segunda-feira, 30 de junho de 2014

Umidade elevada atrasa colheita de soja e milho na Argentina

Umidade elevada atrasa colheita de soja e milho na Argentina Os altos níveis de umidade do solo na província de Buenos Aires, a principal região agrícola da Argentina, está atrasando a colheita de soja e milho da temporada 2013/14 e o plantio de trigo 2014/15 Os altos níveis de umidade do solo na província de Buenos Aires, a principal região agrícola da Argentina, está atrasando a colheita de soja e milho da temporada 2013/14 e o plantio de trigo 2014/15, embora o tempo seco dos últimos dias evaporou, em parte, o excesso de água, disse o governo nesta sexta-feira (27). O excesso de chuvas no primeiro semestre do ano, especialmente durante o outono, provocou alagamentos em várias zonas rurais, o que dificultou o trabalho nas lavouras. "A colheita ainda está atrasada em comparação com a temporada anterior", disse o governo sobre a colheita da soja. Sobre o milho, o governo disse que "houve progresso no trabalho de colheita, mas o atraso é ainda muito significativo em relação à campanha anterior." "Em Buenos Aires a disponibilidade de água está entre suficiente a excessiva, mas o bom tempo fez o excesso evaporar", disse o Ministério da Agricultura em seu relatório semanal de culturas. Até quinta-feira, pela atualização oficial, os agricultores tinham colhido 95 por cento da área disponível de 20,3 milhões de hectares de soja, um progresso de 2 pontos percentuais, e 4 pontos atrás do ritmo registrado no mesmo estágio do ciclo anterior. Para o milho, o ministério disse que haviam sido colhidos 54 por cento dos 5,9 milhões de hectares dedicados ao cereal, 5 pontos à frente da semana anterior, mas 34 pontos atrasado em comparação com a colheita da temporada 2012/13. O governo da Argentina estima a produção de soja 2013/14 em 54 milhões de toneladas e de milho em 32,1 milhões de toneladas. Sobre o trigo 2014/15, o ministério disse que os agricultores haviam plantado 49 por cento dos 4,5 milhões de hectares previstos para o cereal, avançando 12 pontos percentuais em relação à semana anterior, mas quatro pontos atrás do ano passado. Em 2013/14, os agricultores argentinos plantaram 3,6 milhões de hectares de trigo. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 18:50hs Fonte: Reuters . ... . . . . . . . . ... . .. ...

Frete da soja tem variação negativa de até 23% em Sorriso

Frete da soja tem variação negativa de até 23% em Sorriso O preço do frete da soja tem caído no Norte de Mato Grosso O preço do frete da soja tem caído no Norte de Mato Grosso. Um levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), aponta que partido de Sorriso, por exemplo, entre maio e este mês a queda pela tonelada passou de 20%. Para o porto de Paranaguá o valor médio é de R$ 210, -12,50% no período comprado. Se o destino for Rondonópolis, fecha a R$ 75, -23,47%. A queda no frete também segue o mesmo ritmo no valor da soja. O preço recuou 3,51%, encerrando R$ 55,00/sc semana passada. Esta tendência deve continuar enquanto houver expectativa de boa safra nos EUA, com mercado interno de tendência baixista, refletindo as expectativas do exterior. Segundo o Imea, a semeadura da soja atingiu 92% de conclusão nos EUA, apresentando ritmo mais adiantado que a média dos últimos cinco anos e também que a semeadura do ano passado. “Além disso, o relatório do USDA (Departamento de Agricultura Americano) aponta que 73% das lavouras de soja estão em condições boas ou excelentes, superando os 64% registrados em 2013”. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 18:40hs Fonte: Só Notícias/Agronotícias . .. . ..

OMC condena a Argentina por restringir importação

OMC condena a Argentina por restringir importação A Organização Mundial do Comércio (OMC) decidiu que a Argentina violou as regras dos acordos comerciais ao restringir importações A Organização Mundial do Comércio (OMC) decidiu que a Argentina violou as regras dos acordos comerciais ao restringir importações. É uma derrota significativa para o governo de Cristina Kirchner em uma disputa que mobiliza 43 países. O Brasil não participa. O Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, apurou que a decisão da OMC, ainda confidencial, foi enviada à Argentina e aos acusadores - União Europeia, EUA e Japão. Ainda vai demorar algumas semanas para que ela seja oficialmente anunciada. O caso envolve o uso pelo governo argentino de licença de importação não automática, além de pré-registro e autorização prévia de todas as importações, de uma forma que viola as regras da OMC e aumenta custos para as empresas, segundo os países reclamantes. Em princípio, os membros da OMC podem requerer dos importadores que solicitem uma licença de importação, como condição prévia para trazer a mercadoria do exterior. Quando a exigência de licença é automática, eles têm garantida a transação. A Argentina, porém, passou a usar cada vez mais a licença não automática, que permite comércio administrado, atrasos etc. Segundo alguns países afetados, esse procedimento passou a ser uma política da Argentina. Parceiros industrializados insistiram na OMC que o país adotou a medida não de maneira pontual, mas para todo o seu comércio exterior, em "apoio de políticas de reindustrialização, de substituição de importações e para eliminar déficit da balança comercial". Os parceiros alegam que, desde 2008, a Argentina vem expandindo a lista sujeita a licença de importação não automática, retardando a entrada de computadores portáteis, eletrodomésticos, máquinas e equipamentos, carros e autopeças, químicos, têxteis e vestuário, entre outros. E reclamam que o país não respeita o procedimento máximo de dar a licença no período de 60 dias. Outros não recebem o sinal verde para vender seus produtos e tampouco explicações. De acordo com a UE, exportações europeias de US$ 3,1 bilhões, pelos valores de 2011, foram afetadas. O Brasil não engrossou o coro contra seu sócio do Mercosul, apesar da reclamação persistente de seus exportadores sobre as práticas de Buenos Aires. Quando foi acusada de restringir as importações, a Argentina insistiu que suas medidas eram consistentes com as regras do comércio internacional. O governo argentino poderá recorrer ao Órgão de Apelação, o que empurrará a conclusão do contencioso por vários meses. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 18:10hs Fonte: Avicultura Industrial . ... . . . . . . . . ... . .. ...

