sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Em mensagem no Dia do Soldado, Bolsonaro alerta para guerra da informação "em curso"



Publicado em 23/08/2019 13:55 e atualizado em 23/08/2019 17:41


O presidente Jair Bolsonaro participou, hoje (23), da cerimônia do Dia do Soldado, celebrado em 25 de agosto, no Quartel-General do Exército, em Brasília. Em seu discurso, citou a Amazônia e a “árdua missão” de defendê-la e que há uma guerra de informação em curso. “Meus irmãos militares, população brasileira, vamos marchar para o sucesso. Não nos faltam inimigos, como os de sempre, que temo ganharem a guerra da informação contra a verdade”, disse.
Na última semana, Bolsonaro já havia afirmado, em discurso para os cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), que “outros países cada vez mais tentam ganhar a guerra da informação para que nós venhamos a perder a soberania sobre essa área”, em referência à divulgação das taxas de desmatamento na Amazônia Legal e das queimadas na região.
Durante a leitura da Ordem do Dia, o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, também destacou a atuação dos militares nas diversas regiões “garantindo a soberania do país”. “Aos incautos, que insistem em tutelar os desígnios da brasileira Amazônia, não se enganem, os soldados do Exército de Caxias estarão sempre atentos e vigilantes, prontos para defender e repelir qualquer tipo de ameaça”.
O Dia do Soldado homenageia o nascimento do marechal Luís Alves de Lima e Silva, em 1803, o Duque de Caxias, soldado símbolo da Pátria. “Soldado do Exército Brasileiro, soldado do Brasil, hoje é o nosso dia, todos nós somos soldados da pátria. O exemplo nós temos, o nosso invicto Caxias que lega a todos nós a esperança, a certeza, a fé, a garantia que esse povo é vitorioso”, disse Bolsonaro em seu discurso.
Durante a solenidade, personalidades e autoridades civis militares e organizações militares foram condecoradas com a Medalha Exército Brasileiro e a Medalha do Pacificador, pelos serviços prestados ao Exército.
Bolsonaro chegou à cerimônia acompanhado do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Também estavam presentes o vice-presidente, Hamilton Mourão, e os ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; da Defesa, Fernando Azevedo; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto; da Cidadania, Osmar Terra; e do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno.

Exército fica à frente de ação na Amazônia para dar recado sobre soberania, diz a FOLHA

O comportamento agressivo de Jair Bolsonaro (PSL) ao lidar com a escalada de notícias acerca do desmate e de queimadas na Amazônia gerou um princípio de crise no governo nesta quinta (22). Caberá ao Exército, que se considera guardião da região, dar a principal resposta à opinião pública na crise.
Mas foi a ministra Teresa Cristina (Agricultura) que soou o alarme: a rota estabelecida pelo presidente, que chegou a acusar ONGs pelos incêndios e fez piada sobre ser o "capitão motosserra", levaria o Brasil inexoravelmente à condição de vilão ambiental mundial, e teria implicações econômicas sérias.
A ministra se fez ouvida no Planalto. O secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, ajudou a organizar a reunião de oito titulares da Esplanada para convencer Bolsonaro a adotar um plano de contingência para a crise que se avolumou com a radicalização da posição do presidente francês, Emmanuel Macron.
No encontro foi definido que o Exército daria a resposta inicial, com sugestões de uso intensivo de aeronaves, tudo o que rendesse imagens de impacto na TV.
Foi ponderada a dificuldade orçamentária da Força, que mal alimenta recrutas nesses dias de contingenciamento, mas o ministro Fernando Azevedo (Defesa) ficou incumbido de apresentar um plano com outras áreas, como Meio Ambiente e Agricultura, para dar visibilidade máxima à ideia de que o Brasil está combatendo as chamas.
A operação de Garantia da Lei e da Ordem para este fim pode ser divulgada já nesta sexta (23), após reunião ministerial no Palácio do Planalto. Bolsonaro deverá também fazer um pronunciamento na televisão, onde o tom tende a ser mais didático do que suas falas públicas recentes, mas no qual será ressaltada a questão da soberania do Brasil sobre a Amazônia.
Tanto no Itamaraty quanto no Planalto, a leitura é que Macron está jogando para seu público interno —o francês enfrenta fortes questionamentos do movimento dos "coletes amarelos" e sua difusa agenda de protestos semanais. (Leia mais na Folha de S. Paulo). 

