sexta-feira, 3 de abril de 2020

Dólar caminha para 7ª semana de alta ante real com forte disseminação do coronavírus

Às 9:07, o dólar avançava 0,22%, a 5,2775 reais na venda
O dólar tinha leve alta em relação ao real nesta sexta-feira, caminhando para fechar sua sétima semana consecutiva de ganhos em meio a cautela generalizada após os casos de coronavírus no mundo superarem 1 milhão.
Às 9:07, o dólar avançava 0,22%, a 5,2775 reais na venda.
O dólar interbancário teve variação positiva de 0,09% na quinta-feira, a 5,2661 reais na venda. Durante os negócios, foi à máxima de 5,2860 reais.
Nesta sessão, o Banco Central realizará leilão de até 10 mil swaps cambiais tradicionais com vencimento em outubro de 2020 e janeiro de 2021, para rolagem de contratos já existentes.

Data de Publicação: 03/04/2020 às 10:40hs
Fonte: Reuters

Após atraso no plantio, Goiás recebe boas chuvas e espera produtividade acima da média na segunda safra de milho



Publicado em 03/04/2020 10:25 e atualizado em 03/04/2020 11:05


Expectativa é colher 100 sacas por hectare a partir de julho e superar a média das últimas cinco safras que é de 93 sacas. Produtores também aproveitam bom momento de preços para fecharem negociações

Leonardo Machado - Analista Técnico do IFAG

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Após atraso no plantio, Goiás recebe boas chuvas e espera produtividade acima da média na segunda safra de milho
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Após as dificuldades para o plantio da safra de soja 2019/20, a semeadura da segunda safra de milho também sofreu atraso em Goiás e não ficou totalmente dentro da melhor janela de cultivo. Apesar disso, as condições climáticas estão favoráveis e as lavouras se desenvolvem bem.
Segundo o analista técnico do Ifag (Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás), Leonardo Machado, as condições de precipitações até o momento garantiram o bom desenvolvimento das lavouras, em especial às plantadas em fevereiro, e o regime de chuvas deve permanecer favorável para os próximos meses.
Sendo assim, a expectativa é de que esta safra atinja média de produtividade de 100 sacas por hectare, resultado menor do as 112 da safra passada, mas superior a média dos últimos cinco anos, que é de 93 sacas por hectare.
A colheita deve começar no estado entre julho e agosto e até lá, os produtores seguem realizando seus trabalhos em campo conforme o planejado, já que a entrega de insumos não foi prejudicada pelas repercussões do Coronavírus no país.
Outro fator que anima os produtores é o atual cenário de mercado. Com preços recordes sendo registrados, Machado destaca que os agricultores estão aproveitando este momento para fechar novas vendas e ampliar a rentabilidade da cultura.
Confira a entrevista completa com o analista técnico do Ifag no vídeo.
Por:
 Guilherme Dorigatti
Fonte:
 Notícias Agrícolas

Emater/RS-Ascar apoia produtores em projetos para reservação de água



Publicado em 03/04/2020 10:21

É em períodos de forte estiagem, como os atuais, que a reservação da água costuma ser lembrada como uma alternativa para os produtores. Proteção de fontes, construção de cisternas, implantação de sistemas de irrigação, entre outras, são formas de preservar os recursos hídricos em tempos de seca, o que garante, em muitos casos, a manutenção dos cultivos agrícolas. Com o apoio de projetos da Emater/RS-Ascar, realizados em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), é possível acessar políticas públicas que possibilitem “guardar a água” para os dias de escassez.
Entre estes programas está o Mais Água, Mais Renda, que visa a expansão de áreas irrigadas no Estado, com vistas a garantir o sucesso da produção primária com sustentabilidade. “A intenção é incentivar e facilitar a expansão da irrigação, promovendo o aumento da produtividade e da renda dos agricultores”, enfatiza o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Marcelo Brandoli, que salienta o fato de a política pública conceder o licenciamento ambiental e incentivo financeiro para implantação ou ampliação de sistemas de irrigação.
Uma das agricultoras que acessou políticas públicas para a reservação da água foi Luciane Kuhn, da localidade de Rodrigues Rosa, em Barão. Há cerca de dois anos procurou a Emater/RS-Ascar para a realização de uma ação de proteção de fonte em uma área vizinha, que tinha o objetivo de preservar a água da superfície, eliminando o contato com qualquer agente ou meio poluente. “Aqui onde moramos, sempre tivemos dificuldade em relação à oferta de nascentes, sendo sempre muito difícil o acesso ao recurso, tanto para os animais, como para o consumo humano”, explica Luciane, justificando a adoção do sistema.
“O próximo passo foi a construção de uma cisterna de 60 mil litros e eu posso dizer, seguramente, que é isto que tem garantido a água para os animais nesses dias duros de seca”, comenta a bovinocultora de leite. O extensionista da Emater/RS-Ascar Samoel Zerbielli reforça a importância da captação de água para o uso em épocas de escassez, que culminou ainda na implantação de um sistema de irrigação por aspersão para uma área de 0,8 hectares de pastagens. “Não se trata apenas de ter água para o pasto, para os animais ou para a horta da família e, sim, também, ter água para beber, que é o caso da da fonte”, avalia.
Com um investimento que não chega a R$ 15 mil nas três etapas – com boa parte dos recursos sendo obtidos por meio do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), com bônus adimplência de 80% para pagamentos em dia -, para compra de mangueiras, caixas, tubulação e bombas, a produtora se diz satisfeita com o fato de ter água disponível em caixas próximas da propriedade. “Antigamente, tínhamos de buscar o recurso com o trator, longe de casa, então essa logística se tornou muito menos complicada com a colocação da cisterna”, pontua.
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Fonte:
 Emater/RS

