sexta-feira, 31 de julho de 2015

DM 5958 RSF IPRO surpreende produtores da região Sul

31/07/15 - 15:48 Superar os excelentes resultados dos ensaios nas áreas dos produtores. Esse é um dos desafios alcançados pela cultivar DM 5958 RSF IPRO, lançada na safra 13/14 e que vêm se destacando nos campos do Sul do Brasil. “É a nossa principal cultivar para as microrregiões 103 e 104 e em diversas propriedades pudemos comprovar os bons resultados obtidos em nossas redes de ensaios das safras anteriores”, afirma o Gerente de Desenvolvimento do RS e SC, Márcio Guirro. Essa característica também foi notada pelos produtores, como conta o agricultor Mauricio Lorini, de Santo Antônio do Sudoeste/PR. “Plantei DM 5958 RSF IPRO por ter acompanhado a cultivar em campo durante o ano de 2014. Além de ter as expectativas atingidas, a variedade foi superior, principalmente em engalhamento. Plantarei na próxima safra”, afirma. O alto potencial de engalhamento, destacado pelo agricultor, é uma dentre várias características da DM 5958 RSF IPRO. “Essa variedade possui a característica mais desejada entre os sojicultores que é alto potencial produtivo. Aliado a isso, ela tem uma arquitetura de planta moderna, com porte controlado, ciclo precoce e excelente pacote sanitário, com resistência à fitóftora e cancro da haste. Todos estes fatores fazem da DM 5958 RSF IPRO uma excelente opção de variedade de soja para o agricultor do sul brasileiro”, explica o Gerente de Desenvolvimento do PR, MS, SP e Paraguai, Carlos Pattis. E a DM 5958 RSF IRPO tem mesmo agradado no campo. Vitor Lourenço de Lima Neto, da Fazenda Luiza de Fátima, em Ponta Grossa/PR, obteve produtividade de 89 sc/ha e na próxima safra irá ampliar a área destinada à cultivar. “Porte controlado e resistente ao acamamento. Muito superior à testemunha que foi plantada ao lado. Na próxima safra plantarei 51 ha.” O agricultor Carlos Brandalize, da Fazenda Florido, de Santo Antônio do Sudoeste/PR, afirma que o desempenho da cultivar foi melhor do que ele esperava: “Plantei DM 5958 RSF IPRO por ser uma cultivar que se adapta a qualquer tipo de solo e tem alta caixa produtiva, comparando com outras variedades. A cultivar não só atingiu como superou todas as expectativas”. Agrolink com informações de assessoria

CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, afirma jornalista

31/07/15 - 16:03 O jornalista Richard Jakubaszko lançou nesta semana o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, no livro, onde são apresentadas inúmeras respostas e contestações às acusações formuladas pelos ambientalistas. Jakubaszko diz que “o CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, e não haveria vida, pois a fotossíntese não seria possível”. Entre os objetivos da obra, abrir um debate público acerca deste tema é um dos mais importantes. De acordo com Jakubaszko, este livro é uma biografia não autorizada do clima, que contesta a questão do CO2, das mudanças climáticas e a utopia de se pretender emissão zero de carbono. O jornalista que dedicou oito anos de estudo, questionou-se muito sobre o que era – de fato – relevante sobre o assunto. Foram utilizados dados informados por inúmeros cientistas internacionais, dissidentes do IV Relatório, de 2077. O livro propõe um debate, pois não há uma única prova científica de que esteja havendo aquecimento ou que existam mudanças climáticas como acusam esses ambientalistas vinculados a ONU. Segundo Richard, o que o levou a ter mais dúvidas e o desejo de estudar foi a forma que muitos ambientalistas abordaram a questão. “A principal está na neurose ambientalista que tomou conta das pessoas e governos, seja na Europa e em países como o Brasil. Como a projeção é falsa, conforme afirmamos e debatemos no livro, com a agravante de acusar a humanidade de ser a responsável pelo aquecimento, surgiram legislações restritivas de toda ordem, e isso vai engessar as gerações futuras, e um bom exemplo disso é o Código Florestal brasileiro, que é inútil para refrear o que alguns cientistas e o IPCC afirmam”, declara o autor. O livro não está disponível em livrarias, apenas em sites especializados e na DBO Editores – São Paulo (Cristiane: fone 11 3879.7099), ou ainda pelo e-mail co2clima@gmail.com Ficha técnica: CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando? DBO Editores Associados Ltda. ISBN: 978-85-69495-00-0 2015 - 284 Valor: R$ 40,00 mais despesas postais.
Leia na integra a nota do jornalista Richard Jakubaszko: “Leia o livro, acumule informações sobre o assunto, pois o que sai na mídia é parcial, tem um viés perigoso no sentido de encaminhar as pessoas para o "pensamento único". Isso só é bom em ditaduras, seja de esquerda ou direta, e não é democrático. Tudo porque, conforme denunciamos no livro, pretende-se instalar pelo planeta inteiro usinas nucleares para produzir energia elétrica, até mesmo no Brasil. Nós não precisamos disso no Brasil, temos rios e hidroelétricas para isso. Se no Hemisfério Norte eles não têm rios para gerar energia elétrica, eles que façam, mas não envolvam o Brasil nessa mentira. O problema das nações ricas é que elas até sobrevivem sem combustíveis, mas não vivem sem energia elétrica. E o problema imediato e futuro deles é que chegaram a um limite na produção de energia elétrica através das poluentes usinas termoelétricas, seja por carvão, gás ou combustíveis fósseis, caras e poluentes. Os fabricantes de usinas nucleares é que financiaram essa neurose ambientalista, e no livro a gente conta essa história em detalhes, além de esclarecer que CO2 é o gás da vida, e que o metano do boi brasileiro é orgânico. Nos EUA o boi é criado confinado e aí, sim, o metano é mais poluente, mas mesmo assim não é um gás de efeito estufa, pois o aquecimento propalado pelo IPCC é a grande mentira do século XXI. Faz 20 anos que eles contam essa mentira, e James Lovelock, o inglês que já vendeu a mentira da camada de ozônio, hoje sem importância, até já se desmentiu, admitiu que errou e pediu desculpas, mas a neurose ambientalista continua. Temo que, com a encíclica do Papa Francisco, a Laudato si, os ambientalistas vão vir com tudo em Paris, e vão querer aprovar no embalo a tal agência supranacional ambiental, o que seria a pior notícia para a humanidade nos últimos tempos. O problema do planeta é de superpopulação, disso resultam todos os problemas que vivemos, ambientais, sociais e econômicos, além dos políticos e de esgotamento dos recursos naturais da terra, a começar pelo esgotamento dos solos e de áreas para se fazer agricultura. Nessa marcha, a humanidade poderá desaparecer, não por falta de água, nem por aquecimento, mas de fome.” Agrolink Autor: Aline Merladete

Brasil pode exportar volume recorde de milho nesta temporada 31/07/2015 16:59

Ao longo dos últimos anos, o Brasil tem se tornado um grande player no mercado internacional de milho e as exportações poderão atingir um recorde nesta temporada, entre 28 até 30 milhões de toneladas, de acordo com analistas. Caso a estimativa seja confirmada, o país irá superar o volume embarcado em 2013, de 26 milhões de toneladas. Até o momento, cerca de 25 milhões de toneladas do grão já teriam sido comprometidas para a exportação, conforme afirma o consultor de mercado do SIM Consult, Liones Severo. A projeção é fundamentada em dois fatores, a alta do dólar, que tem contribuído para a competitividade do produto brasileiro e a demanda internacional aquecida. “O produto do Brasil está barato em relação à produção de outros países e o câmbio valorizado acaba favorecendo os embarques do grão”, explica o consultor. Além disso, o pesquisador do Cepea, Lucílio Alves, ressalta que os problemas políticos na Argentina e os problemas em relação ao clima adverso no Leste Europeu, África e na Ásia, podem gerar oportunidades ao milho brasileiro. Recentemente, a Comissão Europeia de Monitoramento de Recursos Agrícolas (MARS) reportou que a cultura do cereal é a mais afetada com uma seca severa e ondas de calor. Com isso, as estimativas para o rendimento das lavouras do grão na França e Alemanha foram reduzidas. No acumulado de fevereiro de 2015 até a 4ª semana de julho, as exportações de milho totalizaram 3.057,937 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Comércio Exterior. Nos 18 primeiros dias úteis de julho, os embarques do grão somam 936,5 mil toneladas de milho. “Faltando ainda uma semana para finalizar o mês poderemos nos aproximar do melhor julho da história que é o de 2012, com 1,7 milhão de toneladas embarcadas, caso o ritmo das exportações sejam mantidas”, diz Alves. E os line-ups, programação para o carregamento de grãos, nos Portos brasileiros já começam a traçar o panorama para os embarques no ano comercial do milho, de fevereiro de 2015 a janeiro de 2016. “No terminal de Santos, temos a programação para a chegada de 24 navios até o próximo dia 8 de agosto. Os carregamentos variam, em média, a 60 mil até 70 mil toneladas de milho”, explica o pesquisador do Cepea. Dados referentes ao Porto de Paranaguá também indicam bons volumes de milho exportados em julho, que podem superar as 400 mil toneladas do grão. No terminal, o produto brasileiro tem sido exportado, principalmente para destinos não revelados. Outros portos como Itaqui, no estado do Maranhão e Santarém, no Pará, também embarcaram o grão em julho e já há programação para o início do mês de agosto. Comercialização antecipada Os analistas ainda ressaltam que, o ritmo da comercialização da segunda safra de milho nesta temporada caminhou de maneira mais rápida. Em meio às preocupações e especulações com a produção, devido ao atraso das chuvas e, consequentemente, no plantio, gerou melhores oportunidades de negócios no Brasil com a safrinha. Para a segunda safra de milho, os dados oficiais da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) indicam uma produção de 51.548,4 milhões de toneladas. E, alguns estados, principalmente no Centro-Oeste do país já registram alto índice de comercialização antecipada. O consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destaca que no Mato Grosso, principal estado produtor de milho na safrinha, o volume negociado chega a 70%. “Em Goiás, temos o mesmo cenário, algumas localidades no sudoeste do estado, já registram comercialização de 80% da produção. Já no Mato Grosso do Sul, o índice chega 65% e no Paraná, o volume comprometido está próximo de 50% da produção prevista”, explica o consultor de mercado. Logística brasileira O pesquisador do Cepea ainda sinaliza que agilidade nos terminais brasileiros tem se mostrado positiva. “Podemos observar esse cenário nos últimos meses, especialmente com os volumes embarcados de soja, o que demonstra a melhora da produtividade nos portos”, ratifica Alves. E com os terminais das regiões Norte e Nordeste do país começando a ter representatividade no volume de milho embarcado, o grão produzido especialmente no Centro-Oeste ganha novas opções. Recentemente, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), embarcou seu primeiro navio de milho. Até o final de 2015, a projeção que é sejam exportadas entre 800 mil a 1 milhão de toneladas do grão pelo terminal. Fonte: Notícias Agrícolas (foto: assessoria/arquivo)