Panorama da suinocultura no Estado de São Paulo

Panorama da suinocultura no Estado de São Paulo A suinocultura paulista, diferentemente da praticada no Sul do país, não tem como característica a concentração em conglomerados de processamento, nos quais a produção de animais para o abate é obtida pelo sistema de integração aos abatedouros A suinocultura paulista, diferentemente da praticada no Sul do país, não tem como característica a concentração em conglomerados de processamento, nos quais a produção de animais para o abate é obtida pelo sistema de integração aos abatedouros, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Semelhante ao que ocorre no setor avícola, a suinocultura praticada em São Paulo é constituída, principalmente, por uma variada gama de produtores, normalmente independentes, que podem ou não estar vinculados aos abatedouros. O número de suínos enviados para o abate por São Paulo em 2013 foi de aproximadamente 1,77 milhão de cabeças, cerca de 4,9% do total nacional, que é de 36,0 milhões de cabeças. O rebanho nacional de suínos tem como destaque, com 49,5%, os Estados do Sul. São Paulo aparece em quinto lugar, com 4,6%. “A produção brasileira está inserida em uma grande cadeia de produção mundial. Segundo previsão do USDA, espera-se uma produção global de 107,4 milhões de toneladas. Os principais países produtores são: China, com 53,8 milhões (50,1%); União Europeia, com 22,5 milhões (21%), Estados Unidos, com 10,6 milhões (9,9%), e demais países, com 18,9 milhões (19%). O Brasil com sua produção prevista para 2014 de 3,3 milhões (3,1%) participa deste ranking na quarta posição. Nas exportações, a carne suína é menos representativa que as carnes bovinas e de frango”, informa Carlos Bueno, pesquisador do IEA. O Valor Bruto da Produção (VBP) paulista para a carne suína, calculado pelo IEA em 2013, ficou em torno de R$ 434,7 milhões. A produção está concentrada nos Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs) de Sorocaba, Avaré e Bragança Paulista, que representam 37% do total de suínos abatidos. Comparativamente a 2012, a suinocultura aumentou sua participação no VBP paulista. Esse aumento da participação ocorreu principalmente devido ao comportamento dos preços médios recebidos pelo produtor. A média dos valores nominais de 2013 apresentou um crescimento de 20,7% em relação a 2012, ou seja, a média do valor da arroba suína em 2012 foi de R$53,00, enquanto em 2013 foi de R$64,00. O total de mais de 3 milhões de toneladas de carne suína brasileira produzida em 2013 garantiu o consumo brasileiro estimado de 15,6 kg/per capita/ano. Os números da suinocultura paulista indicam que ano a ano ocorre queda na produção e, para 2014, não parece ser diferente. Contudo, a suinocultura paulista enfrenta problemas de difícil resolução, como falta de escala na produção, custos de produção elevados, concorrência com outras atividades agropecuárias de maior rentabilidade e falta de aptidão cooperativista. Soma-se a estes problemas a concorrência pelo consumidor que, quando tem restrições orçamentárias na aquisição de alimentos, escolhe a carne de frango pelo preço e, quando não tem, escolhe carne bovina pela preferência. O que resulta destes fatores é o crescente desestímulo aos suinocultores em permanecer na atividade em que a produção é insuficiente e praticamente toda consumida no próprio estado. Para ler o artigo na íntegra e conferir as tabelas clique aqui. http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=13446 . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:00hs Fonte: Assessora de Imprensa – IEA . ... . . . . . . . . ... . .. ...

Expectativa em MT é de que especialmente soja e milho sejam os maiores beneficiados pela ‘nova 163’

Expectativa em MT é de que especialmente soja e milho sejam os maiores beneficiados pela ‘nova 163’ A concessão da BR-163 à iniciativa privada, e a consequente transformação da rodovia nos próximos anos, terá impacto positivo para a economia mato-grossense A concessão da BR-163 à iniciativa privada, e a consequente transformação da rodovia nos próximos anos, terá impacto positivo para a economia mato-grossense, como a redução de custos e do tempo para escoamento da produção agrícola e aquisição de bens de consumo e matérias-primas. Pelo menos essa é expectativa dos transportadores, bem como dos produtores rurais que há anos enxergam nessa rodovia o melhor caminho para acessar os portos do Norte do país e assim encurtar a viagem das mercadorias, especialmente da soja, a mercados como o chinês. Mesmo antes de a rodovia estar de fato concluída, um levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta que a economia real no custo com o transporte deverá ser de 11%. Isto é, mesmo com o pedágio, os gastos fixos e variáveis com essa logística terrestre serão menores se comparados aos atuais desembolsos e condições de tráfego. Desde março deste ano, a BR-163 em Mato Grosso, no trecho entre a divisa com Mato Grosso do Sul e Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá, Mato Grosso), está concedida à Rota do Oeste, empresa que passou a ser responsável pela execução de obras e serviços ao longo da rodovia nos próximos 30 anos. Entre as benfeitorias a serem realizadas, está a duplicação de 450 quilômetros da rodovia, recuperação e conservação da malha viária existente e implantação de serviços aos usuários, como atendimento médico, guinchos, inspeção de tráfego, bases de atendimento ao longo da rodovia, entre outros. Ao todo, R$ 5,5 bilhões serão aplicados, sendo R$ 2,8 bi nos primeiros cinco anos. De acordo com o levantamento do Imea, a expectativa é de redução tanto para o custo fixo, por conta do aumento da produtividade trazida pela queda do tempo de deslocamento, quanto para o variável, com o menor consumo de combustível e de desgastes dos veículos. A estimativa é de que a redução líquida, já descontados os valores do pedágio, seja de 11%. “O trecho mato-grossense da BR-163 é um dos principais corredores para o escoamento da produção do agronegócio. Ou seja, é hoje uma das mais importantes vias da exportação nacional. A duplicação e a manutenção adequada da rodovia têm influência direta nos resultados obtidos tanto pelo pequeno produtor, como pelas multinacionais”, afirma o diretor-executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz. O último relatório do Movimento Pró-Logística, formado por entidades representativas dos setores produtivos de Mato Grosso, mostra que o custo do transporte rodoviário chega a US$ 145 por tonelada. O cálculo é feito com base nos valores da safra 2013/2014, no percurso entre o município de Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá) e o porto de Santos, em São Paulo. Mas além da redução de custo, há também a economia de tempo. Segundo Edeon Vaz, a expectativa é que a duplicação da BR-163 represente uma queda de até 20% entre o tempo de deslocamento quando se compara ao que é gasto atualmente. “Isso significa maior produtividade, menor custo e mais competitividade para o produto mato-grossense”, explica. Para o diretor-geral da concessionária Rota do Oeste, Paulo Meira Lins, a transformação pela qual a BR-163 passará irá também ampliar as possibilidades de mercado para o Estado e para o país. “Mato Grosso tem um potencial de crescimento tremendo, mas com déficit de infraestrutura flagrante. Este é o principal motivo por termos apostado neste Estado”. RENDA E PRODUÇÃO - O produtor de soja do município de Lucas do Rio Verde (360 quilômetros ao norte de Cuiabá), Julio Cintack, acredita que não serão apenas economia de custo e de tempo os benefícios da concessão, como também uma oportunidade de crescimento. Como explica, o alto valor gasto com frete, reduz a renda do produtor e, consequentemente, sua capacidade de investimento. “Com a duplicação da BR-163 até Cuiabá e, no futuro até o Pará, vamos diminuir nosso custo logístico. Esta receita se transformará em investimentos, seja em produção ou em tecnologia”, resume. A pesquisa do Imea aponta que não só a agropecuária se desenvolverá com as mudanças na rodovia, mas também setores como a indústria e o comércio de Mato Grosso. Na análise da entidade, junto com o término da pavimentação da BR-163 até Miritituba e Santarém, no Pará, haverá um aumento no fluxo de produtos da Zona Franca de Manaus, que tem como destino o sudeste do país, além dos produtos da nossa pauta de exportação. PEDÁGIO - Outro fator que não entra nas contas econômicas, mas que gera expectativa positiva é o aumento da segurança dos usuários da rodovia. O produtor Julio Cintack afirma que mais do que tempo e dinheiro, vidas serão poupadas e isso tem um valor imensurável. “Todos os dias vemos acidentes na BR-163. A duplicação não vai trazer só agilidade, mas segurança a todos que precisam utilizá-la”. Além da duplicação, com a concessão da BR-163 outros serviços serão disponibilizados aos usuários para oferecer mais conforto e segurança. A cobrança de pedágio na BR-163, por sua vez, está prevista para começar após a conclusão da duplicação de, ao menos, 10% do trecho de 453 quilômetros de obras sob responsabilidade da concessionária. Também é uma obrigação a prestação dos serviços de atendimento. A tarifa de pedágio foi, inclusive, fator determinante no processo de concessão da rodovia. A Rota do Oeste venceu o leilão, pois ofereceu a menor tarifa, de R$ 2,638 para cada 100 quilômetros, o que representou um deságio de 52,03% em relação ao teto de R$ 5,55 estabelecidos em edital pelo governo federal. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:10hs Fonte: Diário de Cuiabá . ... . . . . . . . . ... . .. ...

