sexta-feira, 14 de junho de 2019

Custo em alta e renda em baixa, cenário preocupante no campo, por Diário da Manhã



Publicado em 14/06/2019 11:50


A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) apresentou nesta semana um levantamento que aponta o impacto das lavouras gaúchas na economia gaúcha. Foram considerados os números da safra 2019 cruzados com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente ao mês de abril.
De acordo com o estudo, para cada R$ 1,00 colhido no campo são gerados outros R$ 3,00 para a economia do estado, se considerada toda a cadeia produtiva do agronegócio. A produção de grãos teve aumento total de 4% frente ao ano passado, puxada por culturas como milho (26%) e trigo (17%), em paralelo à forte queda da cultura do arroz (13%).
Para este ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio gaúcho está estimado em mais de R$ 108 bilhões, 3,2% abaixo do ano passado. Apesar do estado registrar maior volume produzido, a safra 2019 foi marcada por um Valor Bruto de Produção (VBP) 3% menor.
Um dos fatores que contribuíram para a queda foi a inflação, que reduziu os preços no quadro geral em 2% comparado a abril de 2018 – esta redução dos preços ocorreu mesmo após 9% de aumento no último mês de dezembro, quando as lavouras estavam se formando. Além disso, 88% do faturamento da safra 2019 foram destinados ao pagamento de custos operacionais, 12% a mais do que no ano anterior.
Em síntese, os números mostram que cerca de 12% do VBP é o que sobra para o produtor. E destes devem sair o custeio para atender a folha de pagamento, impostos, manutenção de capital e outros. Esses custos operacionais envolvem gastos com insumos, como fertilizantes, e serviços, além de transporte para o escoamento de grãos.
O documento por fim demonstra a importância do agronegócio para a economia gaúcha, ao passo que movimenta empresas e indústrias de diferentes segmentos, incluindo petroquímico, metal-mecânico, financeiro, construção civil, entre outros. A riqueza gerada pelo campo e compartilhada com os fornecedores ultrapassou a marca dos R$ 29 bilhões. O estudo, no entanto, indica que as atividades agropecuárias registraram um lucro menor acompanhado da tendência de aumento do endividamento do produtor.

Custo que impacta mais em pequenos e médios

O presidente do Sindicato Rural de Carazinho, Leomar Tombini, comenta que muitos produtores já estão trabalhando com margens negativas e demonstra preocupação com a manutenção de pequenas e médias propriedades na produção de lavouras tradicionais, como soja, milho e trigo.
– Os custos aumentaram bastante e o produtor está trabalhando muito próximo do vermelho. Isso vem se declarando há muito tempo e agora nesta safra ficou mais claro. Há algum tempo atrás, produzíamos 40 sacas de soja por hectare e havia rentabilidade. Agora, se colhe 80 sacas na mesma área, os riscos mais que dobraram e a lucratividade tem ficado cada vez mais próxima de zero. Quando se colhia 40 sacas, às vezes sobravam 10 sacas. Hoje se colhe o dobro e não sobram as 10 sacas de margem. Tem produtor que às vezes não sente isso pois não faz as contas – analisa o presidente do Sindicato Rural.
Tombini revela estar preocupado com a diminuição da margem de contribuição da produção das lavouras ao passo que a continuidade de ciclos com baixa remuneração ao produtor pode fazer com que estes comecem a se desfazer de seus bens imóveis para investir em outros negócios mais rentáveis.
– É uma preocupação, noto que é crescente o número de propriedades com áreas de 100, 200 hectares que não têm conseguido dar a volta nas contas e se considerar os aumentos nos custos de produção e a remuneração na hora da venda acabam optando por arrendar as áreas ou vender – revela o produtor rural.