BALANÇO SEMANAL CNC - 27 a 31/07/2015

Produtores identificam alto índice de grãos miúdos na colheita, cenário que reflete a perda na produtividade ocasionada pelas adversidades climáticas
QUEBRA NA SAFRA — Além do atraso registrado em relação à normalidade, os trabalhos de colheita, à medida que se desenvolvem pelo cinturão produtor brasileiro de café, revelam aos produtores um cenário indesejado, que é o menor rendimento dos frutos e a queda na produtividade. Desde a virada de 2013 para 2014, o CNC vem alertando para os possíveis impactos que a continuidade das adversidades climáticas poderia causar e, atual e infelizmente, esse cenário vem se consolidando. A respeito da safra atual, notamos que a falta de chuvas na florada, em setembro e outubro do ano passado, e o veranico, entre dezembro de 2014 e fevereiro deste ano, foram tão intensos que os pés de café não conseguiram reverter o cenário e sofreram os efeitos colaterais dessa deficiência hídrica, apresentando grãos menores e miúdos na colheita, o que reduz a produtividade das lavouras, já que são necessários mais grãos para se encher uma saca de 60 kg. No entanto, o mercado tem a visão equivocada de uma grande safra em andamento. O CNC, em contato com as cooperativas cafeeiras, recebeu informações que, em média, neste ano, têm sido demandados 25% a mais de café. Normalmente, são utilizadas medidas de 480 litros para o preenchimento de uma saca, porém este ano a média chegou a medidas de 600 litros. Além disso, apenas cerca de 15% dos cafés colhidos são mais graúdos, apresentando peneira 17 acima, ao passo que, em um ano safra normal, o percentual seria superior a 30 pontos. Esse cenário também é identificado, em menor proporção, nas regiões onde há cafezais irrigados. Isso porque o nível de precipitações abaixo da média reduziu o volume de água disponível, fazendo com que os elevados índices de evapotranspiração — ocasionados pelas altas temperaturas — fossem superiores ao volume hídrico disponível para a irrigação, o que gerou uma quantidade além do normal de cafés miúdos. O recebimento de café por parte das cooperativas brasileiras é um claro indicador da perda de produtividade nas lavouras. Sabemos que o atraso na colheita também interfere na quantidade recebida, haja vista que a anormalidade do clima gerou diversos estágios de maturação, mas o fator principal é, de fato, o alto índice de grãos menores. Segundo cálculos do CNC, na safra 2015, as cooperativas têm apresentado queda de 20% no recebimento do café em relação à temporada antecedente. No que tange à colheita, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) divulgou comunicado, na quinta-feira (30), informando que os trabalhos já se encerraram nas áreas produtoras de conilon. Sobre a variedade arábica, a instituição apontou que as principais regiões do Brasil chegaram ou superaram levemente a metade do previsto, com exceção para a Mogiana Paulista, cuja cata se encontra em níveis levemente superiores a 40%.
Por fim, o Conselho Nacional do Café destaca, ainda, que o clima não voltou à normalidade nas áreas produtoras do Brasil, o que, certamente, deverá impactar de forma negativa o volume a ser colhido em 2016. Entretanto, é necessário aguardarmos o término da colheita atual e o início das próximas floradas para que possamos apurar melhor o desempenho que poderá ser apresentado no ano que vem. FUNCAFÉ 2015 — Nesta semana, o Diário Oficial da União (DOU) trouxe a publicação dos primeiros contratos assinados entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e os agentes financeiros interessados em operar os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) na safra 2015. Desde terça-feira (28), o Governo já disponibilizou um montante de R$ 1,293 bilhão, volume que corresponde a 31,27% do orçamento total do Fundo — R$ 4,136 bilhões — e está destinado às linhas de financiamento de Estocagem, Custeio, Aquisição de Café (FAC) e Capital de Giro para Cooperativas e Indústrias de Torrefação e Solúvel, conforme ilustra gráfico abaixo (clique para ampliar). Para conferir a tabela completa com os agentes e os valores destinados a cada linha, acesse http://migre.me/qZvAG.
MERCADO – Diante da ausência de novidades nos fundamentos do mercado, o movimento das cotações futuras do café arábica tem sido influenciado principalmente pelo dólar e por indicadores técnicos. O verão no hemisfério norte mantém a demanda desaquecida e os produtores também seguram as vendas, no aguardo de preços mais remuneradores. No Brasil, a moeda norte-americana encerrou a sessão de ontem a R$ 3,3710, com variação de 0,7% em relação à última sexta-feira e atingindo o maior valor desde março de 2003. Os principais fatores que influenciaram a taxa de câmbio foram a definição dos juros básicos das economias nacional e dos Estados Unidos, as especulações sobre o futuro do programa de swap cambial do Banco Central do Brasil e as preocupações quanto ao desempenho econômico da China. Na ICE Futures US, o vencimento setembro do Contrato C encerrou a quinta-feira a US$ 1,249 por libra-peso, acumulando discreta valorização de 265 pontos em relação ao fechamento da semana passada. As cotações do robusta, negociadas na ICE Futures Europe, não registraram variação significativa. O vencimento setembro/2015 fechou o pregão a US$ 1.648 por tonelada, acumulando discreta queda de US$ 2 desde a última sexta-feira. No mercado físico nacional, o Cepea avalia que houve aquecimento pontual dos negócios devido à recuperação dos preços observada nos últimos dias. A desvalorização do real ante o dólar ajudou a potencializar a alta internacional das cotações do Contrato C. Ontem, os indicadores calculados pela instituição para as variedades arábica e conilon foram cotados a R$ 428,62/saca e a R$ 313,01/saca, respectivamente, com variação de 3,4% e 0,8% em relação à semana anterior.
Data de Publicação: 31/07/2015 às 19:35hs Fonte: Assessoria de Comunicação CNC

31/07/2015 - 16:00

Setor de sementes elege produtores pirateiros e MAPA irá tomar providências Da Redação - Viviane Petroli
Representantes da cadeia de sementes elegeram nesta sexta-feira (31), em Cuiabá, os maiores produtores ilegais de sementes de soja em Mato Grosso. A enquete foi realizada durante o “Dia Aberto a Esclarecimentos”, promovido pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), onde foram elencados os oito maiores pirateiros do estado. Hoje, cerca de 20% do volume de sementes comercializadas em Mato Grosso não possui certificação, não sendo possível mensurar o quanto são sementes salva pelos produtores ou piratas. O evento promovido pela Aprosmat reuniu representantes sementeiras de soja e revendas de todo o estado para discutir sementes salva, legal e ilegal. A intenção da entidade de produtores de sementes foi a de esclarecer os aspectos legais e alertar quanto à necessidade de fiscalização. Mato Grosso produz aproximadamente 8 milhões de sacas de sementes, cerca de 50% de sua demanda. Durante o encontro os participantes receberam uma cédula para elencar os produtores do estado que comercializam sementes piratas e os municípios onde a venda é frequente. As cidades mais citadas na enquete foram Primavera do Leste, Sorriso, Água Boa e Canarana. De acordo com o presidente da Aprosmat, Carlos Ernesto Augustin, o setor não está satisfeito com os serviços do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), embora saiba as dificuldades existentes com o efetivo. Ele revela que hoje cerca de seis a oito fiscais atendem Mato Grosso na fiscalização de sementes, adubo, entre outros produtos agrícolas. “Sabemos das dificuldades do Ministério, mas mesmo assim não temos visto apreensões e aplicações de multas de forma a proibir esse trabalho ilegal”, comentou Augustin ao Agro Olhar. Os prejuízos podem ser muitos para os produtores que adquirem sementes ilegais (piratas). “Em primeiro lugar que se está comprando um material que não se sabe à procedência, não se sabe qual é a cultivar. É como se estivesse comprando um eletrônico em uma banquinha do Paraguai, onde você não recebe nota fiscal, não tem garantia e ainda pode estar levando um produto roubado. Às vezes o barato sai muito caro. O produtor que está comprando essa semente está cometendo várias irregularidades e ele pode ser punido”, salienta Augustin. Conforme o coordenador da Comissão de Defesa Vegetal do MAPA, em Mato Grosso, Wanderlei Dias Guerra, diante da relação de nomes apontados na enquete averiguações serão realizadas para que providências sejam tomadas. Aumento do efetivo e fiscalização A expectativa dos produtores de sementes em Mato Grosso é que a fiscalização cresça com o aumento do efetivo de fiscais no campo em decorrência a assinatura de adesão do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (INDEA) ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Hoje, o Indea realiza fiscalização apenas nas revendedoras de insumos. Já as fazendas podem ser inspecionadas apenas por fiscais do Ministério em caso de presença de sementes piratas em propriedades. O presidente do Indea, Guilherme Nolasco, revelou, durante o evento da Aprosmat, que entre janeiro e julho 1.590 estabelecimentos foram vistoriados, sendo encontradas irregularidades em 545. Foram aplicados 18 autos de infração em relação às sementes irregulares

31/07/2015 - 16:25

Desemprego permanece em 11,1% em junho na zona do euro France Presse A taxa de desemprego na zona do euro permaneceu estável em junho, em 11,1%, segundo dados publicados nesta sexta-feira (31) pelo Eurostat, o escritório europeu de estatísticas. O dado é o mesmo que o registrado nos meses de abril e maio no conjunto dos 19 países que compartilham a moeda única, e significa uma redução de meio ponto percentual em números interanuais, contra 11,6% de desemprego registrado em junho de 2014. Na zona do euro havia em junho 17,75 milhões de pessoas desempregadas, o que representa 31.000 a mais que um mês antes, mas 811.000 menos que há um ano. A taxa de desemprego mais baixa foi a da Alemanha (4,7%), seguida de Malta (5,5%) e Luxemburgo (5,7%). No outro extremo, sem surpresas, a primeira posição foi para a Grécia, com 25,6%, segundo os dados de abril, os últimos disponíveis. É seguida por Espanha (22,5%) e Chipre (16,2%). Inflação A inflação na zona do euro se manteve em julho em 0,2% interanual, segundo a Eurostat, ao publicar uma primeira estimativa deste indicador. Este número está dentro do esperado pelos analistas, mas é uma decepção para o Banco Central Europeu (BCE), que colocou em andamento há vários meses um amplo programa de compra de ativos para incentivar um aumento da inflação. Entre os principais componentes da inflação em julho estima-se que os serviços representem a taxa mais elevada (1,2%, contra 1,1% de junho), seguido de alimentação, álcool e tabaco (0,9%, contra 1,1% em junho), e dos bens industriais e não en

31/07/2015 - 15:54

Risco de consumidor ficar inadimplente sobe no 2º trimestre G1 O risco de os consumidores brasileiros se tornarem inadimplentes subiu 0,3% no segundo trimestre em comparação com o mesmo período de 2014, passando de 97,2 pontos para 97,5, de acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). O Indicador de Risco de Crédito do Consumidor avalia o risco mediano de uma amostra de consumidores que buscaram crédito no mercado nos últimos 12 meses. Na comparação com o trimestre anterior (2º trimestre contra o 1º trimestre), o indicador recuou 0,6.