Boi vivo enfrenta entraves para exportação

Boi vivo enfrenta entraves para exportação Hoje 95% da carga de boi vivo exportado no Brasil sai do Pará Hoje 95% da carga de boi vivo exportado no Brasil sai do Pará. O volume chega a ultrapassar 500 mil animais por ano. Cerca de 90% dessa carga é exportada para a Venezuela. Os outros 10% são divididos principalmente entre países do Oriente Médio, para destinos como Egito, Jordânia e Líbano. Num prazo de três, quatro anos o Pará pode se tornar um dos grandes exportadores mundiais de boi vivo, mas para isso o Estado precisa melhorar a infraestrutura e eliminar os entraves. A falta de estrutura no porto de Vila do Conde, em Barcarena, vem prejudicando as empresas exportadoras de gado vivo - o que, a médio prazo, pode atrapalhar o negócio. Os caminhões que levam o gado ao porto estão enfrentando um tempo de espera acima do razoável para o embarque, prejudicando a carga de animais. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) foi acionada e realizou na noite da última quarta reunião para encontrar alternativas para o problema. O executivo Adriano Caruso, diretor da Wellard do Brasil, multinacional australiana que atua na exportação de gado desde de 2009 no Pará, representou o setor na reunião e explanou ao secretário José Alberto Colares como se dá o processo de exportação de boi vivo e os problemas que o setor vem enfrentando. “As empresas exportadoras, não só de gado vivo, assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta para corrigir esse problema da espera. Algumas empresas como a nossa optaram pelo planejamento logístico para agilizar o embarque. Outras optaram pelo estacionamento de espera antes de embarcar o gado”. Caruso explica que esse tipo de estacionamento pode caracterizar desvio de rota, o que vai contra a normativa nº 13 do Ministério da Agricultura, de março de 2010, que regulamenta a exportação de bovinos. Segundo o executivo, o decreto lei 265/2007 do Bem-Estar Animal também impede um tempo longo de espera antes do embarque e garante a prioridade de embarque a animais vivos, o que não vem sendo cumprido. Adriano explicou à Sema que exigir o garageamento de caminhões como forma de evitar filas fere normas federais do Ministério da Agricultura e protocolos sanitários exigidos pelo país importador. “Se não cumprirmos todas essas normas o Ministério não autoriza a exportação. Antes do embarque o gado vai para estabelecimentos de pré-embarque [EPE], que são fazendas de descanso para abrigar os animais. A carga não pode ter nenhum desvio nessa rota, o que caracteriza quebra de protocolo e infração à normativa do bem-estar animal, que determina que da EPE os animais devem seguir direto ao porto e com prioridade”, detalha. O problema é que a Companhia das Docas do Pará (CDP) limitou a entrada no porto de Vila do Conde a quatro caminhões por vez. “Com isso os animais esperam tempos absurdos dentro dos caminhões. Muitos se machucam e alguns chegam a morrer. Quando a balança de pesagem quebra, a espera é ainda maior. O porto não oferece condições mínimas para a exportação de animais vivos”, acusa o diretor da Wellard. José Colares reconheceu que falta estrutura à CDP para garantir o embarque dos animais. “O porto em Barcarena precisa dar suporte para atender à demanda e reavaliar a questão da prioridade do embarque. O serviço está estrangulado”, admitiu o secretário, que marcou para o próximo dia 8 de julho uma reunião na Sema com representantes do Ministério da Agricultura, prefeitura de Barcarena, CDP e exportadores para aprofundar a discussão do problema. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:20hs Fonte: Diário do Pará . ... . . . . . . . . ... . .. ... . .. . ..

Batalha sobre dívida argentina pode reduzir oferta global de soja

Batalha sobre dívida argentina pode reduzir oferta global de soja Os produtores argentinos disseram que vão estocar soja no segundo semestre do ano se o governo não for capaz de fechar um acordo com os investidores sobre sua dívida para evitar um novo default soberano Muitos produtores já estão segurando a venda da soja como forma de se proteger contra a inflação alta e dizem que serão ainda mais cautelosos à medida que as negociações entre governo e investidores detentores de títulos avançam. Os credores querem o pagamento integral dos títulos que a Argentina deixou pagar em 2002, após vencerem uma série de disputas em tribunais norte-americanos que colocam o país à beira de um novo calote. "Considerando o que está acontecendo com a dívida da Argentina, estamos retendo o que colhemos este ano, para ver o que acontece", disse Carlos Novecourt, gerente de uma pequena fazenda na cidade de Carlos Casares, na província de Buenos Aires. Um corte na oferta da oleaginosa pela Argentina colocaria pressão de alta sobre os preços globais da soja e do farelo mundial em um momento de crescente demanda, especialmente da China. A Argentina é terceiro exportador de soja do mundo e o maior fornecedor global de farelo de soja. Sinais da incerteza sobre o abastecimento já estão surgindo no mercado mundial, com as exportações de farelo de soja dos Estados Unidos, terceiro fornecedor do mundo, atingindo recordes. A Argentina deverá colher 55,5 milhões de toneladas de soja nesta temporada, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que informou nesta quinta-feira que os produtores colheram 95 por cento da safra até o momento. Ao longo dos próximos dois meses, os produtores argentinos deverão vender grãos para levantar dinheiro necessário para pagar os empréstimos que financiaram o plantio. Uma vez que os empréstimos bancários forem pagos, no entanto, os produtores terão ainda mais motivos para acumular estoques de grãos na fazenda. "Após o final de agosto, os agricultores argentinos vão segurar 23,25 milhões de toneladas de soja, com um valor de mercado de 12 bilhões de dólares. Sob circunstâncias normais, o que significa dizer sem o problema de reestruturação da dívida, esse volume seria de 18 milhões de toneladas, no valor de 9,3 bilhões de dólares", disse o analista agrícola Pablo Adreani. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:30hs Fonte: Reuters . ... . . . . . . . . ... . .. ...

Projeção de crescimento da economia este ano cai pela quinta vez

Projeção de crescimento da economia este ano cai pela quinta vez As instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) reduziram pela quinta semana seguida a projeção para o crescimento da economia este ano As instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) reduziram pela quinta semana seguida a projeção para o crescimento da economia este ano. Desta vez, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 1,16% para 1,10%. Para 2015, a estimativa, em queda há seis semanas consecutivas, passou de 1,6% para 1,5%. O BC também reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano, mas está mais otimista que o mercado financeiro. No Relatório Trimestral de Inflação, divulgado na última quinta-feira (26), o Banco Central revisou a estimativa para a expansão do PIB de 2% para 1,6%. O mercado financeiro também espera por retração na produção industrial de 0,14%, com recuperação em 2015. A estimativa para o crescimento no próximo ano passou de 2,2% para 2,3%. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 2 bilhões para US$ 2,01 bilhões, em 2014, e de US$ 10 bilhões para US$ 9,9 bilhões, no próximo ano. A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,40, neste ano, e em US$ 2,50, em 2015. As instituições financeiras também mantiveram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2014, no atual patamar de 11% ao ano. Para o fim de 2015, a expectativa segue em 12% ao ano. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a estimativa permanece em 6,46%, este ano, e em 6,10%, em 2015. A previsão do BC é que a inflação feche este ano em 6,4% e 2015 em 5,7%. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:40hs Fonte: Agência Brasil . ... . . . . . . . . ... . .. ... . .. . ..