Países da América do Sul se mobilizam contra incêndios florestais

Os países que compartilham com o Brasil parte da Floresta Amazônica adotam providências para tentar conter os incêndios que se espalham por seus territórios, ameaçando a vegetação não só da mais importante floresta tropical do mundo, mas também de outros biomas, como o Cerrado e o Pantanal. Países como Bolívia e Paraguai (que não é coberto pela Floresta Amazônica) estão somando forças para se ajudarem.
Ontem (22), o governo colombiano ofereceu ajuda ao Brasil para tentar conter o avanço das chamas em território brasileiro. Além disso, propôs que Brasil, Colômbia, Equador e Peru passem a atuar conjuntamente para prevenir e combater incêndios na Amazônia.
“Estamos todos os países amazônicos preocupados. Já nos oferecemos para cooperar com o Brasil, ajudando-o a combater os incêndios [registrados do lado brasileiro da fronteira]”, disse o ministro de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Bolívia, Ricardo Lozano, em áudio que divulgou em suas redes sociais.
“Diante da situação atual, da perda de nossas florestas devido a incêndios, propusemos ao Brasil e aos demais países amazônicos realizarmos um projeto conjunto para tentarmos prevenir os incêndios na Amazônia”, acrescentou o ministro. “Estamos, neste momento, implementando nossa política preventiva para evitar que isso ocorra na Colômbia”, acrescentou Lozano.
O ministro também sugeriu a criação de um programa de manejo integral que permita às nações amazônicas discutir, conjuntamente, formas de explorar o potencial da região e fazer "frente aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação da floresta amazônica”.

Equador

Pelo Twitter, o presidente do Equador, Lenin Moreno, afirmou já ter conversado com o presidente Jair Bolsonaro. “Conversei com Bolsonaro para colocar à disposição um avião que transportaria três brigadas de especialistas em combate a incêndios florestais e em investigação ambiental que podem ajudar a mitigar a tragédia na selva amazônica”, escreveu Moreno. Em outra publicação, o presidente equatoriano afirmou que os incêndios que destroem a floresta “do Brasil, Peru, Bolívia e o pantanal do Paraguai” alertam o mundo inteiro.
Incêndio florestal no Equador
Equipes que atuam no combate a incêndios florestais no Equador - Governo de Imbabura/Direitos reservados
Com boa parte de seu território coberto pela Floresta Amazônica, o Equador também enfrenta uma série de incêndios florestais nas últimas semanas. Em julho, ao lançar a tradicional campanha Equador sem Fogo, a diretora-geral do Serviço Nacional de Gestão de Riscos e Emergências, Alexandra Ocles, afirmou que, todos os anos, na região, a falta de chuvas e a maior incidência de ventos registradas durante este período se somam às “más práticas de manejo da terra, à negligência e às queimadas intencionais” para abrir novas áreas de plantio, “provocando danos ambientais”.
Segundo o Serviço Nacional de Gestão de Riscos e Emergências, pela manhã, bombeiros, guarda-parques e voluntários “uniram esforços” para tentar controlar um incêndio florestal em La Rinconada. Ontem o ministro do Meio Ambiente, Raúl Ledesma, viajou à cidade de Otavalo, a cerca de 100 quilômetros da capital, Quito, para acompanhar a luta contra as chamas que se espalham pela região. “Diante do incêndio florestal registrado no setor El Angla, tomamos medidas imediatas. Nossa prioridade é resguardar o patrimônio natural de nosso país”, destacou Ledesma.