31/07/2015 - 15:20

Frutas, verduras e legumes em fase de colheita podem chegar mais baratos à mesa MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento O site da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) – empresa pública vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) – ajuda o consumidor a economizar na hora da feira. Nesta época, há uma oferta maior de produtos a preços mais atrativos. A companhia traz uma ampla tabela de frutas, verduras e legumes divididos de acordo com sua sazonalidade, ou seja, com o período em que há maior oferta e preços mais atrativos. O documento por ser acessado neste link (http://www.ceagesp.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/produtos_epoca.pdf). Todas as semanas, a companhia aponta quais produtos estão com custo em baixa, estável ou em alta. Para a semana de 21 a 28 de julho, por exemplo, melancia, morango, chuchu, coco verde, berinjela, mandioca e milho verde estão mais baratos. Já o mamão papaya e formosa, abacaxi pérola, beterraba, mandioquinha, coentro e cebola apresentam preços mais altos. A Ceagesp também tem um programa que apoia a tomada de decisão de escolas, hospitais, creches e outras entidades que compram do governo na escolha de frutas e hortaliças frescas. A ferramenta chama-se Hortiescolha e pode ser acessada neste link (http://www.hortiescolha.com.br/).

31/07/2015 - 15:39

Marmitas do sistema penitenciário terão 20% de alimentos da agricultura familiar; previsão é injetar R$ 20 milhões no setor Da Redação - Laíse Lucatelli
As marmitas fornecidas para o sistema prisional e socioeducativo de Mato Grosso passarão a ter pelo menos 20% de alimentos vindos da agricultura familiar. Por meio do Programa Estadual de Aquisição de Alimentos, lançado na manhã desta sexta-feira (31), o Governo do Estado pretende injetar até R$ 20 milhões anuais no setor da agricultura familiar. Somente no ano passado, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) gastou de cerca de R$ 50 milhões com alimentação para as 65 unidades prisionais do Estado. “A iniciativa visa fortalecer a comercialização e abrir novos mercados para a agricultura familiar. O governo já comprava esse alimento por licitação. Agora será obrigatório 20% ser da agricultura familiar. 20% em 2014 foi R$ 14 milhões. Esperamos chegar até a R$ 20 milhões da agricultura familiar por ano. É um mercado gigante que se abre para o homem do campo produzir e vender alimento com qualidade”, disse o secretário de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária (Seaf), Suelme Evangelista. O secretário da Sejudh, Marcio Dorileo, destacou o lado social da iniciativa. “Mato Grosso é conhecido como um Estado de produtores de larga escala, commodities, e aqui estamos estimulando o pequeno agricultor. Falar de alimentos é falar de direitos fundamentais, cidadania e segurança alimentar. Nossa Secretaria tem um custo elevado para fornecer alimentos a 10.300 reeducandos, 150 adolescentes do sistema socioeducativo, além dos servidores plantonistas. A projeção de gasto ultrapassa R$ 40 milhões com alimentação. E os próximos contratos já terão a cláusula dos 20% da agricultura familiar”, informou. O governador Pedro Taques lembrou que Mato Grosso é o maior produtor do Brasil de diversos alimentos, porém, importa quase R$ 900 milhões anualmente em hortifrutigranjeiros. Ele vê no estímulo à agricultura familiar uma saída para reverter esse quadro. “Nós já firmamos um acordo para que 30% da merenda escolar venha da agricultura familiar, e esse novo programa reforça o mercado do pequeno agricultor”, disse.

Força-tarefa tenta coibir 'pirataria' no setor de sementes em Mato Grosso

31/07/2015 19h11 - Atualizado em 31/07/2015 19h11 Força-tarefa tenta coibir 'pirataria' no setor de sementes em Mato Grosso Em evento da Aprosmat, uma lista de "piratas" de MT foi elaborada. Estimativa é de que 20% do volume de sementes não é certificado. Amanda Sampaio Do G1 MT
Produtores de sementes de Mato Grosso criaram uma força-tarefa para tentar reduzir o índice de sementes piratas existentes no Estado. A decisão do setor foi tomada durante o evento “Dia aberto a esclarecimento: sementes salva, legal e ilegal”, realizado pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) nesta sexta-feira (31) em Cuiabá. Durante o evento, foi realizada uma enquete com o público, formado por revendedores, produtores, entidades de classe, que apontou os produtores do estado que comercializam sementes piratas. As cidades mais citadas na pesquisa de opinião foram Primavera do Leste, Sorriso, Água Boa e Canarana. Segundo dados da Aprosmat, a estimativa é de que 20% do volume comercializado não é certificado, sendo assim não é possível mensurar quanto deste volume é salvo pelos produtores. Isso aumenta, de acordo com a Associação, os riscos para a produção agrícola brasileira. De acordo com o coordenador da Comissão de Defesa Vegetal da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Mato Grosso (SFA), Wanderlei Dias Guerra, a relação com os nomes será verificada pelo órgão, que tomará as providências. Conforme o superintendente Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Mato Grosso, Francisco Moraes Costa, é preciso que os produtores de sementes formalizem a lista com os nomes dos produtores suspeitos de fazer a comercialização de sementes piratas no Estado. “Não posso colocar técnicos no campo sem a oficialização dessa denúncia, pois terei que pedir ao Ministério da Agricultura em Brasília mais técnicos para fazer uma ação no Estado”, esclarece. Para o presidente da Aprosmat, Carlos Ernesto Augustin, o compromisso interno da entidade de classe e de pesquisa é continuar priorizando a qualidade das sementes. Ele informou que foi fechado um acordo interno para que os associados não vendam sementes com menos de 85% de germinação. “Quem fizer isso, terá a penalidade de ser expulso da Associação. Já temos uma consultoria contratada e vamos fazer auditorias para o controle da qualidade da nossa semente”, afirmou. Na ocasião, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a adesão ao Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA). Atualmente, As atribuições de fiscalização da produção e do uso da semente, são do Mapa. Feito a adesão, o Indea irá pleitear a autorização para também fiscalizar o uso das sementes.
De acordo com o Indea, o Mapa tem um quadro pequeno de fiscais para fiscalizar todo o Estado, enquanto que o Instituto, por ser mais capilarizado, está nos 141 municípios. Se os cerca de 80 fiscais estaduais tiverem a atribuição legal para fiscalizar o uso de sementes, contribuirá para a redução no uso de sementes ilegais. A Aprosmat acredita que a fiscalização aumentará com a assinatura da adesão do Indea ao Suasa. “Com a adesão, teremos mais de cem fiscais no campo que vão atuar com as mesmas atribuições dos fiscais do MAPA no sentido de coibir e autuar quem compra e vende semente pirata, uma prática criminosa que não podemos mais aceitar em nosso estado”, disse Augustin. Dados apresentados pelo presidente do Indea, Guilherme Nolasco, apontaram que de janeiro a junho deste ano, 1.596 estabelecimentos de sementes foram vistoriados, sendo que 545 termos de notificação foram emitidos e 16 autos de infração aplicados. Augustin reforçou que a semente pirata, não salva e nem certificada é sem procedência, um produto ilegal, que não apresenta nota fiscal e nem garantia ao produtor, além de comprometer todo o investimento em pesquisa que vem sendo feito ao longo dos anos. O presidente Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, afirma que a entidade é a favor da legalidade e apoia a compra de sementes certificadas pelo Ministério da Agricultura, assim como o direito de o produtor rural salvar as sementes de sua produção para uso exclusivamente em sua propriedade. “Tem que ser averiguado. Se realmente tem semente pirata, ela tem que sair do mercado. A Famato repudia o uso das sementes piratas, pois comprometem a produtividade do Estado e têm grandes chances de serem ruins”, comenta. Atualmente, Mato Grosso produz cerca de 8 milhões de sacas de sementes, o equivalente a aproximadamente 50% da demanda estadual, conforme dados da Aprosmat. tópicos: Brasília, Canarana, Cuiabá, Mato Grosso, Ministério da Agricultura, Primavera do Leste, Sorriso, Água Boa

