em 2014/15 foi superavitária em quase 25 milhões de toneladas, deve cair a 11,6 milhões (t). “É inegável que a conjuntura que temos hoje é bem melhor do que muitos imaginavam no final do ano passado, há 90 dias ou até 30 dias atrás. Mas o cenário atual não é necessariamente o mesmo que teremos após agosto [depois que a safra norte-americana começar a ser colhida], portanto a cautela é importante”, adverte Cachia. Ele recomenda ao produtor aproveitar os preços acima de US$ 10 em Chicago para garantir parte dos custos, que estão mais altos neste ano. O dólar, antes jogando a favor do setor produtivo, agora assume o papel de vilão, encarecendo os gastos com a semeadura. Além disso, financiar o plantio também ficou mais caro após o aumento dos juros do crédito agrícola. As linhas do plano safra destinadas ao custeio da lavoura tiveram taxa base ampliada de 6,50% para 8,75%. Com isso, comprada às margens de lucro das últimas temporadas, a rentabilidade da soja tende a ser menor neste ano. Estudo elaborado pela FCStone com base nos valores praticados em Mato Grosso mostra que cada tonelada da oleaginosa deve render aos produtores do estado R$ 88, metade do lucro obtido na safra passada e quase quatro vezes menos que o registrado três anos atrás. “Se as condições de plantio [aplicação de insumos] tivessem permanecido as mesmas dos últimos anos, a margem seria reduzida, mas ainda positiva. Mas produtor está cortando custos”, detalha a analista Natália Orlovicin. Ela explica que, para obter rentabilidade melhor, os produtores devem reduzir os gastos com fertilizantes. Data de Publicação: 30/06/2015 às 19:30hs Fonte: Gazeta do Povo

Exportações de carne in natura para os EUA podem começar em setembro, avalia Abiec

Executivo da entidade ressalta também a possibilidade de abertura de novos mercados, revertendo o cenário atual, de queda nas exportações de carne bovina
A indústria brasileira de carne bovina espera iniciar já no mês de setembro os embarques do produto in natura para os Estados Unidos. Foi o que afirmou o diretor-executiva Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Fernando Sampaio. "O mercado norte-americano estava entre as nossas prioridades para este ano", diz ele. Nesta segunda-feira (29/6), o Ministério da Agricultura (Mapa) informou que depois de 15 anos de expectativa e negociações, o mercado norte-americano está aberto para a carne bovina in natura, assim como já ocorria para o produto industrializado. A decisão vale para 13 estados (Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e o Distrito Federal. O governo e os frigoríficos avaliam que o mercado potencial é de 100 mil toneladas por ano. O próximo passo, explica Sampaio, é definir a chamada equivalência do sistema de inspeção, o que é comum no processo de liberação de exportações. A partir disso, os frigoríficos brasileiros já poderiam ser habilitados para iniciar os embarques. "De início, todas as nossas unidades que são habilitadas para exportar industrializado poderão embarcar matéria-prima. E a gente tem várias outras plantas que podem ser habilitadas para atender. Quem faz a habilitação é o Ministério da Agricultura e os Estados Unidos vêm auditar." Comemorada pela indústria, a liberação do mercado norte-americano para a carne bovina in natura chega em um momento de pressão para a cadeia produtiva, espcialmente a indústria. A arroba do boi gordo em patamares elevados, em função da pouca oferta de animais, têm elevado os custos da indústria. E a margem de repasse para os preços fica limitada em função da demanda mais lenta por carne e das proteínas concorrentes, como a carne suína e de frango. "A gente vai abater de qualquer jeito. O que a exportação proporciona é uma rentabilidade melhor". Essa rentabilidade viria, segundo Sampaio, especialmente pelas vendas de cortes dianteiros, que devem concentrar o maior volume embarcado para os Estados Unidos. O diretor executivo da Abiec explica que esse tipo de produto o "Brasil tem de sobra", e os norte-americanos demandam em grande quantidade para a produção, por exemplo, de hambúrgueres. "Dianteiro, a gente sempre exportou para a Rússia e para o Oriente Médio e agora tem os Estados Unidos. A gente pode exportar qualquer corte, mas enxerga que a oportunidade comercial maior está nesse tipo de produto. Principalmente, quando você tem uma situação em que o boi está mais caro, isso ajuda a rentabilizar a carcaça muito melhor. Vou achar o melhor mercado para cada parte e agora vou ter um mercado grande para uma parte do boi que aqui vale pouco", afirma. Outros mercados Depois da abertura dos Estados Unidos, o foco do governo e da indústria de carne bovina se volta para mercados como China, Japão e Arábia Saudita. Para a Abiec, esses países são importantes para reverter a situação atual das vendas externas. De janeiro a maio deste ano, os embarques foram de 543,7 mil toneladas, 14% a menos que no mesmo período em 2014. O faturamento foi de US$ 2,2 bilhões (-18%). "Se ocorrer como esperamos no segundo semestre, temos condições de encerrar o ano com crescimento nas exportações. São várias notícias acumuladas que podem mudar o cenário", diz o diretor executivo da Abiec. “A abertura dos Estados Unidos é um precedente importante”, acrescenta Sampaio, lembrando que diversos países usam o sistema norte-americano como referência para negociações internacionais e podem mudar sua visão em relação ao produto brasileiro. Nesta semana, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, viaja para o Japão, onde a carne bovina deve estar na pauta de negociações com as autoridades do país. O Brasil tenta retomar as vendas de carne industrializada, suspensas desde 2012, além de abrir o mercado para o produto in natura. Outro país que embargou a carne bovina brasileira, a Arábia Saudita também pode retomar as compras ainda neste ano. De acordo com o Ministério da Agricultura, as autoridades sauditas de defesa sanitária já visitaram frigoríficos brasileiros e devem apresentar um relatório. A expectativa da indústria é retomar os embarques já em agosto. Em 2012, último ano em que ocorreram exportações, os sauditas compraram 33,39 mil toneladas, o que rendeu US$ 156,095 milhões. Com relação à China, Sampaio afirma que os frigoríficos estão se preparando para embarcar o produto, depois da assinatura do protocolo sanitário, no mês de abril. Oito unidades estão habilitadas. A expectativa da Abiec é, já no mês de julho, embarcar entre 10 e 15 mil toneladas . A China importa, atualmente, mais de 300 mil toneladas de carne bovina por ano. “O potencial é o de crescer bastante. A demanda é crescente e a gente que ter ainda mais frigoríficos habilitados. É um mercado em que a gente acredita bastante.” Data de Publicação: 30/06/2015 às 19:10hs Fonte: Globo Rural

Reunião entre China e Brasil cria fundo de US$ 20 bi para investimento

O fundo de US$ 20 bilhões para financiamento de joint­ventures entre empresas brasileiras e chinesas, anunciado em maio, foi formalizado sexta-feira (26/06) em Brasília
O fundo de US$ 20 bilhões para financiamento de joint­ventures entre empresas brasileiras e chinesas, anunciado em maio, foi formalizado sexta-feira (26/06) em Brasília, após reunião entre os dois países. O assunto foi debatido Comissão Sino­Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). Destino - “O destino desse fundo é o financiamento de projetos prioritários em logística e na indústria, por meio de joint ventures com companhias locais”, avaliou o Subsecretário Geral Político II do Ministério das Relações Exteriores, José Alfredo Graça Lima. Desse montante, US$ 15 bilhões virão da China e o restante do Brasil. Data - O embaixador disse que ainda não há data definida para a entrada em funcionamento do fundo, mas que “o desejo de ambas as partes é seguir adiante dentro do mais curto prazo. As condições técnicas não estão dadas ainda, mas urgência existe. Interesse e vontade política também”. Frigoríficos - Além disso, prosseguiu Graça Lima, a reunião da Cosban também discutiu o credenciamento de novos frigoríficos brasileiros para a exportação de carne brasileira para a China. “O que ouvi da autoridade chinesa é que houve uma impressão positiva dos [novos] frigoríficos, o que permite supor que dentro de curto prazo um número desses viriam a ser habilitados”. Ferrovia bioceânica - Já sobre a ferrovia bioceônica, o embaixador informou que foram relatados os resultados da primeira reunião tripartite, realizada neste mês, e que a conclusão do estudo de viabilidade está previsto para maio do próximo ano. Data de Publicação: 30/06/2015 às 19:00hs Fonte: Informe OCB

SUPERÁVIT: Queda na arrecadação torna cumprimento da meta mais difícil

A meta do setor público é economizar R$ 66,3 bilhões, ou 1,13% do PIB, para pagar os juros da dívida neste ano
Mas boa parte dos economistas que acompanham as finanças do governo duvida do cumprimento desse objetivo. No geral, as previsões para o chamado superávit primário oscilam entre 0,6% e 0,8% do PIB. Recessão - Uma das razões é a recessão. “O aumento de alíquotas não está sendo suficiente para compensar a queda na arrecadação”, diz Fabio Klein, analista de contas públicas da Tendências Consultoria. De janeiro a maio, as receitas totais do governo recuaram 3,5%. Para fechar suas contas, o Planalto conta com um crescimento de 5,5% até dezembro, cada vez menos provável. Projeção - Vilma Pinto e José Roberto Afonso, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), projetam um superávit de 0,6% do PIB. “Ainda que longe da meta, não é desprezível o esforço fiscal em curso, pois representa uma melhora de 1,2 ponto do produto ante o déficit primário oficial de 0,6% do PIB no ano passado”, escreveram os economistas em um boletim publicado na semana passada. Esforço - Embora as medidas de redução de gastos e aumento de impostos possam contribuir com R$ 111 bilhões para o caixa do governo, Klein, da Tendências, estima que o superávit de R$ 66,3 bilhões exigiria um esforço na casa dos R$ 130 bilhões. “O governo vem de um déficit grande em 2014, e precisa transformar isso em superávit. Como a maioria das despesas públicas têm uma rigidez muito grande, um resultado ruim acaba se propagando para o ano seguinte. Por isso é preciso um esforço tão grande”, argumenta Klein. Virada - A “virada” ainda parece distante. No acumulado de 12 meses até maio, o governo central registrou déficit primário de 0,57% do PIB. Incluindo estatais, estados e municípios na conta, o saldo negativo chegou a 0,76% do PIB em abril, em termos anualizados. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:40hs Fonte: Gazeta do Povo

