terça-feira, 30 de setembro de 2014

Segurança alimentar e boas práticas agrícolas

30/09/14 - 16:31 DuPont Universidade é realizado em Paracatu (MG), em parceria com a FINOM Projetos socioambientais da DuPont beneficiaram mais de 1 milhão de pessoas no Brasil nos últimos 10 anos A DuPont Proteção de Cultivos, em parceria com a FINOM – Faculdade do Noroeste de Minas -, realizou no dia 18 de setembro, no município mineiro de Paracatu, mais uma edição de seu projeto socioambiental DuPont Universidade. A palestra foi ministrada pelo técnico em pastagem, Carlos Alberto de Oliveira Filho, e pelo coordenador de marketing em pastagem, Marcelo Leandro Faria, para cerca de 100 alunos do curso de Engenharia Agronômica. O projeto faz parte da plataforma Segurança e Saúde no Campo, uma iniciativa de caráter socioambiental da DuPont que concentra investimentos em 5 programas focalizados no uso correto e seguro de defensivos agrícolas e na preservação do meio ambiente. É liderado pela área de Stewardship, responsável pela Segurança de Produtos e Meio Ambiente da companhia, com alcance nacional entre os meses de janeiro e dezembro. A capacitação de acadêmicos de Ciências Agrárias é a proposta do programa DuPont Universidade. “O projeto oferece aprofundamento na formação universitária, aborda temas relevantes ao exercício da profissão e dicas sobre oportunidades de ingresso no mercado de trabalho”, explica Maurício Fernandes, gerente de segurança de produtos e meio ambiente da DuPont. Na oportunidade foram apresentados os valores corporativos da DuPont, o trabalho que a companhia está desenvolvendo para garantir a segurança alimentar mundial, além da conscientização preventiva para o manejo adequado dos defensivos agrícolas e orientações para se prepararem para o mercado de trabalho”, ressalta Marcelo Leandro Faria, coordenador de marketing em pastagem. Segurança e saúde no campo A DuPont desenvolve 5 projetos especiais voltados ao uso correto e seguro de defensivos agrícolas, sob a plataforma Segurança e Saúde no Campo: DuPont na Escola, DuPont Mulheres no Campo, DuPont Natureza, DuPont na Universidade e DuPont Uso Correto e Seguro. Todos têm, também, objetivo de difundir boas práticas agrícolas. Mais de 1 milhão de pessoas em todo Brasil já foram treinados nos últimos 10 anos. Agrolink com informações de assessoria

Saca de soja é vendida a R$ 57 em Alto Araguaia (MT)

Confira mais cotações de soja em Mato Grosso nesta segunda-feira (29). Dados são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária. 30/09/2014 15h56 - Atualizado em 30/09/2014 15h56 Do G1 MT R$/sc - Compra/Venda Alto Araguaia 55,00/ 57,00 Campo Verde 54,00/ 56,00 Canarana 51,50/ 54,00 Lucas do Rio Verde 53,03/ 55,03 Primavera do Leste 54,00/ 56,00 Rondonópolis 54,50/ 56,50 Sapezal - Convencional. 50,50/ 53,00 Sorriso 52,50/ 55,00 Alto Araguaia, Campo Verde, Canarana, Chicago, Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal, Sorriso

30/09/2014 - 16:21

Aumento populacional pode segurar preços de imóveis na Grande Cuiabá Da Redação - Viviane Petroli O aumento populacional na Grande Cuiabá, bem como a procura por locais distantes, podem segurar a elevação de preço dos imóveis. A estimativa é que até 2020 Cuiabá e Várzea Grande tenham quase um milhão de habitantes. Pesquisa sobre o mercado imobiliário da Grande Cuiabá, realizada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi), revela que as construtoras e incorporadoras analisam o movimento populacional como uma estratégia. Além do crescimento de moradores, tem-se visto uma migração para locais até então vistos como distantes em decorrência a criação e reforma de vias de acesso e avenidas, mas principalmente por conta dos preços. “Os valores dos terrenos em Cuiabá aumentaram muito. Há pouca oferta, e por isso tem havido busca por regiões mais afastadas, para que o negócio seja compensador tanto para a construtora como para o cliente”, declara o presidente do Secovi, Marcos Pessoz.
Uma pesquisa sobre o mercado imobiliário, referente à Grande Cuiabá, feita pela Secovi, mostra que em termos de valorização os imóveis voltados para a classe tiveram um aumento de 15% em 2014, enquanto para a classe A 5%. Os imóveis voltados para a classe B mantiveram a média de 2013. Já a classe D, segundo a Secovi, devido à falta de imóveis disponíveis para compra não foi possível comprar a evolução de preços. O levantamento revela, ainda, que aproximadamente 14 mil novos imóveis devem ser entregues até 2017, porém, de acordo com o presidente do vice-presidente do sindicato da Indústria da Construção em Mato Grosso (Sinduscon-MT), Júlio Cesar de Almeida Braz, tal montante de imóveis não será suficiente para minimizar o déficit habitacional em Cuiabá, no caso. “Percebemos a chegada constante de novas pessoas atraídas pelo potencial econômico do nosso Estado. Além disso, a Grande Cuiabá está perto de ultrapassar a barreira de um milhão de habitantes em relativo curto espaço de tempo, o que irá gerar grande crescimento econômico com novas empresas e indústrias. A demanda por novas moradias é constante e a valorização dos preços contínua nos próximos anos”, declara Júlio Cesar de Almeida Braz. O vice-presidente do Sinduscon-MT salienta ainda que as construtoras e incorporadoras devem ficar atentas ao que o mercado, ou seja, a população deseja. Júlio Braz pontua a necessidade da realização de uma pesquisa de mercado antes de se lançar um empreendimento, de modo que identifique a localização ideal para cada público. “Costumamos dizer que unidades habitacionais em Cuiabá não sobram. Se a venda não é realizada, é preciso saber o porquê. Por isso, aconselhamos tanto essa pesquisa prévia para que não haja prejuízo”. 2015 Conforme o presidente do Secovi, Marcos Pessoz, 2015 deverá ser um ano de ajustes das estratégias econômicas de governança, independente de quem vença as eleições, em especial no âmbito federal, porém com expectativas positivas. “Aumento de crédito, estabilidade econômica e constante crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso são garantias locais para as boas projeções a curto espaço de tempo”.

30/09/2014 - 15:20

Produção de grãos deve subir 30,4% em 10 anos no Brasil, aponta estudo Da Redação - Viviane Petroli Foto: Reprodução/Internet Produção de grãos deve subir 30,4% em 10 anos no Brasil, aponta estudo A produção de grãos no Brasil deve aumentar 30,4% em 10 anos ou safras. As perspectivas são do estudo “Projeções do Agronegócio – Brasil 2013/2014 a 2023/2024 – Projeções de Longo Prazo”, feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Pelas projeções a safra de grãos brasileira deverá saltar de 193,5 milhões de toneladas para 252,4 milhões de toneladas. Segundo o estudo, a área destinada aos grãos deverá crescer em 10 safras 17,8%, de 56,8 milhões de hectares para 67 milhões de hectares. Em 20 safras a área destinada aos grãos deve crescer de 46,1 milhões para 63,9 milhões de hectares, tal expansão é vista no desenvolvimento da safra 2004/2005 a safra 2023/2024. Somente para a safra 2014/2015, cujo plantio já iniciou com soja e milho, as estimativas são de 199,6 milhões de toneladas de grãos colhidas em 58,5 milhões de hectares.
A produção de soja em grãos na safra 2013/2014 foi de 86,05 milhões de toneladas, das quais 84,2% ou 72,4 milhões de toneladas ficaram nas mãos de Mato Grosso (31,4%), Paraná (17,1%), Rio Grande do Sul (14,8%), Goiás (10%), Mato Grosso do Sul (7,1%) e Bahia (3,8%). De acordo com o “Projeções do Agronegócio – Brasil 2013/2014 a 2023/2024 – Projeções de Longo Prazo”, a produção de soja deverá aumentar em 10 anos 36,9%, atingindo em 2023/2024 117,8 milhões de toneladas. O estudo projeta um aumento de 25,8% do consumo interno entre as safras 2013/2014 e 2023/2024, de 40 milhões para 50,4 milhões de toneladas. Já as exportações saltam de 45,2 milhões de toneladas para 65,2 milhões de toneladas, ou seja, 44%. Algodão Na safra 2013/2014 o Brasil colheu 1,67 milhões de toneladas de algodão em pluma das quais 90,7% ficaram nas mãos de Mato Grosso (936,4 mil toneladas), Bahia (498,3 mil toneladas) e Goiás (79,9 mil toneladas). O Ministério da Agricultura aponta uma estimativa de aumento de 40,5% da produção de 1,67 milhão de toneladas para 2,35 milhões de toneladas nos próximos 10 anos. Já o consumo deverá crescer 4,4% e as exportações 55,4%. Milho No caso do milho a produção nacional no ciclo 2013/2014 ficou em 77,8 milhões de toneladas, sendo 16,8 milhões produzidos em Mato Grosso, 15,2 milhões no Paraná, 7,5 milhões no Mato Grosso do Sul, 7,4 milhões em Goiás, 6,9 milhões em Minas Gerais, 5,7 milhões no Rio Grande do Sul, 3,6 milhões em São Paulo, 3,4 milhões em Santa Catarina e 3,2 milhões na Bahia. O Ministério da Agricultura estima que entre a safra 2013/2014 e a safra 2023/2024 a produção de milho no Brasil suba 32,4%, saltando de 77,8 milhões para 103,1 milhões de toneladas. Nesse período o consumo interno deverá crescer 19,1% dos atuais 53,8 milhões para 64,1 milhões de toneladas e as exportações 60,5% de 21 milhões para 33,6 milhões de toneladas.