Nutrição na pecuária leiteira argentina chama atenção de produtores de MT

31/07/2015 17h44 - Atualizado em 31/07/2015 18h13 Nutrição na pecuária leiteira argentina chama atenção de produtores de MT Na última semana, produtores e técnicos foram ao país em Missão Técnica. Argentinos investem em tecnologia, nutrição e genética. Amanda Sampaio Do G1 MT
Os produtores rurais de Mato Grosso que participaram na última semana de uma Missão Técnica da Famato e do Senar-MT para a Argentina constataram que apesar de os pecuaristas argentinos estarem passando por uma situação econômica bastante complicada, eles continuam aplicando técnicas avançadas de nutrição animal e sanidade do rebanho, atingindo bons níveis de produção de carne e de leite. O planejamento nutricional bem feito durante todo o ano foi o que mais chamou atenção de um grupo formado por 31 pessoas entre produtores, lideranças sindicais e técnicos de Mato Grosso que visitou sistemas de produção da pecuária de leite e de corte na Argentina na última semana. O grupo da Missão Técnica visitou propriedades de gado de leite, confinamento de gado de corte, estações experimentais, exposição agropecuária, um mercado de gado e a Universidade de Buenos Aires. O gestor do Núcleo Técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Carlos Augusto Zanata, que participou da missão técnica, observou que era comum, durante o deslocamento às propriedades visitadas, encontrar pelo caminho outras propriedades que tinham silagem, feno, grãos armazenados para o inverno. “Víamos que tinha comida armazenada para a época da seca. Tanto na pecuária leiteira quanto de corte, enfrentam a época de seca e frio sempre com um bom planejamento nutricional”, relata.
Em uma das propriedades visitadas, na província de Santa Fé, Zanata conta que pouco mais de 1 mil vacas em lactação produziam 35 mil litros de leite diariamente. Mas, além do volume de produção, o ponto forte da propriedade era outro: as informações detalhadas de todas as atividades da fazenda. “Nunca tinha visto nenhum nível de monitoramento de informações econômicas e zootécnicas, desde mercado, de custos em cada operação e dos índices zootécnicos, como peso de bezerro, leite produzido”, comenta. “Essa eficiência faz com que sejam grandes produtores na região”, diz. A preparação dos argentinos com relação ao alimento do gado ao longo do ano ainda é bem diferente do que a maioria dos pecuaristas têm praticado em Mato Grosso. “Em relação à nutrição, a prática mais comum, tirando quem faz confinamento, é não ter planejamento nutricional para a época da seca. São poucos os que fazem planejamento aqui”, destaca o gestor. Ele cita como exemplo que em terras argentinas, uma pequena propriedade de leite produz abaixo de 2,9 mil litros por dia, enquanto que, em Mato Grosso, 95% das propriedades produzem abaixo de 100 litros por dia. A diferença, segundo ele, é grande e o motivo está na tecnologia aplicada na atividade, no investimento em genética, na garantia de alimentação durante todo o ano no país vizinho. As vacas usadas naquele país são predominantemente holandesas, adaptadas ao clima mais frio da Argentina. “Estão usando a ferramenta certa no lugar certo, mas para Mato Grosso, temos que partir para a ferramenta que serve para o nosso clima tropical, como a raça Girolando. Basta fazer bem feito para explorar ao máximo o potencial do animal”, observa Zanata.
No Estado, ele já teve notícias de vacas Girolando que conseguem produzir de 12 a 14 litros ao dia. A média mato-grossense atual, com a predominância de gado Nelore, no entanto, é de 5 litros ao dia, diante de 18 litros diários na Argentina. “Existe investimento na raça, é possível que cheguemos a esses volumes de produção no Estado, mas nosso produtor ainda é muito pequeno e, para ele, comprar três vacas Girolando ainda é considerado um investimento alto”, explica. O segredo, comenta Zanata, é implementar a tecnologia e garantir a Nutrição dos animais. “Se tiver um planejamento e uma qualidade genética nos animais, consegue-se produzir mais”, afirma. Segundo o diretor de Relações Institucionais da Famato, Rogério Romanini, a Missão Técnica cumpriu com os objetivos da entidade de buscar novos conhecimentos e experiências por meio desse intercâmbio. “Vimos que os argentinos possuem uma produção significativa de carne e de leite, apesar de toda a crise que eles estão passando. A missão contribuiu para adquirirmos novos conhecimentos e estreitarmos relacionamentos com empresas, entidades e entre nós, produtores rurais”, diz. Pecuária Argentina Os produtores argentinos possuem alguns problemas semelhantes aos do Brasil, entre eles estão os altos custos de produção e de impostos, dificuldades na sucessão familiar e de mão de obra qualificada. Apesar de não haver a incidência do imposto “retenciones” sobre a exportação do leite, há um acordo bilateral entre o Brasil e a Argentina que limita as exportações do excedente de produção de leite para terras brasileiras, o que restringe ainda mais os ganhos com a atividade. Na pecuária de leite, os produtores não escapam da atual conjuntura econômica do país. O setor atravessa uma das piores crises, com fechamento de aproximadamente 8 mil tambos (propriedades leiteiras) nos últimos anos, especialmente os de pequeno e médio porte. Além disso, o rebanho bovino da Argentina reduziu nos últimos 10 anos de 61 milhões para 51 milhões de cabeças. tópicos: Argentina, Mato Grosso

Mangostin, a nobre fruta da rainha

31/07/15 - 13:17 O segundo ícone do especial ‘Frutas exóticas’ da Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa), destaca o mangostin, ou a fruta da rainha. Originária da Índia e de países do Mediterrâneo, além de ser rica em substâncias que combatem a ação dos radicais livres, também evita riscos de doenças cardiovasculares (DCV). A espécie é considerada o fruto mais saboroso do trópico asiático. Foi introduzida no Brasil em 1935 no Pará, e depois na Bahia, que são até hoje os maiores produtores da fruta, com área plantada de 350 ha e colheita de 300 toneladas por ano. De acordo com o engenheiro-agrônomo da Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa), Ricardo Munhoz, o plantio é feito por mudas com ou sem enxertia. “As mudas enxertadas produzem entre 6 e 8 anos de idade, enquanto que as não enxertadas produzem aos 10 anos. As covas são abertas com 30 dias de antecedência, nas dimensões de 50 cm X 50 cm X 50 cm e devem ser adicionadas de adubos orgânicos e calcário. No campo, o espaçamento varia de 6 a 10 m entre plantas por 6 a 10 metros nas ruas”, explicou. Quanto plantadas, recomenda-se consorciar as mangostanzeiras com bananeiras para que haja um razoável sombreamento das mudas. Para o gerente da empresa Benassi, Sebastião Domingos, a fruta está disponível o ano todo. “É uma fruta tropical, com grande produção na Bahia e Amazônia. Sempre estão disponíveis, mas tem grande oferta em março”, comentou. Fruta histórica O que faz essa fruta ser tão especial é sua história e uma substância encontrada em sua polpa. A rainha Vitória, da Inglaterra, era uma apreciadora dela e, por isso, a fruta é lembrada como a “rainha das frutas”. Segundo a nutricionista da Ceasa Campinas, Kátia Meire Prata Souto, a casca da fruta apresenta componentes como xantonas e taninos. “As xantonas possuem poder antioxidante, antibacteriano, ajudam a manter a saúde intestinal, a fortalecer o sistema imunológico, a neutralizar os radicais livres, a fortalecer as cartilagens e o funcionamento das articulações”, ressalta. O Mercado de Hortigranjeiros da Ceasa Campinas movimenta mais de 60 mil toneladas de frutas, verduras e legumes por mês. São mais de 570 permissionários (comerciantes) em cerca de 830 lojas (boxes e pedras) que se destacam por garantir um mix completo do setor de hortaliças e frutas das comuns às mais exóticas, além de ovos, peixes, grãos, alimentos secos e cereais.A Centrais de Abastecimento de Campinas tem pautado suas ações na responsabilidade e preocupação social, além de inovar na busca de tecnologia e excelência no seu ramo de atuação. Durante o ano de 2013, 2014 e 2015 foram realizadas ações de Inclusão digital, responsabilidade Social, Inovação Tecnológica e incentivo à agricultura familiar e à prática de Alimentação Saudável. Entre os dias 23 a 26 de setembro, recepcionará nações do mundo para o 29º Congresso da União Mundial dos Mercados Atacadistas – WUWM Brazilian Congress – 2015 (Word Union of Wholesale Markets Annual Congress). Ceasa Campinas

Massey Ferguson e Concessionária SAMA entregam primeiro trator MF 6712R Dyna-4 em Santa Catarina

31/07/15 - 15:06 Via consórcio, o produtor de arroz da cidade de Jacinto Machado (SC) recebeu o mais recente lançamento da marca A Massey Ferguson – sinônimo de pioneirismo e modernidade na fabricação de máquinas agrícolas – juntamente com a concessionária SAMA e o consórcio nacional da marca, entregaram no último dia 14, o primeiro trator MF 6712R Dyna-4 para o estado de Santa Catarina, mais precisamente para a cidade de Jacinto Machado (SC). Na ocasião, o técnico do suporte de tratores, Geraldo Siqueira, realizou a entrega técnica do equipamento ao cliente Antoninho Ghizzo e sanou todas as possíveis dúvidas de operação e utilização do trator. “O novo equipamento será extremamente benéfico e de grande utilidade na propriedade. Sabemos da importância em utilizar cada vez mais a tecnologia a nosso favor e nossa expectativa é grande, já que agora temos um dos tratores mais modernos do mercado”, afirma o filho do produtor, Fernando Ghizzo. O MF 6712R Dyna-4 é equipado com um motor AGCO Power de quatro cilindros e 122 cv de potência. Projetado para oferecer a potência certa e desempenho incomparável, a família Dyna-4 é o resultado da combinação da inédita transmissão automática Dynashift com os reconhecidos motores da marca. O propósito é apresentar a solução ideal para qualquer demanda, tornando os trabalhos complexos em atividades extremamente simples. Como opcionais, o produtor rural pode incluir nos equipamentos as recentes tecnologias embarcadas da marca, como o monitor de produtividade Fieldstar II, o Piloto Automático Auto-Guide 3000 e o sistema de telemetria AgCommand®. Agrolink com informações de assessoria

Frota Verde: John Deere apresenta suas soluções para o mercado canavieiro

Evento itinerante leva ao público as mais recentes apostas da empresa para o setor sucroenergético
A mecanização no setor sucroenergético é uma realidade sem volta. De acordo com dados recentes divulgados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), o índice na colheita mecanizada na região Centro-Sul do Brasil, hoje está acima de 90%. Para atender a essa realidade, a John Deere oferece a melhor solução em colheita para o mercado canavieiro, a qual será apresentada através do programa Frota Verde, que levará ao público uma frente de colheita composta pela nova colhedora CH570, o trator 6205J e o implemento para transbordo de cana Antoniosi de 21,5 t. Serão realizadas demonstrações dinâmicas, testes de campo para avaliações de performance e custo operacional, além de dias de campo com lançamentos regionais. O programa passará por quatro cidades, Orindiúva (SP), Ivinhema (MS), Cachoeira Alta (GO) e Edéia (GO), onde espera receber concessionários e clientes da região para os dias de campo que, além da frente de colheita, apresentarão também o maior trator já produzido no Brasil: o modelo 8370R da Série 8R, já na versão canavieira esse é um dos cinco modelos, produzidos pela John Deere. “Através do programa Frota Verde, os clientes participantes poderão comprovar o valor da Solução Integrada para Colheita de cana John Deere. Nos dias de campo, apresentaremos os resultados dos ensaios realizados na região pelo NEMPA, grupo da Unesp Botucatu, os quais trarão dados sobre performance e custo de operação da nossa frente de colheita. O objetivo é que os clientes não tenham dúvidas sobre o que nossos equipamentos podem entregar”, afirma Caroline Serrano, especialista em Soluções de Colheita para Cana-de-Açúcar da John Deere. Novidades Recentemente, a John Deere lançou dois novos modelos de colhedoras, a CH570 e a CH670, que apresentam maior eficiência, simplicidade operacional e alta servicibilidade. O exclusivo sistema Econoflow, traz melhorias nos sistemas de alimentação, limpeza e hidráulico para garantir uma operação 8% mais eficiente para aumentar a capacidade de colheita e reduzir o consumo de combustível. Ainda contemplando o setor de cana, a John Deere apresentou neste ano o trator 6205J, que além de diversas outras operações, exerce papel importante para o trabalho canavieiro, como nas operações de transbordo, pois seu chassi integral evita esforços na tração e torção no conjunto e sua transmissão Powerquad permite a troca de marchas sem o uso da embreagem, o que aumenta a produtividade neste tipo de operação. Seu painel analógico digital e assento com suspensão a ar fornece mais conforto em longas jornadas de trabalho e apresenta a opção de piloto automático que garante menos consumo de insumo e menor desgaste. Outro ponto fundamental do produto é a manutenção facilitada, pois os filtros e pontos de inspeção foram projetados para ficar ao alcance do operador. Seu motor com injeção eletrônica possibilita maior reserva de torque e economia de combustível. São apresentados aos clientes também todas as opções de soluções integradas John Deere, na área de planejamento de plantio, direcionamento por piloto automático com RTK, gerenciamento de frotas, e os benefícios do uso do simulador de colhedora na capacitação dos operadores. Data de Publicação: 31/07/2015 às 13:15hs Fonte: CDI - Comunicação e Marketing