Consequências

Tombini conta que diante dos custos, o produtor comumente espera a melhora dos preços dos grãos para proceder a venda. Alguns, no entanto, acabam renegociando dívidas com instituições financeiras ou cerealistas. Porém, enquanto isso acabam pagando juros que por fim, em muitas vezes, consomem a diferença do valor a maior quando da venda. Sobre este aspecto o presidente da entidade pondera que uma ferramenta que pode ajudar o produtor a travar um pouco dos custos são as negociações de lotes ofertados por cooperativas e cerealistas de pelo menos parte da produção futura.
Para mais informações, acesse o site do Diário da Manhã
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Por: Alessandro Tavares
Fonte: Diário da Manhã

Soja: China adia embarques nos EUA e prêmios sobem até 6% em junho no Brasil



Publicado em 14/06/2019 11:45


A China pediu aos Estados Unidos que adiem carregamentos de soja de julho para agosto. os embarques estavam programados para o próximo mês, porém, compradores chineses alegam que sua capacidade de armazenamento estaria limitada, segundo informa a agência de notícias Bloomberg. Fontes ligadas ao caso disseram ainda que se trata de um volume de aproximadamente 2 milhões de toneladas. 
"Não se trata de um washout ainda. Mas é estranho esse pedido, de repente querendo que todos os embarques de julho sejam postergados em um mês", disse a fonte. 
Ainda segundo estas fontes, os compradores de estatais chineses solicitaram por este adiament diante do grande volume de navios que chegam com produtos sul-americanos aos portos da China ao mesmo tempo. E, de fato, os números mostram que a demanda da nação asiática está focada na soja da América do Sul, especialmente na do Brasil. 
Depois de exportações recordes no ano passado, os totais já exportados de janeiro à última semana de junho já mostram um acumulado de mais de 40 milhões de toneladas embarcadas da oleaginosa, contra pouco mais de 38 milhões no mesmo período de 2018. Os números são referentes ao último boletim semanal da Secretaria de Comércio (Secex). 
E os números dos line-ups no Brasil indicam, segundo explicam analistas e consultores, que os embarques seguem fortes no país, com possibilidade de o junho se encerrar com mais de 10 milhões de toneladas embarcadas este mês. 

"Os movimentos seguem atrelados a entregas (de negócios firmados anteriormente) e quase não há espaço para novos negócios nas próximas quatro semanas, com os portos lotados, ou seja, não há cotas novas para embarques", explica Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting.
PRÊMIOS
Os movimentos têm promovido uma importante manutenção dos prêmios pagos à soja brasileira, ou até mesmo oferecendo bons momentos de alta destes valores ofertados acima das referências praticadas na Bolsa de Chicago. 
De 3 a 10 de junhos, os prêmios no porto de Paranaguá, por exemplo, já registram uma alta de até 6,09%, como foi o caso da posição agosto, onde o indicativo passou de US$ 1,15 para US$ 1,22 por bushel acima da CBOT. No junho, de US$ 1,05 para US$ 1,08 com alta de 2,86% e no julho, de US$ 1,16 para US$ 1,20 com avanço de 3,45%. 
Além desse foco das compras chinesas no Brasil, o país tem buscado mais soja, com o consumo retomando seu ritmo na nação asiática, apesar dos obstáculos, como explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities. 
"A questão do não acordo entre China e Estados Unidos mudou o mercado. Então, a China agora está absorvendo a soja brasileira e também a Argentina, mas sabemos que os argentinos serão vendedores muito cautelosos, sem ser tão assíduto quanto os brasileiros têm sido" diz. 
O executivo explica que o esmagamento da China está voltando ao seu ritmo normal, com cerca de 7,5 milhões de toneladas ao mês, e o consumo de rações no país também volta a registrar algum crescimento, além de o país estar com baixos estoques tanto de soja em grão, quanto de farelo. 
GUERRA COMERCIAL X BRASIL
"E com isso a China tem que vir pra cá comprar, e isso mantém os prêmios sustentados por enquanto", afirma Vanin. O analista, porém, lembra da reunião do G20 que acontece no final deste mês e do provável encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, depois de meses de negociações paradas entre China e EUA em meio à guerra comercial. 
"Se houver uma reaproximação de China e EUA e uma possibilidade de os chineses voltarem a comprar nos EUA como vinha fazendo de abril a dezembro, muda bem esse mercado. Então, temos que estar bem atentos à esta questão", completa. 
Em uma trégua dada por chineses e americanos há alguns meses, a nação asiática fez algumas compras de soja no mercado americano como uma sinalização de boa vontade em colocar fim ao conflito. Foram 13 milhões de toneladas, porém, destas ainda faltam ser embarcadas 7 milhões. 
Desde então, as compras pararam diante de um agravamento das tensões entre os dois países e os estoques norte-americanos de soja são historicamente altos. 
Em seu último boletim mensal de oferta e demanda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) aumentou sua estimativa para os estoques finais da safra 2018/19 para 29,12 milhões de toneladas, contra o número de maio de 27,08 milhões. Para a safra 2019/20, revisou o número de 26,4 oara 28,44 milhões de toneladas. 
O reporte trouxe uma análise ainda de especialistas do USDA que acreditam em aumento das exportações totais de soja na temporada 2019/20, que mantém os brasileiros na liderança das vendas. 
"As importações globais de soja deverão crescer em relação ao ano comercial 2018/19, e o Brasil deverá seguir como o líder entre os exportadores diante de uma safra maior e também pela preferência da China", diz o departamento americano. 
Nesta temporada, as vendas americanas de soja para China somam perto de 6,9 milhões de toneladas, contra mais de 20 milhões da temporada anterior, no mesmo intervalo. 
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Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte: Notícias Agrícolas