Novos boletins do Usda vão direcionar mercado de soja nesta segunda-feira (30)

Novos boletins do Usda vão direcionar mercado de soja nesta segunda-feira (30) Safra brasileira de soja deve somar 86 milhões de toneladas, prevê a Conab Os investidores concentram expectativas sobre dois relatórios que serão divulgados hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) e podem exercer pressão sobre a cotação da soja no mercado internacional. O primeiro documento traz números atualizados da área plantada no país, indicando qual é a expectativa dos produtores e qual será o potencial da produção norte-americana. Em março, o relatório de intenção de plantio apontava que a soja poderia ocupar 32,9 milhões de hectares nos EUA. A expectativa de analistas e investidores é de que esse número seja revisado para cima, passando de 33 milhões de hectares. Os números confirmam um salto no plantio da oleaginosa, que ocupou 30,9 milhões de hectares no último ciclo. Outro boletim que será divulgado pelo Usda traz a posição atualizada dos estoques trimestrais norte-americanos. O mercado avalia que os estoques de soja podem ficar entre 10,3 e 10,6 milhões de toneladas, volume mais baixo em 37 anos para o período. Em março o volume estocado já era considerado baixo, de 26,9 milhões de toneladas. A expectativa quanto à divulgação das novas informações influenciou as cotações do grão na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), que fechou em baixa. Ajuste US$14,32 por bushel foi o fechamento do contrato julho/2014 na Bolsa de Chicago na última sexta-feira. Houve desvalorização de 5 centavos de dólar em relação à semana anterior. Gazeta do Povo . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 19:50hs . . . . . . . . ... . .. ... . .. . ..

Indústria de defensivos agrícolas tem recorde de vendas em 2013

Indústria de defensivos agrícolas tem recorde de vendas em 2013 Defensivos autorizados para uso não estão dando conta de combater o inseto Temendo ataques de lagartas como a Helicoverpa e a falsa medideira, muitos agricultores ampliaram o número de aplicações de defensivos na última safra, fato que refletiu sobre o desempenho do setor. Balanço divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) aponta que o segmento fechou 2013 com salto de 18% no faturamento, que somou US$ 11,4 bilhões. Cerca de 40% dessa receita (US$ 4,5 bilhões), foi proveniente da venda de inseticidas. Com o desempenho o Brasil manteve a liderança no mercado global de agroquímicos, superando os Estados Unidos, que ocupam a segunda posição e geraram receita de US$ 8 bi no ano passado. Em termos de volume, o mercado brasileiro movimentou 902 mil toneladas de produtos, 9,6% mais do que em 2012. Cerca de 408 mil toneladas (45%) foram importadas, confirmando a forte dependência do mercado externo. Mais da metade das vendas (51,3%) foi direcionada à cultura da soja, consolidando um aumento de 28,4% na comparação com o ciclo anterior. A cana-de-açúcar aparece bem atrás na segunda posição, com 10,1% de participação. Para este ano o Sindiveg projeta crescimento de 6% no faturamento, puxado pelas cadeias de algodão, café, milho e soja. Genéricos 55% das vendas do setor de agroquímicos correspondeu a produtos genéricos, que em tese custam menos, aponta o Sindiveg. . . .. Data de Publicação: 30/06/2014 às 20:00hs Fonte: Gazeta do Povo .

Leite/CEPEA: Demanda desaquecida por derivados pressiona valor ao produtor

Leite/CEPEA: Demanda desaquecida por derivados pressiona valor ao produtor 30/06/14 - 16:06 O preço do leite pago ao produtor (líquido – sem frete nem impostos) em junho/14 teve queda de 0,73% frente ao mês anterior (em termos reais), fechando a R$ 1,0128/litro na “média Brasil” – média ponderada pelo volume captado em maio nos estados de BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP – de acordo com pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. O preço bruto (inclui frete e impostos) fechou a R$ 1,0984/litro, redução de 0,56% em relação à média de maio/14. O cenário baixista, que já era esperado pelo setor, é reflexo do desaquecimento do mercado de derivados em maio e da produção de leite praticamente estável em junho. De acordo com colaboradores do Cepea, o atraso na chegada do frio, o menor crescimento da economia e os altos patamares dos derivados influenciaram na redução do consumo de produtos lácteos. Cepea/Esalq

Bayer participa do mais importante evento da suinocultura, o IPVS 2014

Bayer participa do mais importante evento da suinocultura, o IPVS 2014 30/06/14 - 15:52 A Bayer participou do mais importante encontro da suinocultura mundial, o 23º The International Pig Veterinary Society (IPVS 2014), que aconteceu de 8 a 11 de junho no Moon Palace Resort, em Cancun, no México, com o objetivo de fortalecer parceria técnica com seus clientes. "Este evento proporciona a possibilidade de atualização profissional, além de promover uma importante rede de contatos", avalia a coordenadora Técnica da Unidade de Negócios Aves, Suínos e Aquacultura, Eliana Dantas. O IPVS 2014 contou com a presença de mais de 2.200 pessoas vindas de 54 países diferentes. A maioria dos países produtores de suínos esteve presente, o que é muito importante, já que o objetivo do IPVS é incentivar pesquisas e promover o desenvolvimento da suinocultura. “Participar do IPVS é uma oportunidade importante para confraternizar, desenvolver relacionamento com especialistas internacionais e se fortalecer profissionalmente. Por isso nós, da Bayer, apoiamos o evento e a participação de clientes aqui”, ressaltou o gerente da unidade de negócios da Bayer, Rogério Petri. 5° Simpósio Internacional de Suinocultura Bayer, que antecedeu o IPVS 2014, reuniu profissionais de 15 países Na programação do 5° Simpósio Internacional Bayer de Suinocultura, evento que antecedeu o início do IPVS 2014, a Bayer reuniu profissionais de 15 países no pré-congresso que contou com mais de 250 participantes dos EUA, América Latina, Europa e Ásia. O evento foi realizado no Now Jade Hotel, em Cancun, México com a presença de especialistas de diversos países. O pré-congresso debateu atualizações em PED, Biossegurança, Bem-Estar Animal e a ação do Kinetomax no controle de Haemophilus parasuis. Rogério Petri, gerente da Unidade de Negócios na Bayer Aves e Suínos, destaca a realização do pré-congresso e a participação no IPVS. "Este é o mais importante evento da suinocultura mundial. E uma ótima oportunidade para discutir assuntos de interesse mundial, especialmente sanitários como PED. O principal objetivo é confraternizar com amigos e clientes. A Bayer é uma das principais empresas farmacêuticas suínas, estamos investindo e continuaremos investindo para fortalecer ainda mais nossa atividade.” Segundo Eliana Dantas, um dos focos da Bayer no evento foi a troca de conhecimentos "Promovemos um pré-congresso para discutir atualização em enfermidades e manejo como PEDv, biossegurança, com destaque para Kinetomax no controle do Haemophilus parasuis e bem-estar animal. Paralelo ao IPVS, a Bayer realizou no dia 09 de Junho a Palestra Satélite, com um debate sobre o uso da sanidade como ferramenta para melhorar o desempenho do plantel. “O encontro debateu sanidade, que é um dos grandes desafios da atividade. Foi muito importante à troca de experiência e saber como outros países enfrentam este desafio”, disse médico veterinário Joseph Connor. Agrolink com informações de assessoria

