sexta-feira, 19 de julho de 2019

Ovos: Com mercado calmo, preços seguem estáveis



Publicado em 19/07/2019 11:24


Os preços dos ovos comerciais seguem sem variações expressivas desde o final de junho. Assim, o movimento típico de elevação das cotações no início do mês com declínio a partir da segunda quinzena ainda não foi verificado em julho. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação dos preços decorre de fatores relacionados à oferta e à demanda: as temperaturas mais baixas reduziram a produção, e a procura pela proteína está menor, devido às férias escolares. Assim, no acumulado do mês (de 28 de junho a 18 de julho), os preços do ovo branco tipo extra aumentaram apenas 1,40 Real/caixa de 30 dúzias em Bastos (SP). Nessa quinta-feira, 18, o produto foi negociado na média de R$ 76,71/cx na região paulista. Para o ovo vermelho, a alta foi de 1,77 Real/cx no período, com negócios a R$ 87,51/cx nessa quinta-feira, 18. Já o preço da caixa entregue na Grande São Paulo aumentou 0,23 Real/cx para o branco e 2,41 Reais/cx para o vermelho. Nessa quinta-feira, 18, esses produtos tiveram preço médio de R$ 81,77/cx e de R$ 93,80/cx, respectivamente.
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Fonte: Cepea

Melancia: Preços seguem em queda em GO e no TO



Publicado em 19/07/2019 11:48



As cotações da melancia seguiram em baixa nesta semana (15 a 19/07) tanto em Goiás quanto no Tocantins. Segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, o clima frio em São Paulo, principal centro consumidor de ambas as praças, tem enfraquecido significativamente a demanda pela fruta. Segundo o Inmet, a temperatura média dos últimos dias ficou próxima dos 15°C em São Paulo.
Agentes apontam, inclusive, que os preços já estão se aproximando dos custos de produção, o que pode comprometer a rentabilidade dos produtores neste mês. Em Uruana (GO), o preço médio da graúda (>12 kg) foi de R$ 0,43/kg, valor 16,3% inferior ao da semana passada, enquanto em Lagoa da Confusão (TO) ficou em R$ 0,40/kg, queda de 20%.
Para as próximas semanas, espera-se um aumento do volume ofertado, já que a colheita em Uruana deve se intensificar em agosto, enquanto no Tocantins as atividades de colheita se mantém. Quanto à temperatura, a previsão é de leve aumento em São Paulo, segundo a Climatempo, o que pode aquecer a demanda.
Confira mais informações no site www.hfbrasil.org.br
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Fonte: Cepea/Hortifruti

Cotações do leite sob pressão com oferta maior que a demanda. Só no primeiro trimestre houve incremento de 3% na produção



Publicado em 19/07/2019 11:53 e atualizado em 19/07/2019 15:09


Pontos negativos da abertura de mercado para Mercosul e UE podem ser resolvidos com maior produtividade , mais eficiência e melhor qualidade do leite produzido internamente
Rafael Ribeiro de Lima - Zootecnista - Scot Consultoria

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Acordo entre UE e Mercosul pode afetar o leite? - Entrevista com Rafael Ribeiro de Lima - Zootecnista - Scot Consultoria
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O mercado do leite está vivendo um momento de desequilíbrio entre o aumento da oferta e a redução da demanda. Apenas no primeiro trimestre deste ano, a produção de leite registrou um incremento de 3% se comparado com os mesmos valores do ano passado.
De acordo com o Zootecnista da Scot Consultoria, Rafael Ribeiro de Lima, o mercado do leite está vivendo um período de entressafra em que os preços estão altos, mas que a tendência é de queda nas cotações. “Se pegarmos a média dos últimos anos chegou até 25% de reajuste no ano passado em função da greve. Neste ano, temos uma produção aumentando e temos um momento ainda incerto do lado da demanda”, afirma.
No pagamento de junho houve uma estabilidade nos preços pagos aos produtores rurais e temos uma tendência que aponta para a queda nos pagamentos de julho. “o clima favorável neste ano contribuiu para o aumento na produção de leite, sendo que em algumas cidades registraram chuvas até o final de junho e começo de julho”, comenta.
Atualmente, as referências para o leite nacional padrão estão ao redor de R$ 01,60 por litro. “Nesses patamares deixam uma margem para o produtor e o leite próximo de R$ 01,30 por litro deixa uma situação bastante apertada para o agricultor”, ressalta.
Com relação às exportações, o Brasil registrou uma média de seis mil toneladas por ano. Além disso, o período de férias escolares acaba impactando o mercado de laticínios. “Nós termos um cenário de oferta elevada com a economia de uma maneira geral interferindo na demanda e as férias escolares”, salienta.
União Europeia
A preocupação dos produtores rurais com essa acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia  é com o aumento das exportações dos produtos como o leite em pó e queijos do bloco europeu. “A União Europeia tem um excedente de estoque de leite em pó e acaba escoando essa produção para diversos países. Tirando essa tarifação abriria a possibilidade para o aumento das importações da União Europeia para o Mercosul”, conta.
Por: Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

Frango: Carne tem maior competitividade, mas ritmo de negócios está lento



Publicado em 19/07/2019 11:56


Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho (até o dia 18), as cotações da de frango recuaram, o que elevou sua competitividade frente às concorrentes. Ainda assim, conforme colaboradores do Cepea, a liquidez da carne de frango está baixa no mercado doméstico, uma vez que as férias escolares e as temperaturas mais amenas diminuem a procura pelo produto – neste período do ano, consumidores dão preferência a carnes de sabor mais forte, como a suína.
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Fonte: Cepea

Condição de neutralidade do clima (sem El Niño e La Niña) pode provocar chuvas irregulares no Sul e afetar safra de verão



Publicado em 19/07/2019 12:56 e atualizado em 19/07/2019 16:19


Massa de ar polar prevista para chegar no final de julho deve perder força com bloqueio atmosférico no Sul do país
Francisco de Assis Diniz - Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet

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Previsão do Tempo - Entrevista com Francisco de Assis Diniz - Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet
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Frete de navios tem máxima de vários anos; demanda por minério do Brasil sustenta



Publicado em 19/07/2019 12:57


(Reuters) - O principal índice de frete marítimo da bolsa do Báltico subiu para o maior nível desde dezembro de 2013 nesta sexta-feira, impulsionado pela firme demanda por navios capesize e panamax.
O índice Báltico, que inclui as taxas dos navios que transportam commodities sólidas, subiu quase 2%, ou 40 pontos, para 2.170, um pico desde 24 de dezembro de 2013.
O indicador subiu pela nona sessão consecutiva, impulsionado principalmente pela forte demanda por navios que enviam minério de ferro do Brasil para a China.
"A Vale retomou as operações na mina de minério de ferro de Brucutu de 33 milhões de toneladas, levando a um aumento forte na atividade de fixações e a uma alta ainda maior nas taxas spot de capesize", disse Randy Giveans, vice-presidente de pesquisa de patrimônio da Jefferies.
A Vale anunciou a retomada de Brucutu, sua principal produtora em Minas Gerais, em meados de junho.
Maior produtora global de minério de ferro, a Vale estava operando apenas com um terço da capacidade em Brucutu, devido a uma liminar que impedia a utilização da barragem Laranjeiras, de rejeitos de minério de ferro, após o desastre de Brumadinho (MG).
O índice de capesize ganhou 123 pontos, ou cerca de 3%, para 4.379 pontos, um pico desde outubro de 2010.
A média de ganhos diários para capesizes, que normalmente transportam 170-180 mil toneladas de cargas, como minério de ferro e carvão, subiu 546 dólares, para 32.765 dólares.
(Reportagem de Eileen Soreng em Bangalore; texto de Roberto Samora)
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Fonte: Reuters