Exportações de carne de frango dão sinais de que haverá aumento em junho

A média diária das exportações de carne de frango in natura brasileira, em volume, nas primeiras três semanas de junho é 22,6% superior à registrada em igual período do ano passado
As exportações brasileiras de carne de frango estão em ritmo mais acelerado em junho e representantes do setor torcem para que o mês possa ser o começo de uma tendência de alta para as vendas externas do produto no ano. A média diária das exportações de carne de frango in natura brasileira, em volume, nas primeiras três semanas de junho é 22,6% superior à registrada em igual período do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Se mantida a média diária registrada até a terceira semana do mês, junho pode fechar com volume recorde da série da Secex, de 360 mil toneladas, conforme cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em nota publicada em seu site na sexta-feira (26). As exportações brasileiras de frango no acumulado do ano até maio registram queda de 3,1% em volume, a 1,594 milhão de toneladas. Os resultados mensais têm também ficado aquém dos registrados em meses correspondentes ao do ano passado. “Eu apostaria que junho será o melhor junho de todos os tempos”, disse o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, à CarneTec na sexta-feira. Martins acredita que as vendas externas possam continuar apresentando crescimento no segundo semestre, em parte como reflexo dos casos de gripe aviária que afetam concorrentes do Brasil no mercado externo. O Brasil nunca registrou um caso da doença e, desde o início do ano, analistas e representantes do setor esperam que as ocorrências de influenza aviária em outras nações aumentem a demanda pelo produto brasileiro. “A expectativa que se tem é de fecharmos o ano com crescimento entre 4% a 5%, tanto nas exportações quanto nos abates”, disse Martins sobre o Paraná, estado responsável por um terço das exportações totais de frango do Brasil. O presidente da Sindiavipar afirmou que o forte aumento das exportações em junho pode ser sentido pela indústria na região. Já o presidente da Associação Paulista da Avicultura (APA), Érico Pozzer, considera cedo para apostar que junho indicará recuperação nos volumes de exportação, já que no acumulado do ano até maio as vendas externas em volume ainda estão bem aquém daquelas no ano passado. “Se as exportações forem acima de 350 mil toneladas por mês, seria uma boa notícia”, disse ele à CarneTec, ao acrescentar que este patamar teria de se manter mensalmente, até o fim do ano, para que o cenário de vendas externas possa ser comemorado pelo setor. Em maio, as exportações somaram cerca de 329 mil toneladas, e em abril, 337 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que tem afirmado que espera recuperação das exportações de frango a partir do segundo semestre, quando tradicionalmente as vendas externas são melhores. A Secex do MDIC informará os dados fechados da balança comercial brasileira do mês de junho, com números sobre exportações de carnes, na quarta-feira (1º), segundo informou a assessoria de imprensa. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:50hs Fonte: Carnetec

Três cooperativas de leite no RS obtêm R$ 89 milhões em crédito

Segundo o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado, beneficiadas são responsáveis por cerca de 20% da produção gaúcha
A cadeia leiteira do Rio Grande do Sul garantiu nesta segunda-feira (29/6) R$ 89,3 milhões em financiamentos do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que serão direcionados a três cooperativas - Santa Clara, CCGL e Languiru - para investimento em produção, estrutura e logística. Conforme o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Alexandre Guerra - que também preside a Santa Clara -, as cooperativas beneficiadas são responsáveis por cerca de 20% da produção gaúcha. "O valor ofertado para o nosso segmento permite a ampliação e expansão de projetos, apesar de vivermos um momento de crise. As três empresas cooperativadas representam mais de 10 mil produtores gaúchos", disse. A Santa Clara construirá uma nova indústria que produzirá 400 mil litros de lácteos e derivados de leite, com financiamento de R$ 70 milhões do BRDE. O projeto deve gerar 166 empregos diretos. "A cooperativa já tem cerca de 250 mil litros por dia de leite que não consegue industrializar por falta de capacidade instalada. Há grande espaço para crescimento do consumo interno per capita, de 170 litros, em 2013, para 227 litros, projetados em 2024", afirmou o presidente do BRDE, Odacir Klein. A Cooperativa Central Gaúcha (CCGL) teve aprovada pelo BRDE uma linha de crédito de R$ 8,6 milhões para a construção de um armazém de produtos lácteos de 7.500 metros quadrados e capacidade para 9.600 toneladas. A construção do armazém substituirá espaços alugados em municípios vizinhos e vai possibilitar a centralização da armazenagem e do despacho do leite em pó na cidade de Cruz Alta. Assim, a CCGL reduzirá custos com frete e a "quebra na armazenagem". Já a Cooperativa Languiru recebeu R$ 10,6 milhões para aquisição de um centro de distribuição da Cooperativa Regional de Desenvolvimento Teutônia - Certel e para capital de giro. Também fará reformas e melhorias nas instalações, o que trará ganhos logísticos para a indústria de leite, aves e suínos. "Queremos dar ânimo aos projetos das cooperativas e criar um ambiente propício para o desenvolvimento. Sabemos que mais de 125 mil famílias gaúchas tiram seu sustento da bacia leiteira", disse o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, ao comentar a aprovação dos financiamentos por parte do banco de fomento. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:30hs Fonte: Estadão Conteúdo

Frango inspecionado: a produção por UF nos últimos 12 meses

Na análise das UFs produtoras não escapa que, em termos relativos, algumas delas apresentaram índices de expansão bastante elevados.
Os últimos dados trimestrais do IBGE sobre a produção brasileira de carne de frango em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal possibilitam concluir que nos 12 meses encerrados em março de 2015 o volume produzido atingiu 12,6 milhões de toneladas, aumentando perto de 3% sobre idêntico período anterior (abril de 2013 a março de 2014). Esse índice de incremento correspondeu a um volume físico adicional de 340,7 mil toneladas de carne de frango, 65% das quais vieram de uma única Unidade Federativa (UF) - o Paraná, cujo aumento de produção, de 6,32%, leva a avicultura local a deter mais de 29% dos abates inspecionados de frango. Na análise das UFs produtoras não escapa que, em termos relativos, algumas delas apresentaram índices de expansão bastante elevados. É o que ocorre, por exemplo, com o Distrito Federal e o Ceará que, no período, aumentaram sua produção em cerca de 42% e 95%, respectivamente. Pois para estes casos é fundamental ressalvar que não se trata de simples aumento de produção (que pode ou não ter ocorrido) mas, sim, da adesão de novos estabelecimentos ao sistema de inspeção. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:10hs Fonte: Avisite

Boi: Estoque de machos para abate é o menor desde 2011 no Mato Grosso

Em 2014 o Imea havia previsto que o estoque de machos para abate em Mato Grosso seria em 2015 o menor desde 2011, quando o total era de 3,95 milhões de cabeças
Essa estimativa foi confirmada pelos dados oficiais do Indea que registraram um total de 3,90 milhões de cabeças. Já para o ano seguinte, de acordo com os cálculos do Imea, o estoque de machos do Estado deve ser 1,6% maior do que neste ano, com cerca de 3,96 milhões de cabeças. Tendo em vista uma relativa maior oferta de machos para o ano que vem e a atual conjuntura econômica (previsões de queda do PIB e aumento do desemprego), o cenário é de incerteza em relação ao mercado. Sabendo disso, o produtor deve se manter preparado para uma possível margem estreita, com custos de produção em patamares elevados no ano que vem, o que pode comprometer sua rentabilidade no longo prazo. Contudo, a curto prazo o cenário que permanece no mercado é de escassez na oferta. Leia o boletim na íntegra no site do Imea. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:20hs Fonte: Imea

Pagamento de prêmios anima produtores de soja convencional na região Leste

Além da remuneração, rotação nas lavouras ajuda no combate de plantas daninhas e nematoides
Os produtores de Mato Grosso começam a olhar novamente com mais atenção para a soja convencional em algumas regiões do estado. Mesmo com uma queda acentuada na área plantada nos últimos dez anos – de mais de 4 milhões de hectares para cerca de 930 mil, os agricultores visualizam um nicho de mercado que pode ser remunerador. “Um dos principais motivos do aumento do cultivo da soja convencional na região Leste é o prêmio pago por algumas empresas, em torno de R$ 4,00 a R$ 6,00 a mais”, diz Endrigo Dalcin, vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) da região Leste e produtor rural em Nova Xavantina. O diretor financeiro da entidade e produtor rural em Diamantino, Roger Augusto Rodrigues, ressalta que outro ponto de decisão pela variedade convencional são os altos preços de royalties das cultivares transgênicas. “O produtor começa a optar por usar a tecnologia transgênica anterior ou então a convencional por motivos financeiros”, diz. Giovana Velke, produtora rural em Campo Novo do Parecis, plantou soja convencional no ano passado esperando bons preços, o que não ocorreu. Nesta safra, o plantio será reduzido a 30% da área total. “O custo da semente convencional é bem menor que o da transgênica. Porém, cuidar da lavoura exige mais dedicação e não está compensando financeiramente”, avalia. A região Oeste é a que mais planta soja convencional no Estado. Para Dalcin, com a soja convencional há a possibilidade de fazer a rotação de produtos químicos na propriedade, com diferentes princípios ativos, o que tem auxiliado no controle de plantas daninhas. “Os produtos convencionais, que usávamos no passado, voltam a ser usados. Isso ajuda muito, pois as plantas daninhas não criam resistência ao glifosato, produto mais utilizado atualmente na soja transgênica”, explica. Além disso, as variedades convencionais que estão no mercado atualmente têm melhor resistência aos nematoides. “Os agricultores verificam que há materiais que estão se destacando em áreas com cultivo de soja há mais de 30 anos e os nematoides já eram problema sério de produtividade”, conta Endrigo Dalcin. Essas variedades tipicamente brasileiras são desenvolvidas pela Embrapa, e deixam os produtores rurais mais seguros, argumenta Roger Augusto Rodrigues. A Aprosoja apoia o programa Soja Livre, que incentiva a produção de soja convencional por meio de aporte às pesquisas. “Com iniciativas assim, deixamos de ser tão dependentes das multinacionais”, frisa Rodrigues. Mesmo que a soja convencional volte a ganhar espaço nas lavouras de Mato Grosso, há o problema de armazenagem. “Não há armazéns em todas as cidades para separar a soja convencional da soja transgênica. Isso limita um pouco o crescimento”, acredita Dalcin. Data de Publicação: 30/06/2015 às 18:00hs Fonte: Aprosoja

Coopavel investe R$ 290 mi no PR

Um dos objetivos é aumentar a disponibilidade de produtos para o exterior.
Para elevar a capacidade de abate de aves e suínos e também a armazenagem de grãos, a Coopavel, cooperativa agroindustrial com sede em Cascavel (PR), investirá R$ 290 milhões até 2016. No segmento de proteína animal, um dos objetivos é aumentar a disponibilidade de produtos para o exterior. Carro-chefe da cooperativa, a avicultura já tem hoje 50% do total destinado ao mercado externo, sobretudo para Ásia e Europa. "O percentual [de embarques] tem nos ajudado a suportar bem esse período de queda do poder aquisitivo da população no mercado interno", afirma Dilvo Grolli, presidente da Coopavel. O preço do frango no exterior registrou baixa de 12% do fim de 2014 até agora, mas a retração foi compensada pela valorização do dólar no período, segundo o executivo. Na produção de suínos, a cooperativa vai ampliar o abate com a expectativa de que o Paraná receba, até 2017, o status de área livre de febre aftosa sem vacinação. "Vai significar uma abertura muito grande nos mercados internacionais, como já ocorre com Santa Catarina. Queremos estar preparados para esse momento", diz. O grupo também elevará em 25% a capacidade de estocagem de grãos (soja, milho e trigo) e insumos. "Embora não haja novas fronteiras para plantio de soja no Estado, é crescente a produtividade por hectare." Até 20% dos investimentos serão feitos com recursos próprios. O restante será financiado por BNDES, Caixa, Banco do Brasil e BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). Data de Publicação: 30/06/2015 às 17:50hs Fonte: Folha de São Paulo