Projeto piloto de energia solar é monitorado pela Seagro

Projeto piloto de energia solar é monitorado pela Seagro 30/06/14 - 15:44 Os técnicos agrícolas da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro) realizam nesta terça-feira, dia 1º de julho, visitas para monitorar o projeto piloto de energia solar, instalado na fazenda Maitara, município de Barrolândia, região Central do Estado. O projeto, instalado em dezembro de 2013, é uma iniciativa da Diretoria de Agroenergia e Florestas Plantadas em parceria com a Eletronorte, para beneficiar os produtores e comunidades rurais que não contam com rede de energia elétrica. As equipes visitam as instalações do projeto, observando o potencial da energia utilizada na fazenda. “Neste primeiro momento, o proprietário utiliza a energia para uso doméstico (lâmpadas, geladeira e tv), mas agora quer ampliar para abastecer a irrigação do plantio de abacaxi. Portanto, estaremos ampliando a quantidade de placas para o produtor aumentar a força da energia”, explicou o supervisor de Biomassa da Seagro, Reginaldo Novais Rocha. Ainda de acordo com Rocha, os produtores estão cada vez mais interessados na proposta do projeto. “Há uma procura muito grande, o nosso foco agora é atender o maior número de produtores em associações e comunidades rurais que necessitam de energia para melhorar as condições de vida”, informou. Agrolink com informações de assessoria Autor: Elmiro de Deus

Advogado é cotado para assumir florestas plantadas no MAPA

Advogado é cotado para assumir florestas plantadas no MAPA 30/06/14 - 15:40 Aldo de Cresci é um dos nomes já comentados nos bastidores. Estrutura, no entanto, ainda está sem definição A recente definição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como órgão responsável pela gestão das políticas para a indústria brasileira de árvores (setor florestal) deixou a expectativa para os próximos passos. O ministro da pasta, Neri Geller, teria determinado aos seus técnicos a estruturação de uma área específica para tratar do tema. Não se sabe ainda quais ações de fomento ou de que forma o organograma será definido. Contudo, nos bastidores, alguns nomes já estão sendo cotados para assumir um possível cargo de secretário ou diretor da área. Um deles é o do advogado Aldo de Cresci Neto, especialista na área. De Cresci atuou diretamente como colaborador na redação das propostas do anteprojeto de lei da Política Nacional de Florestas Plantadas e também do anteprojeto de lei da Cédula de Crédito Florestal (CCF), ao lado de Fernando Castanheira da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Membro do Conselho do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para assuntos florestais no Brasil, De Cresci também é presidente da Comissão de Direitor Florestal do MDA - Movimento de Defesa da Advocacia. Procurado pela reportagem do Painel Florestal, Aldo De Cresci não foi encontrado. Segundo sua assessoria ele estaria em viagem de negócios. O presidente da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, o empresário Luiz Calvo Ramires Júnior informou que a estruturação da área deve ser discutida na reunião marcada para o próximo dia 30 de julho em Brasília. Painel Florestal

Enchentes no RS geram perdas no trigo e atrasam plantio‏

Enchentes no RS geram perdas no trigo e atrasam plantio 30/06/14 - 13:21 As chuvas intensas que afetaram o noroeste do Rio Grande do Sul nos últimos dias já provocaram atraso no plantio de trigo. Segundo a Emater/RS, os produtores plantaram cerca de 61% da área prevista até sexta-feira passada, o que significa um retardo de 10% em relação a 2013. As estimativas de produção devem ser revistas nos próximos dias. Atualmente, o estado espera colher 7,2 milhões de toneladas. A erosão do solo já é vista com frequência no noroeste do RS. Em outras regiões, como a Fronteira Oeste e o sul, as condições ainda são consideradas normais e o plantio avança tranquilamente. Segundo Claiton Santos, da TS Corretora de Passo Fundo, não é possível precisar o tamanho das perdas, mas já é possível dizer que já há prejuízos. "Com certeza haverão prejuízos financeiros", disse o corretor de grãos ao AgroSouth News. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

30/06/2014 - 16:33

30/06/2014 - 16:33 Agricultores aprendem técnicas para diversificar produção no Acre Embrapa Conhecer alternativas tecnológicas que possam melhorar a atividade agrícola, pecuária e florestal. Com este objetivo, 26 jovens extrativistas do Seringal Porvir, na Reserva Extrativista Chico Mendes, em Brasileia (AC), e 30 da Comunidade Alto Pentecostes, em Mâncio Lima (AC), realizaram uma qualificação para jovens empreendedores em um projeto coordenado pela filial da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Acre com parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/AC); o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae/AC) e da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof). Os temas abordados durante o curso foram escolhidos pelos próprios alunos. A extrativista Maria de Jesus da Silva explica que o Sistema Agroflorestal (SAF), que combina o plantio de árvores com cultivos agrícolas, foi escolhido pela comunidade porque é uma forma de trabalhar com espécies da mata. Em Brasileia, foram discutidas formas de comunicação comunitária que resultou na produção de um jornal mural. Já me Mâncio Lima foi discutido o manejo conservacionista do solo. Ainda estão previstos outros módulos, como Pecuária Sustentável, Gestão de Empresa Rural, Custo Operacional de Atividades Agropecuárias, Horticultura, entre outros, que serão aplicados no Estado. – E a gente pode plantar os produtos que comercializamos e que consumimos em casa, como a banana comprida – afirma. Para o coordenador do Projeto e engenheiro agrônomo da Embrapa Acre , Fernando Pretti, o principal foco do curso é estimular a permanência do jovem no campo. – A ideia é que os jovens, que já ajudam na propriedade rural, obtenham uma renda melhor onde eles residem, no campo. E para isso vamos motivar a diversificação e a melhoria da produção agropecuária, com base nos temas que eles escolheram – explica.

30/06/2014 - 16:00

30/06/2014 - 16:00 Obras na BR-163 devem gerar 11% de economia ao setor de transporte, aponta estudo Da Redação - Viviane Petroli Foto: Rota do Oeste/Odebrecht TransPort A partir do momento em que as obras de reforma e duplicação da BR-163 em Mato Grosso, no trecho entre a divisa com o Mato Grosso do Sul e Sinop, estiverem prontas a economia gerada ao setor de transporte de cargas deverá ser de 11%, mesmo com o pedágio. A estimativa é um estudo realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Para o tempo de transporte a redução pode chegar a 20%. As obras na BR-163 tiveram início este mês. Conforme os estudos do Imea, existem perspectivas de redução para os custos fixos e variáveis com a logística rodoviária, uma vez que o tempo de escoamento da produção agrícola reduzirá, provocando assim um menor consumo de combustível e desgastes dos veículos. O Imea prevê uma redução líquida, descontando os valores do pedágio, de 11% no transporte. Hoje, a BR-163 é um dos principais corredores do escoamento da produção do agronegócio de Mato Grosso. Segundo o diretor-executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, a duplicação e a manutenção adequada no trecho terá "influência direta nos resultados obtidos tanto pelo pequeno produtor, como pelas multinacionais", também. Um levantamento realizado pelo Movimento Pró-Logistíca revela que hoje para levar uma tonelada de soja de Sorriso (MT) ao porto de Santos (SP) o custo do transporte rodoviário chega a US$ 145. Tal cálculo é feito com base nos valores da safra 2013/2014. Edeon aponta ainda que haja perspectiva de que o tempo de transporte da carga caia em até 20%. “Isso significa maior produtividade, menor custo e mais competitividade para o produto mato-grossense”. As obras na BR-163 são realizadas pela Rota do Oeste, pertencente a Odebrecht TransPort, e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Ao todo são 850 quilômetros a serem reparados e duplicados. Sob a responsabilidade da Rota do Oeste está a duplicação de 450 quilômetros da rodovia, bem como a e conservação da malha viária existente e implantação de serviços aos usuários, como atendimento médico, guinchos, inspeção de tráfego, bases de atendimento ao longo da rodovia, entre outros. O DNIT deverá duplicar 400 quilômetros. Em 30 anos de concessão deverão ser investidos R$ 5,5 bilhões, sendo que nos primeiros cinco anos R$ 2,8 bilhões serão aplicados. “O Mato Grosso tem um potencial de crescimento tremendo, mas com déficit de infraestrutura flagrante. Este é o principal motivo por termos apostado neste Estado”, declara o diretor-geral da concessionária Rota do Oeste, Paulo Meira Lins.