Em Três Pontas/MG, colheita segue atrasada e produtores utilizam mais medidas para fazer uma saca de café beneficiado

Na região de Três Pontas (MG), colheita do café segue atrasada
Grãos estão miúdos e produtores utilizam mais medidas para fazer uma saca de café beneficiado. Quebra na produção deve ficar acima dos 30% estimados inicialmente. Saca do café tipo 6, bebida dura é negociada a R$ 430,00. Já os custos de produção giram em torno de R$ 470,00. Em Três Pontas (MG), a colheita do café segue atrasada devido à ausência da chuva no período da florada e maturação da planta. Portanto, o grão no momento da colheita ainda está verde. A região este ano registrou no mês de julho 250 mil sacas de café arábica colhido, porém, no mesmo período do ano passado este número era quase o dobro. Segundo Gilvan Mendonça Mesquita, presidente do sindicato rural do município, a perspectiva dessa safra é de quebra na produção em torno de 30%. “O café está miúdo devido à falta de chuva na granação. Gastávamos 8 medidas de 60 litros para fazer uma saca de café beneficiado, mas hoje estamos gastando 10 medidas para produzir a mesma saca”. Diante desse cenário preocupante, o presidente ainda afirma que já são dois anos consecutivos de quebra na safra e, o produtor caminha descontente. “Além disso, existe a preocupação com as chuvas na colheita, uma vez que a previsão era de bastante água. Até o momento não vimos chuvas, mas para o próximo final de semana a previsão pode se confirmar”, explica. Já os preços da saca do café, também seguem abaixo do esperado pelos cafeicultores e sem reações no mercado. “A saca do café tipo 6 – considerado um café de melhor qualidade – poucos produtores trabalham com esse nível e, está sendo negociada a R$ 430,00. Já para o café tipo 4 – considerado mediano – a saca gira em torno de R$ 395,00 a R$ 400,00. O agravante é que o cafeicultor está trabalhando no vermelho, uma vez que o custo de produção gira em trono de R$ 470,00 por saca”, desabafa o presidente. Da mesma forma, segundo ele, a comercialização segue sem muito avanço. “Alguns produtores tem condições de vender a este preço a saca do café e, portanto, estão em negociação, porém, outros estão aguardando uma reação nos preços para melhores vendas”, explica. Com isso, a orientação do presidente é para que os produtores da região aguardem o mercado reagir e estoquem o café para uma comercialização mais justa. “O mercado uma hora vai sentir essa quebra e acredito que os preços vão aumentar, mesmo que pouco,” finaliza. Data de Publicação: 31/07/2015 às 15:30hs Fonte: Rede Social do Café

SENEPOL NOVA VIDA: Leilão Babies 3 x 1 confirma: 2015 é o ano do Senepol no Brasil

Em comemoração aos quinze anos do Senepol no Brasil, a pioneira Nova Vida, de Ariquemes (RO), promove uma série de eventos até dezembro
A “fábrica de genética” está funcionando a todo vapor, servindo a pecuária brasileira com o melhor que a raça tem a oferecer. É o que foi visto no Leilão Babies Senepol 3 x 1, realizado no final de julho, em duas fases, quando foram vendidos 140 bezerros PO e também 540 doses de sêmen. “Aguardem, ainda vamos apresentar várias surpresas até dezembro”, revelam os diretores da propriedade, Ricardo Arantes e João Arantes Neto. Com o intuito de trazer gente para a raça, os empresários-pecuaristas inovaram ao oferecer um projeto completo aos investidores do Leilão Babies 3 x 1. O remate ganhou esse nome porque, além dos bezerros, o comprador levava também a receptora (Aberdeen Angus x Nelore) com um embrião Senepol PO no ventre. Na primeira etapa, em 20 de julho, 53 fêmeas, divididas em 32 lotes, foram motivo de intensa disputa, sendo arrematadas por quase 20 compradores de oito estados (SP, PR, MG, MT, MS, GO, TO e RO). Deste total, 50% são novos criadores. Lance a lance, a concorrência fez a média geral chegar a R$ 16.288,00. Somam-se ao faturamento das bezerras a venda de 260 doses de sêmen que saíram por R$ 36.000,00. A debutante Senepol Brisa, que provavelmente será instalada em Marília, no interior de São Paulo, foi quem mais fez o martelo bater. Bruno e Bento Ribeiro, do ramo imobiliário, compraram 18 animais e estão animados com o mercado deste taurino adaptado. Em retribuição, a promotora do leilão dará total assistência ao projeto, além de abrir o tradicional acervo genético aos novos criadores. “Viajamos para os Estados Unidos e conhecemos a filial da Nova Vida em Okeechobee, na Flórida. Conhecemos a emocionante história do Senepol no Brasil e o quanto ele é capaz de contribuir com a pecuária nacional. É bom começar um projeto com criadores tão apaixonados e comprometidos, como é o caso dos Irmãos Arantes. Estamos colocando a casa em ordem, mas o foco do investimento está na genética”, explica Bruno Ribeiro. Em 23 de julho, quando ocorreu a segunda etapa, foi a vez dos machos serem leiloados. Noventa e sete animais, separados em 36 lotes individuais, duplos e triplos, emplacaram média geral de R$ 14.544,74. E para a surpresa dos organizadores, a participação de pecuaristas e criadores foi muito parelha. “Nossa proposta com o Babies-machos foi melhorar o acesso ao Senepol pelos produtores que fazem cruzamento industrial, mas, em virtude da qualidade impressa no DNA dos animais, muitos aproveitaram a oportunidade para complementar o plantel”, explicam Ricardo e Neto. Os machos foram adquiridos por 18 investidores. Coincidência ou não, o maior investidor, Sérgio Castelani, da Fazenda Urtigão, também é da cidade de Marília (SP). Comprou 23 animais. A ideia de Castelani é testar o Senepol sobre suas matrizes zebuínas. Junto aos machos, 300 doses de sêmen incorporaram mais R$ 17.400,00 à fatura dos bezerros. OUTRA GRANDE INVESTIDA No dia 3 de setembro, durante a Exposição Agropecuária de Uberlândia (Camaru’2015), em Minas Gerais, a Senepol Nova Vida promoverá outro leilão. Desta vez, abrindo mão de 35 das suas melhores doadoras. Este será o 2º Leilão Elite Senepol Nova Vida & Convidados, que começa às 20 horas, com organização da Programa Leilões e transmissão pelo Canal Rural. São filhas de genearcas expoentes, como SCR 3051, Hercules 6801J, PRR 7013 e CN 5938. Ricardo Arantes e João Arantes Neto informam que todas foram inseminadas de touros importados, cujo sêmen pertence ao acervo genético da empresa que, segundo eles, “é o maior e mais variado em todo o planeta”. Além das doadoras, convidados especiais destacarão 5 novilhas promissoras. Uma novidade da Senepol Nova Vida é que suas doadoras passaram por uma inédita prova de desempenho que procurou avaliar acabamento de carcaça e qualidade de carne, com análise da quantidade de gordura subcutânea e na picanha, mensuração da Área de Olho de Lombo e marmoreio. Foi na Camaru que a Senepol Nova Vida fez o recordista mundial de preço da raça, com uma cota de 25% de PRR Campeon 7013, um dos melhores touros produzidos pelo saudoso Art Martinez, da Prime Rate Ranch, negociada por R$ 93 mil. A linhagem selecionada por este criador chegou às mãos dos irmãos Arantes quando adquiriram o plantel da Sacramento Farms, hoje Senepol Nova Vida USA. Surpresas também devem ocorrer em 2015. Data de Publicação: 31/07/2015 às 14:15hs Fonte: Pec Press® - Imprensa Agropecuária

31/07/2015 - 11:50

Gás de cozinha chega a R$ 70 em Mato Grosso e é o mais caro do Brasil Da Redação - Viviane Petroli
Mato Grosso tem o gás de cozinha ( botijão de 13 quilos) mais caro o Brasil. O mato-grossense está pagando entre R$ 47 e R$ 70 pelo botijão. O preço médio é de R$ 61,01. A logística e o ICMS são os principais motivos para o alto valor. Os preços, conforme os revendedores, irão subir em setembro. Levantamento realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) revela que o gás de cozinha mais barato do país, em termos de preço médio está na Paraíba a R$ 43,01, enquanto em Mato Grosso R$ 61,01. O Amapá possui o segundo valor mais caro de R$ 59,86 em média. A ANP em Mato Grosso avaliou em julho 351 revendas de gás de cozinha. De acordo com as revendedoras, a logística é o principal motivo para o valor “absurdo” verificado no estado. Outro ponto é a alíquota do ICMS de 17,2%, revelam os revendedores. “O problema do gás em Mato Grosso é à distância, pois vem de São Paulo”, explica Tânia Negro, proprietária de uma revenda em Cuiabá. Oswaldo Yamamoto Junior, gerente de outra revendedora, ressalta que o “gás vem de São Paulo envasado ou vem para ser envazado em Cuiabá. A logística é o que impacta mais”. Os revendedores revelam que está previsto um reajuste do gás de cozinha para setembro, porém no momento não sabem precisar para quanto irá o botijão de 13 quilos. Eles comentam ainda que a água mineral também está com aumento de preço previsto para agosto.

31/07/2015 - 14:00

Sindipetróleo busca na AL ajuda para redução do ICMS do combustível Da Redação - Viviane Petroli
O óleo diesel S10 irá subir R$ 0,0345 neste dia 1º de agosto, o que implicará no aumento do preço da gasolina e etanol e produtos em geral. Um dos maiores pesos do combustível em Mato Grosso é a alíquota do ICMS. No diesel o peso é de 17%. Postos de combustível buscarão na segunda-feira (03) apoio da Assembleia Legislativa que discutir e interceder junto ao governo de Mato Grosso em uma tentativa de reduzir o imposto. A demanda mato-grossense vem de encontro com a redução da alíquota no Mato Grosso do Sul de 17% para 12%. O novo percentual no estado vizinho entrou em vigor no dia 1º de julho e permitiu no diesel uma redução de aproximadamente 4,57% no preço. Já em Goiás, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT), a alíquota é de 15%. "Nosso diesel, que já é mais caro pela maior distância da refinaria, passou a sofrer com a concorrência de outros estados, ou seja, nossa cadeia produtiva gera impostos e renda em outras unidades da federação", declara o presidente do Sindipetróleo, Aldo Locatelli. Entre Janeiro e junho Mato Grosso comercializou 2,039 bilhões de litros de combustível, 0,4% a mais que os 2,031 bilhões do período em 2014. Deste volume comercializado em 2015, revela a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 1,289 bilhão de litros foram óleo diesel. O litro do óleo diesel fecha julho em média R$ 3,052 em Mato Grosso e o óleo diesel S-10 em R$ 3,222. Preço De acordo com o Ato Cotepe nº 14/2015, editado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), a partir de 1º de agosto o litro do diesel S-10 será reajustado. Conforme o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT), o custo do produto aumentará em R$ 0,0345. "A politica de preços da Petróleo Brasileiro S/A já aplicou outras duas correções, para cima, no preço do diesel, sendo uma em 16 de junho e outra em 16 de julho. Tais reajustes causaram impacto de outros R$ 0,03 centavos sobre o preço do óleo diesel. Em 40 dias, o aumento no custo do produto supera R$ 0,06", comenta o Sindipetróleo.