Ipea: inflação desacelera para todas as classe sociais



Publicado em 14/06/2019 11:41


A inflação desacelerou para todas as classes sociais, especialmente para a faixa de renda mais baixa, informou hoje (14) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, em maio houve desaceleração pelo segundo mês consecutivo.
De acordo com o Ipea, a deflação no preço dos alimentos beneficiou as famílias de renda mais baixa, que tiveram inflação de 0,10%, enquanto as famílias mais ricas tiveram inflação de 0,18%. No acumulado em 12 meses, de junho de 2018 a maio de 2019, a inflação das famílias mais pobres é de 5,05%, superior à taxa de 4,4% das famílias com maior poder aquisitivo.
A pesquisa mostra que, dos 16 subgrupos que compõem o segmento de alimentação no domicílio, 10 apresentaram deflação em maio. Os itens com as maiores quedas de preço foram tubérculos (-,3%), hortaliças (-4,6%), cereais (-5,0%) e frutas (-2,9%). Os produtos têm maior peso na cesta de consumo das famílias mais pobres. Por isso, a queda nos preços ajudou a anular, em parte, os efeitos da alta de energia elétrica (2,2%), gás de botijão (1,4%) e produtos farmacêuticos (0,82%), diz o Ipea.
Já a inflação das famílias mais ricas foi impactada pela alta de 2,6% no preço da gasolina e no aumento de planos de saúde (0,80%) e serviços médicos (0,56%). Os alimentos contribuíram para a desaceleração, mas em ritmo mais lento.
Segundo o Ipea, na comparação com o mês de maio do ano passado, os alimentos foram responsáveis pela redução da taxa de inflação de todas as classes de renda. No caso das famílias com menor poder aquisitivo, houve recuo de 0,31 ponto percentual e a inflação caiu de 0,41% para 0,10%. Para os mais ricos, a queda foi de 0,20 ponto percentual: a taxa caiu de 0,38% em maio de 2018 para 0,18% em maio de 2019.
O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda é calculado mensalmente, com base nas variações de preços de bens e serviços disponibilizados pelo Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor (SNIPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Fonte: Agência Brasil

Nota Conjunta MRE e Mapa - Retomada das exportações de carne bovina para a China



Publicado em 14/06/2019 11:36



Nota conjunta MRE/MAPA
CARNE BOVINA – FIM DA SUSPENSÃO DOS EMBARQUES PARA A CHINA
A China informou ao Brasil, ontem, que serão retomadas as importações de carne bovina brasileira, suspensas desde o último dia 3 de junho.
Conforme previsto em protocolo sanitário assinado pelos dois países, o Brasil havia suspendido os embarques após a detecção de caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), em sua forma atípica, confirmado e notificado à Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) em 31 de maio último.
Como se sabe, diferentemente da forma clássica da doença, a forma atípica ocorre de forma espontânea e esporádica em todas as populações de bovinos do mundo, não estando relacionada à ingestão de alimentos contaminados. A detecção é resultado do ativo monitoramento no âmbito do Programa Nacional de Prevenção e Vigilância da EEB (PNEEB).
Desde 2015, a OIE deixou de considerar esse tipo de ocorrência na avaliação do status sanitário dos países. O Brasil continua a ser considerado, pela OIE, país de risco insignificante para a doença, o melhor grau atribuído pela organização.
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Fonte: MRE/MAPA