30/06/2014 - 15:56

30/06/2014 - 15:56 Ao menos 12 festas agropecuárias movimentam Mato Grosso em julho; Veja programação Da Redação - Viviane Petroli Foto: Ilustração/Internet O mês de julho será movimentado e agitado em Mato Grosso. Ao menos 12 festas agropecuárias ocorrem no sétimo mês de 2014, entre elas a 50ª Expoagro em Cuiabá. Somente nesta semana quatro festas terão início no Estado fomentando a economia e o turismo local. Apenas a 50ª Expoagro deve movimentar cerca de R$ 50 milhões entre consumo e negócios, incluindo os leilões. Entre os dias 02 e 06 de julho, o agito ocorre em Cláudia. De acordo com informações da prefeitura, a 14ª Expocláudia terá show regional com a dupla sertaneja Felipe e Ferrari em sua abertura no dia 02. Já na quarta-feira (03) abertura do Rodeio JJ e show com a dupla Maurício e Eduardo. No dia 05 a animação fica por conta da dupla Alex e Ivan e no dia 06 encerramento do rodeio e show do violeiro Almir Pessoa. Também entre os dias 02 e 06 de julho ocorre a 9ª Expoap, em Apiacás. Durante a festa haverá parque de diversão, sorteio de prêmios, show pirotécnico e montaria em touros. A animação, segundo informações no Facebook Sindicato Rural de Apiacás, fica com a dupla Maurício e Eduardo no dia 02, Barbara da Viola e Sandra Reis no dia 03, Alisson Allan no dia 04 e Arena Country no sábado (05). Campo Verde - A 15ª Expoverde começa nesta quarta-feira (02) com mega-show da dupla João Bosco & Vinicius. Na quinta-feira (03) há a abertura do rodeio e show com Pedro Henrique e Fernando. Já na sexta-feira (04) será a vez de Gino & Geno subirem ao palco para animar os visitantes do parque de exposição da cidade. No sábado (05) será a vez de Zé Ricardo e Thiago e no domingo (06) o encerramento fica sob o comando dos mato-grossenses Ricco e Léo. Tapurah - Entre os dias 03 e 06 no parque de exposição ocorre a 12ª Expotapurah, que terá show da dupla sertaneja Henrique e Diego na abertura oficial da festa. Na sexta-feira o palco recebe o Grupo Tradição para animar os festeiros e no sábado será a vez da dupla Hugo e Tiago. Conforme a Prefeitura de Tapurah, todos os dias haverão shows com as bandas Novo Tempo e Interativa. Durante a festa haverá rodeio e sorteio de prêmios. Confira outras festas programadas para julho: - 23ª Expovale em Água Boa: 09 a 13 de julho - 7ª Exporã em Tabaporã: 10 a 13 de julho - 26ª Expolider em Colíder: 12 a 07 de julho - 18ª Expoverde em Nova Monte Verde: 17 a 21 de julho - 20ª Expotã em Guarantã do Norte: 20 a 27 de julho - 2ª Expomar em Marcelândia: 23 a 27 de julho - 24ª Festa do Peão de Itiquira: 24 a 27 de julho - 50ª Expoagro em Cuiabá: de 31 de julho a 10 de agosto

30/06/2014 - 15:48

30/06/2014 - 15:48 Demanda por chocolate atrai fabricantes para a Ásia Estadão Conteúdo A demanda crescente por chocolate na Ásia está levando muitos fabricantes a cultivar e processar cacau na região, principalmente na Indonésia, terceiro maior produtor mundial da amêndoa. O Vietnã também aumentou sua produção de cacau nos últimos anos, embora a agricultura do país ainda seja dominada pelo café e o pelo arroz. Costa do Marfim e Gana, na África Ocidental, são os maiores produtores da commodity. – Fabricantes de chocolate estão indo para a Ásia para conseguir atender à demanda – disse Bruce Blakeman, vice-presidente de assuntos corporativos da Cargill na região Ásia-Pacífico. A trading anunciou em maio um investimento de US$ 100 milhões na construção de uma unidade de processamento de cacau em Gresik, na Indonésia. A Olam International, sediada em Cingapura, também está construindo uma unidade na Indonésia, ao custo de US$ 61 milhões. A Cargill, em parceria com o governo holandês e a fabricante de chocolate Mars, está ajudando cafeicultores do Vietnã a obter uma segunda renda com o cultivo de cacau, disse Blakeman. Segundo ele, a produção do Vietnã ainda é pequena, mas as amêndoas estão entre as melhores do mundo. Há uma oportunidade na região, mas alcançar produção em escala ainda é um desafio, disse. Embora o consumo de chocolate esteja crescendo na Ásia, ainda é muito pequeno na comparação com o de economias desenvolvidas. Indianos, por exemplo, consomem apenas 76 gramas de chocolate por ano, de acordo com a Organização Internacional do Cacau. Já os alemães consomem cerca de 100 vezes mais. Os preços futuros do cacau já subiram cerca de 12% neste ano, com a possibilidade de um déficit global da amêndoa.

30/06/2014 - 15:51

30/06/2014 - 15:51 Controle de nematoides em MT deve ser pensado de forma integrada para resultados em longo prazo Especial para o Agro Olhar - Thalita Araújo Foto: Ilustração O controle dos nematoides em Mato Grosso, que tanto preocupam os produtores rurais, não deve ser pensado de forme imediatista, mas sim de forma integrada e trabalhado para gerar resultados em longo prazo, sendo esta a fórmula eficiente, segundo o pesquisador e professor Mauro Júnior Natalino da Costa. Para ele, segundo declarou em palestra na cidade de Campo Verde (130 km de Cuiabá) na última semana, é importante a prática do manejo integrado, aliando diversas práticas que têm se mostrado eficientes, como a rotação de culturas, a mais utilizada delas, quebrando o ciclo da doença com o plantio de culturas não suscetíveis após espécies suscetíveis. Em Mato Grosso a Crotalária é muito utilizada como cobertura após colheita de soja, por seus ótimos efeitos no combate aos nematoides. O professor também ressalta como medida o plantio direto e o uso de palhada sobre o solo. O controle biológico é apontado como um forte aliado no manejo da doença, empregado tanto no tratamento de sementes antes do plantio quanto em aplicações para o tratamento do solo. O professor orienta que os agentes de controle biológico devem ser efetivos em baixas concentrações e devem ser tolerantes à ação de produtos de controle químico. Integrando todas as práticas de manejo, Mauro Júnior acredita que em longo prazo é possível minimizar grande parte dos problemas sofridos com a ação dos nematoides nas culturas do Estado.