Peru

Desde ontem, as áreas de proteção ambiental peruanas próximas à fronteira com o Brasil estão em estado de alerta. Em nota, o Ministério do Meio Ambiente do Peru afirma que, este ano, já foram registrados 16 incêndios florestais, 14 dos quais em áreas naturais sob proteção. O ministério refutou informações divulgadas pelas redes sociais a respeito de uma possível piora da qualidade do ar em muitas cidades peruanas devido ao deslocamento de fumaça ou partículas proveniente de áreas em chamas no Brasil e na Bolívia. Além disso, informou já ter enviado equipes para “as cidades que, eventualmente, possam ser afetadas” a fim de monitorar a situação. De acordo com a pasta, mais de 180 guarda-parques estão a postos em reservas naturais, tomando medidas de precaução para evitar que o fogo as atinja e fuja ao controle.
Pela manhã, o Ministério de Relações Exteriores informou que o país “permanece atento à possibilidade de cooperar com ações que possam mitigar os efeitos dos lamentáveis fatos [registrados] em uma região compartilhada, a qual estaremos sempre dispostos a proteger e defender”. A chancelaria peruana informou ter se solidarizado e manifestado sua preocupação aos países já afetados pelos incêndios na Amazônia.

Guiana Francesa

Além de Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, a Floresta Amazônica se espalha por parte dos territórios da Bolívia, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. Território ultramarino da França na América do Sul, a Guiana Francesa garante aos franceses autonomia sobre um pequeno pedaço da Amazônia.
Em uma postagem no Twitter, nessa quinta-feira, o presidente da França, Emannuel Macron, escreveu: “Nossa casa está queimando. Literalmente. A Floresta Amazônica – os pulmões que produzem 20% do oxigênio do nosso planeta – está em chamas. É uma crise internacional. Membros da Cúpula do G7, vamos discutir em dois dias este tema emergencial!"
Para o presidente Jair Bolsonaro, existe atualmente uma "guerra de informações” e alguns países aproveitam o momento para potencializar as críticas ao Brasil a fim de tentar prejudicar o agronegócio. Segundo o presidente brasileiro, o governo estuda enviar o Exército para combater as queimadas na Amazônia por meio de uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

Bolívia

Diante da constatação de dezenas de focos de incêndios espalhados por todo o país, o governo boliviano contratou uma empresa privada norte-americana especializada em combates a grandes incêndios, dona do maior avião-cisterna em operação em todo o mundo, para tentar controlar as chamas que ameaçam o Parque Nacional Otuquis, em uma área próxima à Tríplice Fronteira (Bolívia-Brasil-Paraguai), região com características do Cerrado.
Capaz de transportar até 74,2 mil litros de retardante de chamas e de água, além de operar em condições restritivas para outros aviões, o 747 Supertanker chegou à Bolívia na madrugada e deve entrar em ação ainda hoje.
Ao sobrevoar parte do território do estado de Santa Cruz, ontem, as autoridades bolivianas constataram que a maior concentração de focos de incêndio está nas proximidades do Parque Nacional Otuquis, na região do Pantanal.
“Esta região está seriamente comprometida. É uma região que compreende não só território boliviano, mas também paraguaio e brasileiro”, afirmou, nesta quinta-feira, o ministro da Presidência boliviana, Juan Ramón Quintana,ao destacar os esforços conjuntos que o governo nacional, de Santa Cruz e das cidades ameaçadas estão empreendendo para evitar que as chamas se propaguem. “A dimensão deste evento nos obriga a trabalhar conjuntamente. Os problemas ambientais não têm fronteiras ideológicas ou políticas e põem em risco a vida de pessoas e o patrimônio ambiental, sendo uma questão que compete a todos”, disse Quintana, informando que especialistas já foram deslocados para a região a fim de proteger os animais, sobretudo as espécies ameaçadas.
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Fonte: Agência Brasil