Levantamento da Embrapa Quer conhecer Demandas Sobre pastagens



Publicado em 19/07/2019 11:57


O Portfólio de pastagens da Embrapa - Estrutura that Reúne todos OS Projetos de Pesquisa nessa área - iniciou hum Levantamento de Demandas do Setor Produtivo para avaliar OS principais Desafios para a Produção de pastagens no Brasil. O Levantamento ESTÁ em andamento e QUALQUÉR Usuário Que tenha Relação com o tema PODE responder Ao Questionário on-line Até dia 26 de julho.
Da Acordo com um presidente fazer Comitê Gestor do Portfólio, Patrícia Menezes Santos, Pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), e interessante Que o Levantamento SEJA Aplicado em Todo o país para captar Diferentes Realidades Que envolvam Produtores Rurais, técnicos de Assistência pública e / ou Privada OU Outros Profissionais Ligados à Atividade pecuária.
Um vale para sondagem de Atividades de corte, de leite, Criação de búfalos, ovinocultura, caprinocultura, enfim, QUALQUÉR Sistema Produtivo Que tenha Relação com o cultivo de forrageira. Clique Aqui para responder a pequisa.
“Quanto Mais PESSOAS responderem, Melhor. Por Meio Dessa Prospecção de Problemas, poderemos direcionar Melhor uma Programação de Pesquisa em pastagens da Embrapa e Promover Maior Impacto com OS Resultados obtidos”, afirmou um Pesquisadora.
Como principais forrageiras utilizadas Hoje no Brasil were geradas Pela Embrapa. “TEMOS Ações de Melhoramento com varias Espécies, Para todas como Regiões e biomas fazer país e also Estamos Levantando INFORMAÇÕES Relacionadas um clima, solo, Pragas e Doenças Relevantes”, Disse Patrícia.
Com como Respostas de Quem Está na ponta, nenhuma Mercado, Embrapa VAI identificar Problemas Relacionados a Diferentes Sistemas de Produção, e brasileiros Biomas vinculando-os com regions. “Como INFORMAÇÕES that conseguirmos Levantar Sobre Pragas, Doenças, solos e clima PODEM nºs Ajudar a direcionar como Pesquisas para tão reais Necessidades da sociedade”, afirmou.
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Fonte: Embrapa Pecuária Sudeste

Pará recebe levantamento de custos de produção de pecuária de corte



Publicado em 19/07/2019 13:02


Produtores rurais da região de Paragominas, no Pará, participaram na quinta (18) do levantamento de custos de produção da bovinocultura de corte, realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea) dentro do Projeto Campo Futuro. 
De acordo com o analista Giovanni Penazzi, do Cepea, a propriedade modal da região trabalha com sistema de cria.
“A produção de bezerro tem crescido muito devido à alta demanda por animais de genética superior. Os produtores realizam um ciclo de inseminação artificial em tempo fixo com sêmen angus, sendo o repasse com touros nelore”.
Giovanni explicou que em longo prazo, isso pode indicar que as melhores matrizes do rebanho, as que voltam a ciclar mais rápido após a estação de monta, não estão tendo sua genética perpetuada no rebanho.
Durante o levantamento, foi constatado que os pecuaristas da região possuem bons índices reprodutivos, porém subutilizam a área. “Eles mantêm os animais na pastagem o ano todo, mas a taxa de lotação é relativamente baixa, em torno de 0,8 unidade animal por hectare. Isso acaba fazendo com que a propriedade tenha baixa produção de arrobas por hectare”.
O analista do Cepea destacou que o desempenho individual dos animais na propriedade é satisfatório, portanto o gargalo a ser explorado pelo produtor é conseguir maximizar a capacidade de produção em escala.
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Fonte: CNA

Citrus: Cresce a participação da murcote no mercado paulista



Publicado em 19/07/2019 13:04



O ritmo de vendas de cítricos esteve um pouco melhor em São Paulo nos últimos dias (15 a 19/07), principalmente para a variedade tangor murcote. Isso porque, mesmo que a colheita esteja se intensificando no estado, o encerramento da oferta de tangerina poncã tem favorecido o mercado da murcote. Assim, esta variedade foi negociada a R$ 34,78/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 1,7% em relação à semana anterior.
Para a laranja pera, cuja oferta segue se elevando no mercado paulista, a média desta semana foi de R$ 17,85/cx de 40,8 kg, na árvore, leve recuo de 1% frente à anterior. Vale lembrar que a maior absorção desta variedade pelas indústrias paulistas tem evitado quedas significativas nos preços.
Quanto à lima ácida tahiti, compradores relataram certa dificuldade em encontrar frutas com qualidade no mercado. Isso porque, segundo agentes, enquanto a oferta das maduras está se reduzindo sucessivamente neste mês, a maior parte das frutas provenientes de novas floradas ainda está verde e não atingiu o calibre demandado pelo setor in natura. Nesta semana, a variedade registrou média de R$ 28,09/cx de 27 kg, colhida, praticamente estável, queda de 3,1% em relação ao período anterior.
Confira mais informações no site www.hfbrasil.org.br
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Fonte: Cepea/Hortifruti