Cotonicultura dependerá do manejo e sementes adequadas, diz especialista no MT

30/06/2014 10:33 Nos últimos anos o custo de produção e a baixa rentabilidade vêm onerando a cultura do algodão em Mato Grosso. Nas próximas safras o manejo e uso de sementes adequadas será um dos fatores que vão definir a lucratividade das lavouras. No que se refere as sementes o Grupo G4 vai oferecer as cultivares da Tropical Melhoramento Genético, TMG 41WS, TMG 42WS, TMG 81WS e TMG 82WS com a tecnologia Wide Strike (WS), com resistência resistente às lagartas. As WS são dotadas de biotecnologia que conferem ao cotonicultor agregar valor com altas produtividades e baixo custo de manejo da cultura e que possuem tolerância a nematóides com uso da tecnologia TN para os pratylenchus e rotylenchulus. Outra opção para os produtores é a segunda safra com algodão (pós-soja), “com a oferta de semente de qualidade, é possível fazer uma segunda safra com alto potencial produtivo e de até 300 arrobas por hectare. Isso que obtinha anos atrás com plantio em dezembro, nós estamos fazendo isso em segunda safra, com alta produtividade e com custo reduzido no minimio em 25%. Por ele encurta o ciclo em vez de levar 190 e apronta em 150. Esses 40 dias se economiza em insumos”, explicou o diretor presidente da Girassol Agrícola, Gilberto Goellner . Segundo Goellner, o manejo adequado visa produzir um algodão economicamente sustentável, porque o custo do algodão ele encareceu muito e os preços de mercado não correspondem a nossa realidade. Um algodão de menor custo e vem de custar 70 centavos de libra peso por arroba produzida em precisamos focar um algodão produzido com 50 centavos de libra peso por arroba. O manejo adequado visa produzir um algodão economicamente sustentável. Nos últimos anos o custo do algodão apresentou um aumento e os preços de mercado não correspondem a nossa realidade. “O algodão como segunda safra é viável com manejo adequado. Isso implica em uso de cultivares certas, bom preparo do solo, corpo técnico capacitado, constante monitoramento de pragas, época de plantio certa e bom espaçamento entre plantas”, afirmou consultor técnico da Guerra Consultoria, Jonas Guerra. Para o diretor da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Celito Eduardo Breda, o apoio para empresas brasileiras do setor de sementes é fundamental. “Temos que trabalhar para aumentar a participação no mercado de sementes tanto de soja como de algodão. Para temos materiais de qualidade para opção para as áreas de refugio e transgênicos tão bons como os fornecidos pelas multinacionais. E que sejam adaptados as nossas necessidades”, afirmou Breda. Fonte: Assessoria

OKAY é nova tecnologia IHARA para o combate de pragas nas culturas de citros

30/06/14 - 11:47 Acaricida possui o Cyflumetofen como ingrediente ativo e pode oferecer até um ano de controle de ácaros nas plantações A IHARA, tradicional fabricante de defensivos agrícolas, apresenta ao mercado sua nova tecnologia para o combate de pragas nos citros, o acaricida OKAY. Utilizando Cyflumetofen como ingrediente ativo, o produto controla todas as fases de desenvolvimento do ácaro da leprose nas produções. “OKAY tem um mecanismo de ação inovador e exclusivo que atua na inibição da cadeia de transporte de elétrons no Complexo 2. O produto confere ação de choque sobre ácaros, eliminando a praga por contato”, diz Rodrigo Naime, consultor de Desenvolvimento de Mercado. “O período de controle pode chegar a até um ano se seguidas as orientações de uso, pois afeta ovos, ninfas e adultos do ácaro da leprose.” O OKAY tem como principais diferenciais um modo de ação exclusivo, ideal para o manejo de resistência. Traz mais segurança para um bom controle, com maior residual que outros acaricidas, além de amplo espectro de ação. O produto é seletivo, isto é, não afeta insetos benéficos ou ácaros predadores que favorecem a cultura. Possui efeito de choque, eliminando o ácaro rapidamente e baixando sua população. Somam-se a isso a constância de resultados e o longo período de controle. A leprose causa depreciação dos frutos, queda prematura das folhas e frutos, seca de ramos e redução da vida útil da planta de modo considerável. Também prejudica a produção, devido aos danos causados à estrutura da planta. “O problema da leprose no citros é bastante sério, já que os ácaros quando controlados com os mesmos modos de ação passam por um processo de seleção e resistência aos produtos comumente utilizados”, diz Rodrigo. “A IHARA, comprometida com a agricultura brasileira, conhece o problema com antecedência e, portanto, buscou uma solução inovadora para contribuir com o progresso e a competitividade da citricultura brasileira.” Agrolink com informações de assessoria

Soja em grão supera minério de ferro e lidera exportações do país

De janeiro a maio, as vendas externas do complexo soja chegaram a US$ 15,5 bilhões

No RS, preço do boi magro em alta impulsiona o mercado de recria

Menor oferta de gado trouxe valorização para os rebanhos este ano Boi magro teve um acréscimo de aproximadamente 20% no valor da arroba

Governo corta previsão para a oferta de etanol

O governo decidiu rever a previsão de oferta de etanol para os próximos anos diante da frustração com a retomada do crescimento da produção nacional do biocombustível, conforme antecipou na sexta-feira o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor

Setor sucroenergético está otimista com governo

O presidente do conselho deliberativo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, admitiu nesta semana ter mudado o discurso em relação ao governo federal

Funcafé libera R$ 800 mil para cafeicultura em MG

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater/MG) firmaram parceria no valor de R$ 800 mil

Bioquerosene de cana se torna uma realidade e deve ajudar a aviação com suas metas de redução de CO2

O que até o ano passado era uma promessa, transformar o querosene, principal combustível usado pelas aeronaves, mais sustentável, tornou-seO bioquerosene, conhecido no Brasil pela sigla QAV, produzido a partir da cana-de-açúcar, segundo a certificadora internacional de padrões industriais ASTM, já pode ser adicionado na proporção de até 10% ao querosene de aviação de origem fóssil. A resolução favorece a indústria aeronáutica mundial, que agora poderá contar com os benefícios proporcionados pelo uso do combustível limpo para reduzir o impacto ambiental das viagens aéreas, e também o setor sucroenergético, que ao ampliar o seu portfólio de produtos derivados da cana, ganha novas perspectivas comerciais. A norma D7566 da ASTM revisada e divulgada no dia 16 de junho inclui o uso de farnesano (diesel de cana), como um elemento de mistura que pode ser acrescentado ao querosene usado na aviação comercial. Esta decisão permitirá que bioquerosenes produzidos a partir de biomassa, como o de cana-de-açúcar produzido pela empresa Amyris em parceria com a multinacional francesa Total, possam ajudar a indústria na redução de suas emissões de gases de efeito estufa. “A conformidade com a norma ASTM nos permite avançar nas discussões com várias das principais companhias aéreas do mundo, que planejam voos comerciais com combustíveis renováveis, reduzindo emissões ao mesmo tempo em que promovem ganhos de desempenho,” afirmou o presidente e CEO da Amyris, John Melo. O bioquerosene, por enquanto, apenas poderá ser usado para o abastecimento no exterior e não por aqui. Para que o consumo no Brasil seja liberado, a certificação da ASTM precisa ser legitimada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), um procedimento que poderá levar até 90 dias. Para o consultor em Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, a aprovação do uso comercial de 10% de bioquerosene com o combustível convencional, representa um marco na história da aviação moderna. “Essa mistura diminuirá em cerca de 10% a emissão de gás carbônico, gerando grandes benfeitorias para a indústria aeronáutica e agregando novos benefícios para a atividade canavieira,” explicou o representante da UNICA. Szwarc acrescentou ainda que os ganhos seriam maiores se a ANP, seguindo o exemplo da ASTM, já tivesse aprovado o uso comercial no Brasil. Rio+20 O primeiro teste com bioquerosene foi realizado em junho de 2012, em voo entre os aeroportos de Viracopos, em Campinas (SP), e Santos Dumont no Rio de Janeiro, cidade sede da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O voo experimental do jato Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas contou com a presença de 60 pessoas, entre jornalistas, personalidades acadêmicas, autoridades políticas e executivos das empresas envolvidas no projeto. O consultor da UNICA destacou na ocasião que além de reduzir as emissões, o biocombustível de aviação mostrou que possui desempenho similar ao querosene de origem fóssil e que pode ser competitivo comercialmente quando produzido em escala industrial. Data de Publicação: 30/06/2014 às 10:50hs Fonte: UNICA