31/07/2015 - 13:58

Em Chicago, mercado inicia sessão desta 6ª feira em campo positivo e agosto/15 se aproxima dos US$ 10 Notícias Agrícolas As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta sexta-feira (31) com ligeiros ganhos, próximos da estabilidade. Por volta das 8h06 (horário de Brasília), o vencimento novembro/15, referência para a safra norte-americana, era cotado a US$ 9,50 por bushel. Já o agosto/15 era negociado a US$ 9,95 por bushel. Os futuros da commodity tentam dar continuidade ao movimento de alta iniciado no pregão anterior. Nesta quinta-feira, os preços da oleaginosa exibiram ganhos entre 6 e 7,50 pontos. De acordo com analistas, o mercado encontrou suporte nas informações positivas vindas do lado da demanda. Ainda ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 140 mil toneladas do grão para destinos não revelados. Do mesmo modo, os números das exportações semanais ficaram acima das expectativas do mercado e contribuíram para dar suporte aos preços. Paralelamente, os investidores já começam a se preparar para o próximo relatório de oferta e demanda do USDA, que será divulgado no dia 12 de agosto. Isso porque, o órgão irá apresentar os números da nova temporada americana, com área plantada com o grão e a perspectiva para a produtividade das lavouras. Confira como fechou o mercado nesta quinta-feira: Soja sobe em Chicago e, com alta do dólar, preços nos portos do Brasil acompanham Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a sessão desta quinta-feira (30) em alta. Entre os principais contratos, os ganhos ficaram em 6 e 7,50 pontos, com todos acima dos US$ 9,50 por bushel. O mercado futuro americano trabalhou durante todo o pregão do lado positivo da tabela ao receber notícias positivas que vieram do lado da demanda, explicaram analistas. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou uma nova venda da commodity da safra 2015/16 - de 140 mil toneladas para destinos desconhecidos - e trouxe ainda seu boletim semanal de vendas para exportação com números fortes e que superaram as expectativas do mercado. "Os preços mais baixos atraíram os compradores chineses de volta ao mercado na última semana, e foram adquiridas cerca de 650 mil toneladas de soja dos Estados Unidos, mesmo com a oferta brasileira dominando o mercado nesse momento. As notícias (sobre a demanda) ajudaram os preços a registrarem, ao longo do dia, altas de 10 a 15 pontos", disse o analista de mercado e editor do site internacional Farm Futures, Bryce Knorr. Somente na semana que terminou em 23 de julho, as vendas de soja somaram 1.315,800 na semana que terminou em 23 de julho e superaram as expectativas de 800 mil a 1,1 milhão de toneladas e o total da semana anterior, de 322,6 mil toneladas. Foram 416,7 mil toneladas da safra velha e mais 899,1 mil da nova. Os principais compradores foram, respectivamente, a China e destinos desconhecidos. Esta foi a melhor semana, desde o início de janeiro, ainda segundo Knorr, para as vendas de soja para exportação dos Estados Unidos e o volume registrado no boletim do USDA desta quinta-feira elevou o total acumulado no ano para 52.239,9 milhões de toneldas, um volume bem maior do que a projeção do departamento para as exportações da temporada 2014/15 de 49,7 milhões de toneladas. Expectativa para novo boletim do USDA Apesar desse suporte visto para os preços nesta sessão, o mercado internacional ainda deve atuar com volatilidade nos próximos dias. A espera pelo novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA traz no dia 12 de agosto exige dos traders um ajuste de posições para que estejam bem cobertos no momento da chegada dos números. As informações mais aguardadas, segundo explicou o consultor em agronegócio, Ênio Fernandes, são as que se referem à produtividade e área de plantio, principalmente após a nova safra do país ter sido marcada, em seu início, por intensas adversidades climáticas. "De hoje até o dia 12 de agosto veremos uma luta muito forte entre altistas e baixistas tentando puxar o mercado para sua posição", disse. Além disso, ele lembra ainda que agosto é o mês decisivo para a cultura da soja nos Estados Unidos e o reporte sairá no meio desse mês. "Acredito que esse pode ser um dos dias mais importantes e nervosos para o mercado", completa. O consultor acredita que, em função do excesso de chuvas que jáfoi registrado em áreas importantes de produção no país, o rendimento da oleaginosa poderia ser reduzido de 46 bushels por acre - estimados no reporte de julho - para algo entre 42 e 43 e, caso isso se confirme, os preços da soja poderiam voltar a trabalhar em um intervalo de US$ 9,50 a US$ 10,50 por bushel na CBOT. Porém, caso os 46 bpa sejam mantidos, o mercado poderia vir a testar o suporte dos US$ 9,00, afirma Fernandes. E, nesse momento, há duas frentes de especialistas, cada uma crendo em um cenário. "No entanto, é importante lembrar que o USDA, em seus últimos boletins, tem surpreendido", diz, e essas surpresas nem sempre têm sido favoráveis ao andamento das cotações. No relatório passado, o departamento - mesmo diante dos relatos de impossibilidade de plantio em alguns pontos dos EUA por conta do excesso de precipitações - manteve inalterada sua estimativa para a área a ser semeada nesta nova safra ligeiramente acima dos 34 milhões de hectares. Mercado Brasileiro No mercado brasileiro, a semana tem sido de negócios em ritmo ligeiramente mais lentos em relação às semanas anteriores, principalmente para a soja da safra nova, segundo relata o consultor de mercado Márcio Genciano, da MGS Rural. Os preços da soja, no entanto, voltaram a garantir algumas novas altas nesta quinta-feira diante de mais um dia de um avanço da moeda americana frente à brasileira. Com um ganho de 1% para a divisa - que ficou em R$ 3,3710 - os preços da soja nos portos brasileiros subiram entre 0,94% e 3,06%. No interior do país, os valores também registraram algum valorização. Em Paranaguá, a soja disponível subiu para R$ 76,00 e a futura - entrega março/15 - para R$ 75,00 por saca. Já em Rio Grande, os números ficaram entre R$ 77,50 no disponível e R$ 77,00 para maio/16. As exportações do Brasil vem se desenvolvendo muito bem, registrando volume recordes, reflexo das boas oportunidades sendo aproveitadas pelo produtor brasileiro. A última estimativa da Abiove (Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais) é de que o país exporte mais de 50 milhões de toneladas de 2015. E segundo informações reportadas pela Agrinvest em seu blog, a concentração das importações chinesas de soja na América do Sul tem sido um fato atípico este ano. "Normalmente a soja sul americana permanece competitiva até meados de agosto, quando a origem americana passa a ser mais viável pela entrada da safra. Porém, a soja sul americana continua se mostrando mais competitiva em relação ao produto americano, gerando concentração das importações chinesas no Brasil e Argentina", noticiou a Agrinvest.

31/07/2015 - 12:57

Alta do dólar faz preço do açúcar cair mais uma vez na semana Agência UDOP de Notícias É o que explicou a análise do jornal Valor Econômico. No vencimento outubro/15 da bolsa de Nova York, a commodity foi comercializada a 11,27 centavos de dólar por libra-peso. Um recuo de 19 pontos. No lote março/16, a retração foi de 12 pontos no comparativo com o dia anterior. Houve desvalorização nas outras telas também. A elevação da moeda americana estimula as vendas de açúcar por parte dos produtores brasileiros porque aumenta a rentabilidade das exportações. Do lado dos fundamentos, não há novidades. A colheita de cana-de-açúcar e a moagem continuam a avançar no país, mas em ritmo mais lento do que nas últimas temporadas. Na bolsa londrina, os preços da commodity também foram influenciados pela nova alta do dólar. Por isso, eles caíram 3,70 dólares e foram comercializados a US$ 353,50 a tonelada. Nas telas dezembro/15 a agosto/16, o recuo oscilou de 2,10 a 2,60 dólares. Mercado doméstico Na contramão do mercado internacional, os preços do açúcar subiram em São Paulo ontem. De acordo com os índices do Cepea/Esalq, os negócios foram firmados em R$ 47,37 a saca de 50 quilos do tipo cristal, alta de 0,36% no comparativo com a véspera. Etanol hidratado Depois de um dia de queda, os preços do etanol hidratado medidos pela Esalq/BVMF voltaram a subir nesta quinta-feira. O metro cúbico do biocombustível foi comercializado a R$ 1.115,00, alta de 0,86%.

Cooperativa investe R$ 121 mi para implantar 'presuntaria' em MS

31/07/2015 11h45 - Atualizado em 31/07/2015 11h45 Cooperativa investe R$ 121 mi para implantar 'presuntaria' em MS Aurora instala unidade em planta que já possuía em São Gabriel do Oeste. Nova unidade vai gerar ampliar abates de bovinos e gerar novos empregos. Do G1 MS
A Cooperativa Central Aurora Alimentos inaugura neste sábado (1º), a ampliação da unidade industrial de processamento de suínos, no município de São Gabriel do Oeste, a 133 quilômetros de Campo Grande. Investimento no empreendimento foi de R$ 121 milhões. Segundo a cooperativa, na ampliação foi construída uma presuntaria que, a partir de agosto, passa a produzir um mix de produtos como o presunto, apresuntado e lanche. A capacidade instalada de produção será de 130 toneladas por dia para uma produção efetiva mensal total de 2.709 toneladas, sendo 1.134 toneladas/mês de apresuntados, 861 toneladas/mês de presunto e 714 toneladas/mês de lanches. MS amplia em 4% o abate de suínos no primeiro trimestre de 2015 A inauguração da nova presuntaria e o consequente aumento da industrialização exigirá ampliação do abate diário de suínos que passará dos atuais 2.500 cabeças/dia para 3.000 animais/dia, a partir de novembro. Para absorver e processar toda essa matéria-prima há, também, geração de novos postos de trabalho e aumento de produção nas linhas de linguiças cozidas e defumados, além da presuntaria. O aumento do número de funcionários representa mais 215 contratações, das quais 131 somente na presuntaria quando a produção atingir a capacidade máxima. Atualmente, a indústria mantém 1.629 empregos diretos. A unidade se destina a atender a demanda de produtos já consolidados no mercado, passando a produzir nesta localidade presuntos, apresuntados e lanches. A planta de São Gabriel do Oeste responde por um rol total de produtos que inclui hambúrguer, linguiças frescas, linguiças cozidas, defumados, cortes congelados de suínos, salgados, e agora a linha de presuntaria. Cerca de 15% dessa produção se destina ao mercado externo. A cooperativa opera em São Gabriel do Oeste desde 1996. A planta é uma das mais modernas do Mato Grosso do Sul. A produção mensal de industrializados é de 4.268 toneladas mensais. Efeitos econômicos Segundo a Aurora, o faturamento da unidade é de R$ 45,5 milhões por mês. O recolhimento de tributos oscila entre R$ 350 mil e R$ 400 mil reais mensais. Os investimentos realizados, a ampliação do abate e os novos produtos permitirão elevar o faturamento da unidade de São Gabriel do Oeste dos R$ 478 milhões obtidos em 2014 para R$ 560 milhões em 2015 e R$ 727 milhõesem 2016. Entre salários, encargos e benefícios pagos pela unidade, a Aurora desembolsará R$ 58 milhões de ao ano. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) gerado será de R$ 54 milhões em 2015 e R$ 68,4 milhões em 2016. tópicos: Mato Grosso do Sul, São Gabriel do Oeste