Dólar cai ante real na sessão, mas tem em setembro maior alta mensal em 3 anos 30/09/2014 16:49

O dólar caiu ante o real nesta terça-feira em um movimento de realização de lucro, mas fechou setembro com a maior alta mensal em três anos. Analistas acreditam que, se as chances de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) continuarem crescendo, essa escalada não deve dar trégua. A moeda norte-americana caiu 0,31 por cento nesta sessão, a 2,4480 reais na venda mas, no mês, acumulou alta de 9,33 por cento. É a maior valorização mensal desde setembro de 2011, quando o avanço foi de 18,15 por cento. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro desta sessão ficou em torno de 1,2 bilhão de dólares. "Conforme a probabilidade de a Dilma ganhar as eleições aumenta, o dólar vai subindo, e não dá para dizer onde isso vai parar", afirmou o diretor de gestão de recursos da corretora Ativa, Arnaldo Curvello. A forte pressão cambial em setembro fez com que o real devolvesse todas os ganhos acumulados desde o início do ano e se alinhasse a outras moedas emergentes, que têm se desvalorizado por preocupações sobre o futuro da política monetária dos Estados Unidos. "Nós vamos ver um cenário muito parecido com 2002: até Dilma provar que vai adotar uma política econômica mais favorável aos mercados, o mercado vai pressionar", acrescentou Curvello, referindo-se à escalada do dólar à época do primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma é criticada por investidores por adotar uma política excessivamente intervencionista que, segundo eles, levou o país à recessão sem conseguir controlar a inflação. Na véspera, duas pesquisas eleitorais mostrando a presidente à frente da ex-senadora Marina Silva (PSB) em um esperado segundo turno das eleições elevaram o dólar ao maior nível desde 2008, ápice da crise financeira global. Isso abriu espaço para que, nesta sessão, a moeda norte-americana exibisse um movimento de realização de lucros. "O mercado está dando um respiro, mas se o cenário eleitoral não mudar, o dólar não cai muito mais do que isso", afirmou o superintendente de câmbio da corretora Advanced, Reginaldo Siaca. As próximas pesquisas eleitorais do Datafolha e do Ibope, que são mais acompanhadas pelo mercado, podem ser divulgadas já a partir desta terça-feira. Fonte: Reuters

Camex desonera itens usados para fabricar lácteos e biodiesel 30/09/2014 16:37

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior decidiu reduzir o Imposto de Importação de produtos utilizados na fabricação de derivados lácteos e biodiesel. As caseínas, proteínas do leite usadas em produtos como queijos processados, terão redução de alíquota de 14% para 2%, para uma cota de 1,9 mil toneladas, por um prazo de 12 meses. Já o óleo de palmiste que, além do biodiesel, é usado na indústria cosmética, de sabão e sabonetes finos, detergentes, lubrificantes e indústria oleoquímica, terá redução do imposto de 10% para 2%, para cota de 99.332 toneladas. A diminuição vale para o período de 18 de outubro deste ano a 16 de abril de 2015. O objetivo da redução tarifária é evitar o desabastecimento dos dois itens. Também nesta terça-feira, a Camex divulgou decisão de elevar o Imposto de Importação da gipsita, ou pedra de gesso, de 4% para 20%. A gipsita é matéria-prima para a produção de placas de gesso. Foi aumentada, ainda, a alíquota para chapas ornamentadas de gesso, de 10% para 25%. A mudança tarifária entra em vigor a partir de amanhã (1°). De acordo com nota divulgada pelo ministério, a alteração foi aprovada pela Camex para fortalecer o setor do gesso, após verificar que o país tem capacidade de atender à demanda interna pelos produtos. Fonte: Agência Brasil

Vagens e grãos verdes interferem na qualidade da soja que chega à indústria 30/09/2014 16:18

Nos últimos anos, os produtores estão constatando aumento no número de plantas de soja com maturação desuniforme, o que se reflete em folhas, hastes e vagens verdes mesmo depois da lavoura alcançar maturidade normal. “Esse problema tem se refletido principalmente na indústria, pois as vagens verdes embucham o sistema de recebimento”, explica o pesquisador Antonio Eduardo Pípolo, da Embrapa Soja. “Além disso, a clorofila presente nos grãos verdes escurece o óleo e aumenta os custos para clarear a produção. Em alguns casos, pode até inviabilizar a comercialização”, ressalta. O tema será debatido na VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita que será realizada de 14 a 16 de outubro, no Centro de Eventos Excellence, de Maringá (PR). Para Pípolo não existe um único fator responsável pelo aumento da ocorrência de vagens e grãos verdes, mas sim uma combinação de fatores, o que torna o problema difícil e complexo. O pesquisador aponta a presença de percevejos em alta população, por exemplo, como um dos fatores associados à maturação desuniforme. “Durante os últimos anos, entretanto, este sintoma vem ocorrendo em áreas onde o percevejo não foi problema”, explica o pesquisador. Na safra 2013/2014, Pípolo avalia que a presença de grãos verdes também esteve associada à ocorrência de falta d´água no final do ciclo, o que provocou a morte prematura de plantas e, consequentemente, morte de grãos ainda verdes. Para explicar o problema, Pípolo recorre ainda às mudanças ocorridas, a partir dos anos 1990, no sistema de produção de soja. Com o grande crescimento da área de milho safrinha, a semeadura da soja foi antecipada em 20 a 30 dias, optando-se por cultivares precoces para viabilizar a exploração de duas safras por ano. Além disso, em 2001, o aparecimento da ferrugem asiática e a utilização de fungicidas em soja reforçou a necessidade de utilização de cultivares precoces e com tipo de crescimento indeterminado para garantir porte e produtividade no plantio antecipado. “Esses fatores vem concorrer para o aumento da ocorrência de vagens e grãos verdes”, enfatiza. “Além disso, a colheita de soja foi antecipada para janeiro e fevereiro que são meses chuvosos, o que favorece a maturação desuniforme”. Como é difícil uma alteração no sistema de produção adotado atualmente, a solução do problema, a curto prazo, é a busca por melhoria dos sistemas de pré-limpeza para a retirada das vagens verdes. O coordenador de armazenagem da cooperativa Comigo, Paulo Junqueira, diz que, na última safra, a Comigo fez testes com máquinas que foram colocadas para receber os grãos e que minimizaram o problema. “Há ainda o desafio de encontrarmos uma solução para os grãos já armazenados com o intuito de perdemos menos em quantidade e qualidade”, enfatiza. Fonte: Assessoria

Rejeição de variedade transgênica dos EUA pela China pode favorecer comércio brasileiro 30/09/2014 15:59

O mercado internacional da soja começou a semana diante de rumores de que a China estaria atrasando o processo de aprovação de duas novas variedades de soja transgênica dos Estados Unidos em função da baixa aceitação pública de alimentos geneticamente modificados. Segundo a reportagem do Notícias Agrícolas apurou, uma das variedades em questão é a Liberty Link, de propriedade da Bayer. No entanto, o mercado parece que continua sem dar muita importância à essas informações e, pelo menos por hora, as notícias não devem trazer um impacto significativo ao andamento dos preços no cenário global, apesar de a nação asiática ser o principal player desse mercado. "Essa notícia não colou no mercado. O mercado observa que os chineses têm que comprar grandes volumes e as notícias que chegaram nos últimos dias apontam que as compras da China serão maiores do que o USDA apontava. O departamento norte-americano falava em 74 milhões de toneladas, mas, outros indicativos de empresas particulares e do próprio governo chinês mostram que as importações devem passar das 76 milhões de toneladas", explica Vlamir Brandalizze, consultor da Brandlizze Consulting. Além disso, ainda de acordo com outros analistas, a não aprovação desse novo evento de soja geneticamente modificada poderia favorecer o comércio brasileiro, já que trata-se de uma recusa de um produto norte-americano e isso poderia impulsionar ainda mais as vendas da oleaginosa produzida no Brasil. Fonte: Notícias Agrícolas

Governo deve comprar feijão estocado em Goiás, aponta Faeg 30/09/2014 15:45

Nitidamente aliviados, produtores e representantes do setor agropecuário deixaram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, com uma boa notícia: o governo vai comprar o feijão que está estocado e credenciado nos armazéns goianos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A compra será feita por meio da operação de Aquisição do Governo Federal (AGF) com recursos, que totalizam R$ 45 milhões, do Tesouro Nacional. A aquisição do feijão, por meio do governo, visa garantir ao produtor pelo menos o preço mínimo de garantia. Organizada pela Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), que expôs a necessidade de enxugar os estoques do grão, a visita foi realizada na manhã desta terça-feira (30) e a comitiva foi recebida pelo ministro da Agricultura, Neri Geller e pelo secretário de Políticas Agrícolas do Mapa, Sereni Paludo. Segundo levantamento da Conab, para comprar o feijão estocado nos armazéns do órgão em todo o Brasil, seria necessário a liberação de R$ 51 milhões. Paludo explicou que conseguiu a liberação de R$ 30 milhões junto ao Tesouro Nacional. A verba deve ser depositada até esta quarta-feira (1) e se juntar com R$ 15 milhões que já estão na conta da Conab. Os R$ 45 milhões serão distribuídos proporcionalmente de acordo com a demanda de cada estado, onde a participação de Goiás é da ordem de 24%. O estado vai receber 24% da verba liberada. “Estamos cientes de que o total – R$ 45 milhões – não é o suficiente para suprir 100% da demanda, mas já é um começo. Na segunda quinzena de outubro vamos voltar ao Tesouro e brigar pela verba faltante”, pontuou Sereni. Segundo o vice-presidente da Faeg, Bartolomeu Braz, a maior preocupação da entidade é com o feijão que será colhido futuramente, já que se o governo não comprar o grão que está nos armazéns da Conab, um grande estoque será formado e o preço que já está muito abaixo do mínimo – o saco de 60 Kg deveria ser vendido por R$ 94 - sofrerá uma queda ainda mais expressiva. “Devido ao Vazio Sanitário em Goiás não ocorrerá colheita nos próximos meses e a nova safra será colhida entre janeiro e fevereiro. Precisamos estar preparados e o mercado tem que estar pronto para absorver a produção”. Além de Bartolomeu, formaram a comitiva que esteve no Mapa, o consultor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) Goiás, Pedro Arantes, representantes dos Sindicatos Rurais de Paraúna, Flávio Augusto de Moraes e Corumbá, Félix Curado, assim como produtores de feijão das duas regiões. Verba Ainda segundo a Conab, Goiás precisa receber cerca de R$ 13 milhões para conseguir comprar todo o estoque de grãos. Na prática, o estado receberá, a partir desta quarta-feira (1), cerca de R$ 10,8 milhões – o que representa 24% da verba total liberada. Os produtores acreditam que não haverá mudanças no levantamento da Conab que se refere ao valor necessário para a compra do feijão goiano, pois todos os armazéns estão lotados. Eles relembraram que Goiás é o 2º com maior demanda de recursos e que no mês de agosto o estado não recebeu nada. Paludo fez questão de explicar que ao longo do mês de agosto nenhum estado recebeu a verba destinada para a compra do feijão. “Alguns estados dispunham de recursos que haviam sido liberados em julho, mas que não foram aplicados devido a dificuldades operacionais”, afirmou. Oferta X demanda A audiência com Paludo foi um pedido da Faeg devido a grande oferta do grão que é produzido, sequeiro e irrigado, em Goiás. Além disso, a entidade caracteriza como urgente a compra, já que com o tempo, o feijão armazenado perde a coloração e seu valor de mercado. “Nós viemos até aqui porque acreditamos que o Mapa vai compreeno momento que o produtor de feijão vive. Goiás sempre se mostrou forte na produção do grão e eu confio que o Mapa vá entender que o produtor precisa dessa alternativa para se manter na atividade”, explica o vice-presidente institucional da Faeg, Bartolomeu Braz. Mercado do feijão A oferta da leguminosa aumentou este ano, derrubando as cotações. Estima-se que somando as três safras do grão o Brasil colheu em 2014 um total de 3.424 milhões de toneladas, representando um aumento de 21% em comparação com o ano passado (2.840 milhões de toneladas). Fonte: Assessoria