Frango: enquanto exportação segue estável em março, liquidez e preço diminuem no BR



Publicado em 03/04/2020 10:00

O volume de carne de frango exportado pelo Brasil em março foi praticamente o mesmo do registrado em fevereiro. Segundo dados da Secex, foram embarcadas 324,64 mil toneladas de proteína de frango in natura em março, leve alta de 0,1% frente ao resultado de fevereiro/20 e aumento de 2,2% frente a março/19. O ritmo dos embarques, no entanto, diminuiu de fevereiro para março. Ainda de acordo com a Secex, o Brasil embarcou 14,76 mil toneladas por dia no mês passado, contra 18 mil toneladas/dia em fevereiro e 16,7 mil toneladas/dia em março/19. Diante disso, a sustentação no volume embarcado em março esteve atrelada ao maior número de dias úteis. Para os próximos meses, agentes de mercado têm expectativa de que o ritmo dos embarques volte a crescer, fundamentos em uma possível intensificação das compras chineses no Brasil. No mercado interno, após o setor ter registrado incremento nos pedidos em meados de março, principalmente por parte de mercados, as vendas de carne de frango se desaqueceram de 25 de março a 1º de abril. Segundo colaboradores do Cepea, além da retração da demanda por ser a última semana do mês, a redução das compras por parte de restaurantes, hotéis e demais serviços de alimentação, reforçaram a baixa liquidez e, consequentemente, as quedas nos preços.
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Fonte:
 Cepea

Citros: maior oferta pressiona cotações da tangerina poncã



Publicado em 03/04/2020 09:59

No mercado de mesa, a maior disponibilidade de tangerina poncã limitou os valores da fruta na semana. Além disso, com o isolamento social da população, a saída de mercadoria foi mais retraída, segundo pesquisas do Cepea. De acordo com agentes, os mercados estão bem abastecidos, assim como as ceasas, que já recuaram as cotações a fim de escoar as frutas e reduzir os estoques. Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a de 27 kg, poncã tem média de R$ R$ 36,53/cx na árvore, queda de 13,5% em relação à anterior. A laranja pera também se desvalorizou nas praças citrícolas, conforme apontam pesquisas do Cepea, diante da restrição na demanda e do aumento na oferta de precoces. A média está em R$ 34,62/cx de 40,8 kg, na árvore, baixa de 3,2% em relação à semana passada. Já no caso da lima ácida tahiti, o cenário de demanda limitada voltou a pressionar os valores. Na média, a variedade é negociada a R$ 15,53/cx de 27 kg, colhida, queda de 12,5% em relação à semana passada. Vale ressaltar que a qualidade das frutas está satisfatória, uma vez que são provenientes de uma segunda florada e contaram com clima favorável para o desenvolvimento.
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 Cepea