Parceria entre Appa e Rumo ALL vai recuperar trilhos e passagens de nível de Paranaguá 31/07/2015 10:59

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e a Rumo ALL iniciaram as obras de recuperação das linhas ferroviárias e passagens de nível na Avenida Portuária e na avenida Coronel José Lobo, em Paranaguá. A intervenção é fruto de um acordo de cooperação técnica entre a Appa e a empresa. A obra consiste na reconstrução das duas passagens de nível que estão com o concreto da pista quebrada. A primeira intervenção já está em curso, na rotatória da Avenida Portuária com a Avenida Ayrton Senna. Nos próximos 30 dias, a segunda intervenção será feita no cruzamento da Avenida Coronel José Lobo com a Rua Soares Gomes. Para as reformas, as vias serão limpas e concretadas novamente, reconstruindo os dois trechos. Na sequência, outros sete pontos em Paranaguá também serão reformados. Limpeza e segurança - O acordo vai além da recuperação das linhas no município. Estão previstas, também, a substituição das linhas, a sinalização das passagens de nível para veículos, o controle de vegetação invasora na linha e gerenciamento de resíduos sólidos que caem nos trilhos e dormentes, evitando o acúmulo de grãos nas vias da cidade. “Estas obras vão recuperar pontos importantes para Paranaguá. Como contrapartida, a empresa também se comprometeu a manter os trilhos sempre limpos”, afirma o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino. Segundo ele, a nova gestão da Rumo alterou totalmente as condutas de operação e manutenção dos ramais de Paranaguá. “Em poucos meses de mudança do comando da companhia, podemos perceber os cuidados com manutenção, segurança e principalmente atendimento, que não existiam pela antiga ALL”, afirma Dividino O plano de recuperação das vias vai tornar o tráfego de trens, veículos e pessoas mais seguro. As obras também darão mais capacidade ao transporte ferroviário de cargas que são movimentadas pelo Porto de Paranaguá, aliviando o tráfego rodoviário da cidade. Para o caminhoneiro Adilson Franco, a reconstrução das passagens de nível é fundamental. “Vai ser importante para preservar os caminhões. Nós passamos muitas vezes por estes cruzamentos e a reforma dá mais vida útil para a estrutura do veículo e pneus”, explica. As obras já estão em andamento e a expectativa é que sejam concluídas em seis meses. No plano total, serão revitalizados cerca de cinco quilômetros de linhas. Fonte: Assessoria

Brasil continuará como grande fornecedor de alimentos, diz Delfim Netto

31/07/15 - 11:43 A abundância de água e outros recursos naturais e a alta produtividade vão garantir ao País o espaço conquistado como grande exportador mundial de alimentos, declarou o ex-ministro Delfim Netto, na abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (Siavs), em São Paulo, evento ocorreu entre os dias 28 e 30 de julho. A solenidade de abertura também contou com as presenças dos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, e da Secretaria de Portos, Edinho Araújo; dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, do Paraná, Beto Richa, de Goiás, Marconi Perillo, de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, além de deputados, senadores, lideranças do agronegócio e outras autoridades. De acordo com Delfim Netto, a China possui terra o suficiente para produzir a demanda interna de soja, mas não dispõe de água. “O Brasil é um grande exportador de água. Para se ter uma ideia, cada quilo de carne bovina produzida consome 15 mil litros de água”, comentou. Na ocasião, ele defendeu o ajuste fiscal como forma de o Brasil retomar o crescimento. “Temos de cortar gastos, não podemos comprometer 8% a 9% do PIB (Produto Interno Bruto) com despesas discricionárias”, sugeriu Delfim Netto, apontando a necessidade de o Congresso Nacional retomar o papel de protagonista na aprovação de medidas econômicas. Ainda conforme opinião do ex-ministro, o investimento em tecnologia é a chave para o contínuo crescimento nacional e deve ser direcionado a novas modificações de produtos, mais resistentes, em razão das mudanças climáticas. “O papel do País como celeiro do mundo dependerá de se manter os recursos em pesquisa”, disse ele, destacando o papel da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), “que transformou nosso maior passivo em ativo, o Cerrado”. PESQUISA E SANIDADE Em seu discurso, a ministra Kátia Abreu também ressaltou o papel da entidade de pesquisa. “Temos de aplaudir e reconhecer o trabalho realizado pela Embrapa, que foi criada na época do então ministro Delfim Netto”, elogiou. Ela ainda destacou a importância da sanidade na cadeia de aves e suínos. Também apontou e garantiu que este é o foco principal do Mapa e da defesa agropecuária. “Atualmente, o Ministério trabalha com outros problemas e demandas, mas de longe a defesa agropecuária é a prioridade”, reforçou Kátia Abreu. Já o presidente executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, ressaltou os números positivos dos dois segmentos de proteínas (aves e suínos), em um momento em que outros setores enfrentam dificuldades. “Se as previsões da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) se confirmarem, ou seja, que precisaremos produzir 70% a mais de alimentos até o ano de 2050, e que 40% virão do Brasil, temos muito para crescer”, disse. Turra ainda ressaltou: “Nem sempre aproveitamos a oportunidade que o mercado nos oferece, pois temos limites logísticos, burocráticos e até de uma legislação inflexível, dura e custosa, que desafia os nossos empreendedores e nem sempre é adequada à realidade brasileira. Mas continuaremos gerando emprego e renda para o País e preservando o meio ambiente”. O presidente da ABPA atribuiu as conquistas do setor à sanidade: “Somos o único país, entre os grandes produtores, a nunca registrar um só foco de doença aviária e também estamos livres de PED (diarreia suína epidêmica) e peste suína africana”. De acordo com ele, “por esta razão, a sanidade garante a abertura de portas de qualquer mercado e não podemos falhar uma vez sequer, pois é da sanidade do nosso país que depende os milhões de empregos gerados pelo setor”. SNA - Sociedade Nacional de Agricultura

Garanhões comprovados e premiados fornecem o DNA aos animais à venda no XV Leilão Interagro

Evento com a condução do leiloeiro Dudu Vaz e organização da Perphil Leilões, terá transmissão via satélite pela Zona Rural TV
Nada menos que dez renomados garanhões de diferentes linhagens de lusitanos integram a galeria de pais dos potros e potras ofertados no XV Leilão de Potros Interagro, marcado para 29 de agosto, em Itapira (SP). Conheça a maior parte deles. Evento com a condução do leiloeiro Dudu Vaz e organização da Perphil Leilões, terá transmissão via satélite pela Zona Rural TV. A relação dos garanhões pais dos animais integrantes do XV Leilão de Potros Interagro contém apenas craques selecionados: Nordeste (SS), Zíngaro Interagro, Nicola (MAC), Arges Interagro, Viheste (AR), Baldor Interagro, Xelim Interagro, Ofensor (MV), Etéreo Interagro e Dario Interagro. Animal de pelagem negra da criação da Sociedade das Silveiras (SS) em Portugal Nordeste (SS), antes de ser exportado para o Brasil, venceu diversos concursos de ensino, nível St. George, e deixou na Europa numerosa descendência de qualidade tanto na Sociedade das Silveiras quanto em diversos outros criadores portugueses. Nordeste, que é filho de Trinco (MMT) e Xaqueca (CI), tem filhos premiados, como Beth Interagro, Arlequim Interagro, e exportados – entre eles, Apache Interagro, para o Canadá, e Cambraia Interagro, Apocalipse Interagro e Blackstone Interagro, entre outros, para os Estados Unidos. Elegante e morfologicamente correto, Nicola (MAC), filho de Hábil (MV) e Heroína (MAC), imprime sua assinatura em filhos e filhas. É pai de dois dos garanhões oficiais da Interagro, Tufão Interagro (morto) e Zurbaran Interagro (exportado). Tem filhos premiados – Alvarado Interagro e Tornado Interagro, por exemplo - e extensa prole exportada para Estados Unidos, Canadá e Austrália. Outro garanhão de pelagem preta, Zíngaro Interagro tem magníficos andamentos e temperamento à toda prova, retransmitidos aos seus descendentes Interagro. Sua mãe é reservada Grande Campeã Fêmea e Campeã Potra 2 anos na Exposição da raça de 1997. Zíngaro tem sangue de Xique-Xique (CI), Yacht (SA), Firme (SA) e Toleirona (MV) e 14 filhos das gerações E e F. Arges Interagro, de pelagem castanha escura, tem pedigree de altíssima qualidade, vindo de Obtuso Interagro – Yacht (SA) em Cigana III (MLC). São seus irmãos maternos Quínio Interagro, Richebourg Interagro e Tufão Interagro, entre outros exportados para os Estados Unidos, como Montrachet Interagro e Zurban Interagro. Atualmente compete na atrelagem. Competindo na categoria I/Prix St. Georges, campeão em diferentes categorias, Baldor Interagro terá uma cobertura em leilão. É filho de Ofensor (MV), que cede dna a lotes do leilão, e Quinata Interagro, que vão a Danúbio (III) e Xique-Xique (CI). Considerado o melhor e mais famoso reprodutor da raça da atualidade, Ofensor (MV) é Grande Campeão de 1999 da Feira de Golegã, Portugal, em Morfologia, e Campeão de Progênie de Pai no Festival Internacional de Lisboa de 2003. Serviu nas mais ilustres Coudelarias da raça, até ser importado pela Interagro em 2001. Tem 150 filhos, da letra X a F, com o ferro Interagro, mais de uma dúzia deles exportados. Os animais em leilão* *Juventus Interagro se machucou e foi retirado do leilão, passando o número 12 à cobertura de Baldor Interagro
Data de Publicação: 31/07/2015 às 13:30hs Fonte: Assessoria de Comunicação Interagro