Soja fecha com baixas de dois dígitos em Chicago 30/09/2014 15:18

A sessão regular desta terça-feira (30) foi de forte volatilidade para o mercado internacional da soja. Ainda assim, os preços encerraram mais um dia em campo negativo, com perdas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos na Bolsa de Chicago. O contrato novembro/14, referência para a safra norte-americana, fechou o pregão com recuo de 11% no acumulado do mês, valendo US$ 9,12 por bushel. Já a posição maio/14 ficou valendo US$ 9,36. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de estoques trimestrais de soja cortando o volume para a posição em 1º de setembro em 35%, movimento que cheogu a ser refletido pelo mercado futuro norte-americano. Em seguida da divulgação, os futuros da soja reduziram as perdas e logo passaram para o campo positivo. No entanto, as altas não foram consistentes e os preços voltaram a operar no vermelho. De acordo com os números do departamento, os estoques trimestrais ficaram em 2,5 milhões de toneladas. Em 2013, nesse mesmo período, os estoques ficaram em 3,84 milhões de toneladas. Em junho, os estoques trimestrais foram reportados pelo departamento em 11,02 milhões de toneladas. O número ficou bem abaixo das projeções do mercado, que falavam em algo entre 2,72 milhões e 4,08 milhões de toneladas, com uma média de 3,43 milhões de toneladas. A última sessão de setembro termina, portanto, marcando o quinto mês consecutivo de baixas, com o cenário de fundamentos, principalmente da nova safra norte-americana, predominando entre os negócios. O mercado ainda observa as boas condições das lavouras nos Estados Unidos - que devem resultar em uma safra de mais de 106 milhões de toneladas de soja - o cenário favorável de clima e o bom andamento da colheita no Meio-Oeste norte-americano. O último boletim do USDA de acompanhamento de safras mostrou que, até o último domingo (28), 10% da área cultivada com a oleaginosa nos EUA já foram colhidos, número que, no entanto, bem abaixo da média dos últimos cinco anos para esse período da temporada que é de 17%. Apesar da forte queda registrada nesta pregão, segundo analistas, não houve nenhum fato novo que tenha motivado esse movimento. "Esse foi um dia em que o mercado se voltou mais para a colheita da grande safra dos Estados Unidos", disse o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. "Não teve nada de novo no mercado nesta terça-feira, os negócios não deram nem importância para os últimos números do USDA", completa. Para Mársio Antônio Ribeiro, analista de mercado da Cerrado Corretora, os grandes números da temporada 2014/15 devem continuar ditando o tom negativo para o mercado. "Os números da grande oferta mundial (estoques de passagem) vão pressionar o mercado nos próximos meses. Acredito que não haverá, pelo menos no curto prazo, alguma notícia que possa provocar uma alta sustentada nas cotações tanto da soja quanto do milho", disse. Fonte: Notícias Agrícolas

Parceria com CNPq irá dimensionar perdas de grãos 30/09/2014 14:59

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) firmou parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e tecnológico (CNPq) para a realização de um estudo sobre as perdas na pós-colheita e no transporte de grãos de arroz em casca, milho e trigo. O edital de chamada para os pesquisadores interessados foi publicado nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial da União e está disponível na página do CNPq. O estudo responde a uma demanda do agronegócio brasileiro. "Essa será uma importante ferramenta na regulamentação do setor, para evitar prejuízos aos produtores, às empresas armazenadoras e ao próprio Governo Federal", pondera o diretor de Operações e Abastecimento, Marcelo Melo. Ao todo, serão disponibilizados R$ 6 milhões para pesquisa sobre a redução dos grãos, tanto qualitativas como quantitativas. "A determinação desses índices será utilizada para estabelecer parâmetros e medidas para minimizar as perdas que ocorrem naturalmente durante o período de armazenagem", acrescenta Rafael Bueno, superintendente de Armazenagem da Conab. O CNPq receberá propostas de pesquisa até a última semana de outubro, para divulgação dos vencedores e início dos trabalhos ainda este ano. O período máximo de estudo será de quatro anos, quando os pesquisadores deverão apresentar os índices de perdas determinados e soluções para minimização dos fatos geradores. Os estudos serão realizados em alguns dos principais estados produtores - Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins. Fonte: Assessoria

Mercado do milho aguarda números sobre os estoques e exibe ligeiras quedas

30/09/2014 14:35 Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho exibem leves quedas, próximos da estabilidade na sessão desta terça-feira (30). E, por volta das 11h41 (horário de Brasília), as principais posições registravam perdas entre 1,25 e 1,50 pontos. O vencimento dezembro/14 era cotado a US$ 3,24 por bushel, pouca alteração em relação ao início do pregão, no qual, o valor era de US$ 3,25 por bushel. O mercado opera com pouca alteração, uma vez que os investidores aguardam os números dos estoques trimestrais de milho até 1º de setembro. O boletim será divulgado no início da tarde hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Segundo pesquisa realizada pela Bloomberg, a expectativa é que s números fiquem próximos de 32,41 milhões de toneladas, contra 22,89 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o mercado também observa os índices de colheita do cereal nos EUA. Nesta segunda-feira, o departamento reportou a colheita em 12% da área cultivada nesta safra. O volume ficou abaixo das perspectivas dos participantes do mercado, que esperavam um número entre 15% a 17%. E cerca de 74% das lavouras do cereal apresentam boas ou excelentes condições, mesmo número divulgado na semana anterior. "As culturas de soja e milho continuam em estado maravilhoso", segundo informou o economista Dennis Gartman, em entrevista à Bloomberg. "O milho é quase exatamente o mesmo, uma cultura surpreendente que mantém crescendo a cada dia", completa. Com isso, é cada vez maior o sentimento de que a safra norte-americana, estimada no recorde de 365,65 milhões de toneladas nesta temporada, fique acima das projeções. Podendo, até mesmo, superar 370 milhões de toneladas. Mercado interno No Brasil, os preços do milho permanecem pressionados na maioria das praças. De acordo com informações reportadas pelo Cepea nesta terça-feira, a queda registrada no mercado internacional tem diminuído a competitividade do grão nacional. No Porto de Paranaguá, o preço de fechamento registrado nesta segunda-feira foi de R$ 22,50. Consequentemente, esse cenário tem preocupado os vendedores, já que com o fim da colheita da safrinha, os silos estão cheios e com o baixo volume da safra de soja negociada, as duas culturas irão disputar espaço nos armazéns. Por outro lado, os compradores permanecem adquirindo o produto de maneira lenta, da mão pra boca. Na visão do consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a solução para o mercado brasileiro são as exportações. E frente à reação no dólar, cotado a R$ 2,45 nesta terça-feira, aliada a um momento de reação nos preços no mercado internacional, poderá ocasionar uma melhora nos valores praticados nos portos brasileiros, que poderão chegar até R$ 24,00, conforme destaca o consultor. "Com isso, algumas regiões começam a dar sinais que podem liquidar o milho na exportação. A perspectiva é que terminemos setembro com volume próximo de 2,7 milhões de toneladas embarcadas e para outubro poderemos ter um bom volume”, explica Brandalizze. Ainda ontem, a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) informou que, o país deverá embarcar entre 2 milhões a 2,7 milhões de toneladas de milho nos próximos meses até o final do ano. Ainda assim, o volume pode não ser suficiente para que seja alcançada a projeção feita pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), de 21 milhões de toneladas. No entanto, de acordo com dados da Reuters, a escala de navios para embarcar milho nos portos brasileiros nas próximas semanas está dois terços menor do que a observada no mesmo período do ano anterior. Por enquanto, a programação de embarques tem 24 navios previstos para carregar 1,28 milhão de toneladas de milho em outubro, incluindo dois navios ainda sem data marcada. No final de setembro de 2013, cerca de 69 navios aguardavam para carregar em torno de 3,73 milhões de toneladas. Fonte: Notícias Agrícolas

USDA reduz estoques trimestrais de soja em 35% para menos de 3 mi t 30/09/2014 13:58

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, no início da tarde desta terça-feira (30), seu novo relatório de estoques trimestrais com números referentes à posição em 1º de setembro. Para a soja, os estoques trimestrais ficaram em 2,5 milhões de toneladas, uma redução de 35% em relação ao mesmo período do ano passado, quando os estoques ficaram em 3,84 milhões de toneladas. Em junho, os estoques trimestrais foram reportados pelo departamento em 11,02 milhões de toneladas. O número ficou bem abaixo das projeções do mercado, que falavam em algo entre 2,72 milhões e 4,08 milhões de toneladas, com uma média de 3,43 milhões de toneladas. No caso do milho, os estoques trimestrais norte-americanos somaram 31,4 milhões de toneladas, contra expectativas variavam entre 25,91 milhões e 34,29 milhões de toneladas. Em 2013, nesse mesmo período, o volume era de 20,85 milhões de toneladas. Em junho deste ano, os estoques trimestrais do grão nos EUA eram de 97,9 milhões de toneladas. Produção de Soja 2013 O USDA trouxe ainda uma nova estimativa para a produção de soja 2013, que ficou em 91,39 milhões de toneladas, número que ficou dentro do intervalo esperado pelo mercado de 89,51 a 92,53 milhões de toneladas. A projeção mais recente do departamento norte-americano é de 89,51 milhões de toneladas. Fonte: Notícias Agrícolas

Leilão de Pepro da laranja alcança 58,83% da demanda em São Paulo e 2,33% em Minas Gerais

Devem ser escoadas 2,941 milhões de caixas da fruta para a indústria paulista SUBSÍDIO30/09/2014 | 13h35 O novo leilão do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) de laranja para a safra 2014/2015 de São Paulo, realizado nesta terça, dia 30, registrou demanda para 58,83% da oferta de subsídio a cinco milhões de caixas (de 40,8 kg) da fruta, ou seja, 2,941 milhões de caixas devem ser escoadas para a indústria paulista.
O valor do prêmio não variou em relação ao preço de abertura e ficou em R$ 1,46 por caixa, com um movimento total de R$ 4,294 milhões. Já o primeiro leilão de Pepro de laranja para a safra 2014/2015 em Minas Gerais teve uma demanda de apenas 2,33% para a oferta do subsídio, com 3.500 das 150 mil caixas previstas para serem movimentadas. O prêmio, de R$ 1,63 por caixa, também ficou estável ante o valor de abertura, com um movimento de R$ 5.705. • Conab confirma dois novos leilões de Pepro de laranja Sul A Conab realizou ainda novos leilões de Pepro para Estados da região Sul. No Paraná, a demanda alcançou 36,54% da oferta de subsídio para 360 mil caixas e devem ser escoadas 131.541 caixas, com um prêmio, sem deságio, de R$ 2,62 por caixa. A operação deve movimentar R$ 344.637. Já no Rio Grande do Sul, 40,73% da oferta de 150 mil caixas, ou 61.096 caixas, devem ser escoadas com o subsídio. O prêmio, de R$ 2,96 por caixa, também ficou inalterado e o leilão deve movimentar R$ 180.844. Segundo o presidente da Câmara Setorial da Citricultura do Ministério da Agricultura, Marco Antonio Santos, a demanda baixa em São Paulo ocorreu porque há um limite de até 15 mil caixas por produtor para os leilões de Pepro nesta safra e muitos já o tinham exercido nos leilões anteriores. Segundo Santos, a procura fraca pelo Pepro em Minas Gerais e ainda no Paraná ocorreu por conta da disparada recente do dólar. – Como muitos citricultores têm contrato em dólar, a alta fez com que o preço da caixa superasse o valor mínimo para a operação com o prêmio do Pepro e tirou esses produtores. Para o próximo leilão esperamos abrir o escoamento, além da indústria, também para as packing houses (casas de armazenamento de laranja antes do processamento), com as quais muitos pequenos produtores negociam a fruta – concluiu. Agência Estado

Produção de trigo do Paraná deve crescer 112%‏ 30/09/14 - 12:18

O estado do Paraná aumentou sua área cultivada de trigo em 35%, chegando a 1,3 milhão de hectares. Com isso, o estado deve aumentar sua produção em 112%, atingindo 3,9 milhões de toneladas, segundo dados do relatório da Secretaria da Agricultura do PR divulgado pelo AgroSouth News. De acordo com a consultoria Trigo & Farinhas, haverá ainda a importação de 300 mil toneladas do Paraguai, da Argentina e dos Estados Unidos. Com isso, os paranaenses terão um excedente de 1,6 milhão de toneladas do grão. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Goiás: começa o vazio sanitário do algodão

30/09/14 - 12:12 Começa nesta terça-feira (30.09), o vazio sanitário do algodão em Goiás (exceto nos municípios de Britânia, Jussara, Matrinchã, Montes Claros de Goiás, Santa Fé de Goiás e São Miguel do Araguaia). A partir desta data é proibido o cultivo de algodão, sendo obrigatória a ausência total de plantas vivas cultivadas ou voluntárias (que germinam espontaneamente). A medida é de prevenção às pragas. Caso seja identificada a semeadura de algodão nesse intervalo de tempo a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) determinará a destruição da lavoura, além de outras penalidades cabíveis, como multa. Goiás produz hoje cerca de 170 mil toneladas de pluma por safra, em 52 mil hectares. É a terceira maior produção do País, ficando atrás somente de Mato Grosso e Bahia. Há 23 produtores no Estado. Como o custo da produção por hectare (aproximadamente o tamanho de um campo de futebol) é muito alto (em média R$ 6,7 mil), o controle de pragas é primordial para a continuidade da lavoura. Devido às baixas temperaturas e chuvas ocasionais ocorridas em algumas regiões do Estado, o que atrasou a colheita do algodão, a Agrodefesa decidiu adiar o vazio sanitário, que normalmente é em agosto ou início de setembro. Essas medidas fitossanitárias visam a prevenção e controle do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), uma das principais pragas do algodoeiro, podendo ocasionar elevados prejuízos à produção. “O vazio sanitário é um período que não pode ter plantas vivas na lavoura, para fazer o controle de pragas, principalmente do bicudo-do-algodoeiro. Não existindo a planta para ele se reproduzir, automaticamente a população dele vai diminuir. É uma forma legislativa de fazer o controle da praga, sem fazer uso de inseticida”, explica o coordenador do Programa de Controle de Pragas do Algodão da Agrodefesa, Maxwell Carvalho de Oliveira. Segundo ele, a incidência desse inseto causa a queda do botão floral e consequentemente a queda de produtividade da pluma (fibra do algodão). Esse dano pode chegar a 50% do que é produzido na lavoura. Regiões O coordenador pontua que o monitoramento da produção de algodão divide o Estado em cinco regiões. Para cada uma delas o período do vazio sanitário é diferente: Na Região 1 a proibição de plantio de algodão começa 30 de setembro e segue até 25 de novembro. Ela é composta dos municípios de Acreúna, Bom Jesus de Goiás, Buriti Alegre, Cachoeira Dourada, Campo Alegre de Goiás, Cesarina, Edealina, Edeia, Firminópolis, Goiatuba, Inaciolândia, Indiara, Ipameri, Itumbiara, Jandaia, Joviânia, Maurilândia, Morrinhos, Palmeiras de Goiás, Palminópolis, Panamá, Piracanjuba, Pontalina, Porteirão, Santa Helena de Goiás, Santo Antônio da Barra, São João da Paraúna, Santo Antônio de Goiás, Trindade, Turvelândia, Vicentinópolis, e as lavouras localizadas nos municípios de Paraúna e Caiapônia que estiverem abaixo de 600 metros de altitude. Na Região 2 a restrição é de 30 de setembro a 30 de novembro. Compõem esse grupo: Chapadão do Céu, Doverlândia, Jataí, Mineiros (somente a porção descontínua limítrofe com Chapadão do Céu), Montividiu, Rio Verde, Santa Rita do Araguaia e as lavouras localizadas nos municípios de Paraúna e Caiapônia que estiverem abaixo de 600 metros de altitude. Na Região 3 o vazio sanitário é de 30 de setembro a 5 de dezembro. Fazem parte: Perolândia, Portelândia e Mineiros (exceto a porção descontínua limítrofe com Chapadão do Céu que segue a data da Região 2). Na Região 4 a proibição de cultivo é de 30 de setembro a 10 de novembro. Integram a área: Cocalzinho de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Silvânia e Minaçu. Na Região 5 – composta por Britânia, Jussara, Matrinchã, Montes Claros de Goiás, Santa Fé de Goiás e São Miguel do Araguaia – a proibição começa dia 1º de novembro e segue até 20 de janeiro de 2015. Controle Para o controle de pragas do algodão, a Agrodefesa publicou uma Instrução Normativa. A cada safra o produtor deve, obrigatoriamente, fazer o cadastramento eletrônico da propriedade e área produtora de algodão no site da Agência em um prazo máximo de 30 dias após a semeadura. A segunda medida é a eliminação dos restos culturais do algodão ou plantas voluntárias. Essa determinação vale para locais de plantio do algodão, assim como instalações nas quais houve cultivo, colheita, armazenagem, beneficiamento, comércio, industrialização, movimentação ou transporte de algodão. Essa destruição dos restos deve ocorrer no prazo máximo de 15 dias depois da colheita, não podendo ultrapassar a data de início do vazio sanitário. Caso ocorram plantas voluntárias ou rebrota dos algodoeiros elas devem ser eliminadas em até sete dias. Após realizado esse procedimento o produtor deve solicitar na Agrodefesa o Certificado de Destruição de Restos Culturais do Algodoeiro, que é emitido após fiscalização frequente na propriedade. Para o plantio de algodão em município não incluso em uma das cinco regiões descritas pela Agência, o produtor deve solicitar com antecedência de 60 dias à Agrodefesa, a análise técnica para determinar em que região será incluído. Isso porque, além das datas para o vazio sanitário também foi definido o calendário de plantio de algodão em Goiás. Tal medida favorece a fiscalização e controle de pragas, resguardando a produção. A semeadura na Região 1 deve ocorrer de 26 de novembro a 10 de fevereiro; na Região 2 de 1º de dezembro a 5 de fevereiro; para a Região 3 o plantio deve ocorrer de 6 de dezembro a 15 de fevereiro; na Região 4 de 11 de novembro a 30 de janeiro; e na Região 5, de 21 de janeiro a 15 de março. Goiás Agora Autor: Lívia Amaral

Bayer CropScience lança herbicida Hussar Plus para trigo no Uruguai 30/09/14 - 11:57

A Bayer CropScience apresentou ao mercado uruguaio este mês seu novo herbicida “Hussar Plus” para o controle das principais ervas daninhas da cultura de trigo. O produto, de aplicação única (“one pass”), é uma nova proposta tanto no combate à gramíneas como contra ervas de folhas largas. O Hussar Plus foi desenvolvido a partir de pesquisas realizadas nos últimos seis meses junto a produtores rurais que seriam potenciais clientes no Uruguai. Os engenheiros agrônomos Roberto Fontaina e Rolando Bidegain conduziram as consultas, que envolveram também técnicos em “test drives” do produto em diversas localidades do país e também na Argentina. A Bayer CropScience aponta como diferencial do Hussar Plus sua grande performance em uma única aplicação, além da seletividade e boa relação custo/benefício. A empresa já abriu as inscrições em seu site para os clientes interessados em testar e comprar o produto. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Plano Safra 2014/2015 já liberou R$ 3,571 bilhões 30/09/14 - 13:15

As liberações de recursos do Plano Safra 2014/2015 já atingiram R$ 3,571 bilhões apenas entre julho e agosto de 2014 – os dois primeiros meses da temporada. O número equivale a 28% do total orçado (de R$ 12,750 bilhões) para os segmentos de máquinas/equipamentos agrícolas e armazenagem, informa o consultor e analista de mercado Carlos Cogo. Foram liberados R$ 2,305 bilhões para máquinas e equipamentos agrícolas – o equivalente a 27,9% do orçamento programado de R$ 8,250 bilhões para esse segmento entre julho de 2014 e junho de 2015. Dos R$ 8,250 bilhões programados, R$ 4,5 bilhões são oriundos do Programa de Sustentação de Investimento Rural (PSI-BK) e R$ 3,750 bilhões disponíveis no Moderfrota. Para armazenagem foram liberados R$ 1,266 bilhão, o equivalente a 28,1% do orçamento programado de R$ 4,5 bilhões para esse segmento, sendo R$ 3,5 bilhões oriundos do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e R$ 1,0 bilhão disponíveis através do Programa de Sustentação de Investimento Rural (PSI-BK) Cerealistas. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Opinião: Tecnologia e agricultura em prol da sustentabilidade

A agricultura vai enfrentar diversos desafios no século 21. Quanto mais tecnologias estiverem disponíveis, maior o potencial produtivo. 30/09/2014 12h39 - Atualizado em 30/09/2014 12h39 Roberto Rodrigues Especial para o Agrodebate A agricultura vai enfrentar diversos desafios no século 21. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO/ONU – a população mundial deve chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050. Esse crescimento demográfico vai impor a necessidade de produzir mais alimentos e fibras sem aumentar muito as fronteiras agrícolas, preservando o meio ambiente e em um cenário de redução da força de trabalho rural. Nos países em desenvolvimento, projeções apontam que a produção de cereais e de proteína animal, por exemplo, teria que quase dobrar. Para resolver essa equação em consonância com os preceitos da sustentabilidade, uma das alternativas mais óbvias é aumentar a produtividade. O uso de tecnologias inovadoras na agricultura é fundamental para atingir esse objetivo e, sem dúvida, a biotecnologia é uma ferramenta poderosa. Dados do mais recente relatório do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA) mostram que os transgênicos, desde sua introdução, em 1996, deram importante contribuição para alcançar essa meta. Desde aquele ano, quando começaram os plantios de variedades transgênicas, a produção de grãos e fibras teve um incremento de 377 milhões de toneladas: se não fosse isso, seriam necessários 123 milhões de hectares adicionais para obter o mesmo desempenho.
Na safra 2006/2007 aqui no Brasil, imediatamente antes da aprovação do primeiro milho transgênico pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio (2007), a produtividade do cereal foi de 3,6 mil kg por hectare (ha) de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na safra 2013/2014, a previsão é que esse número seja de 5,1 mil kg por ha. Cerca de 81% das lavouras da commodity foram plantadas com variedades GM no último ano. Da mesma maneira, a soja em 1997/1998 (antes da primeira aprovação, em 1998) rendia 2,3 mil kg por ha; hoje, 3 mil kg por ha, com uma taxa de adoção de sementes transgênicas superior a 90%. Esses dados apontam para uma significativa contribuição da biotecnologia para a produtividade do milho e da soja no País. Claro que essa não é a única causa, mas seu peso é expressivo. Aliás, os transgênicos otimizaram o uso de insumos agrícolas. As características já introduzidas pela transgenia, tolerância a herbicidas e resistência a insetos, permitem ao agricultor maior flexibilidade e segurança no manejo. É claro que quanto mais tecnologias estiverem disponíveis, maior o potencial produtivo. Especialmente nas zonas tropicais, a competitividade do agronegócio está intimamente ligada à aplicação de ferramentas tecnológicas para superação de limitações e adição de novas funcionalidades. Vale ressaltar que a referida produção adicional de 377 milhões de toneladas foi conseguida apenas com a introdução de características agronômicas. Com o desenvolvimento de plantas GM que visam diretamente melhoras de produtividade, o potencial de contribuição da biotecnologia para a sustentabilidade será ainda maior. Cientistas de todo o mundo estudam plantas com características complexas modificadas, cuja expressão envolve vários genes, a exemplo da tolerância a estresses abióticos (seca, inundações e solo com alta salinidade). O futuro também aponta para a criação de outros transgênicos (cana-de-açúcar, eucalipto, laranja, trigo, feijão, berinjela além dos tradicionais soja, milho e algodão) que contenham propriedades agronômicas, nutricionais ou sintetizem compostos medicinais. No Brasil, instituições públicas e privadas de pesquisa e ensino desenvolvem novas variedades por meio da engenharia genética. A combinação de técnicas de melhoramento genético convencionais e biotecnológicas é uma valiosa opção para garantir a segurança alimentar, preservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, alimentar a todos. Roberto Rodrigues é coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Embaixador Especial da FAO para as Cooperativas e Presidente da Academia Nacional de Agricultura (SNA)

Semana indica melhor produtividade para o algodão em MT, diz Imea

Na última semana a estimativa encerrou em 263,33 arrobas por hectare. Número refere-se ao desempenho do algodão em caroço. 30/09/2014 11h38 - Atualizado em 30/09/2014 11h38 Do G1 MT A colheita da safra 2013/14 de algodão chegou ao fim em Mato Grosso e, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), apesar das condições adversas apresentadas em relação à última safra, devido às excessivas chuvas no período de semeadura e de colheita, a safra atual superior a anterior em termos de produtividade. De acordo com o Instituto, a estimativa da produtividade referente à edição 2013/14 encerrou a última semana em 263,33 arrobas por hectare (algodão em caroço), apresentando uma variação positiva de 1,37% comparado ao mesmo período da safra 2012/13, que foi de 259,76 arrobas por hectare. Este resultado para a semana leva em conta as informações declaradas pelos produtores apenas para o curto período, quando os analistas realizam a atualização de dados. É diferente, por exemplo, da estimativa de produtividade consolidada para a safra, divulgada pela entidade quando o ciclo agrícola está começando. As indicações constam no relatório semanal de acompanhamento da cultura, divulgado nesta segunda-feira (29). Segundo o Imea, o algodão sofreu com as chuvas "após a abertura das maças, causando casos pontuais de diminuição do brilho e aumento de impurezas".
Neste ano os produtores destinaram à cultura uma área de 646 mil hectares. Houve atraso tanto no início quanto no fim da safra, levando, inclusive, os agricultores a solicitarem o adiamento do início do vazio santiário em 15 dias, para que houvesse tempo hábil de destruição das soqueiras. No quesito comercialização, a venda da safra 2013/14 de pluma chegou aos 69% até o mês de setembro, refletindo um leve atraso de 1,87 ponto percentual em relação ao negociado na igual época do ano passado, e que fazia referência à safra 2012/13 (70,91%). tópicos: Mato Grosso

30/09/2014 - 11:46

Setor madeireiro mostra preocupação com novo governador Da Redação - Viviane Petroli O setor madeireiro em Mato Grosso revela estar preocupado com a mudança de governo diante de um possível congestionamento de processos no período de transição de um governador para o outro e mudança no quadro de equipe técnica. A preocupação do setor foi posta "na mesa" durante reunião do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado do Mato Grosso (Cipem) na última semana.
O temor dos madeireiros é quanto a transição da gestão da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) com a entrada de um novo governador e uma nova equipe técnica. Segundo o Cipem, durante a reunião realizada no dia 25 de setembro ainda foram esclarecidas dúvidas quanto ao funcionamento da Secretaria de Meio Ambiente, bem como os mecanismos adotados para o atendimento eletrônico dos processos (e-Sac). Na ocasião o secretário-adjunto de Bases Florestais, Gideon Danni Rosa, repassou informações quanto a certificação digital e o funcionamento do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora).

Pesquisa identifica helicoverpa em todas as regiões de MS 30/09/2014 11:20

Pesquisadores identificaram em todas regiões de Mato Grosso do Sul incidências da lagarta Helicoverpa armigera, conhecida por seu alto potencial destrutivo. Do total de 331 mariposas coletadas nas lavouras do Estado para o estudo, 277 foram qualificadas como Helicoverpa armigera, o equivalente a 83,7%. O maior número de ocorrências foi registrado na região Norte do Estado, em municípios produtores de algodão. As informações foram divulgadas durante o workshop Mapa da Helicoverpa, nesta quinta-feira (25), no Sindicato Rural de Dourados. A atividade integra a programação do programa Soja Brasil, que percorre os maiores estados produtores da oleaginosa levando informação aos produtores e é promovido pela Aprosoja Brasil e Canal Rural. Representantes da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Fundação MS e Fundação Chapadão viajaram por 32 municípios do Estado, reunindo informações em 189 propriedades. As mariposas foram coletadas em lavouras de soja, milho, algodão e outras culturas, levando em consideração que a lagarta Helicoverpa se alimenta de 300 diferentes culturas. “A lagarta de espécie armigera teve maiores registros em lavouras de algodão, certamente pelo ciclo ser maior que a soja e milho, o que dá mais tempo para sua reprodução e proliferação”, justificou o pesquisador da Fundação MS, Fernando Grigolli, que apresentou os primeiros resultados do estudo. De acordo com os pesquisadores envolvidos no estudo é fácil confundir a Helicoverpa armigera com outras duas lagartas, por isso as coletas foram encaminhadas para laboratórios do Rio Grande do Sul, para identificação da espécie. Foram 380 mil hectares pesquisados e ainda assim a população de pragas foi considerada baixa, sem grande danos para a produção. Apesar de concentrar cerca de 70% da produção de soja do Estado, a região Centro Sul teve incidências baixas e médias, exceto pelo município de Sidrolândia, onde as armadilhas coletaram mais de três mariposas cada. “Para esta safra de soja que se inicia a estratégia é o monitoramento constante das lavouras pelo produtor rural, manejo correto e utilização correta dos defensivos agrícolas”, destaca o presidente da Aprosoja/MS – Associação dos Produtores de Soja de MS, Mauricio Saito. O dirigente acredita às baixas precificações reflitam na produção de soja safrinha no Estado e que na no ciclo que se inicia os produtores terão maior atenção quanto a questão fitossanitária. Água Clara, Camapuã, Chapadão do Sul, Costa Rica, Paraíso das Águas, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia e Sonora foram os municípios com maiores ocorrências da Helicoverpa armigera. Já os municípios de fronteira e outros grandes produtores como Amambai, Aral Moreira, Bela Vista, Cassilândia, Douradina, Dourados, Fátima do Sul, Itaporã, Jardim, Maracaju e Ponta Porã registraram os menores índices da lagarta, menos de 0,5 de mariposas por armadilha por semana. Antônio João, Bandeirantes, Bonito, Caarapó, Laguna Carapã, Naviraí e Rio Brilhante foram enquadrados no nível intermediário de infestações. Grigolli, que apresentou os resultados dessa primeira fase do estudo, afirmou que a próxima fase será durante a safra 2014/15, com mais coletas de pragas e elaboração de estratégias de manejos regionais. “O próximo passo é traçar ações voltadas para cada região, levando em consideração sua infestação, a resistência da lagarta quanto aos defensivos e a necessidade de alternar diferentes culturas para o controle da praga”, ressaltou o pesquisador da Fundação MS. O desenvolvimento da pesquisa teve apoio da Aprosoja/MS, Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS e recursos da Seprotur – Secretaria de Estado de Produção e Turismo de MS. Fonte: Assessoria

Ferrugem no café dá prejuízo de US$ 615 milhões 30/09/2014 10:59

A ocorrência da ferrugem nas lavouras de café da América Central provocou prejuízo de US$ 615 milhões para o setor cafeeiro na região entre 2011 e 2013. A estimativa foi divulgada pela Organização Internacional do Café (OIC). De acordo com a entidade, o país que mais sofreu foi a Guatemala, onde o prejuízo já alcança US$ 132 milhões. A OIC estima que o prejuízo de US$ 615 milhões foi acumulado entre 2011 e 2013 na América Central e no Peru. Nessa área, a produção diminuiu 18% entre 2012 e 2013. Já entre 2013 e 2014, a queda continuou e houve retração de 2% na colheita. Em toda a região, a incidência da ferrugem já atinge 658,17 mil hectares - o equivalente a 51% de toda a lavoura do café nesses países. A entidade tem realizado esforços para oferecer soluções técnicas e ajudar na criação de linhas emergenciais de crédito para os produtores da região que sofrem com o problema há vários anos. O mal, porém, ainda não foi completamente controlado. Em compensação, a OIC destacou em entrevista realizada na capital britânica a recuperação na produção de café na Colômbia. A produção de café dos 11 primeiros meses da safra 2013/2014 soma 11,2 milhões de sacas, volume 24% maior que o registrado na safra 2012/2013. Os volumes registrados até agora apontam para a maior produção desde 2007/2008. Fonte: Diário Comércio e Indústria (foto: assessoria)

Vagens e grãos verdes interferem na qualidade da soja que chega à indústria

30/09/14 - 11:47 Nos últimos anos, os produtores estão constatando aumento no número de plantas de soja com maturação desuniforme, o que se reflete em folhas, hastes e vagens verdes mesmo depois da lavoura alcançar maturidade normal. “Esse problema tem se refletido principalmente na indústria, pois as vagens verdes embucham o sistema de recebimento”, explica o pesquisador Antonio Eduardo Pípolo, da Embrapa Soja. “Além disso, a clorofila presente nos grãos verdes escurece o óleo e aumenta os custos para clarear a produção. Em alguns casos, pode até inviabilizar a comercialização”, ressalta. O tema será debatido na VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita que será realizada de 14 a 16 de outubro, no Centro de Eventos Excellence, de Maringá (PR). Para Pípolo não existe um único fator responsável pelo aumento da ocorrência de vagens e grãos verdes, mas sim uma combinação de fatores, o que torna o problema difícil e complexo. O pesquisador aponta a presença de percevejos em alta população, por exemplo, como um dos fatores associados à maturação desuniforme. “Durante os últimos anos, entretanto, este sintoma vem ocorrendo em áreas onde o percevejo não foi problema”, explica o pesquisador. Na safra 2013/2014, Pípolo avalia que a presença de grãos verdes também esteve associada à ocorrência de falta d´água no final do ciclo, o que provocou a morte prematura de plantas e, consequentemente, morte de grãos ainda verdes. Para explicar o problema, Pípolo recorre ainda às mudanças ocorridas, a partir dos anos 1990, no sistema de produção de soja. Com o grande crescimento da área de milho safrinha, a semeadura da soja foi antecipada em 20 a 30 dias, optando-se por cultivares precoces para viabilizar a exploração de duas safras por ano. Além disso, em 2001, o aparecimento da ferrugem asiática e a utilização de fungicidas em soja reforçou a necessidade de utilização de cultivares precoces e com tipo de crescimento indeterminado para garantir porte e produtividade no plantio antecipado. “Esses fatores vem concorrer para o aumento da ocorrência de vagens e grãos verdes”, enfatiza. “Além disso, a colheita de soja foi antecipada para janeiro e fevereiro que são meses chuvosos, o que favorece a maturação desuniforme”. Como é difícil uma alteração no sistema de produção adotado atualmente, a solução do problema, a curto prazo, é a busca por melhoria dos sistemas de pré-limpeza para a retirada das vagens verdes. O coordenador de armazenagem da cooperativa Comigo, Paulo Junqueira, diz que, na última safra, a Comigo fez testes com máquinas que foram colocadas para receber os grãos e que minimizaram o problema. “Há ainda o desafio de encontrarmos uma solução para os grãos já armazenados com o intuito de perdemos menos em quantidade e qualidade”, enfatiza. Agrolink com informações de assessoria

Brasil e Estados Unidos negociam fim do contencioso do algodão

Acordo deve ser assinado ainda nesta terça, nos Estados Unidos RELAÇÕES EXTERIORES30/09/2014 | 11h12 Os Estados Unidos devem pagar cerca de US$ 310 milhões ao governo brasileiro para que o país não retalie os americanos, até 2018, no contencioso do algodão aberto na Organização Mundial do Comércio (OMC). Em contrapartida, o Brasil se comprometerá a não recorrer à OMC novamente no caso do algodão até 2018, quando acaba a atual lei agrícola norte americana (Farm Bill). Na tarde desta terça, dia 30, os ministros da Agricultura, Neri Geller, e das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, devem viajar até os Estados Unidos para assinar o acordo.
Em 2009, a OMC concedeu ao Brasil o direito de retaliar os EUA em US$ 829 milhões pelos subsídios ao algodão. Os norte-americanos propuseram um acordo para que a retaliação não fosse aplicada e passaram a fazer pagamentos anuais de US$ 147,3 milhões ao Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Os Estados Unidos suspenderam os pagamentos compensatórios ao IBA desde outubro de 2013. Desde a suspensão dos pagamentos, o governo brasileiro decidiu não retaliar os Estados Unidos em função do descumprimento do contencioso do algodão e optou pela negociação. Segundo uma fonte do governo, o acordo é muito bom para o Brasil. – Os americanos resolveram nos pagar, apesar de nós mesmos darmos subsídios ao algodão, como o caso do Pepro – disse uma fonte do governo. • Possibilidade de encerramento do contencioso do algodão na OMC causa expectativa no setor no Brasil CANAL RURAL

Déficit primário atinge R$ 10,4 bilhões em agosto 30/09/2014 09:48

O Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) registrou em agosto último deficit primário de R$ 10,4 bilhões, o pior resultado desde 1997, segundo relatório divulgado pelo Tesouro Nacional nesta terça-feira. O déficit, de acordo com o conceito de contas públicas, corresponde ao impacto das despesas do mês. Estas superaram as receitas, o que tornou impossível para a equipe econômica realizar economia para abater juros da dívida pública no período. No mesmo mês de 2013, o deficit foi bem menor: R$ 2,2 bilhões. No acumulado do ano, até o período, o resultado é inferior em R$ 33,7 bilhões ao resultado apurado no mesmo período do ano passado. A meta fiscal do Governo Central estabelecida pela equipe econômica para o segundo quadrimestre é de R$ 39 bilhões, mas o realizado, informou o Tesouro Nacional, ficou longe: R$ 3,1 bilhões, ou 7,8% da expectativa. A receita total ficou negativa em R$ 1,3 bilhão devido, entre outras razões, a fatores sazonais na arrecadação do Imposto de Renda da Pessoa Física e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e à cota parte, esta parcialmente compensada pela arrecadação, em agosto, de R$ 7,1 bilhões que entraram nos cofres do governo com o parcelamento de impostos atrasados (Refis) . O governo transferiu a estados e municípios R$ 2,1 bilhões relativas a obrigações constitucionais e mais R$ 2,2 bilhões em transferências referentes à exploração de petróleo e gás natural. Houve ainda despesa total de R$ 2,6 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão com pagamento de benefícios previdenciários. Fonte: Agência Brasil

Movimento de queda do milho prevalece no Brasil, diz Cepea 30/09/2014 09:35

Apesar de os preços do milho registrarem recuperações em algumas praças acompanhadas pelo Cepea, a queda ainda prevalece na maioria. A Conab, por enquanto, não indica novo leilão e, com os valores internacionais também em queda, a paridade de exportação está se reduzindo, diminuindo a competitividade do milho nacional. Pesquisadores do Cepea indicam que esse cenário segue preocupando vendedores, já que, com o fim da colheita, os silos estão cheios, compradores estão abastecidos e a demanda externa apresenta ritmo muito lento. Além disso, a comercialização interna segue lenta e armazenar o grão torna-se uma dificuldade, tanto pelo espaço quanto pelo custo. Quanto aos preços, entre 22 e 29 de setembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 0,9%, a R$ 22,16/saca de 60 kg na segunda-feira, 29. Se considerados os negócios também em Campinas, mas cujos prazos de pagamento são descontados pela taxa de desconto NPR, o preço médio à vista foi de R$ 21,77/sc de 60 kg na segunda, elevação de 0,97%. Na parcial do mês, por outro lado, as quedas são de 1,9% e 1,23%, respectivamente. Fonte: Assessoria

30/09/2014 - 10:17

Instituições formatam agenda de ações para a agricultura familiar Sedraf-MT A estruturação de uma agenda de ações integradas entre ensino, pesquisa e extensão rural focadas na agricultura familiar de Mato Grosso foi o resultado da II Oficina de Concertação, realizada na última semana na Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop. O documento, que ainda precisa ser ajustado por um comitê gestor, será a base para o Plano de Desenvolvimento da Agricultura Familiar em Mato Grosso. O conteúdo desta agenda foi discutido ao longo de três dias (de quarta a sexta-feira) por representantes de cerca de 20 instituições do governo federal, governo estadual, prefeituras, universidades, centros de pesquisa, empresas e cooperativas de assistência técnica e extensão rural e também organizações não governamentais. Por meio de trabalhos em grupo foram levantadas as principais demandas da agricultura familiar no estado, bem como possíveis formas de reduzir os problemas e dificuldades. Entre os temas destacados estão a falta de acesso à assistência técnica, difícil acesso às linhas de crédito, falta de regularização fundiária, dificuldade na comercialização, pouco acesso às tecnologias, entro outros. Um dos destaques das ações propostas para a redução dos entraves é a maior integração entre o desenvolvimento de tecnologias para o pequeno agricultor, a assistência no campo e a formação de profissionais capacitados. "Se você não tem assistência técnica, dificilmente você consegue potencializar a agricultura familiar. Se você não tem pesquisa voltada para o desenvolvimento deste segmento, você também tem dificuldade. Esta agenda propõe uma ação integrada e o trabalho da capacitação, da formação de profissionais", explica o delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Mato Grosso, Nelson Borges de Barros. Na reunião também foi formado um Comitê Gestor que se reunirá em novembro para finalizar a agenda. Com o documento completo será elaborado o Plano de Desenvolvimento da Agricultura Familiar em Mato Grosso. Este plano é resultado de um convênio entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar ( Sedraf) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, que já disponibilizou R$ 1 milhão em recursos para a realização das atividades. Com diretrizes para os anos de 2015 e 2016, a proposta será entregue ao novo governo mato-grossense para que possa ser colocado em prática. Atividades já realizadas - No levantamento de demandas para a agricultura familiar também foram elencadas as atividades que já vêm sendo realizadas e que devem ser continuadas e aperfeiçoadas. Um exemplo são os processos de capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural nas principais cadeias produtivas da agricultura familiar no estado. "Com o técnico preparado e capacitado, com certeza já é uma parte do processo. Uma coisa que ressaltamos é que estes processos que já estão andando sejam continuados e que todas estas instituições e pessoas possam ser inseridas no processo contribuindo para aprimorá-lo", afirma o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agrossilvipastoril, Lineu Domit. Lineu ainda destaca o papel exercido por esta Oficina de Concertação no sentido de direcionar o trabalho das diferentes instituições em prol de um objetivo comum. "O que tem acontecido é que cada instituição está defendendo sua missão, suas atividades, sem considerar o trabalho das outras. O fato de conhecer o trabalho conduzido por outro propicia a junção de esforços em um mesmo sentido", analisa. Agricultura familiar - Agricultura familiar é aquela que em que a mão-de-obra, a administração e o controle do capital são feitos pela própria família. Em Mato Grosso são considerados agricultores familiares os produtores com áreas de até quatro módulos fiscais. O módulo no estado varia de 30 a 100 hectares, dependendo da região. De acordo com a Empaer, dos cerca de 188 mil estabelecimentos rurais mato-grossenses, 140 mil são da agricultura familiar, sendo que apenas 50 mil são de famílias de agricultores tradicionais. O restante é composto por assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas. Uma das principais características da agricultura familiar é a diversificação da produção. Em Mato Grosso as principais cadeias produtivas para este grupo de produtores são a do leite, fruticultura, olericultura, piscicultura, apicultura,mandiocultura e os sistemas agroflorestais. "Esta agricultura tem importância estratégia para Mato Grosso, porque ela é geradora de emprego e de ocupação. Enquanto na agricultura empresarial você gera são dois empregos para cada 100 hectares, na agricultura familiar são 15 empregos na mesma área", informa o diretor técnico da Empaer, Almir de Souza Ferro.

30/09/2014 - 10:00

Milho despenca 30,3% no mercado futuro para julho de 2015 em setembro Da Redação - Viviane Petroli Foto: Reprodução/Internet Milho despenca 30,3% no mercado futuro para julho de 2015 em setembro O bushel do milho despencou 30,3% em setembro no comparativo com o mês em 2013. A queda é verificada no mercado futuro com entrega para julho do próximo ano. Em setembro de 2013 o bushel do cereal saia a US$ 5,10 para entrega em julho de 2014, já em setembro de 2014 o bushel ficou em média a US$ 3,55 com entrega para julho de 2015. Queda é reflexo da produção dos Estados Unidos. Conforme dados do CME/CBOT, o mercado internacional do milho abriu nesta terça-feira (30) com o bushel a US$ 3,24 contrato para dezembro. Já para março de 2015 a US$ 3,37 com recuo de 1,5% ante o dia 29 de setembro. Já para julho de 2015 o bushel era visto a US$ 3,52.
"O mercado do cereal virou-se à oferta, e não mais à demanda, como vinha se comportando há algum tempo", declara o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em seu boletim semanal do milho. O instituto completa ainda que "apesar de o mercado oscilar entre leves altas e baixas, a tendência geral continua sendo de queda". O progresso da colheita da safra 2014/2015 de milho dos Estados Unidos, pontua o Imea, é quem dita o mercado a partir de agora. "Nem mesmo a boa demanda mundial pelo grão, refletida no grande volume de embarques da nova safra dos Estados Unidos, iniciados em setembro, foi suficiente para frear os preços, que seguem ladeira abaixo. Os dados que ditam os preços agora são aqueles referentes ao progresso da colheita norte-americana, bem como das previsões de clima favorável ao seu avanço, que confirmam cada vez mais a grande oferta mundial, para a tristeza dos produtores do cereal".