Ao contrário do boi e do suíno, frango fecha semestre com perda

Só o frango vivo está encerrando a primeira metade de 2014 com prejuízo em relação aos mesmos seis meses de 2013

Café: em NY, mercado tem manhã de volatilidade nesta segunda-feira

Na manhã desta segunda-feira (30), os futuros do café operam sem uma direção definida na Bolsa de Nova Iorque

MANDIOCA/CEPEA: Oferta de raiz aumenta, mas preço segue firme

Com a melhora das condições climáticas na última semana, a oferta de mandioca se elevou, com avanço de 13,4% na quantidade de raízeApesar disso, agentes apontam que a disponibilidade esteve abaixo da esperada para o período. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é resultado de menor volume de raízes de segundo ciclo, retração de produtores e avanço das atividades relacionadas ao plantio. De 23 a 27 de junho, o preço médio a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 243,08 (R$ 0,4228/grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), ligeira queda de 0,5% frente ao período anterior. Dados do Cepea apontam que no primeiro semestre deste ano a quantidade de mandioca processada nas fecularias foi de 1,15 milhão de toneladas, volume 22% maior que o do último semestre de 2013 e 14,6% superior aos primeiros seis meses de 2013. O volume atual só não supera o do primeiro semestre de 2011. Data de Publicação: 30/06/2014 às 10:36hs Fonte: Cepeas processada pela indústria de fécula

OVOS/CEPEA: Cotações recuam pelo terceiro mês consecutivo

Os preços Esse cenário contraria a expectativa inicial do setor de que a Copa do Mundo e as temperaturas mais amenas elevassem o consumo de alimentos que contêm o produto. Segundo colaboradores do Cepea, com a realização do evento no Brasil, escolas da rede pública anteciparam as férias escolares, o que reduziu o consumo de merenda. Além disso, os feriados deste mês e a redução do expediente de trabalho durante os dias de jogos diminuíram o tempo de negociação e prejudicaram a logística e o transporte. Mesmo a tradicional demanda das festas juninas foi tímida neste ano. Como resultado, a oferta de ovos vem superando cada vez mais a quantidade demandada e, em algumas regiões, são registradas sobras do produto branco. A desvalorização chegou a 8,5% para o tipo extra, branco, para retirar em Bastos (SP), com a caixa com 30 dúzias cotada a R$ 56,00 na sexta-feira, 27. Data de Publicação: 30/06/2014 às 10:33hs Fonte: Cepea

Soja aguarda números do USDA e inicia semana sem força na CBOT

Nesta segunda-feira (30)Mais tarde, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga dois novos relatórios - um de estoques trimestrais em 1º de junho e outro de área de plantio da safra 2014/15 - e os investidores optam por atuar mais na defensiva à espera desses números. Assim, por volta das 7h35 (horário de Brasília), o mercado operava sem direção definida, com oscilações que não chegavam a 5 pontos nos principais contratos do momento. Paralelamente, ainda hoje saem os números de embarques semanais norte-americanos, por volta de 12h, e mais tarde, às 17h, depois do encerramento do pregão, o USDA traz a atualização do relatório de acompanhamento de safras, com as condições das lavouras nas principais regiões produtoras. Veja como fechou o mercado na última sexta-feira: Soja: mercado fecha semana com forte queda no longo prazo Depois de uma semana de intensa volatilidade, o mercado internacional da soja fechou a sessão desta sexta-feira em campo negativo na Bolsa de Chicago. Os vencimentos mais distantes, referentes à nova safra dos Estados Unidos, lideraram as perdas, as quais superaram os 13 pontos. O contrato novembro/14 fechou o dia valendo US$ 12,27 por bushel, perdendo 16,60 pontos. No pior momento da sessão, a posição chegou a bater nos US$ 12,20. Segundo informações da agência internacional de notícias Bloomberg, os futuros da oleaginosa caminham para as mais amargas perdas em um mês diante do clima favoravelmente quente e seco no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que tem contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras da safra 2014/15. De acordo com a última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a colheita norte-americana deverá totalizar 98,93 milhões de toneladas. Entretanto, nesta segunda-feira (30), o USDA traz seu primeiro relatório com números oficiais da área de plantio da nova safra e as expectativas do mercado já sinalizam um expressivo aumento para algo próximo dos 33,5 milhões de hectares. Na temporada 2013/14, a área plantada foi de 30,96 milhões de hectares. Caso essa área se concretize, e com a manutenção das boas condições climáticas nas principais regiões produtoras do Corn Belt, o potencial produtivo da safra americana sobe em cerca de 2 milhões de toneladas e poderia elevar as projeções a um volume superior a 100 milhões de toneladas. Para Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, esse expressivo incremento nos números da colheita dos Estados Unidos, porém, não deve causar um impacto demasiadamente forte aos preços, uma vez que a demanda também apresenta um franco crescimento nos principais países importadores. No entanto, o consultor alerta para o impacto psicológivo qu os números causam ao mercado e sobre a reação do mercado até que essas informações sejam totalmente absorvidas. "O problema é o fator psicológico que esses números podem gerar para o mercado, com um número americano podendo bater os 100 milhões de toneladas, ou um pouco acima. Isso pode trazer uma uma corrida dos grandes investidores para liquidar suas posições e realizar lucros em um período curto, até que esses números sejam absorvidos", disse o consultor. Curto prazo Por outro lado, os vencimentos de mais curto prazo na sessão desta sexta-feira fecharam os negócios com pequenas baixas. O mercado continua sustentado, segundo analistas, pelos fortes fundamentos de oferta e demanda e pela necessidade que o mercado ainda tem de racionar o consumo. A escassez de produto é bastante séria não só nos Estados Unidos, mas também na América do Sul. Os estoques finais norte-americanos, ainda de acordo com analistas, devem ser os menores da historia. Em função das baixas recentes, os vendedores, principalmente os norte-americanos, brasileiros e argentinos, estão mais retraídos e aguardando por melhores oportunidades de comercialização do produto que ainda resta da safra 2013/14, frente ao ritmo da demanda que continua aquecido. Assim, a espera do mercado por números dos estoques trimestrais que serão divulgados pelo USDA na próxima segunda-feira também é grande. O departamento norte-americano traz a posições dos estoques do país em 1º de junho e as expectativas do mercado são de números bem ajustados. De acordo com um levantamento feito por agências e consultorias internacionais, aponta para algo entre 10,61 milhões de 10,34 milhões de toneladas e, caso esses números forem confirmados, os estoques norte-americanos seriam os menores em 37 anos. O banco Société Génerale, por sua vez, aposta em estoques ainda mais apertados, na casa das 9,55 milhões de toneladas. Em março, os estoques trimestrais de soja foram reportados pelo departamento em 27 milhões de toneladas e, em junho do ano passado, esse número foi de 11,84 milhões de toneladas. Data de Publicação: 30/06/2014 às 10:30hs Fonte: Notícias Agrícola

SOJA/CEPEA: Com retração nos negócios, Indicador segue estável

A divergência entre os valores de compradores e de vendedores aumentou na última semana, desaquecendo as negociações de soja no mercado interno

A descomoditização do mercado brasileiro

Num dado momento de saturação, quando tudo parece imutável e conhecido, surgem inovações e oportunidades até então inexplicáveis

Empresas preveem 2015 ruim mesmo com outro governo

Para 51,4% dos pequenos e médios empresários, Dilma ou a oposição não conseguirão melhorar a economia
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial