quinta-feira, 30 de abril de 2015

Nortão: grupo argelino se reúne com prefeito e confirma instalação de complexo agroindustrial 30/04/2015 16:35

O prefeito de Vera, Nilso Vígolo, recebeu em seu gabinete, ontem, o diretor internacional da multinacional Cevital, Adaam Iskovnen, o representante da empresa no Brasil, Paulo Hegg, e o proprietário de uma fazenda, Bolivar Zanchet. Os representantes da empresa argelina discutiram com o prefeito a oficialização da implantação da multinacional no município. Segundo Hegg, que intermediou a conversa entre o argelino Adaam Iskovnen e o prefeito, a situação está bem encaminhada. “Uma reunião bem produtiva, pois conversamos sobre os próximos passos que devemos seguir para fazermos a solicitação da licença ambiental e darmos início a instalação do Complexo Agroindustrial aqui em Vera”. A solicitação da licença ambiental será requerida logo após a oficialização da doação da área que o Poder Executivo repassará à empresa, como forma de incentivo, tendo em vista a importância do Complexo Agroindustrial para a região. A instalação do complexo deve gerar aproximadamente três mil empregos diretos e indiretos. O valor para construção do complexo será de aproximadamente R$ 1,5 bilhão. Os representantes da multinacional confirmaram o compromisso com o município em relação a instalação do complexo. “Saímos contentes, pois mais uma vez está confirmado o grande interesse da prefeitura e da sociedade em apoiar um projeto deste porte. Já estamos comprometidos com o município, o momento que tivermos a área e a licença, já iniciaremos a construção do complexo”, disse Hegg. O complexo agroindustrial será construído na entrada do município, entre a BR-163 e MT-225, local onde atualmente está a Fazenda Sodema. Para aquisição da área, a prefeitura aguarda toda a documentação necessária por parte da empresa para fazer o projeto e encaminhar à câmara. “A empresa se comprometeu de enviar até o final da próxima semana toda a documentação necessária para que possamos elaborar os projetos, primeiro de aquisição da área e depois de doação do terreno à empresa. Em seguida, encaminharemos os projetos à câmara”. A empresa já está investindo em Vera. O grupo argelino já adquiriu e está operando um armazém no município, que inclusive já receberá milho referente a safra deste ano. A expectativa é que até em 24 meses algumas das unidades industriais do complexo já estejam construídas. Na primeira etapa será construído a fábrica de ração, óleos vegetais e de esmagamento de soja. Fonte: Redação Só Notícias/Agronotícias

Exportações da safra 14/15 dos EUA batem 49 mi de t e superam projeção 30/04/2015 15:18

As vendas para exportação de soja da temporada 2014/15 dos Estados Unidos superaram a última perspectiva do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) - de 48,72 milhões de toneladas - e chegaram a 49.072,1 milhões de toneladas. E a temporada, porém, só se encerra em 31 de agosto. Os números são do boletim semanal de vendas para exportação reportado nesta quinta-feira (30). Na semana encerrada em 23 de abril, as vendas norte-americanas somaram 433,5 mil toneladas e aumentaram em relação à semana anterior, quando foram vendidas 102,2 mil toneladas. E, com esse volume, o total do ano comercial foi elevado para mais de 49 milhões de toneladas. No mesmo período da safra anterioro, as vendas somavam 44.593,3 milhões de toneladas. O principal destino da soja dos Estados Unidos ainda é a China, que adquiriu 199,3 mil toneladas na última semana, porém, outros países também participaram de forma bastante significativa nas compras como o Paquistão - com 65,9 mil toneladas -, o Japão - com 36 mil toneladas - e o Taiwan - com 28 mil. Destinos desconhecidos compraram 80,4 mil toneladas. Entre os derivados de soja, as vendas semanais dos EUA somaram 137,4 mil toneladas - 134,9 mil da safra 2014/15 e mais 2,5 mil toneladas da 2015/16 - contra 130,1 mil da semana anterior. No acumulado do ano, o total é de 10.140,2 milhões de toneladas, enquanto na temporada anterior, o total era de 9.054,6 milhões de toneladas. O USDA estima que sejam exportadas no total 11,61 milhões de toneladas. Sobre o óleo de soja, o departamento também informou um aumento das vendas na semana - de 4,4 para 31,8 mil toneladas. Do total, foram 7,3 mil toneladas da safra velha e mais 24,5 mil da safra nova. No total, já foram vendidas 662,8 mil toneladas de óleo, contra 583,9 mil toneladas do mesmo período da safra anterior. A perspectiva total é de 860 mil toneladas vendidas na safra 2014/15. Milho As vendas semanais de milho também subiram na última semana e somaram 945,8 mil toneladas, sendo 832,5 mil toneladas da safra velha e 113,3 mil da safra nova. Na semana anterior, o total foi de 874,1 mil toneladas do cereal foram vendidas. No acumulado do ano, já há 40.316,8 milhões de toneladas do milho já comprometidas, contra uma projeção do USDA das vendas totais de 45,72 milhões de toneladas. Na temporada anterior, nesse mesmo período, o volume já vendido era maior e somava 44.007,9 milhões de toneladas. Fonte: Notícias Agrícolas

30/04/2015 - 16:09

Vazio sanitário da soja em Mato Grosso é adiado para 1º de junho Da Redação - Viviane Petroli
O período do vazio sanitário da soja em Mato Grosso foi adiado para começar em 1º de junho. O atraso do plantio da oleaginosa em decorrência a falta de chuvas e consequentemente da colheita é o principal adiamento do regime de proibição da existência de plantas da soja nas lavouras. Em 2015 o período do vazio sanitário, conforme a Instrução Normativa (IN) Conjunta nº 01/2015, deveria vigorar de 1º de maio a 15 de setembro. Um total de 138 dias de proibição da existência de plantas de soja em lavouras e áreas urbanas. A IN é assinada Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf) e do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT). De acordo com o Indea-MT, a prorrogação para iniciar em 1º de junho foi um pedido da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) encaminhado no dia 23 de abril. A semeadura da soja, salientava a Aprosoja-MT em requerimento, atrasou em mais de 20 dias na janela ideal do plantio da primeira safra. O Indea-MT explica que a solicitação foi submetida à apreciação da Comissão de Defesa Sanitária Vegetal de Mato Grosso (CDSV/SFA-MT), que recomentou no dia 29 de abril o adiamento para 1º de junho o início do vazio sanitário. Conforme o Indea-MT, a mudança é excepcional para a safra 2014/2015 e consta na Portaria Indea-MT n° 033/2015, a ser publicada nesta sexta-feira (1), no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso.

30/04/2015 - 09:41

Tabela referencial do frete deve ser publicada em 45 dias; setor buscará PEC Da Redação - Viviane Petroli
O governo federal deverá em 45 dias aplicar a Tabela Referencial do Frete. Caminhoneiros e empresários do setor de transporte de cargas irão pleitear a transformação desta tabela em Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Hoje, a tonelada de soja de Lucas do Rio Verde para Rondonópolis sai a cerca de R$ 80 o frete. Segundo o setor, o custo para transportar (combustível, motorista, peças, entre outros) é de R$ 97 a tonelada entre os dois municípios. Apesar de não ser a Tabela de Frete Mínimo desejada pelos caminhoneiros, a Tabela Referencial do Frete é considerada um passo importante para a categoria. “A partir dela vamos tentar buscar uma PEC para tentar tornar essa tabela obrigatória. Queremos que a tabela seja em cima do custo do transporte”, declara Gilson Baitaca, um dos representantes da categoria nas negociações em Brasília (DF) com o governo federal. Senado aprova MP 611 que prevê refinanciamento de caminhões Governo não regulamenta tabela do frete e caminhoneiros param De acordo com Baitaca, hoje o transportador desembolsa R$ 97 para transportar uma tonelada de soja de Lucas do Rio Verde para Rondonópolis, enquanto recebe apenas R$ 80 por tonelada. As paralisações dos caminhoneiros por hora estão suspensas, porém as negociações com o governo federal irão seguir. Segundo Baitaca, ainda não se sabe se a Tabela Referencial do Frete, a ser publicada em 45 dias, será a mesma elaborada pelo grupo de trabalho criado pelo governo federal para discutir o assunto. No último dia 23 de abril os caminhoneiros em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul voltaram a trancar as rodovias federais após o governo federal anunciar no dia 22 de abril que não iria regulamentar a Tabela de Frete Mínimo desejada. Em Mato Grosso os bloqueios foram suspensos na segunda-feira (27) após negociação da Polícia Rodoviária Federal e Tropa de Choque com os caminhoneiros. No Estado chegaram a ter bloqueios as cidades de Arenápolis, Alto Garças, Comodoro, Diamantino, Guarantã do Norte, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Sorriso, Tangará da Serra e Rondonópolis. MP 661/2014 Nesta quarta-feira (29) o Senado aprovou a Medida Provisória (MP) 661/2014 que prevê o refinanciamento parcial das dívidas feitas por caminhoneiros e empresas para a compra de caminhões em até 12 meses. A medida foi aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 2/2015 e segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