NY abre sessão com movimentação de realização de lucros para o café



Publicado em 03/04/2020 09:56 e atualizado em 03/04/2020 10:52

O mercado futuro do café arábica iniciou a sessão desta sexta-feira (3) com baixas nos principais contratos, após encerrar com altas motivadas pela alta do petróleo no último pregão. 
Por volta das 09h54 (horário de Brasília), maio/20 registrava queda de 140 pontos, negociado por 117,95 cents/lbp, julho/20 tinha recuo de 150 pontos, valendo 119,20 cents/lbp, setembro/20 tinha desvalorização de 140 pontos, negociado por 120,30 cents/lbp e dezembro/20 recuava 160 pontos, valeno 121,30 cents/lbp. 
Informações sobre o abastecimento de cafés do Vietnã também deram suportes aos preços em Nova York nesta quinta-feira. "Os preços do café estão mais altos devido às preocupações com o fornecimento de robusta no Vietnã, depois que o governo vietnamita ordenou um bloqueio nacional de 15 dias, o que pode levar à interrupção do fornecimento de café nos pontos de entrega no Vietnã, o maior produtor de café robusta do mundo", destacou o site internacional Barchart. 
Por volta das 9h59, o dólar registrava alta de 0,51% e era cotado por R$ 5,293 na venda. O dólar mais alto tende a encorajar as exportações de café brasileiro. 
Mercado Interno - Último pregão 
O tipo 6 duro registrou valorização de 2,56% em Guaxupé/MG, cotado por R$ 600,00. Poços de Caldas/MG teve alta de 1,79%, valendo R$ 570,00. Patrocínio/MG subiu 1,74%, negociado por R$ 585,00. 
O tipo 4/5 subiu 3,39% em Franca/SP, negociado por R$ 610,00. Poços de Caldas/MG teve valorização de 1,75%, valendo R$ 580,00. Varginha/MG manteve a estabilidade por R$ 585,00. 
O tipo cereja descascado teve alta de 2,38%, valendo R$ 645,00. Poços de Caldas/MG subiu 1,56%, negociado por 650,00 e Patrocínio/MG encerrou valendo R$ 635,00 e valorização de 1,60%.

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Por:
 Virgínia Alves
Fonte:
 Notícias Agrícolas

Milho abre a sexta-feira subindo em Chicago e na B3; acima de R$ 60 em Campinas



Publicado em 03/04/2020 09:34


Mercado espera trégua nas tensões do mercado de energia
A sexta-feira (03) começa com os preços internacionais do milho futuro mantendo o caminho no campo positivo da tabela na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam elevações entre 3,50 e 4,50 por volta das 09h04 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,37 com valorização de 4,25 pontos, o julho/20 valia US$ 3,43 com alta de 4,50 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,46 com ganho de 4,25 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,53 com elevação de 3,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho seguiram os futuros de energia mais altos novamente nesta manhã, com otimismo em relação a possíveis cortes na produção global e na esperança de uma trégua entre a Rússia e a Arábia Saudita.
A demanda internacional por milho dos Estados Unuidos 2019/20 diminuiu em relação à semana anterior, de acordo com o relatório semanal de vendas de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgado na quinta-feira.
Uma redução semanal de 27,0 milhões de bushels deixou as vendas de exportação de safras antigas para milho em 45,8 milhões de bushels na semana que terminou em 26 de março. As vendas de exportação de safras 2020/21 também caíram 2,8 milhões de bushels para 3,6 milhões de bushels.
“No entanto, não foram todas as más notícias, pois os embarques de exportação aumentaram 16,2 milhões de bushels para 49,5 milhões de bushels na semana”, aponta a analista Jacqueline Holland.
B3 (Bolsa brasileira)
A bolsa brasileira também operava com ganhos para os preços futuros do milho com as principais cotações subindo entre 1,01% e 3,08% por conta das 09h23 (horário de Brasília).
O vencimento maio/20 era cotado à R$ 48,89 com alta de 1,01%, o julho/20 valia R$ 45,50 com valorização de 2,34%, o setembro/20 era negociado por R$ 43,70 com estabilidade e o novembro/20 tinha valor de R$ 45,61 com elevação de 3,08%.
Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

Milho acima de R$ 60 por saca em Campinas-SP, aponta Scot

Apesar da menor movimentação nas últimas semanas, em função da pandemia do coronavírus, quem precisou comprar milho se deparou com uma menor intenção do lado vendedor e pedidos de preços mais altos pelo cereal.
O dólar em alta, as incertezas climáticas (segunda safra de milho em fase de desenvolvimento) e expectativas de estoques menores nesta temporada continuam dando sustentação às cotações no mercado interno.
Do lado da demanda pelo cereal, o consumo doméstico foi pouco afetado, já que a produção pecuária não parou em meio a conjuntura atual.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de 60 quilos ficou cotada em R$61,50 (2/4), sem o frete, uma alta de 9,5% em relação à média do mês anterior.
Na comparação com abril do ano passado, o preço do milho subiu 60,3% este ano. A cotação vigente é recorde, em valores nominais.
A expectativa é mercado firme em curto e médio prazos e altas nos preços não estão descartadas até que se tenha uma ideia melhor do volume a ser colhido na segunda safra, que é a safra principal e cuja colheita começa em junho nas principais regiões produtoras do país.
Ou seja, até meados de maio, começo de junho, caso não haja nenhuma mudança do lado da demanda e do câmbio, o viés é de alta no mercado do milho. (Scot Consultoria)
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Por:
 Guilherme Dorigatti
Fonte:
 Notícias Agrícolas/Scot