Melancia: Preços da melancia em GO e no TO caem após semana em alta



Publicado em 23/08/2019 14:11


As cotações da melancia recuaram nesta semana (19 a 23/08) em Uruana (GO) e em Lagoa da Confusão (TO). Após a forte alta na semana anterior, a fraca demanda de São Paulo (principal consumidor de ambas as praças) pela fruta não conseguiu sustentar as cotações. Em Goiás, o preço da graúda (>12 kg) foi de R$ 0,77/kg, queda de 14,5% em relação à semana anterior; no Tocantins, a mesma foi cotada a R$ 0,68/kg, valor 14,8% inferior à semana passada.
Segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, o impacto na demanda está sendo ocasionado pelo clima frio dos últimos dias. De acordo com o Inmet, a média das temperaturas em São Paulo foi de 14,2°C nesta semana. Além disso, produtores da praça goiana apontam que o volume ofertado na região está começando a se recuperar, o que também influenciou os preços. Para os próximos dias, com a oferta ainda se recuperando, as cotações podem continuar pressionadas.
Confira mais informações no site www.hfbrasil.org.br
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Fonte: Cepea/Hortifruti

Maçã: Categorias mais acessíveis são preferidas



Publicado em 23/08/2019 14:16

A manutenção na oferta sustentou as cotações da maçã nesta semana (19 a 23/08), porém a comercialização pouco evoluiu frente à passada. De acordo com agentes do setor, a oferta está bastante controlada pelos classificadores – com a abertura das câmaras de AC. Porém, o escoamento da fruta não está tão aquecido quanto o esperado para o período.
Isso porque a maior parte da oferta se concentra em frutas de categoria 1 e 2, médias e graúdas, que geralmente acabam tendo um preço maior, mas este ano a demanda está mais “receosa” e optando por maçãs mais “acessíveis” – como as de categoria 3.
Além disso, o aumento de preços praticados na semana passada acabou provocando certa dificuldade nas vendas para algumas empresas. Na média das regiões classificadoras, o preço da fuji graúda Cat 1 ficou em R$ 59,57/ cx de 18 kg e a gala graúda Cat 1 em R$ 67,57/ cx de 18 kg – valores apenas 1% menor e 1% maior, respectivamente, frente aos da semana passada.
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Fonte: Cepea/Hortifruti

Citrus: Mesmo com fraca procura, preço da laranja se sustenta



Publicado em 23/08/2019 14:22

Mesmo com a demanda desaquecida no mercado de mesa paulista, os preços da laranja pera permanecem firmes. Isso porque, além da intensificação da moagem da variedade de meia-estação nas processadoras paulistas, a oferta nas roças tem sido comprometida pelo clima seco (resultando em frutas de menor calibre). Assim, as de maior qualidade estão valorizadas, sendo a pera negociada à média de R$ 18,20/cx de 40,8 kg, na árvore, nesta semana (19 a 23/08), aumento de 1% frente à anterior.
No caso da lima ácida tahiti, o escoamento da fruta esteve comprometido pelo clima ameno em São Paulo e pelos valores firmes da variedade – tornando-a menos atrativa ao consumidor brasileiro e ao mercado exportador. A média de comercialização da tahiti, de R$ 28,02/cx de 27 kg, colhida, foi 5,8% inferior em comparação com a da semana passada.
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Fonte: Cepea/Hortifruti

Plano prevê aumento da produtividade de cacau de 100 produtores no Litoral Sul da Bahia



Publicado em 23/08/2019 14:24

Elevar a produtividade de cacau em 50%, de 100 produtores de cacau, no Sistema Agroflorestal, do Território Litoral Sul, no período de 4 (quatro) anos é o objetivo a ser trabalhado no Plano de Ação Territorial do Sistema Agroflorestal do Cacau (SAF), lançado nesta quinta-feira, 22, em Itabuna. A iniciativa é do Programa de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste, em parceria com Amurc, Uesc, Governo do Estado, Território Litoral Sul, Ceplac e as prefeituras municipais de Almadina, Buerarema, Itabuna, Maraú, Ubaitaba e Uruçuca.
As instituições integram o Comitê Gestor Territorial e, de acordo com uma das coordenadoras do programa Apoio Gerencial e Institucional às Prefeituras do Litoral Sul (AGIR), Rita Maria de Souza, têm um papel fundamental para colocar em prática o plano de ação que visa alavancar a atividade produtiva na região. “Cabe ao Comitê Gestor Territorial e local, priorizar as atividades econômicas e sociais, estabelecendo parcerias para redução dos entraves ao seu desenvolvimento e promovendo a expansão do crédito”.
Leia a íntegra no site do Mercado do Cacau.
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Fonte: Mercado do Cacau