30/04/2015 - 14:54

Mais de 46% dos mato-grossenses estão ligados a cooperativas, aponta OCB De Sinop - Alexandre Alves / Com Assessoria
Mais de 1.4 milhão de moradores do Estado de Mato Grosso estão envolvidos em alguma forma de cooperativismo, segundo dados de 2014 divulgados nesta quarta-feira (29), pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Mato Grosso (OCB-MT). O montante corresponde a 46,48% dos 3.2 milhões de pessoas que vivem em Mato Grosso. “Somos o terceiro Estado, proporcionalmente, com o maior número de pessoas envolvidas diretamente com o cooperativismo e isso demonstra a força desse sistema no desenvolvimento de Mato Grosso”, disse o presidente do OCB-MT, Onofre Cezário de Souza Filho. Ele ainda ressalta que “as cooperativas registradas no Sistema OCB/MT estão fisicamente em 118 municípios, cobrindo 84% de Mato Grosso”. Atualmente, Mato Grosso conta com 171 cooperativas registradas no Sistema OCB/MT, sendo que 12 tem matriz em outros estados. São 366 mil associados e 8,4 mil empregos. Em 2013 geraram R$ 300 milhões em sobras liquidas, um recurso que foi direto para o bolso dos associados, além de contabilizarem R$ 1,8 bilhão de patrimônio líquido, R$ 7,3 bilhões de receitas e um ativo total de R$ 10 bilhões. A População Economicamente Ativa de Mato Grosso – PEA – envolvida com o cooperativismo teve um crescimento ainda mais expressivo, que registra 1.124% nos últimos 14 anos. No ano 2000 o PEA MT era de 1,1 milhão de pessoas, sendo que apenas 2,95% no cooperativismo. Em 2014 o PEA do estado saltou para 1,7 milhão, com a participação de 21,74% do cooperativismo. A análise do superintendente do Sistema OCB/MT, Adair Mazzotti é a de que “a dinâmica dos negócios no Estado de Mato Grosso se desenvolve com números superlativos, que o coloca em primeiro lugar no Brasil na produção de soja, milho, algodão, possui o maior rebanho bovino, com 27 milhões de cabeças, tornando esse cenário ainda mais relevante quando sabemos que 64% do território mato-grossense estão preservados. Além disso, trabalham com alta tecnologia e têm ‘fome’ por conhecimento, e no cooperativismo não é diferente”. Mazzotti ressalta que “o foco do Sistema OCB/MT desde o ano 2000 é busca no Brasil e no exterior, de referências e experiências que possam contribuir para o desenvolvimento e crescimento das nossas cooperativas”, comentou, por meio da assessoria de comunicação.