Nova praga preocupa produtores de Mato Grosso

30/06/2015 14h43 - Atualizado em 30/06/2015 14h43 Nova praga preocupa produtores de Mato Grosso Nova praga é a Amaranthus palmieri, variedade da planta amarantus. Problema foi identificado na safra 2014/15. Do Estadão Conteúdo Uma nova praga chamada Amaranthus palmieri, variedade da já conhecida planta amarantus, foi identificada em propriedades de Lucas do Rio Verde e Itapura, em Mato Grosso, na safra 2014/15, e está preocupando os produtores do estado. Com estiagem prolongada, pragas atacam cajueiros no Oeste potiguar Produtores de laranja superam praga e apostam em variedade na região "Trata-se de uma erva daninha de fácil disseminação e resistente ao glifosato. Avaliaremos que tipo de manejo será o mais adequado para o combate, mas provavelmente será um manejo diferenciado, uma associação de manejo químico com mecânico", afirmou ao Broadcast Agro, serviço em tempo real da Agência Estado, o diretor Técnico Luiz Nery Ribas, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT). Segundo Ribas, ainda não é possível estimar a escala de perdas que podem ser causadas pela praga às lavouras de soja, milho e algodão. "Será necessário acompanhar umas duas safras para ter uma noção melhor dos impactos", disse Ribas. No próximo dia 8 de julho, representantes da Aprosoja, da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) e do Ministério da Agricultura no estado se reunirão para debater o problema e buscar uma forma de combater a nova praga. tópicos: Economia, Lucas do Rio Verde, Mato Grosso

Exportação mundial de café cai 12% em maio, informa OIC

30/06/2015 14h35 - Atualizado em 30/06/2015 14h35 Exportação mundial de café cai 12% em maio, informa OIC Foram embarcadas 9,28 milhões de sacas de 60 kg no período. Produção mundial deve alcançar 141,9 milhões de sacas em 2014/15. Do Estadão Conteúdo A exportação mundial de café apresentou queda de 12% em maio, em comparação com o mesmo mês de 2014. Foram embarcadas 9,28 milhões de sacas de 60 kg, em comparação com 10,54 milhões de sacas no mesmo mês de 2014. A informação foi divulgada nesta terça-feira (30), pela Organização Internacional do Café (OIC). Nos primeiros oito meses da safra 2014/15 (outubro de 2014 a maio de 2015), a exportação mundial de café caiu 4,6%, de 75,785 milhões de sacas para 72,311 milhões de sacas. No período, a exportação de arábica totalizou 44,97 milhões de sacas, em comparação com 46,66 milhões de sacas em 2013/14 (queda de 3,6%). O embarque de robusta no período foi de 27,33 milhões de sacas, em comparação com 29,13 milhões de sacas (menos 6,1%). Conforme a OIC, nos últimos 12 meses encerrados em maio passado, a exportação de arábica foi de 67,26 milhões de sacas, em comparação com 69,10 milhões de sacas no período anterior. Já o embarque de robusta nos últimos 12 meses foi de 43,35 milhões de sacas, ante 44,50 milhões de sacas no período anterior. A OIC estima que a produção mundial de café deve alcançar 141,9 milhões de sacas em 2014/15, representando queda de 3,3% ante a safra anterior (146,7 milhões de sacas). O consumo global em 2014 está projetado pela OIC em 149,3 milhões de sacas, o que corresponde a um aumento de 2,3% ante o ano anterior (147,3 milhões de sacas). tópicos: Economia

Feira agropecuária de Campo Verde terá exposição de cavalos Crioulos

30/06/2015 18h20 - Atualizado em 30/06/2015 18h22 Feira agropecuária de Campo Verde terá exposição de cavalos Crioulos Animais campeões terão vaga para final da morfologia em Esteio (RS). Exposição dos cavalos ocorre nos dias 3 e 4 de julho. Do G1 MT
Uma das atrações XVI Expoverde, Feira Agropecuária de Campo Verde (MT), será a Exposição Morfológica Passaporte de cavalos Crioulos, que ocorre pela segunda vez no município, entre os dias 3 e 4 de julho. A programação da feira ocorre de 1 a 4 de julho. A expectativa é de receber em torno de 70 animais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. O evento é uma realização do Núcleo Mato-grossense de Criadores de Cavalos Crioulos (NMTCCC) e tem parceria do Clube do Cavalo de Campo Verde no Crioulaço. A Morfologia Passaporte dá direito aos campeões de disputar a grande final da nacional na Expointer, em Esteio, no Rio Grande do Sul, no próximo mês de agosto. No dia 5 de julho, também será realizada a tradicional prova de laço, o Crioulaço, que classificará 30% dos inscritos para a final do torneio em agosto, em Esteio (RS). As duas atrações serão gratuitas ao público. O evento terá três shows sertanejos: Jads & Jadson (2/7), Humberto & Ronaldo (3/7) e Marcos & Belutti (4/7). Os ingressos e passaportes para a Expoverde estão disponíveis para venda ao público na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Verde e de Primavera do Leste. Exposição de Cavalo Crioulo em MT classifica 8 animais para prova no RS A programação da feira agropecuária traz ainda a 14ª edição do Torneio Leiteiro, palestra sobre o cenário do agronegócio e o mercado de commodities, oficinas de incentivo a pequenos produtores, exposições de animais, prova morfológica passaporte de Cavalos Crioulos, Crioulaço e leilão de gado, além de estandes para visitação do público. Na parte de entretenimento, a feira terá praça de alimentação, parque infantil, rodeio, show de motocross e queimas de fogos piromusicais. A feira também traz em sua programação a palestra “Cenários do Agronegócio e Mercado de Commodities”, conduzida por Fábio Meneghin, da Agroconsult, consultoria de agronegócios. A palestra terá entrada gratuita e será realizada na sexta-feira (3), às 16h30. Para o presidente do Sindicato Rural de Campo Verde, Gladir Tomazelli, a Expoverde é uma grande oportunidade de movimentar negócios na região, além de promover a união de forças entre diferentes entidades representativas do município na organização do evento. O evento é realizado pelo Sindicato Rural de Campo Verde em parceria com a Prefeitura Municipal.

30/06/2015 - 11:42

Senador de Mato Grosso integra comitiva do Mapa que visa ampliar exportações e ferrovia Da Redação - Viviane Petroli
A ampliação das exportações e a implantação da Ferrovia Bioceânica em Mato Grosso serão os principais pontos a serem discutidos durante encontro entre representantes do governo brasileiro com representantes do Japão e da Rússia. Uma comitiva, formada pela ministra Kátia Abreu, embarca nesta terça-feira (30) para Tóquio e o Japão. O senador mato-grossense Wellington Fagundes (PR-MT) integra o grupo a convite da ministra da Agricultura. Na viagem à Moscou o senador de Mato Grosso pretende se reunir com líderes chineses durante reunião de chefes de Estado que integram o BRICS. O intuito da reunião com os líderes chineses é avançar nas discussões quanto à implantação da Ferrovia Bioceânica. Para Fagundes, integrar a comitiva ministerial é uma grande oportunidade para abordar outros assuntos de interesse do Brasil, em especial de Mato Grosso, como é o caso das exportações de carne, principalmente bovina. "Mato Grosso é um Estado próspero na pecuária, que literalmente coloca carne nos pratos do mundo todo, no último ano o Estado registrou a maior produção do país com 1,3 milhão de toneladas de carne, o que representou 16,5% de toda a produção nacional no período", salienta o senador. O senador mato-grossense acredita que durante a viagem será possível "destravar" exportações de carne bovina in natura, no caso no Japão, além da abertura de portos para uma lista de frigoríficos brasileiros pré-autorizados pela Rússia para exportar. Reuniões importantes Na opinião de Wellington Fagundes reuniões são investidores do Japão e do Japan International Cooperation Agency (Jica), que seria o Ministério da Agricultura do Japão, são consideradas importantes, em especial para Mato Grosso, uma vez que há interesse dos japoneses em abrir crédito e financiamento para fomentar investimentos no Brasil. "Haverá palestras com investidores locais e tradings, e será uma boa chance para conversarmos sobre investimentos do país asiático no Brasil".

30/06/2015 - 13:20

Aneel aprova aumento médio de 15,23% nas tarifas da Eletropaulo Reuters A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (30) aumento médio de 15,23% nas tarifas da Eletropaulo, dentro do processo do quarto ciclo de revisão tarifária da distribuidora paulista. O índice ficou ligeiramente acima da proposta inicial apresentada pela agência, em maio, de um aumento médio de 15,16%. A proposta passou por audiência pública, foi ajustada e chegou ao valor anunciado nesta terça. O aumento começa a valer a partir do dia 4 de julho.

Arroba do boi gordo chega a R$134 em Mato Grosso 30/06/2015 16:18

A notícia da liberação das exportações de carne in natura para os Estados Unidos não afetou o mercado do boi gordo, que teve queda em São Paulo. No estado, existem ofertas de compra em valores menores que a referência, atualmente em R$ 146,00/@, à vista. A oferta de boiadas não condiz com o tamanho da pressão testada pelas indústrias. As que testam de maneira mais forte o mercado compram animais de fora do estado. No mercado atacadista de carne com osso não houve alterações e as vendas estão lentas, apesar de não haver excesso de estoques devido ao ritmo dos abates. De maneira geral, o cenário é de pressão de baixa pela demanda fraca, mas sem oferta abundante de boiada. Boi Gordo - Scot Consultoria Fonte: Scot Consultoria (*Preços para descontar o Funrural) - (**Região de Cuiabá inclui Rondonópolis) - (***prazo de 20 dias) Município Boi Gordo - (R$/@ - à vista) Boi Gordo - (R$/@ - prazo 30 dias) Vaca Gorda (R$/@ - à vista) Fechamento: 30/06/2015 SP Barretos 146,00 147,00 135,00 SP Araçatuba 146,00 147,00 135,00 MG Triângulo 134,00 136,00 127,00 MG B. Horizonte 135,00 137,00 126,00 GO Goiânia 133,00 135,00 127,00 GO Reg. Sul 134,00 136,00 127,00 MS Dourados 138,00 140,00 128,00 MS Campo Grande 139,00 141,00 130,00 MS Três Lagoas 138,00 140,00 130,00 RS Oeste (kg)* 5,30 5,40 5,05 RS Pelotas (kg)* 5,30 5,40 5,10 Bahia Sul 138,00 140,00 130,00 MT Norte 130,00 132,00 124,00 MT Sudoeste 133,00 135,00 125,00 MT Cuiabá** 134,00 136,00 128,00 MT Sudeste 133,00 135,00 125,50 Paraná Noroeste 148,00 150,00 137,00 SC Oeste*** 156,00 158,00 144,00 PA Marabá 125,00 127,00 114,00 PA Redenção 125,00 127,00 117,50 PA Paragominas 125,00 127,00 120,00 RO Sudeste 128,00 130,00 120,00 TO Sul 133,00 135,00 127,00 TO Norte 128,00 130,00 118,00 Rio de Janeiro 134,00 136,00 118,00 Fonte: Assessoria (foto: assessoria/arquivo)