Tempo: Bloqueio impede instabilidades na maior parte do BR e chuvas seguem no Sul do RS



Publicado em 14/06/2019 11:30




Imagem de satélite nesta sexta-feira (14) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Imagem de satélite nesta sexta-feira (14) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
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Uma grande massa de ar seco tem bloqueado a passagem de frentes frias e instabilidades sobre a maior parte do Brasil. Nesta sexta-feira (14), a previsão do tempo aponta que chuvas volumosas devem seguir sobre o extremo Sul do Rio Grande do Sul e em áreas litorâneas do Nordeste.
"A passagem de frentes frias sobre o leste Argentina e Uruguai trouxeram instabilidade para o Rio Grande do Sul nos últimos dias. Nesta sexta, 14 de junho, outra frente fria se afasta para o mar não conseguindo quebrar o bloqueio da massa de ar seco sobre o Brasil", destacou a Climatempo.
Os próximos dias ainda devem ser de chuva sobre a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. O modelo Cosmo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê instabilidades nessas áreas até o início da próxima semana e mais para o final da semana mais instabilidades retornam.
Veja o mapa com a previsão de precipitação acumulada para até 93 horas (15/06 a 17/06) em todo o Brasil:
Mapa com a previsão de precipitação acumulada para até 93 horas (15/06 a 17/06) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
"Sexta, dia 14 de junho e sábado, dia 15 de junho, a região da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai tem predomínio de céu nublado, com poucos períodos de sol e chuva a qualquer hora", disse a empresa meteorológica. Para as outras regiões do estado, a previsão é de sol e tempo seco.
A temperatura na região Sul do Brasil também deve apresentar elevação, apesar das instabilidades. "Várias áreas no interior dos três estados do Sul têm calor acima dos 30°C na tarde dessa sexta-feira. À noite a temperatura volta a diminuir, mas o frio é ameno", afirma a Climatempo.
Apesar das chuvas no Rio Grande do Sul, a massa de ar seco é tão forte que não vai deixar as chuvas avançarem sobre áreas do Paraná e Santa Catarina. "A previsão para os dois estados, tanto para esta sexta quanto para o final de semana, é de tempo seco e de sol, sem previsão de chuva", disse a Climatempo.
Veja o mapa com a previsão de precipitação acumulada para os próximos sete dias:
Mapa com a previsão de precipitação acumulada para os próximos sete dias - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
Nos próximos sete dias, de 14 de junho até 20 de junho, a previsão do tempo aponta que muita chuva ainda deve acontecer sobre o extremo Sul da região Sul do Brasil. Além disso, altos volumes ainda vão se concentrar também sobre a região Norte do Brasil, além de pontos no Nordeste.
O tempo chuvoso no Rio Grande do Sul pode atrapalhar ainda mais o plantio do trigo no estado. "As oscilações climáticas, especialmente pelo excesso de chuva nas fases reprodutiva e de formação de grãos, são um dos motivos para a diminuição da produção de trigo nos últimos anos no RS", destacou a Emater/RS-Ascar.
No Paraná, por outro lado, a condição deve ser mais seca nos próximos dias e vai favorecer o avanço dos trabalhos de colheita do milho 2ª safra. Até o momento, segundo o Deral (Departamento de Economia Rural) do estado, apenas 12% da área total do cereal no estado foi colhida.
Veja o mapa da normal climatológica (1981-2010) em todo o Brasil no mês de junho:
Mapa da normal climatológica (1981-2010) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
Climatologicamente, segundo dados de normais levantados pelo Inmet em todo o Brasil de 1981 até 2010, está dentro do esperado que as chuvas neste mês de junho realmente se concentrem mais mesmo sobre as extremidades do país, com boas precipitações sobre o Norte, Sul e pontos litorâneos do Nordeste.
De acordo com o mapa de precipitação acumulada do Inmet, nas últimas 24 horas, os maiores volumes de chuva no país ocorreram no período sobre áreas da região Norte e em pontos do Nordeste. Mas também choveu forte sobre pontos da região extremo Sul do Rio Grande do Sul.
Os cinco maiores acumulados de chuva em todo o Brasil nas últimas 24 horas foram registrados nas estações do Inmet em João Pessoa (PB): 145,2 mm, Porto de Pedras (AL): 92,4 mm, Recife (PE): 66,4 mm, Conde (BA): 53,4 mm e São Luis do Quitunde (AL): 50,4 mm.
Veja o mapa de precipitação acumulada nas últimas 24 horas:
Mapa de precipitação acumulada nas últimas 24 horas - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Chuva continua no litoral do Nordeste