Investir na recuperação de solos é conservar reservas de água potável

Para mobilizar a sociedade e chamar a atenção para as questões que envolvem a degradação do solo em todo o mundo, 2015 foi eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) o Ano Internacional dos Solos
Parte fundamental do meio ambiente, a conservação do solo tem grande impacto também na manutenção e reserva da água potável do planeta. Mas é preciso também atuar na recuperação dos solos degradados. Segundo estimativas da ONU, 30% das terras em todo o mundo têm alto ou médio grau de degradação, ou seja, essas áreas tiveram sua capacidade produtiva reduzida por ações naturais ou humanas, como erosão, impermeabilização, salinização ou poluição. Além disso, a demanda mundial por alimentos e água crescerá cerca de 40% em 30 anos. Desta forma, se o mundo não investir na recuperação e conservação dos solos, terá que dar conta de uma demanda maior com menos áreas produtivas. Isso sem contar o impacto que terá na oferta de recursos hídricos, uma vez que a erosão e o assoreamento de rios trazem consequências tanto para a população, que sofre com enchentes e falta d’água, quanto para a biodiversidade. O aporte de sedimentos e nutrientes aos corpos d'água, fruto da erosão, além de obstruir o curso d'água, pode torná-la excessivamente rica em nutrientes, provocando o crescimento desequilibrado de espécies, com efeitos muito negativos para o ecossistema e para a qualidade da água. Para a agricultura, a perda de solo também é economicamente prejudicial, pois os nutrientes perdidos precisam ser repostos para que, ao longo do tempo, não ocorra perda de produtividade das lavouras. Portanto, será preciso investir em tecnologias de produção, mais sustentáveis e diversificadas, que pensem a cadeia produtiva como um todo e em sua interferência no efeito estufa, no clima e na conservação de espécies. Resumidamente, entendendo por desenvolvimento sustentável na agruicultura, o conceito proposto pela ONU, denominado Sustainable Agriculture and Rural Development (SARD), na conferência realizada em conjunto com o governo holandês em 1991, em Hertogenbosch: “o manejo e conservação dos recursos naturais e a orientação de mudanças tecnológicas e institucionais, de tal maneira a assegurar a satisfação de necessidades humanas de forma continuada para as gerações presentes e futuras. Tal desenvolvimento sustentável conserva o solo, a água e recursos genéticos animais e vegetais; não degrada o meio ambiente; é tecnicamente apropriado, economicamente viável e socialmente aceitável”. No Brasil, a discussão sobre recuperação dos solos está diretamente ligada à estratégia de enfrentamento das mudanças climáticas. Em 2012, o Governo Federal lançou o Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura – Plano ABC – com objetivo de planejar e investir em ações para a adoção de tecnologias de produção sustentáveis e para responder ao compromisso de redução de emissão de gases do efeito estufa no setor agropecuário. Composto por sete programas, o Plano tem metas ambiciosas como reduzir em 80% a taxa de desmatamento na Amazônia e em 40% no Cerrado; ampliar a eficiência energética e diversificar suas fontes; promover a integração lavoura-pecuária; ampliar o uso do Sistema Plantio Direto (SPD) e da Fixação Biológica de Nitrogênio; e adotar intensivamente na agricultura a recuperação de pastagens degradadas, entre outras medidas. Na atual conjuntura, em que a conservação e recuperação da água e do solo passam a receber investimentos, torna-se um bom campo de atuação para produtores rurais e profissionais especializados. E neste caminho, além do Governo, a Academia e entidades de pesquisa poderão trazer grandes contribuições. Apostando nisso, o Prêmio Fundação Bunge, criado para incentivar as ciências, letras e artes, elegeu como um dos temas deste ano a “Recuperação de solos degradados para a agricultura” e dois profissionais serão homenageados pela relevância de seus trabalhos. Silvio Crestana é pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Data de Publicação: 31/07/2015 às 13:00hs Fonte: CDN Comunicação Corporativa

Primeiro Programa Estadual de Aquisição de Alimentos será assinado hoje em MT 31/07/2015 10:47

Alimentos da Agricultura Familiar devem compor no mínimo 20% de todos os produtos consumidos pelas empresas que fornecem refeições para o Sistema Socioeducativo e Prisional do Estado. Com este objetivo foi criado o primeiro Programa Estadual de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar - PEAF/ Sistema Socioeducativo e Prisional. O novo programa passará a valer após a assinatura do Termo de Cooperação Técnica 002/2015 entre as secretarias de Estado de Agricultura e Assuntos Fundiários (Seaf-MT) e Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) e a Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer). O ato oficial será hoje, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Nestes moldes, já estão em vigor no Estado o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como fonte de recursos o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, e o Programa de Aquisição de Alimentos, gerido Ministério do Desenvolvimento Social. Só no ano passado, o fornecimento de refeições a 65 Unidades Prisionais em todo o estado movimentou cerca de R$ 50 milhões. No entanto, os alimentos geralmente eram comprados de grandes atacadistas. Com o novo programa, parte desse recurso se tornará uma renda formal e garantida para os pequenos agricultores familiares de Mato Grosso. “Com mais opções para vender o seu produto, o pequeno agricultor não precisará mais colocar a sua mercadoria na mão de atravessadores. O mercado institucional é uma ótima oportunidade para comercializar. Com mais dinheiro no bolso a qualidade de vida e a permanência do homem no campo está garantida”, afirmou o secretário de Estado de Agricultura, Suelme Fernandes. Oficinas - Serão realizadas oficinas em 13 cidades polos: Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra, Cáceres, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Água Boa, Barra do Garças e Juína. O objetivo é esclarecer aos agricultores familiares, empresas fornecedoras de refeições e técnicos de todas as instituições envolvidas as exigências do programa. Fonte: Assessoria

Brasil completa exatas quatro décadas na exportação de carne de frango

31/07/15 - 11:33 A data vai passando despercebida e é importantíssimo lembrá-la: nesta sexta-feira, 31 de julho, a avicultura brasileira completa um ciclo, ininterrupto, de 480 meses de exportação de carne de frango. Não é difícil concluir que isso representa 40 anos de presença do produto brasileiro no mercado internacional. São, enfim, quatro décadas de dinâmica atuação em um dos mais disputados setores do comércio mundial, a última delas como líder absoluto na exportação do produto. Foi no dia 1º de agosto de 1975 que o navio finlandês Aconcágua zarpou do porto de Itajaí, Santa Catarina, levando para o Oriente Médio as primeiras 650 toneladas de carne de frango do Brasil. Frente às cerca de 15-20 mil toneladas diárias exportadas atualmente, o volume então embarcado pode ser considerado ínfimo. Mesmo assim foram precisos cinco dias – mais exatamente, de 28 de julho a 1º de agosto – para armazenar adequadamente a carga (à época inédita) nos porões do Aconcágua. Porque, então, a mercadoria era paletizada, os contêineres representavam novidade que ainda não havia chegado por aqui. Essa, porém, não foi a única dificuldade enfrentada. Pois ainda que o volume embarcado fosse pequeno (pelo menos para os padrões atuais), não havia empresa que pudesse atendê-lo isoladamente. Daí ter-se formado um “pool” integrado por três empresas catarinenses: Sadia, Perdigão e Seara. A maior parte (467 toneladas, pouco mais de 70% do total) coube à Sadia. A Perdigão participou com 100 toneladas e a Seara complementou as 83 toneladas faltantes. Tudo composto por “grillers” com peso entre 900 e 1.250 gramas. Que seguiram diretamente para a Arábia Saudita (67 toneladas) e o Kuwait (restante da carga). Efetuado o primeiro embarque, estava aberto um novo e amplo caminho. Que, passadas quatro décadas, ainda não parou de crescer. Naquele ano, em cinco meses (agosto a dezembro), foram embarcadas 3.469 toneladas de carne de frango (produto in natura, exclusivamente; e apenas “grillers”) que renderam para o País perto de US$3,3 milhões. Quarenta anos depois as vendas externas do produto (hoje compostas por uma ampla gama de itens in natura, além de industrializados e embutidos) estão colocadas entre os principais produtos exportados pelo País. E, na pauta exportadora, a carne de frango – quem diria? – compartilha agora o mesmo espaço ocupado pelo petróleo e pelo minério de ferro. Porém, verdade seja dita, nesse campo, como produto de origem agropecuária, a carne de frango não está sozinha. Pois à frente dos dois principais minerais hoje exportados pelo País está a soja. Cuja caminhada, aliás, não chega a ser muito diferente daquela experimentada pelo frango.
Avisite

Agricultores de maior assentamento de MS sofrem para escoar produção

31/07/2015 10h37 - Atualizado em 31/07/2015 10h56 Agricultores de maior assentamento de MS sofrem para escoar produção Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, é o maior do estado. No local moram cerca de 15 mil pessoas. Do G1 MS com informações da TV Morena
Agricultores familiares do maior assentamento de Mato Grosso do Sul, o Itamarati, em Ponta Porã, a 335 quilômetros de Campo Grande, estão enfrentando dificuldades para escoar sua produção em razão crítica das estradas do local. Sem pavimentação, as vias estão em péssimas condições de trânsito. No assentamento vivem cerca de 15 mil pessoas. Uma população maior que a de muitas cidades em Mato Grosso do Sul. A situação das estradas está prejudicando agricultores como Dejair José Soares. Ele planta milho, vive somente disso, mas nem sempre o caminhão que transporta a produção do assentamento até a cidade consegue chegar ao lote dele. “Só não está pior porque os moradores se uniram, cada um ajudou com o que podia e melhorou um pouco, se não estava pior”, comenta.
Outro produtor que tem muitos prejuízos com a falta de uma boa infraestrutura para escoar sua produção é Gilberto Ponce. Ele produz leite e lembra que um dia o caminhão que transportava o produto para a venda quebrou no meio do caminho. “Tive que trazer tudo de volta e jogar fora. Não dava para aproveitar para fazer queijo ou doce. Tive que aceitar o prejuízo e ficar quieto”, lamenta. Com tantos prejuízos, alguns assentados como Murilo Mariano da Silva, já trabalham contando com o prejuízo que vão sofrer em algum momento com o péssimo estado das estradas, seja porque o produto vai estragar ou porque não vão conseguir escoar a produção. “Nunca as estradas daqui [assentamento] foram boas. A dificuldade sempre foi grande. Tem estradas em razoáveis condições na entrada, mas nas áreas mais afetadas a situação é muito complicada”, diz o agricultor. Segundo o secretário de Obras de Ponta Porã, João Sandri, o município deve desenvolver em breve uma ação para recuperar as vias do assentamento. “Em virtude de todas as estradas estarem deterioradas não tem como estabelecer um prazo, mas o mais rápido possível estaremos atendendo o local”, assegurou. tópicos: Mato Grosso do Sul