Crédito para a safra 2015/2016 começa a ser liberado nesta 4ª 30/06/2015 15:58

Começa amanhã a liberação dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, por intermédio dos bancos que operaram com o crédito rural. O governo federal colocou à disposição dos produtores R$ 187,7 bilhões para financiar as operações de custeio e comercialização, investimento e estocagem de álcool. Do total de recursos, R$ 147,5 bilhões se destinam ao custeio das lavouras e comercialização da produção, informa o diretor do Departamento de Economia Agrícola da Secretária de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson de Araújo. Desse montante, R$ 94,5 bilhões serão liberados com juros controlados – 7,75% ao ano para o médio produtor rural e 8,75% ao ano para os grandes agricultores. “A expectativa é que, neste primeiro momento, a maior parte dos produtores procurem os bancos para financiamento do custeio das lavouras”, assinala Wilson Araújo. Outros R$ 53 bilhões estão disponíveis com juros livres. O Plano Agrícola e Pecuário também disponibilizou R$ 38,2 bilhões para as operações de investimento e R$ 2 bilhões para estocagem de álcool. Fonte: Assessoria (foto: assessoria/arquivo)

Pepro incentiva a venda de 2,1 mil t de borracha

30/06/15 - 13:55 Em leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), realizado nesta terça-feira (30.06), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ofereceu incentivo à venda e ao escoamento de 3,1 mil toneladas de borracha natural com DRC 53%. O produto é oriundo da safra 2014/2015. Na operação, foi negociado um montante de prêmio correspondente a 2,1 mil t, ou seja, 68% do total. O valor comercializado foi de R$ 655,5 mil. Para receberem o prêmio, os arrematantes deverão comprovar a venda e o escoamento da borracha exclusivamente para usina de beneficiamento. Entre os estados em que houve interesse pela oferta estão São Paulo (1,8 mil t), Mato Grosso (60 t), Minas Gerais (250 t) e Goiás (28 t). Na Bahia, Espírito Santo e Tocantins não houve interessados. Clique aqui para obter detalhes da operação, na página de resultados de leilões da Conab. Conab - Companhia Nacional de Abastecimento

Expocafé 2015: Valtra aposta em tratores compactos para conquistar cafeicultores mineiros

30/06/15 - 11:52 Entre os dias 1º e 3 de julho, a cidade de Três Pontas (MG), recebe a 18ª edição da maior feira da cafeicultura brasileira, a Expocafé. Durante o evento, marcas do mundo todo apresentam aos produtores da região as mais recentes tecnologias para o setor. De acordo com Reginaldo Munhoz, coordenador comercial da Valtra, o evento ocorre num momento bom para os cafeicultores, pois a colheita avança, os preços estão estáveis e as ótimas notícias do plano agrícola 2015/2016, além do retorno do financiamento através do MDA, fazem com que olhemos de maneira positiva para a Expocafé, acreditando na concretização de muitos negócios na feira”. Por conta disso, a Valtra, uma das líderes no mercado de máquinas agrícolas nacional, leva à Expocafé sua nova linha de tratores compactos – a Série A Fruteiro, que possui um design moderno e arrojado, e que está disponível em quatro versões: A650F (66CV), A750F (78cv), A850F (86cv) e o A950F de 94cv – o mais potente trator do segmento. O grande destaque da marca para o evento é o trator A750F, da Série A Fruteiro, que foi vencedor do “Prêmio Gerdau Melhores da Terra”, na categoria “Agricultura Familiar”. Isto porque a máquina foi considerada pelo júri da premiação como a mais eficiente em trabalhos pesados e a que tem o menor custo operacional. O trator A750F da Valtra tem como diferencial o design inovador, que privilegia a ergonomia e permite excelente desempenho, além da facilidade de manutenção. Todos estes itens foram desenvolvidos especialmente para a operação em culturas perenes, como cafeeiros e videiras. Com dimensões reduzidas, que são compatíveis com o espaçamento entre linhas desse tipo de cultura, o A750F, da Valtra, é fácil de manobrar e tem boa dirigibilidade. A plataforma totalmente plana, única no segmento, oferece conforto ao operador e mais segurança também, pois em função do baixo centro de gravidade e tração nas quatro rodas, o trator A750F trabalha bem mesmo em áreas de declive. Além disso, tem sistema hidráulico de fluxo constante de até 40 litros por minuto. “A Série A Fruteiro chegou para mudar o conceito de tratores estreitos do mercado. Estas máquinas oferecem plataforma totalmente plana e alavancas laterais, que aumentam o conforto e facilitam a operação. Também têm quatro opções de transmissão totalmente sincronizadas, três opções de velocidades de TDP, válvula de fluxo constante de até 40 litros por minuto, única no segmento, e a maior capacidade de levante”, esclarece Winston Quintas, supervisor de marketing de produto da Valtra. A Série A Fruteiro apresenta novo sistema de injeção, com bomba em linha, que proporciona menor consumo de combustível e baixo custo de manutenção. Também tem novo sistema de fixação dos radiadores de óleo da transmissão e sistema hidráulico com trilhos, o que facilita as limpezas periódicas. O maquinário oferece ainda coluna de direção regulável, com ajustes de altura e profundidade, proporcionando assim, maior conforto e melhor ergonomia ao operador. Outro diferencial é a suavidade na liberação da embreagem, que devido ao novo sistema de acionamento da embreagem da TDP, evita trancos e amplia a vida útil do disco da embreagem. Tratores de média potência A Valtra também apresenta durante o evento a nova família de tratores BM. Os produtos desta linha sempre foram reconhecidos como os melhores do segmento de média potência (entre 106 e 132 cvs) e, agora com a reformulação, especificamente das versões BM110 e BM125i, oferecem muito mais desempenho e robustez. A nova linha BM apresenta novo sistema hidráulico, que foi redimensionado para vazão de 57,5 litros/minuto, trazendo melhoria de 11% em relação ao anterior. O capô teve o design aprimorado, e, além de mais bonito, ficou mais funcional, pois facilita a manutenção e a refrigeração do sistema hidráulico e da caixa de câmbio. O radiador de alumínio garante maior eficiência na troca de calor, melhorando a performance em regiões de alta temperatura ambiente, já o escapamento lateral do maquinário amplia o campo de visão do operador. Os lançamentos possuem motor AGCO Power, desenvolvido exclusivamente para agricultura, o que permite melhor performance e economia de combustível. Atendimento personalizado A Valtra estará representada na feira pelas concessionárias Dimatra e Aliança, que irão disponibilizar aos visitantes que passarem pelo estande da marca um atendimento completo, com esclarecimento de dúvidas sobre produtos, financiamentos, consórcio, serviços e peças. Além de uma consultoria personalizada com a indicação das melhores soluções para cada tipo de produção. Agrolink com informações de assessoria

FMC apresenta portfólio completo para cafeicultura na ExpoCafé 2015

30/06/15 - 13:34 A FMC Agricultural Solutions apresentará manejo completo para cafeicultura na 18ª edição da Expocafé, o maior evento sobre a cultura no Brasil. O encontro será realizado de 1 a 3 de julho, em Três Pontas (MG), que terá a presença de produtores de diferentes partes do Brasil e de países da América Latina, América do Norte e Europa. No ano passado, evento reuniu mais de 22 mil visitantes. O Gerente de Marketing da FMC, Flavio Irokawa, explica a importância de participar da ExpoCafé, as novidades que serão apresentadas pela companhia e por que a FMC tem se destacado cada vez mais neste segmento. “Nos campos demonstrativos será possível apresentarmos resultados obtidos nas últimas safras e diferenças significativas com o uso de nossas tecnologias. Com a aquisição da Cheminova, expandimos nosso portfólio para o mercado cafeeiro e, com isso oferecemos soluções que integram o manejo completo para controle de doenças e pragas na cultura, como fungicidas, inseticidas, herbicidas, adjuvantes e fertilizantes especiais. Essas soluções favorecem a capacidade produtiva, contribuem para maior proteção e rentabilidade dos cafezais e promove um realce ao sabor da bebida”, ressalta Irokawa. Portfólio integrado Irokawa também destaca a Linha Fertís FMC, uma solução combinada de nutrição das plantas, que é utilizada para recuperação e estruturação das plantas que receberam poda ou manejo de produção ou que passaram por estresse climático. Fazem parte dessa linha, Crop + e K-Humate, que contribuem e aumentam a disponibilidade de nutrientes do solo, fortalecem o sistema radicular, promovem o estímulo do crescimento da vegetação, configurando melhor porte, maior enfolhamento, melhor uniformidade da florada com pegamentos dos frutos e a planta mais sadia. Já o adjuvante Silwet é um superespalhante à base de silicone, que é forte aliado da tecnologia de aplicação e utilizado nas combinações com produtos fitossanitários. O herbicida Aurora é uma inovação com excelência no manejo de plantas daninhas como trapoeraba, corda de viola e ervas de difícil controle. O gerente reforça que é possível atender o cafeicultor em todas as suas demandas e contribuir na sua lavoura com insumos em qualquer momento da sua plantação, com os inseticidas Warrant, indicado para manejo de Bicho Mineiro, com aplicação preventiva no solo e Nufos, em aplicação foliar. Temos o fungicida Impact 125 SC, eficaz no manejo da Ferrugem. O fungicida Rovral, já reconhecido da FMC, que é indicado para controle de Phoma e complexo das doenças da florada. Para aplicações foliares, temos os fungicidas Impact Duo e Rubric, que controlam Ferrugem e doenças foliares e Authority, que possui alto poder de absorção e sistemicidade, e é excelente no controle de Ferrugem e Cercospora. Já o inseticida e acaricida Kraft diferencia-se por ser duas vezes mais concentrado do que as tecnologias disponíveis no mercado, e é indicado para controle de Ácaro-vermelho e Bicho-mineiro. Agrolink com informações de assessoria

Brasil triplica número de famílias atendidas no campo

30/06/15 - 12:05 A área de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) apresenta duas novidades no Plano Safra 2015-2016. A primeira é que o número de famílias atendidas passa das atuais 100 mil para 330 mil em todo o país. A segunda é o início das atividades da Agência Nacional Assistência Técnica e Extensão Rural, a Anater, com a nomeação do engenheiro agrônomo Paulo Guilherme Cabral para a presidência do órgão. “Sabemos que a demanda por assistência técnica é maior, mas temos a perspectiva de aumentar a capacidade de atendimentos nas próximas safras com uma agência mais ágil como será a Anater”, afirma o coordenador-geral de Fomento da Diretoria de Ater no MDA, Everton Ferreira. O serviço de Ater consiste em visitas para identificar as necessidades e potencialidades de cada família. Há dois tipos de assistência, a universal, aplicada a agricultores adultos e do sexo masculino, e a especializada, voltada a praticantes da agroecologia, mulheres e jovens. Segundo Ferreira, o atendimento especializado parte do modo de vida que o assistido quer desenvolver. “É o projeto de vida dela ou dele. Quando você faz o trabalho com a família como um todo, é um trabalho geral e com gestão da figura masculina.” Ministério do Desenvolvimento Agrário