Sanphar adere Semana do Ovo 2014

30/09/14 - 11:05 Patrocinadora da campanha, empresa vai contribuir com a divulgação dos benefícios do ovo na alimentação em uma série de ações na empresa que inclui almoço especial com ovos e distribuição de livros de receita e gibis comemorativos A Sanphar anuncia sua adesão a campanha de comemoração da Semana do Ovo 2014, que vai acontecer de 6 a 11 de outubro. O objetivo é contribuir com a divulgação e esclarecimentos sobre os benefícios do ovo na nutrição humana, estimulando seu consumo, afirma o diretor Comercial da Sanphar, Marcelo Blumer. “Campanhas como esta da Semana do Ovo 2014, ajudam a divulgar de maneira mais sistemática e em todos os ambientes sociais suas características benéficas elevando-o ao nível dos melhores alimentos conhecidos, coroando assim toda a cadeia produtiva, em especial os produtores de postura comercial”, disse. A divulgação de informações sobre o teor nutricional deste alimento e o esclarecimento de mitos estão entre os destaques da empresa em sua adesão. "A importância do ovo na nossa alimentação tem aumentado bastante nos últimos anos devido aos inúmeros estudos científicos que referenciam suas qualidades nutricionais, tão importantes para a saúde dos indivíduos. Além disso, o ovo apresenta custo acessível, grande versatilidade de preparo e um sabor muito especial. Por isso comemoramos e parabenizamos esta evolução aliados a toda a cadeia produtiva de ovos nesta campanha tão importante", conclui Blumer. Estamos muito felizes de ter o apoio da Sanphar nesta campanha. Certamente eles têm muito a acrescentar ao nosso projeto, afirma o diretor Executivo do Instituto Ovos Brasil, Rogério Belzer. “A Sanphar está com um planejamento muito interessante para a Semana do Ovo. Estas ações vão contribuir de maneira importante com o nosso objetivo de levar informações qualificadas ao consumidor final”. Agrolink com informações de assessoria

Vendas de carne bovina lentas brecam alta do boi gordo

30/09/14 - 11:02 Poucas alterações de preços do boi gordo neste início de semana. Em São Paulo, os frigoríficos operam com escalas de quatro dias, em média. Há dificuldade em alongar as programações de abate, no entanto, as vendas de carne estão lentas, o que diminui a necessidade de ofertar preços maiores pela arroba. Além disso, a recente queda no preço da carne com osso ajudou a brecar as altas da arroba, já que houve redução da margem da indústria. A redução dos abates também tem sido uma opção para controle dos estoques. Parte dos frigoríficos iniciou o dia aguardando melhor posicionamento do mercado para entrar nas compras. Não há expectativa de melhora significativa das vendas de carne esta semana, mesmo com a virada do mês, o que diminui a possibilidade de valorizações. Scot Consultoria

Maiores rebanhos bovinos em 2014

30/09/14 - 10:57 Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o rebanho bovino global está estimado em 1,03 bilhão de cabeças. O maior efetivo está na Índia, com 329,7 milhões de cabeças, o que representa 31,9% do total. Vale destacar que para o país, o USDA considera bovinos e bubalinos. O Brasil fica com a segunda colocação, com 208,0 milhões de cabeças em 2014, o que equivale a 20,1% do rebanho mundial. Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rebanho brasileiro ao final de 2012 era de 211,3 milhões de cabeças. Scot Consultoria

Mapa publica Projeções do Agronegócio para a safra 2023/24 30/09/14 - 11:06

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), publicou no último dia 26 a 5ª edição do periódico “Projeções do Agronegócio – Brasil 2013/2014 a 2023/2024 – Projeções de Longo Prazo”. O objetivo é indicar possíveis direções do desenvolvimento e fornecer subsídios aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências dos principais produtos agropecuários. Realizado por especialistas do Mapa e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o relatório contém as projeções de 26 produtos: milho, soja, trigo, laranja, suco de laranja, carne de frango, carne bovina, carne suína, cana-de-açúcar, açúcar, algodão, farelo de soja, óleo de soja, leite in natura, feijão, arroz, batata inglesa, mandioca, fumo, café, cacau, uva, maçã, banana, papel e celulose. Destes, os produtos que mais têm potencial de crescimento da produção nos próximos anos são: algodão pluma, carne de frango, celulose, leite, açúcar, soja grão, carne suína e trigo. Resultados Segundo as projeções, a produção de grãos deverá passar de 193,6 milhões de toneladas em 2013/2014 para 252,4 milhões de toneladas em 2024, o que representa um acréscimo de 58,8 milhões de toneladas à produção atual do Brasil. “Isso exigirá um esforço de crescimento que deve consistir em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento”, disse o coordenador de Planejamento Estratégico do MAPA, José Gasques. Para as carnes bovina, suína e de aves, o estudo estima que a produção deverá aumentar, em 2023/2024, em 7,9 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 30,3% em relação à produção de carnes de 2013/2014. De acordo com a AGE, entre as três carnes, a produção de carne de frango deverá ter o maior crescimento, (35,7%). Em segundo lugar estará a carne suína, com um crescimento de 31,7% na produção e, por último a carne bovina, com estimativa de crescimento de 22,8% em 2023/2024. Com relação à área total plantada com lavouras, a estimativa realizada até 2023/2024 é de que ela passe de 70,2 milhões de hectares em 2014 para 82,0 milhões em 2024, representando um acréscimo de 11,8 milhões de hectares. Esta expansão está concentrada em soja, mais 10,3 milhões de hectares, e na cana-de-açúcar mais 2,3 milhões. Algumas lavouras devem perder área, mas essa redução deve ser compensada pelos ganhos de produtividade. O acréscimo da produção agrícola no Brasil devem continuar acontecendo com base nos ganhos de produtividade das lavouras e da pecuária. Os resultados das projeções regionais mostram que Mato Grosso deve continuar liderando a expansão da produção de milho e soja no País, com aumentos previstos de 62,2% e 40,9%, respectivamente. No caso do milho, esse aumento deve ocorrer pela expansão da produção de segunda safra. O chefe em exercício da Assessoria de Gestão Estratégica, Renato de Oliveira Brito, atenta para o importante papel que o Ministério desempenha para a sociedade ao lançar periodicamente as projeções, uma vez que a identificação das tendências e o compartilhamento das informações nelas contidas permite maior organização, estruturação e oportunidade para o setor e para o País. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Etanol/Cepea: Quedas continuam em São Paulo

30/09/14 - 11:00 Os Indicadores CEPEA/ESALQ dos etanóis hidratado e anidro registraram quedas no estado de São Paulo na semana passada. Entre 22 e 26 de setembro, o Indicador semanal do hidratado teve média de R$ 1,1683/litro (sem impostos), 2,8% inferior à da semana anterior. Quanto ao anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,3366/litro (PIS/Cofins zerados), baixa de 0,5% no mesmo período. Segundo pesquisadores do Cepea, ainda com necessidade de “fazer caixa”, especialmente em fim de mês, ou de liberar espaço nos tanques, usinas continuaram ampliando a oferta de etanol no mercado spot nos últimos dias, principalmente de hidratado. Do lado da demanda, porém, grande parte das distribuidoras permaneceu retraída, de acordo com informações do Cepea. Cepea/Esalq

Após bater em mínimo histórico, milho volta a subir – Análise Agrolink 30/09/14 - 10:13

O preço do milho na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (29.09) alta de 2 centavos de Dólar nos contratos de Dezembro/14, fechando em US$ 3,25 por bushel. As demais posições em destaque da commodity fecharam o dia com altas entre 2,50 e 2,75 pontos. Após bater no menor patamar dos últimos cinco anos, o milho esboçou uma reação e foram realizados movimentos de recuperação técnica. Há previsões de chuvas para os próximos dias – o que poderia atrapalhar a evolução da colheita –, e isso também aliviou a pressão sobre os preços do cereal. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Cotações da soja têm dia de boa recuperação na bolsa de Chicago

Mercado buscou se posicionar em relação a relatório que sai nesta terça. Cotações chegaram a subir 13 pontos no pregão desta segunda. 30/09/2014 09h30 - Atualizado em 30/09/2014 09h30 Do Agrodebate O mercado futuro de soja na Bolsa de Chicago fechou o pregão regular da segunda-feira com boa recuperação de 13 pontos, segundo o boletim Sojanews, da consultoria Agrinvestor Intelligence. A consultoria aponta que os preços chegaram a ser pressionados inicialmente pelo bom andamento da safra americana, mas compras por parte de especuladores garantiram uma retomada em meio a preocupações com previsões de chuvas que podem retardar a colheita no meio-oeste americano. Outro fator que influenciou as cotações, de acordo com a Agrinvestor Intelligence, foi o posicionamento do mercado frente ao relatório de estoques a ser divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta terça-feira. A consultoria destaca ainda que após o pregão o USDA divulgou a situação da colheita e as condições das lavouras americanas. A colheita atinge 10% até o momento, mesmo nível de igual data no ano passado, mas abaixo da média das últimas cinco safras (17%). As condições das lavouras estão 72% boas, 22% regulares e 6% ruins, um pouco melhores do que uma semana antes.

Soja reage e sobe dois dígitos nos EUA – Análise Agrolink 30/09/14 - 09:52

O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na segunda-feira (29.09) alta de 13 ¼ centavos de Dólar nos contratos de Novembro/14, fechando em US$ 9,235 por bushel. Já o contrato de Janeiro/15 subiu 13 ¾ centavos de Dólar, enquanto Março/15 aumentou 13 ½ centavos de Dólar. O mercado da internacional da oleaginosa esboçou uma reação na abertura da semana e acabou registrando ganhos de dois dígitos, em um movimento de correção técnica. Apesar disso, o viés segue baixista com o avanço na colheita dos Estados Unidos e dados de alta produtividade. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Abrapa promove algodão do Brasil na China