Áreas litorâneas do Nordeste também têm previsão de muita chuva nesta sexta-feira (14). "A situação é de alerta porque a chuva persistente e volumosa já causou alagamentos generalizados em Recife e em João Pessoa e há risco também para Natal. A tendência é de diminuição da chuva só durante a tarde desta sexta-feira, 14 de junho", disse a Climatempo.
O Inmet, inclusive, emitiu alerta de acumulado de chuva para estados da região Nordeste. "Chuva entre 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia. Risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco", destacou o instituto meteorológico.
Veja o mapa das áreas com alerta nesta 6ª feira em todo o Brasil:
Mapa das áreas com alerta nesta 6ª feira em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet
Para os próximos dias, a circulação dos ventos sobre o Nordeste vai continuar estimulando a formação de áreas de instabilidade sobre a costa Leste e Norte. "Pelo menos até o dia 18 de junho, a chuva será frequente e várias capitais litorâneas podem voltar a ter eventos de chuva moderada a forte", disse a empresa.

Previsão estendida de chuvas para o Brasil

De acordo com o mapa de previsão estendida do centro de previsão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), no período de 14 até 22 de junho, as chuvas mais volumosas caem sobre áreas da faixa Norte do país, mas também voltam ao Sul.
De 22 de junho até 30 de junho, as precipitações mais volumosas voltam a se concentrar sobre áreas ao extremo Norte e também seguem sobre áreas da região Sul e partes do Sudeste, mas neste período ficam mais volumosas. A maior parte da região central do país terá tempo firme.
Veja o mapa com a tendência de precipitação acumulada para o período de 14 até 30 de junho:
Mapa com a tendência de precipitação acumulada para o período de 14 até 30 de junho - Fonte: National Centers for Environmental Prediction/NOAA
Fonte: National Centers for Environmental Prediction/NOAA
Milho safrinha 2019 em Caarapó (MS). Envio de Lais Ciceri.
Milho safrinha 2019 em Caarapó (MS). Envio de Lais Ciceri.
Colheita de milho, propriedade Airton Groff, na cidade de Guaíra (PR). Envio de Marta Wenzel.
Colheita de milho, propriedade Airton Groff, na cidade de Guaíra (PR). Envio de Marta Wenzel.
Colheita de milho, propriedade Airton Groff, na cidade de Guaíra (PR). Envio de Marta Wenzel.
Colheita de milho, propriedade Airton Groff, na cidade de Guaíra (PR). Envio de Marta Wenzel.
Canola em plena floração na cidade de Liberato Salzano (RS). Envio de Adilso Zaffari.
Canola em plena floração na cidade de Liberato Salzano (RS). Envio de Adilso Zaffari.
Algodão em Dianópolis (TO). Envio de Mauro Adriano.
Algodão em Dianópolis (TO). Envio de Mauro Adriano.
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Por: Jhonatas Simião | Instagram @jornalistadotempo
Fonte: Notícias Agrícolas