Monsanto investe mais de US$ 1 bi para evitar dependência de glifosato

30/06/15 - 13:30 Está clara a movimentação da gigante Monsanto para buscar alternativas agroquímicas para não ficar tão dependente do glifosato. Na semana passada, a multinacional anunciou investimentos de mais de US$ 1 bilhão nos próximos três a cinco anos para expandir a fábrica em Luling (Louisiana/EUA), que irá produzir o herbicida Dicamba. É representativo o fato de que essa unidade no sul dos Estados Unidos vem sendo há anos uma espécie de sede mundial da produção de glifosato. O herbicida, ingrediente-chave da linha Roundup, é alvo de diversos questionamentos pelo mundo – entre eles da parte da própria OMS (Organização Mundial da Saúde), que o acusa de ser “possivelmente cancerígeno”. Além disso, nos últimos anos têm aumentado o surgimento de ervas daninhas resistentes. “Durante a próxima década, esse (investimento) tem o potencial de diversificar ainda mais nosso segmento de produtividade agrícola e fornecer uma fonte de crescimento a longo prazo”, disse o presidente da Monsanto, Brett Begemann, a analistas em uma teleconferência. “A realidade é que a indústria tem de evoluir continuamente, assim como a vida vegetal evolui”, explica o analista Matt Arnold, da Edward Jones. O Dicamba será inicialmente combinado com o glifosato e receberá o nome de “Roundup Ready Xtend”, sendo direcionado para a soja e algodão. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Conheça as centrais de embalagens de defensivos que conquistaram Prêmio Defesa Vegetal

30/06/15 - 11:57 Nesta segunda-feira (29.06), foi realizada a 18ª edição do Prêmio Defesa Vegetal. A inciativa, lançada em 1998, homenageia profissionais, empresas e instituições ligadas ao agronegócio que estimulam a inovação, a extensão do conhecimento e as melhores práticas no campo e contribuem para transformar a produção de alimentos no Brasil. O inpEV - instituto que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos – fez parte da comissão julgadora, também composta por representantes das outras entidades realizadoras do evento - ANDEF, ANDAV e OCB. O prêmio, que teve neste ano o tema “Educando o campo para cultivar o futuro”, é dividido em quatro categorias: Campo Limpo, Canais de Distribuição, Cooperativa e Jornalismo. Os nomes escolhidos pela comissão julgadora e os critérios de avaliação dos trabalhos apresentados foram validados pelo Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS). Os prêmios da categoria Campo Limpo foram entregues pelo diretor-presidente do inpEV, João Cesar M. Rando. O primeiro lugar foi conquistado pela Central de Primavera do Leste (MT) que é gerenciada pelo Conselho Estadual de Associações de Revendas de Produtos Agropecuários de Primavera do Leste (Cearpa), o segundo pela Central de Canarana (MT) que é gerenciada pela Associação dos Representantes de Defensivos Agrícolas do Vale do Araguaia (Ardava) o terceiro lugar pela Central de Tangará (SC), gerenciada pela Associação das Revendas de Defensivos Agrícolas do Vale do Vinho (Ardavvi). A relação completa com os finalistas de todas as categorias e modalidades da 18ª edição do Prêmio Defesa Vegetal pode ser vista no http://andefedu.com.br. Sobre o inpEV O inpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, é uma entidade sem fins lucrativos criada pela indústria fabricante de defensivos agrícolas para realizar a gestão pós-consumo das embalagens vazias de seus produtos de acordo com a Lei Federal nº 9.974/2000 e o Decreto Federal nº 4.074/2002. A legislação atribui a cada elo da cadeia (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) responsabilidades compartilhadas que possibilitam o funcionamento do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos). Fundado em 14 de dezembro de 2001, o inpEV entrou em funcionamento em março de 2002. Desde então, o instituto integra os diversos elos da cadeia, coordena as atividades para a destinação do material e promove ações de conscientização e educação. Formam o rol de associados do inpEV mais de 100 empresas e nove entidades representativas da indústria, dos canais de distribuição e dos agricultores. Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site www.inpev.org.br Agrolink com informações de assessoria

Soja, milho e frango impulsionam renda do produtor paranaense

30/06/15 - 12:38 O faturamento do setor agropecuário paranaense, medido pelo Valor Bruto da Produção (VBP), deve crescer cerca de 3% em 2015, chegando a próximo de R$ 73 bilhões. A projeção foi feita pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado Agricultura e do Abastecimento. A safra recorde de soja e o bom momento do milho e da avicultura devem impulsionar a renda do produtor nesse ano. O VBP mede o rendimento bruto do produtor rural da porteira da fazenda para dentro. Se confirmado, o resultado vai superar o crescimento registrado em 2014, quando a agropecuária do Estado teve avanço de 2% e somou um VBP de R$ 70,6 bilhões. A maior contribuição virá da soja, responsável por 21% do total faturado pelo setor agropecuário no Paraná e que na safra 2014/2015 bateu recorde. A previsão é que o VBP da soja cresça 8% sobre os R$ 15 bilhões registrados em 2014. No milho safrinha, o VBP deve aumentar 6%, chegando a R$ 3,57 bilhões, e no frango de corte é esperado um avanço de 1% sobre os R$ 10,2 bilhões registrados no ano passado. PREÇOS E INVERNO - A projeção para 2015 é preliminar e ainda depende do comportamento dos preços e da safra de inverno, que ainda está suscetível ao clima. Mas tudo aponta, pelo menos até agora, para um bom desempenho ao longo do ano, de acordo com Marcelo da Silva Gomes, economista do Deral. Com o bom desenvolvimento da safra, o Deral revisou para cima, na semana passada, a estimativa de produção, que deve chegar ao recorde de 38,05 milhões de toneladas de grãos, somando as safras de verão e inverno. Isso representa 6% a mais do que a safra anterior. Para a segunda safra de milho é esperado um crescimento de produção de 4% - 10,78 milhões de toneladas. “As geadas que tivemos até agora foram fracas, então não há previsão, no momento, de problemas para a safra de inverno”, afirma Gomes. O trigo, cujo plantio foi 88% concluído, a previsão é de um crescimento de 3% na produção, para 3,96 milhões de toneladas. A produtividade deve aumentar 9%, para 2.991 quilos por hectare. PRODUÇÃO RECORDE E CÂMBIO FAVORECEM A SOJA Boa parte dos resultados se deve à soja. Nesse ano, os produtores colheram o volume recorde de 16,9 milhões de toneladas de soja, o que representou um avanço de 16% sobre a anterior. Apesar dos preços mais baixos das commodities agrícolas em relação ao ano passado, o real desvalorizado na comparação com o dólar vem favorecendo o faturamento dos produtores. “A queda de quase 20% nos preços internacionais em relação ao ano passado está sendo compensada pelo dólar, que na casa dos R$ 3,10 ajudou a melhorar a condição do agricultor”, diz o economista Pedro Loyola, coordenador do departamento técnico e econômico da Federação da Agricultura do Paraná (Faep). Além disso, de acordo com o Deral, 33% da soja colhida no Estado ainda não foi comercializada e há expectativa de leve melhora de preços do grão no mercado internacional, com a piora nas previsões da safra norte-americana, afetada pelas chuvas. Com a possibilidade de uma safra americana menor, os preços internacionais reagiram nos últimos dias. “O mercado ainda está bastante volátil, mas existe a possibilidade de recuperação do preço. Capitalizado, o produtor paranaense está comercializando mais lentamente a safra desse ano”, acrescenta Loyola. AVICULTURA DEVE TER 4% DE AUMENTO NA PRODUÇÃO Segundo setor de maior peso no VBP do Estado, com 14% de participação, a avicultura segue com bom desempenho. Maior produtor e exportador de frango do País, o Paraná deve registrar uma alta de 4% na produção em 2015, segundo o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar ). De janeiro a maio, o Paraná exportou 551,6 mil toneladas de frango, 10% mais do que no mesmo período do ano passado. Os frigoríficos do Estado respondem por 30% das exportações do País. Apesar do bom resultado, a preocupação, no entanto, está no aumento dos custos, principalmente de energia, de acordo com Pedro Loyola, da Faep. “Isso afeta a rentabilidade do setor, apesar dos preços estarem remuneradores”, afirma ele. Agência Estadual de Notícias - Paraná