Indústria de Polpas e Central de Abastecimento são inauguradas em Sorriso/MT



Publicado em 23/08/2019 14:29


O produtor que quiser participar do projeto basta procurar a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente
A partir de agora, os sorrisenses têm uma nova opção para adquirir produtos da agricultura familiar. Foi inaugurada a indústria de polpas de frutas e a Central de Abastecimento e Comercialização (Ceasa) da Cooperriso que estão instaladas na incubadora de empresas que fica localizada no Industrial Nova Prata, às margens da MT-242, na saída para Nova Ubiratã.
Com a despolpadeira, os produtores cadastrados no Frutifica irão inicialmente produzir polpas de maracujá, goiaba, acerola e abacaxi. A máquina tem capacidade de produção de mil quilos por hora.
Leia a íntegra no site do Portal Sorriso MT.
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Fonte: Portal Sorriso MT

Ministério firma convênio com Banco do Nordeste para financiar projetos de inovação



Publicado em 23/08/2019 14:36

Banco fará aporte de R$1,5 milhão para financiar estudos na região do semiárido nordestino e viabilizar sistema de inteligência desenvolvido pela Embrapa Territorial

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) firmou convênio com o Banco do Nordeste (BNB) para subsidiar políticas públicas e privadas de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no bioma da Caatinga. A parceria permitirá a estruturação do Sistema de Inteligência, Gestão e Monitoramento Territorial Estratégico (SITE), que reunirá dados científicos da região.
O convênio foi assinado nesta sexta-feira (23) pela ministra Tereza Cristina, o presidente do BNB, Romildo Rolim, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti, e a Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped).
A plataforma digital será desenvolvida pela Embrapa Territorial para organizar informações georreferenciadas e analíticas dos quadros natural, agrícola, agrário, de infraestrutura e socioeconômico, identificadas por meio de métodos de inteligência territorial. Para cada uma das microrregiões prioritárias, serão indicadas soluções tecnológicas e não tecnológicas disponíveis para os principais desafios de inovação, em colaboração e compartilhamento com as unidades da Embrapa da região.
O Bando do Nordeste aplicará R$ 1,5 milhão para financiamento dos estudos por meio do Fundo de Desenvolvimento Econômico, Científico, Tecnológico e de Inovação (Fundeci). O projeto será realizado ao longo de 12 meses. O SITE estará disponível ao público. A ferramenta apoiará ações das secretarias do Mapa e demais instituições públicas e privadas. 
Uma das principais políticas que serão subsidiadas pelo sistema é o Plano de Ação para o Nordeste (AgroNordeste), que será lançado em breve pelo governo federal. O plano tem como objetivo apoiar a organização das cadeias agropecuárias, ampliar e diversificar os canais de comercialização, além de aumentar a eficiência produtiva e o benefício social na região.
A ministra Tereza Cristina destacou a importância do programa e ressaltou que a iniciativa corrobora a missão do Mapa de atender a todos os tipos de agricultura e reduzir a distância entre pequenos e grandes produtores. “É um programa novo, diferente de tudo o que já foi feito. É um programa de integração das cadeias produtivas que já existem no Nordeste, mas precisam ser incentivadas e viabilizadas”, declarou.
O presidente da Embrapa, Celso Moretti, ressaltou que o projeto mostra a contribuição do levantamento de informações qualificadas para o desenvolvimento sustentável do Nordeste. "O trabalho que a equipe da Embrapa Territorial tem realizado tem mudado a forma como nós enxergamos a agricultura brasileira. Dados da unidade têm mostrado ao longo dos anos que o agro brasileiro é competitivo, sustentável, seguro e saudável".
O presidente do BNB, Romildo Rolim, enfatizou que o Nordeste tem um agronegócio forte e que o convênio motiva ainda mais o desenvolvimento da região, principalmente o semiárido. “A parceria que a gente está fechando é muito importante. Este é o primeiro de muitos que podemos fazer para fortalecer o agronegócio no Nordeste”, disse.
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Fonte: Mapa