30/09/14 - 09:46 A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) esta em missão comercial na China e recebeu, nos dias 24 e 26, industriais chineses para apresentar os números do algodão brasileiro e conversar sobre possibilidades de mais negócios envolvendo a fibra brasileira e a indústria têxtil chinesa. O presidente da Abrapa, Gilson Pinesso, destacou o trabalho da Associação em busca da melhoria em qualidade e sustentabilidade. “Temos, hoje, um algodão de excelente qualidade, produzido sob cuidados essenciais em relação à sustentabilidade da cotonicultura. O programa Algodão Brasileiro Responsável já certificou mais de 70% da produção brasileira”, afirmou. Na quarta-feira, 24, em Shangai, a comitiva da Abrapa recebeu, durante um jantar, cerca de 130 convidados que conheceram mais sobre a produção brasileira de algodão, suas qualidades e projeto de sustentabilidade, além da participação do Brasil na Better Cotton Initiative (BCI). A coordenadora do BCI na China, Sherry Wu, palestrou aos convidados, para mostrar a importância da fibra brasileira na BCI. Hoje, o Brasil é o maior fornecedor mundial de algodão BC. O jantar em Shangai contou, ainda, com a participação dos Cônsules Adré Saboya Martins, de comércio e investimento, e Ana Cândida Perez, consulesa geral do Brasil em Shangai. QUINGDAO – No dia 26, sexta-feira, a Abrapa esteve em Quingdao, onde recebeu, também para jantar, outros 130 convidados para uma nova apresentação dos números do algodão brasileiro. O trabalho com a BCI foi apresentado por Li Bo, representante da entidade na cidade. O grupo da Abrapa também visitou indústrias têxteis na região e puderam conversar e conhecer o processo de fiação na China. PEQUIM – Na capital chinesa, o grupo da Abrapa apresentou o algodão brasileiro para mais convidados, durante um almoço. Mais uma vez, o presidente Gilson Pinesso, apresentou os números de produção, qualidade e certificação da fibra brasileira para cerca de 130 convidados, entre industriais e representantes da indústria têxtil da China. Ainda em Pequim, o grupo da Abrapa foi recebido pela China National Cotton Exchange (CNCE) para uma reunião da sede da entidade, onde foram discutidos aspectos de negociação e venda do algodão brasileiro para a China. A delegação brasileira segue da China para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participará da reunião anual da International Cotton Association (ICA), nos dias 30 de setembro, 1 e 2 de outubro. No dia 02, quinta-feira, a Abrapa promoverá mais uma edição da Sala de Negociações, onde receberá representantes das traders compradoras de algodão brasileiro. Associação Brasileira dos Produtores de Algodão - Abrapa

Produtores devem fazer manejo correto para evitar a tripanossomose

30/09/14 - 08:12 Produtores rurais de todo o Brasil devem evitar o manejo inadequado de seringas e agulhas para que o rebanho não seja contaminado com a tripanossomose, doença causada por um protozoário e que apresenta sintomas como perda de peso, fraqueza e podendo até levar o animal à morte. Em Minas Gerais, a doença tem afetado vacas leiteiras. A principal evidência até o momento é devido ao uso inadequado das seringas e agulhas para a aplicação de ocitocina, hormônio que estimula a produção de leite. Produtores têm utilizado a mesma seringa e a mesma agulha – que são descartáveis – em vários animais, o que tem contribuído para a disseminação do protozoário. Por isso, de acordo com a responsável pelo Serviço de Informação Zoosanitária do Departamento de Saúde Animal, Daniela Pacheco Lacerda, é importante que os produtores se conscientizem e utilizem corretamente as seringas e as agulhas para evitar a contaminação dos animais, não somente pela tripanosomose, como também por outras doenças. “A tripanossomose normalmente é transmitida mecanicamente por vetores hematófagos, que picam o animal e passam a doença. Nos casos recentes de Minas, as investigações epidemiológicas indicam que a doença tem sido disseminada pelo manejo incorreto de seringas e agulhas”, disse. A tripanossomose é uma doença endêmica no Brasil, apresentando um aumento de casos esperado nas épocas chuvosas, quando os vetores – moscas hematófagas – se proliferam. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) não considera a doença uma emergência sanitária. A ocorrência em Minas Gerais também não preocupa o mercado externo. “Os dados oficiais não indicam um surto generalizado. Trata-se de uma situação específica, localizada em uma região e em uma determinada categoria de produção, cujo fator determinante tem sido o uso de práticas sanitárias inadequadas. A melhor forma de controle e prevenção nesta situação é a conscientização dos produtores para a correção dessas práticas, utilizando-se seringas e agulhas estéreis para cada animal, de forma a impedir a transmissão dessa e outras doenças”, explicou Daniela. Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Plantio de soja atinge 2% da área prevista no Brasil, diz AgRural

30/09/14 - 08:13 O plantio de soja no Brasil alcançou 2 por cento da área projetada para esta safra, disse nesta segunda-feira a consultoria AgRural, citando umidade de solo favorável ao início dos trabalhos de cultivo no Paraná e em grande parte do Centro-Oeste. Um ano atrás, 1 por cento da área estava semeada, mesmo percentual da média de cinco anos, completou a AgRural. Os agricultores estão adiantados no oeste do Paraná, região que já plantou 29 por cento de sua área de soja. No total do Estado, a área plantada chegou a 7 por cento até o fim da semana passada, contra 3 por cento na semana anterior e 3 por cento na comparação com um ano atrás. "Em Mato Grosso, apenas áreas que registraram bons volumes de chuva começaram a receber sementes", destacou a AgRural. O plantio chegou a 2 por cento da área prevista para Mato Grosso, contra 1 por cento um ano atrás. Em Mato Grosso do Sul, os bons volumes de chuva dos últimos dias favoreceram o início do plantio, mas o trabalho foi realizado em menos de 1 por cento da área prevista. "Com custos mais elevados e preços mais baixos, poucos produtores têm arriscado plantar no pó (antes de chuvas suficientes)", disse a AgRural. A consultoria estima a área brasileira de soja na safra 2014/15 em 31 milhões de hectares, alta de cinco por cento ante 2013/14. A produção deverá atingir 93,8 milhões de toneladas. Reuters Autor: Gustavo Bonato

Palestra sobre transporte animal é nesta terça (30)

30/09/14 - 08:01 O Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC/Mapa) realizada nesta terça-feira (30) a palestra informativa sobre o transporte de cargas vivas no Brasil e na Europa. Serviço: Palestra sobre o transporte de cargas vivas no Brasil e na Europa Data: 30.9.2014 (terça-feira) Horário: 14h as 17h30 Local: Auditório da Embrapa Estudos e Capacitação - Brasília Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Agroconsult reduz projeção de nova safra de soja do Brasil para 94,8 mi t

30/09/14 - 08:38 A Agroconsult reduziu sua projeção para safra de soja do Brasil 2014/15 para um volume ainda recorde de 94,8 milhões de toneladas, ante 95,1 milhões estimadas início de setembro, após ajustes na estimativa da safra 2013/14. "Fizemos ajustes nos dados da safra 2013/14 (área e produtividade), e por isso houve ajustes na safra 2014/15. Para produtividades (da nova safra) ainda usamos linhas de tendência, pois não existe informação de campo nesta época do ano suficiente para projetar dados de produtividade", disse analista da consultoria Marcos Rubin, em entrevista ao chat da Thomson Reuters Trading Brazil. A estimativa da safra 2013/14 foi reduzida para 86,4 milhões de toneladas, ante 87,8 milhões de relatório divulgado no início de setembro. As primeiras lavouras de soja do Centro-Oeste e do Paraná começaram a ser plantadas nas últimas duas semanas, em meio a chuvas ainda irregulares na parte central do país, mas que permitiram os trabalhos de campo em diversas regiões. "As condições de safra são normais até o momento. O plantio deve ganhar ritmo nas próximas semanas", destacou Rubin. Em relação à safra de milho verão 2014/15, a Agroconsult manteve a estimativa de 29,2 milhões de toneladas, ante 29,8 milhões de toneladas em 2013/14. A Agroconsult não divulgou projeção para a safra de milho de inverno, plantada logo após a colheita da soja. PREÇOS A Agroconsult projeta que a soja na bolsa de Chicago seja negociada em média de 10 dólares por bushel ao longo da temporada. A média representa uma forte baixa ante os níveis de comercialização dos últimos dois anos. O primeiro contrato chegou a tocar 17,94 dólares em setembro de 2012 e 16,30 dólares em julho de 2013. Atualmente os preços internacionais estão no menor patamar em cerca de quatro anos e meio, pressionados pela ampla oferta global, em meio a safras recordes nos EUA e no Brasil. Por outro lado, o real cada vez mais desvalorizado frente o dólar deverá compensar em parte a perda de rentabilidade ao produtor imposta pelos preços baixos. "Com cambio de 2,40 reais por dólar e a soja a 10 dólares, a conta fica perto do 'break-even' no norte do Mato Grosso. Se considerarmos custos administrativos, que variam muito em cada propriedade e arrendamento, a conta não fecha", disse Marcos Rubin, citando cálculos que incluem ainda custos com insumos, operações, mão-de-obra e depreciação. Reuters Autor: Gustavo Bonato

Agricultores familiares terão novo modelo de seguro em 2015

30/09/14 - 08:28 O Conselho Monetário Nacional aprovou, nesta segunda-feira (29), o novo modelo de Seguro da Agricultura Familiar (SEAF), anunciado no Plano Safra 2014/2015. A partir do dia 2 de janeiro de 2015, o seguro não vai mais cobrir apenas o custo de produção, mas garantirá também a renda esperada pelas agricultoras e agricultores familiares. “Esta é mais uma melhoria da política para a Agricultura Familiar. Com o novo seguro o agricultor tem ainda mais segurança para investir e produzir, porque além do custo de produção passa a ter cobertura de parte da renda esperada. É um novo conceito, que protege a expectativa de renda do agricultor e não só o custo de produção”, explica o ministro do Desenvolvimento Agrário, Laudemir Müller. O valor segurado pelo SEAF é decomposto em financiamento mais uma parcela de Renda Líquida Segurada. Essa renda segurada tem um limite de R$ 20 mil e outro limite, conforme o tipo de cultura financiada. No exemplo de uma lavoura de uva com uma receita bruta de R$ 45 mil e financiamento de R$ 13.350, a renda líquida segurada no modelo atual é de R$ 7 mil, que somada ao financiamento totaliza R$ 20.350 de valor segurado. No novo modelo, a renda líquida segurada é de R$ 20 mil, que somada ao financiamento totaliza R$ 33.350 de valor segurado. Nesse caso, há um aumento de R$ 13 mil no valor segurado. Seguro O Seguro da Agricultura Familiar (SEAF) foi criado no âmbito do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e é também denominado de “Proagro Mais”. Oferece cobertura para seca, chuva excessiva, granizo, geada e outros eventos agroclimáticos. O seguro vale para os agricultores familiares que realizam operações de custeio agrícola pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Para acessar o SEAF, o agricultor deve fazer um contrato de custeio agrícola do Pronaf, para cultura e locais indicados no Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Colheita de soja e milho dos EUA está atrasada, dizem analistas

30/09/14 - 08:25 Uma semana de tempo mais seco e quente no cinturão produtor de grãos dos Estados Unidos ajudou no avanço da colheita de soja e milho, mas o ritmo dos trabalhos está abaixo da média para esta época, após um verão mais ameno e chuvoso ter retardado o processo de maturação da safra, disseram analistas nesta segunda-feira, antes da divulgação do relatório de acompanhamento de safra pelo USDA. Analistas também esperam que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) relate boas condições das lavouras de milho e soja, que têm estado na melhor situação em 20 anos nesta temporada. O relatório sobre o progresso semanal de acompanhamento de safra do USDA é um dos mais seguidos pelos comerciantes e analistas. Analistas consultados pela Reuters, em média, esperam que o USDA estime a colheita de milho em 15 por cento da área até domingo, ante 7 por cento na semana passada e em comparação com 23 por cento da média de cinco anos. As estimativas variaram entre 12 por cento e 20 por cento. A colheita da soja foi vista como realizada em 11 por cento da área, versus 3 por cento na semana passada e contra um ritmo típico de 16 por cento no final de setembro. As estimativas do mercado variaram de 9 por cento a 13 por cento. Reuters Autor: Christine Stebbins