Governo destina R$ 38 milhões para irrigação no Nordeste

30/06/15 - 12:30 O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, anunciou o repasse de R$ 38,3 milhões para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) executar ações de abastecimento de água em 12 perímetros irrigados de quatro estados da região Nordeste. Os recursos serão utilizados para a implantação imediata de estruturas provisórias que permitirão o funcionamento pleno dos perímetros irrigados. O anúncio ocorreu nesta sexta-feira (26.06). Serão beneficiados os perímetros de Senador Nilo Coelho, Brígida, Fulgêncio, Manga de Baixo e Icó Mandantes, em Pernambuco (R$ 28,75 milhões); Curaça, Manciçoba e Pedra Branca, na Bahia (R$ 4,74 milhões); Betume, Cotinguiba-Pindoba e Propriá, em Sergipe (R$3,25 milhões); e Itiubá, em Alagoas (R$ 1,7 milhão). "Hoje, estamos trazendo a parte do governo federal. Com essa união de todos, dos prefeitos, dos governos estaduais e dos parlamentares, vamos encontrar alternativas financeiras. A Codevasf vai oferecer segurança hídrica neste período em que estamos vivendo uma estiagem prolongada. O objetivo é iniciar imediatamente as obras", explicou o ministro. À tarde, Occhi e o presidente da Codevasf, Felipe Mendes, reuniram-se com autoridades da região, em Petrolina (PE), para discutir ações emergenciais para enfrentar o período de estiagem. As reduções da vazão do reservatório de Sobradinho e da cota do Rio São Francisco têm dificultado a captação de água pelas estações de bombeamento desses perímetros. "É muito gratificante estar aqui nesse momento para presenciar este ato da maior importância. A Codesvaf dispõe de todos os recursos técnicos e de uma equipe dedicada", afirmou Felipe Mendes. O evento contou também com a presença do senador Fernando Bezerra Coelho, do vice-governador da Bahia, João Felipe de Souza Leão, dos prefeitos de Juazeiro, Isaac Carvalho, e de Petrolina, Julio Emilio Lossio de Macedo, além de deputados estaduais e distritais. Pernambuco Para Pernambuco foram destinados R$ 28,75 milhões. No perímetro irrigado Senador Nilo Coelho, serão investidos R$ 25,3 milhões para instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes. O objetivo é auxiliar a estação de bombeamento que recebe água do reservatório de Sobradinho. A previsão é de que a instalação seja concluída em 120 dias. Atualmente, no perímetro, 2.337 irrigantes cultivam 23.272 hectares. Ao todo, são mantidos 120 mil empregos. E o distrito de irrigação garante o abastecimento de 130 mil pessoas. Para o perímetro Fulgêncio será destinado R$ 1,9 milhão para realização de serviços de engenharia e instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes que irão auxiliar a estação de bombeamento. O tempo estimado de execução é de 90 dias. A área cultivada é de 4.782,58 hectares. Ao todo, o perímetro conta com 1.554 irrigantes familiares e mantém 11.956 empregos. A água do Fulgêncio também abastece 15 mil pessoas. O perímetro de Brígida receberá R$ 60 mil para realizar ações de ensecadeira com previsão de conclusão para 30 dias. Atualmente, 1.761 hectares são cultivados por 428 irrigantes da região. Ao todo, 4.402 empregos são gerados e cinco mil pessoas recebem água para consumo. A previsão para o desassoreamento do canal de chamada d o perímetro Icó Mandantes, a ser concluída em 60 dias, é de R$ 1,1 milhão. A área cultivada é 2.347 hectares, onde estão 121 irrigantes. Ao todo, 5.868 empregos são gerados. Outro perímetro a ser contemplado em Pernambuco é o Manga de Baixo, com R$ 288,5 mil. No local serão instalados flutuantes, com previsão de conclusão em 90 dias. São 48,3 hectares de área cultivada, com 26 irrigantes, que geram 100 empregos. Bahia O estado da Bahia será contemplado com R$ 4,74 milhões. O perímetro Curaçá terá R$ 1,8 milhão para serviços de engenharia e instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes. A previsão de conclusão é de 90 dias. Atualmente, 4.118 hectares são cultivados. O total de irrigantes é de 288 e 10.295 empregos são garantidos. O abastecimento de água para consumo beneficia 6.500 pessoas. Já o perímetro Maniçoba receberá R$ 1,8 milhão para serviços de engenharia e instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes com previsão de conclusão em 90 dias. A área cultivada é de 8.635 hectares. São 319 irrigantes, 21.588 empregos e 14 mil pessoas recebem água para consumo. Para o perímetro Pedra Branca serão destinados R$ 962,6 mil para serviços de engenharia e instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes, com previsão de conclusão de 90 dias. Pedra Branca tem 5.87 hectares cultivados por 126 irrigantes e um total de 12.719 agricultores. A água chega para 6.400 consumidores. Sergipe O estado de Sergipe receberá R$ 3,25 milhões. Para o perímetro de Betume foram reservados R$ 1,8 milhão para instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes que irão auxiliar as estações de bombeamento 03,05, 07 e 09. A previsão de conclusão é de 90 dias. No local, há 1.512 hectares de área cultivada. Ao todo, 10.295 empregos são mantidos e há 753 irrigantes. Para o Cotinguiba-Pindoba estão previstos R$ 879,4 mil para instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes, com previsão de conclusão em 90 dias. A área cultivada é de 1.272 hectares. No local há 475 irrigantes e existem 3.181 postos de trabalho. Também serão instaladas moto-bombas em estruturas flutuantes que irão auxiliar as estações de bombeamento do perímetro de Propriá com recursos de R$ 553,7 mil. A previsão de conclusão é de 90 dias. Ao todo, há 311 irrigantes, são cultivados 401 hectares e mantidos 1.001 empregos. Alagoas A previsão de investimento para Alagoas é de R$ 1,7 milhão para instalação de moto-bombas em estruturas flutuantes do perímetro de Itiúba. A previsão de conclusão em 90 dias. São 1.629 hectares de área cultivada, com 475 irrigantes familiares e 4.072 empregos. Perímetros de irrigação Na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia e Minas Gerais há 32 perímetros de irrigação sob a gestão da Codevasf. No total, eles representam uma área de 150 mil hectares, divididos em 16.751 propriedades (lotes). Destas, 15.476 pertencem a agricultores familiares, 1.232 a empresas e 43 a programas e projetos do governo, como pesquisas agrícolas em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em 2014, a produção desses perímetros alcançou 2,62 milhões de toneladas de itens agrícolas, principalmente frutas. O valor bruto dessa produção foi de R$ 1,6 bilhão. Neste período, cerca de 76 mil empregos diretos e 115mil indiretos foram mantidos. Ministério da Integração Nacional

Justiça dá 90 dias para Anvisa concluir avaliação toxicológica do glifosato

30/06/15 - 11:50 Acatando pedido do Ministério Público Federal de Brasília (MPF/DF), a Justiça Federal determinou prazo máximo de 90 dias para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conclua sua reavaliação toxicológica sobre seis ingredientes ativos muito disseminados no Brasil. Entre eles estão: glifosato, lactofen, carbofurano, abamectina, thiran e paraquate. A decisão da juíza Luciana Raquel Tolentino, porém, não interrompe a liberação de registros para novos produtos contendo essas substâncias, como queria a Procuradoria. Em ação civil pública proposta em março de 2014, o MPF/DF pede o banimento dos ingredientes ativos alegando que eles seriam cancerígenos. “Urge que a Anvisa, como órgão de especial atuação em todos os setores relacionados a produtos e serviços que possam afetar a saúde da população brasileira, finalize os processos de reavaliação toxicológica, os quais se arrastam desde o ano de 2008”, decretou a Juíza Luciana em sua decisão. A Procuradoria voltou à carga em Abril deste ano, solicitando a suspensão do registro de novos produtos. O MPF alega que existem “fatos novos”, como os relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontando características carcinogênicas em alguns ingredientes. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Dow é premiada em duas categorias durante o 18º Prêmio Defesa Vegetal da ANDEF

30/06/15 - 11:49 A Dow AgroSciences recebeu, no último dia 29, dois prêmios na 18ª edição do Prêmio Defesa Vegetal, realizado pela ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), nas categorias Indústria e Profissional. As melhorias obtidas nos sistemas produtivos em Paragominas, nordeste do Pará, com aumento na produção das fazendas de 7@/ha para 30@/ha dentro das áreas intensificadas, através do Projeto Pecuária Verde, rendeu à Dow AgroSciences o prêmio na categoria Indústria. A atividade pecuária no município que, antes era sinônimo de desmatamento e passivos ambientais, agora investe na intensificação das pastagens, tecnologia de ponta, difusão de conhecimento e capacitação, tornando-se uma referência de sustentabilidade na região amazônica. Roberto Risolia, Líder de Sustentabilidade da Dow AgroSciences, que acompanha o projeto desde o início, destaca a importância dessa iniciativa como exemplo de que a pecuária pode ser mais rentável: “O Brasil aumentou a sua produtividade nos últimos 10 anos de 2,7 arrobas por hectare para cerca de quatro arrobas por hectare, graças à tecnologia e capacitação. No entanto, sabemos que ainda podemos melhorar através de iniciativas como o Projeto Pecuária Verde, que contribuem diretamente para o desenvolvimento do agronegócio de forma sustentável.”, conclui o executivo. O Projeto Pecuária Verde é resultado da parceria entre a Dow AgroSciences, o Sindicato Rural de Paragominas, a organização de conservação ambiental The Nature Conservancy (TNC), o instituto de pesquisa Imazon e o Fundo Vale. Durante a cerimônia, a Dow AgroSciences também foi premiada na categoria Profissional. O Representante Técnico de Vendas (RTV) da Dow AgroSciences, José Palermo recebeu a homenagem por levar e ampliar o conhecimento sobre boas práticas agrícolas às lavouras do Interior de São Paulo, através de sua participação ativa no Programa de Aplicação Responsável da companhia e nos treinamentos da Iniciativa 2,4-D. Em 2014, a região em que Palermo atua contou com a capacitação de 161 pessoas, em cinco treinamentos realizados pelo Programa de Aplicação Responsável – que em 2011 também recebeu o Prêmio Mérito Fitossanitário, da ANDEF, na categoria “Boas Práticas Agrícolas”. Outros 434 produtores foram capacitados em quatro palestras ministradas pela Iniciativa 2,4-D no interior paulista. A conquista desses prêmios comprova o compromisso da companhia e seus colaboradores com a agricultura brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções e treinamentos pautados na responsabilidade social e ambiental. Sobre o Programa de Aplicação Responsável O Programa de Aplicação Responsável foi criado em 2010, através de uma parceria entre a Dow AgroSciences e Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu (SP), com o objetivo de capacitar agricultores, técnicos e operadores sobre os métodos de aplicação das tecnologias e o melhor uso dos equipamentos disponíveis. A iniciativa abrange as culturas de milho, soja e cana-de-açúcar e, no segundo semestre, será expandida para tomate e uva. Em 2014, o programa atingiu a expressiva marca de 4700 pessoas capacitadas, em 16 estados brasileiros. Dow e Rio 2016 Como “Empresa Química Oficial” dos Jogos Olímpicos, a Dow possui uma posição única como fornecedora de soluções inovadoras e mais sustentáveis que melhoram a experiência Olímpica para os territórios-sede, atletas e fãs em todos os lugares – na arena dos Jogos e em nossas vidas diárias. Nosso portfólio de produtos inovadores e de alta tecnologia oferece produtos mais sustentáveis para as necessidades mais desafiadoras dos Comitês Organizadores, governos locais, construtores e parceiros ligados aos Jogos. Sobre a Dow AgroSciences A Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos, desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 7,3 bilhões em 2014. Agrolink com informações de assessoria

Presidente da ANA defende regras para elevar emprego da água de reúso

O presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, defendeu em visita a Campinas (SP) a criação de regras que permitam elevar a aplicação da água de reúso em municípios brasileiros afetados pela escassez hídrica
Além disso, ele reforçou a sugestão para que a próxima outorga do Sistema Cantareira, em São Paulo, contemple faixas durante a distribuição do líquido na capital e cidades do interior. De acordo com Andreu, parte das indústrias ainda é contrária à implantação acelerada da água de reúso e optam pela água da rede pública, ainda que o custo seja maior, em virtude da falta de regulação. Ele frisou que o Conselho Nacional de Recursos Hídricos incluiu a questão em agenda e defendeu mecanismos de integração para acelerar o processo. “Precisamos avançar rapidamente para a parte do uso industrial e consumo. A outra parte é a de garantias para acesso, principalmente a política tarifária, que é Saneamento”, falou ao mencionar que ainda são necessárias avaliações de órgãos do Meio Ambiente e Sáude. “É necessário criar políticas tarifárias, visto que em grande maioria a água de reúso tende a ter origem privada”, falou sobre a necessidade de garantir transparência e segurança. Ao tratar sobre domínios de rios e lagos por estados e União, o presidente da ANA voltou a defender a criação de um órgão capaz de centralizar decisões em situações de conflito. “Normalmente no conflito de água, todo mundo briga e todo mundo tem razão. De início, não é Justiça, mas isso precisa ser resolvido dentro do Sistema Nacional de Recursos Hídricos.” Cuidado extra – O coordenador de Recursos Hídricos em São Paulo, Rui Brasil Assis, também reforçou a necessidade de regras para expandir a aplicação da água de reuso. “Como é um assunto novo, você não tem experiências e parâmetros. Precisamos fazer as escolhas que garantam mais segurança a todos. Nesse caso do reúso para abastecimento, acho que é mais rápido por causa da segurança que se tem na estação de tratamento e lançamento em reservatório”. Ele não soube dizer se há previsão de quando as discussões serão finalizadas. Planejamento – Em outubro do ano passado, a Prefeitura anunciou que a Sanasa pretende lançar 890 litros por segundo de água de esgoto tratada para reúso – 99% pura, mas imprópria para o consumo – nos rios Atibaia e Capivari, com a intenção de abastecer a cidade. Para isso, serão necessárias duas obras. Segundo o prefeito Jonas Donizette (PSB), antes de chegar as torneiras, o produto ainda passará por mais uma etapa de purificação na estação. Ainda não há previsão de quando os trabalhos serão finalizados, de acordo com a empresa. A medida prevê que a água de reúso seja lançada antes dos pontos que a cidade capta água nos dois rios. Atualmente, a Sanasa, empresa responsável pelo abastecimento da cidade, produz 60 litros por segundo do líquido com 99% de pureza na estação na Capivari 2. Inaugurada em abril de 2012, ela pode chegar a até 360 litros por segundo. Na estação Capivari 2, o tratamento do esgoto é feito com a tecnologia de membranas de ultra filtração – o processo é físico e biológico, sem a utilização de produtos químico, portanto mais barato. O processo gera 99% de pureza, mas, apesar disso, o líquido não é potável e serve somente para manutenção de praças, jardins e lavagens em geral. Outorga do Cantareira – Andreu também sugeriu que o próximo documento possa contemplar a criação de faixas sobre como deve ser feita a distribuição de águas para as regiões, com base nos índices do reservatório, sem considerar apenas vazões mínimas. A atual outorga vigente determina vazão primária de 3 m³/s e secundária de 2 m³/s para a região das bacias do PCJ. Já em relação à Sabesp, a vazão primária corresponde a 24,8 m³/s e a secundária é de 6,2 m³/s. Por causa da crise hídrica, segundo a ANA, a região do PCJ recebeu nesta sexta-feira 1,49 m³/s, enquanto que a área da capital teve 12,9 m³/s. A atual outorga foi prorrogada em julho do ano passado, após resolução conjunta da ANA e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee). No documento, os órgão consideraram “a situação de excepcionalidade da baixa disponibilidade hídrica na bacia do Rio Piracicaba, que resultou em vazões afluentes aos aproveitamentos do Cantareira em magnitudes inferiores às mínimas já registradas anteriormente desde 1930, levando à utilização emergencial de volumes acumulados abaixo dos níveis mínimos.” Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:50hs Fonte: G1

Caminhos da Cana II: Turbinando o Etanol

O grande sucesso do Caminhos da Cana em 2014, que contou com cerca de 10 mil quilômetros percorridos com a realização de eventos em 25 cidades do interior de São Paulo e mais de 3 mil produtores entrevistados, aponta que as metas, mais do que alcançadas, foram superadas
O projeto coordenado pelo Prof. Dr. Marcos Fava Neves, segue neste ano com a sua segunda edição. Em 2015 as expectativas e metas continuam arrojadas. Em 6 meses será alcançada novamente a marca dos 10 mil quilômetros em 25 cidades percorrendo todo o Brasil. A aposta para alavancar o Setor Sucroenergético é o Etanol. Iremos turbiná-lo unindo forças com associações, produtores e empresas para que juntos possamos alcançar os objetivos traçados. Os eventos contam com uma estrutura dividida em 2 períodos, sendo que na parte da manhã, serão reunidos líderes e representantes dos diversos elos para um profundo debate sobre as questões e necessidades do Setor Sucroenergético e a tarde será ministrada palestra pelo Prof. Dr. Marcos Fava Neves contando com a participação de produtores e lideranças. A palestra aborda os desafios do setor de cana-de-açúcar e conta com a distribuição gratuita do livro Caminhos da Cana, de autoria do próprio palestrante. Com o apoio da Bayer, Case IH, FEARP/USP, Fundace, Fapesp, Orplana, Canaoeste e apoio institucional da UNICA e CEISE, será elaborado o plano estratégico para o Setor Sucroenergético. A busca por ideias para melhorar a competitividade do mesmo e de suas associações será um dos pontos mais abordados durante o giro, além da indispensável pesquisa com os produtores que apontam resultados surpreendentes. As datas das primeiras cinco cidades que receberão o Caminhos da Cana estão confirmadas: Evento 1: Ituverava – 29/06 Evento 2: Sertãozinho – 23/07 Evento 3: Cravinhos – 24/07 Evento 4: Bebedouro – 12/08 Evento 5: Severínia – 13/08 Para mais informações entre em contato através do e-mail fpenariol@markestrat.org ou pelo telefone (16) 3456-5555. Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:40hs Fonte: cdn COmunicação Corporativa

Porto de Pecém prevê que cabotagem registre crescimento de 5% em 2015

Na contramão do crescimento, executivo pondera que planejamento de modais que complementem a cabotagem são necessários
Visando melhorar o desenvolvimento do modal no País, a SEP (Secretaria Especial de Portos) já vem trabalhando com algumas medidas e ações que visam desburocratizar o sistema e baratear o transporte de cargas no País. O modal que segundo aponta a Antaq (Associação Nacional de Transportes Aquaviários) está em crescimento desde 2010, com uma média de 3,9% ao ano na movimentação de diferentes cargas e 19% no transporte de contêineres, deve se desenvolver ainda mais. Porém para que isso aconteça, destaca o diretor de Infraestrutura e Desenvolvimento da Cearáportos (Companhia de Integração Portuária do Ceará), Waldir Frota Sampaio, é preciso haver a modernização e integração multimodal, entre outros aspectos. O complexo portuário, explica, registrou somente na movimentação de cabotagem em 2014, 1.316.243,29 mil de toneladas, um crescimento de 16% em relação ao número registrado no ano anterior. Foram 91.776 Teus, um acréscimo de 21,73%. Entre os destaques das ações executas pelo complexo e relação ao modal, o executivo ressalta ainda a sua política de tarifas diferenciadas para a carga nacional dentro das condições de economia do negócio, além disso ele comenta que os novos três berços previstos para agosto e novembro de 2015 e março de 2016, também poderão ser utilizados para atracação de navios de cabotagem, mas ressalta. “Isso caso as condições político e socioeconômicas portuárias do Brasil favoreçam plenamente o desenvolvimento da cabotagem”. Mesmo com grandes avanços nos últimos anos diante do setor e dos empresários, a cabotagem ainda luta por um maior espaço no mercado logístico brasileiro. Apesar das grandes oportunidades oferecidas pelo País, com destaque para região geográfica do Brasil, o modal ainda carece de um olhar a mais, de uma atenção a mais. Mesmo assim o setor projeta um saldo positivo para o modal e o complexo não pensa diferente. “Para 2015, a nossa previsão é que o modal registre um crescimento de 5% em relação a 2014”, projeta Sampaio. Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:30hs Fonte: Guia Marítimo

Suplementos nutricionais da DSM melhoram os resultados da pecuária leiteira

Aumento da produção de leite e melhora dos índices de reprodução são alguns dos benefícios das linhas que os especialistas da companhia apresentarão de 30 de junho a 4 de julho, em Uberaba (MG)
A inovação e a alta tecnologia dos produtos da DSM | Tortuga estarão entre os destaques da Megaleite 2015, de 30 de junho e 4 de julho, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG). Em meio a produtores das principais raças leiteiras criadas no País e profissionais, o time de especialistas da companhia apresentará todos os benefícios dos suplementos nutricionais para vacas, entre eles o Bovigold Beta Pré-Parto e o Bovigold Beta Pós-Parto - desenvolvidos especificamente para o período de transição. “A Megaleite é uma feira muito importante no segmento leiteiro e, neste evento, a DSM | Tortuga apresentará ao produtor inovações presentes no portfólio de produtos que resultam em benefícios aos animais. O nosso papel é atender às necessidades dos nossos clientes e oferecer soluções que geram maior lucratividade nas fazendas leiteiras e melhores dos índices zootécnicos”, afirma o gerente comercial de vendas em MG, Carlos Paez. Segundo o gerente, além das orientações técnicas, os especialistas da DSM | Tortuga apresentarão também os detalhes sobre a solução Delvotest. Trata-se de um teste para que pecuaristas, fábricas de laticínios e laboratórios consigam detectar a presença e o nível de antibióticos presentes no leite, possibilitando assim a comercialização de um produto de qualidade. Melhores resultados reprodutivos O Bovigold Beta Pré-Parto e o Bovigold Beta Pós-Parto são compostos pela tecnologia dos já consagrados Minerais Tortuga, além de vitaminas, sais aniônicos e Monensina que contribuem para melhorar a imunidade do rebanho e oferece melhores condições para o desempenho reprodutivo. O pacote tecnológico presente nos produtos para pré-parto e pós-parto garante aos criadores uma redução considerável de ocorrência de transtornos no peri-parto. Outros benefícios são o aumento da taxa de prenhez, a redução dos dias em aberto e o intervalo entre partos das vacas, possibilitando maior produtividade aos criadores. Mais leite por quilo de alimento A DSM | Tortuga também apresentará aos visitantes da Megaleite o Bovigold RumiStar™, suplemento nutricional para a pecuária leiteira lançado no final de 2014 O produto contém a primeira e única enzima destinada a ruminantes e que proporciona mais leite por quilo de alimento, pois atua no rúmen e ajuda a decompor o amido do milho durante a digestão, quando utilizado no período de lactação do animal. Tal processo faz com o que o gado aumente a produção por ampliar a disponibilidade de energia para a flora microbiana. I-Check e Calculadora de Melhoria de Fertilidade Quem visitar o estande da empresa na feira poderá também conhecer ferramentas que analisam a necessidade de suplementação do animal, o I-Check e a Calculadora de Melhoria de Fertilidade. O aparelho portátil é capaz de verificar o nível de betacaroteno no plasma, confirmando se realmente é necessário fazer o procedimento. Já a calculadora, desenvolvida pela DSM, é um aplicativo, disponível gratuitamente no site da marca Tortuga (www.tortuga.com.br), que permite quantificar os retornos extras gerados por melhorar o desempenho reprodutivo. Informações: www.girolando.com.br/megaleite Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:20hs Fonte: Agência Ideal

Santa Catarina revela novos finalistas ao Freio de Ouro

Classificatória em Chapecó levou mais seis conjuntos para a grande final
Exemplares de seis estados diferentes, oito vagas em jogo e a chance de fazer história na pista do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Foi isso que motivou 27 conjuntos a mostrarem suas performances em Chapecó, na região Oeste de Santa Catarina. Porém, após três dias de disputa no estado que reúne a segunda maior manada da raça, Aurora Torena e Sargento do Itapororó lideraram um grupo de seis finalistas garantidos na decisão do Freio de Ouro. Ao que tudo indica, 2015 parece ser um bom ano para Aurora. Isso porque a Cabanha Torena, de Viamão (RS), conseguiu já na estreia da fêmea alcançar o oitavo lugar no Bocal de Ouro. Nada mal para quem está ingressando no maior circuito funcional da raça e que em sua primeira semifinal ao Freio protagonizou a disputa entre as matrizes desde as primeiras placas nas Andaduras. No lado dos garanhões, a supremacia de Sargento do Itapororó na prova também chamou a atenção. O macho zaino da Cabanha Itapororó/Santa Marta, de Alegrete (RS), despontou já na avaliação morfológica e, apesar de General da Maior, da Cabanha Maior, de Painel (SC), impor uma dura concorrência, somente no julgamento das Andaduras ele deixou a ponta. O criador Paulo Fernando Victor Pereira vê com muita alegria o resultado de seu primeiro trabalho ser reconhecido. Afinal, Aurora Torena não é só uma fêmea com um bom futuro pela frente. Ela é o primeiro exemplar com a sua marca e que consegue fazer isso já de largada. “Entrar em Esteio é um divisor de águas e para nós já foi uma vitória ter entrado no Bocal. Lá a gente sabia que ela podia dar mais e isso aconteceu aqui”, comemora. Segundo Carlos Loureiro de Souza, administrador do Condomínio Itapororó/Santa Marta, a conquista reforça o sucesso do trabalho desenvolvido com cada exemplar. E no caso específico de Sargento do Itapororó, é com tranquilidade que ele diz apostar na genética junto à sintonia entre o garanhão e o comando de Raul Lima. “É o trabalho de muitos anos que se concretiza a cada animal classificado para o Freio”, enfatiza. De acordo com o jurado Douglas Leite Gonçalves - que conduziu a avaliação juntamente com Ciro Manoel Canto de Freitas e José Francisco Pereira de Moura – os novilhos realmente criaram uma dificuldade bastante forte, principalmente entre as fêmeas. “Foi uma classificatória de bom nível e qualidade técnica, mas algumas éguas não atingiram a pontuação mínima pelo desafio imposto pelo gado”, esclarece. Questionado sobre o desempenho dos primeiros colocados, Gonçalves observa ainda que Aurora Torena impressionou por sair com uma baixa pontuação morfológica e se destacar tanto na funcionalidade. Razão que conferiu a Antonieto Rosa o reconhecimento de sua performance como o Ginete Destaque. A seletiva organizada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) no Parque Tancredo de Almeida Neves contou com o apoio do NCCC Oeste Catarinense e a supervisão do técnico credenciado Adolfo José Martins Neto. Além dos criatórios anfitriões, expositores do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás também participarão da semifinal. Realizado pela ABCCC, o Freio de Ouro conta com o patrocínio de Ipiranga, Massey Ferguson, Vivo, Banrisul e Supra. Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:10hs Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC)

Governo dilata novamente prazo de estudos para ferrovia Sinop-Pará

Os estudos da ferrovia ligando Sinop ao Mirirituba (PA) deve ser entregues para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) até 10 de agosto
Inicialmente, a previsão para início do mesmo mês, mas o motivo dessa “pequena” ampliação não foi divulgado pelo governo federal. À princípio os números e informações devem ser detalhados este mês. Há intenção também de incluir uma ligação entre Lucas e Sinop, totalizando 1.140 quilômetros com estimativa de R$ 10 bilhões em investimentos. O leilão pode ocorrer ainda este ano. A intenção do governo é melhorar o escoamento da produção agrícola do Mato Grosso pela hidrovia do Tapajós. A produção estimada, para este ano pela Companhia Nacional de Abastecimento passa de 49 milhões de toneladas de grãos. Por isso, entidades do agronegócio, como a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), têm defendido a construção de ferrovia para escoar parte da produção de soja, milho, algodão, carne e madeira do Médio Norte. A especulação é que o potencial de escoamento atingiria 30 milhões de toneladas até 2020. Conforme Só Notícias já informou, a agilização é orientação do Ministério dos Transportes. Membros da Comissão de Seleção dos Estudos para Concessão de Ferrovias tem se reunido constantemente. No lançamento do edital para seleção da empresa que faria o levantamento necessário, houve 16 propostas. Data de Publicação: 30/06/2015 às 13:00hs Fonte: Só Notícias/Agronotícias

"Chipagem" de peixes inaugura nova fase na piscicultura paraense

Sob os olhares atentos de piscicultores e técnicos da região, os pesquisadores Alexandra Bentes e Heitor Martins, da Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA) “chiparam” 30 peixes e coletaram amostras de tecido para análise genética dos animais
“A ação é pioneira para a espécie e concretiza o primeiro passo da pesquisa no Pará rumo ao melhoramento genético de peixes”, afirma Alexandra Bentes. A marcação eletrônica consiste na introdução de um “chip” na nadadeira dorsal do animal, com uma numeração, que passa a ser a identificação do indivíduo. É como se fosse o RG do peixe, fundamental para o produtor conhecer cada animal do seu plantel, acompanhar seu crescimento e conduzir sua reprodução. O trabalho, liderado pela Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas/TO), vem sendo desenvolvido para espécies amazônicas, como o pirarucu e o tambaqui, assim como para híbridos obtidos a partir do cruzamento de tambaqui, pirapitinga e pacu. A pesquisadora Alexandra Bentes explica que com a “chipagem” de peixes possibilita quatro importantes etapas para uma piscicultura comercial: o controle zootécnico, de reprodução, o manejo genético e, em última instância, a rastreabilidade do produto. A partir do controle zootécnico, o produtor pode acompanha mensalmente o tamanho, o peso e o número de indivíduos no seu plantel. Além disso, ele identifica facilmente os machos e fêmeas e dessa forma pode conduzir melhor a produção de alevinos. “Mas é o manejo genético a grande vantagem da tecnologia, que envolve a colocação do chip e a coleta de material para análise genética do animal”, conta Alexandra Bentes. Com a tecnologia, é possível observar o nível de homozigozidade do plantel, ou seja, o grau de parentesco entre os indivíduos. “A consanguinidade numa piscicultura de reprodução é muito ruim, ela compromete a qualidade do plantel, diminui o número e o tamanho dos indivíduos, e aumenta a ocorrência de peixes defeituosos. É como na espécie humana”, explica a pesquisadora. Produção A expectativa do piscicultor Valdir Colognese Gama, do município de Igarapé-Açu, é ter sua produção certificada e poder dizer para cada um dos seus dois mil clientes no Pará de onde vem e quem são os pais dos alevinos que comercializa. “Com esse trabalho, queremos ganhar na parte genética do nosso plantel. Isso é bom pra nós e para a pesquisa”, afirma o produtor. Com foco na produção de matrizes reprodutoras de oito espécies peixes, especialmente os híbridos tambacu (cruzamento de tambaqui com pacu) e tambatinga (tambaqui com pirapitinga), Valdir Gama se diz um dos únicos produtores de matrizes reprodutoras da região. A atividade envolve a esposa e os três filhos. “Nós começamos do nada, cavando tanque à mão e hoje em uma área de 1,47 ha, temos 33 tanques, 1.200 animais e nossa ideia é chipar todos eles”, conta o piscicultor. Para ter uma ideia da produção da família Gama, Valdir diz que de janeiro a junho produz de oito a dez milhões de alevinos, e de julho a dezembro produz de um a dois milhões. “A gente supre a demanda dos estados do Pará e do Tocantins, além do Suriname”, afirma. Desafios Um dos clientes da família Gama é o piscicultor Maelno Anunciação, que iniciou na atividade há um ano com a criação de pirarucu e tambaqui, nos municípios de Pirabas e Primavera, nordeste paraense. Ainda curioso sobre a novidade, Maelno reconhece que com tecnologia pode garantir uma boa produção, “porém é preciso apoio do poder público no sentido de promover a legalização dos produtores e o fomento à atividade”, diz. “Há dificuldade para obter licenciamento, o que leva muitas vezes o piscicultor a ficar na clandestinidade, por isso as estatísticas da pesca no Pará não representam o tamanho e a importância que a atividade têm no nosso estado”, desabafa Valdir Gama. O superintendente adjunto do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Luís Sérgio Borges, acompanhou a ação da pesquisa na área do produtor. Para ele, o papel do poder público é viabilizar experiências como essas que desenvolvem a atividade da piscicultura no estado do Pará. “É no campo e na pesquisa que vamos encontrar as soluções para a produção no estado”, finaliza. Serviço A Embrapa Pesca e Aquicultura oferece aos piscicultores brasileiros o serviço de análise genética de peixes, realizado por meio de duas práticas: a marcação dos peixes por “chip” e a coleta de material biológico. O produtor interessado deve entrar em contato com a Unidade pelos telefones (63) 3229-7800, (63) 3229-7800, (63) 3229-7850 ou (63) 3229-7850 para solicitar o kit de análise genética e receber as instruções. Data de Publicação: 30/06/2015 às 12:50hs Fonte: Embrapa Amazônia Oriental

GTPS participa da apresentação de resultados do Rally da Pecuária 2015

Evento será realizado no dia 1º de julho, no edifício da Fiesp, em São Paulo (SP)
Com o objetivo de conhecer o cenário e os dados que serão apresentados durante o Rally da Pecuária 2015, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) participa do evento de encerramento que ocorrerá no dia 1º de julho, em São Paulo/SP. Nesta edição, a expedição rodou mais de 70 mil quilômetros, em 11 estados brasileiros, que correspondem por mais de 83% do rebanho bovino nacional e de 90% de produção de carne. Criado em 2004, o evento tem como objetivo mapear as pastagens brasileiras, levando em consideração informações como a homogeneidade do pasto, volume de massa, população de plantas, altura do capim, presença de erosão, plantas invasoras, bem como o histórico de utilização dessas pastagens relatado pelos produtores. Além deste amplo levantamento, pecuaristas são entrevistados com perguntas qualitativas e quantitativas sobre as condições da bovinocultura nas áreas de cria, recria, engorda e confinamento do país. Em 2015, mais de 120 pecuaristas foram entrevistados. Seis equipes técnicas realizaram o levantamento completo de informações in loco, bem como organizaram 13 encontros regionais com centenas de pecuaristas. Para o presidente do GTPS, Eduardo Bastos, a inciativa possui grande relevância para o segmento. "Precisamos estar atentos com as condições e ações dos pecuaristas para desenvolvermos cada vez mais uma atividade sustentável em todos os elos do segmento", declara. Data de Publicação: 30/06/2015 às 12:40hs Fonte: Alfapress Comunicações