Celso Cestari pede exoneração da superintendência do Incra em MS

30/04/2015 12h22 - Atualizado em 30/04/2015 12h22 Celso Cestari pede exoneração da superintendência do Incra em MS Em terceira passagem pela autarquia, ele diz prazo de validade 'venceu'. Atuação ficou marcada pela trabalho para retomar a reforma agrária em MS. Anderson Viegas Do Agrodebate O procurador federal aposentado Celso Cestari pediu nesta quarta-feira (29) exoneração do cargo de superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária em Mato Grosso do Sul (Incra). O pedido já foi encaminhado a direção nacional da autarquia. Enquanto isso, exerce interinamente o cargo o ouvidor do Incra no estado, Sidnei Ferreira de Almeida. Essa foi a terceira passagem de Cestari pelo Incra. Ele já havia comandado a autarquia no estado entre 1985 e 1990, entre 1999 e 2002 e havia assumido o cargo nesta gestão em setembro de 2011. “Já estava aposentado quando retornei. Disse na época, que minha gestão tinha prazo de validade de dois anos. Passei três anos e oito meses e agora é hora de deixar o cargo”, comentou. O ex-superintendente negou que as dificuldades encontradas para viabilizar novos projetos de reforma agrária no estado tenham sido preponderantes para sua decisão. “Sabíamos que seria um ano difícil, que o Incra, assim como outros órgãos federais vão enfrentar dificuldades, por conta da situação do país, mas não foi isso que pesou, foi realmente fim do prazo de validade, necessidade de fechar o ciclo no serviço público”, disse. Justiça libera processos de reforma agrária em Mato Grosso do Sul PF investiga aquisição irregular de lotes para reforma agrária em MS Cestari diz que está última passagem pela superintendência do Incra em Mato Grosso do Sul ficou marcada pelo trabalho para retomar a reforma agrária no estado, que havia sido suspensa em janeiro de 2011 pela Justiça Federal, após a Operação Tellus, da Polícia Federal, que investigou irregularidades na distribuição de lotes no estado. O Incra só pode retomar os trabalho, em agosto de 2012, após levantar a situação ocupacional dos lotes da reforma agrária em Mato Grosso do Sul e iniciar a retomada das terras que haviam sido ocupadas irregularmente. “Foram praticamente dois anos dedicados a reverter essa decisão judicial”, recordou. Outro aspecto destacado pelo ex-superintendente foi o da elaboração do planejamento integrado para a reforma agrária no estado, que vai nortear as ações da autarquia no estado. Ele também citou o mais recente projeto de assentamento implementado em Mato Grosso do Sul, o Nazaré, em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande, onde foram assentadas 171 famílias. Após se desligar da autarquia, Cestari diz que pretende se dedicar a advocacia. tópicos: Mato Grosso do Sul, Sidrolândia

Renan diz que é 'uma coisa ridícula' Dilma 'não poder falar no dia 1º'

30/04/2015 12h47 - Atualizado em 30/04/2015 15h49 Renan diz que é 'uma coisa ridícula' Dilma 'não poder falar no dia 1º' Para presidente do Senado, 'panelas precisam se manifestar' na democracia. Peemedebista anunciou que irá propor pacto pela criação de empregos. Lucas Salomão Do G1, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta quinta-feira (30) que é "uma coisa ridícula" a presidente Dilma Rousseff não poder fazer pronunciamento em cadeia de rádio e TV nesta sexta (1º), no feriado do Dia do Trabalho, porque, segundo ele, "não tem o que dizer" aos trabalhadores. O peemedebista anunciou que irá propor ao governo federal um "pacto" para a criação e manutenção do emprego. Nesta quarta (29), o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, afirmou que, em vez de fazer o tradicional pronunciamento do dia 1º de maio, a presidente divulgará vídeos nas redes sociais como forma de se manifestar sobre o Dia do Trabalho. "O governo não tem agenda, não tem iniciativa, há um vazio evidente que fragiliza o governo. [...] Essa coisa da presidente da República não poder falar no dia 1º porque não tem o que dizer é uma coisa ridícula. Isso enfraquece o governo", afirmou Renan. Essa coisa da presidente da República não poder falar no dia 1º porque não tem o que dizer é uma coisa ridícula. Isso enfraquece o governo" Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado Esta será a primeira vez, desde que assumiu o comando do país, em 2011, que Dilma não fará um pronunciamento em cadeia de rádio e TV no feriado do trabalhador. Renan disse que, apesar do risco de a presidente voltar a ser alvo de um novo panelaço, ela deveria se pronunciar. Na visão dele, "panelas precisam se manifestar na democracia" – o ministro Edinho Silva negou que o motivo da decisão da presidente de não fazer pronunciamento seja evitar um panelaço de protesto contra o governo, como o do último dia 8 de março, quando Dilma se manifestou sobre o Dia Internacional da Mulher. "Não há nada pior do que a paralisia, do que a falta de iniciativa, do que o vazio. Nós fizemos a democracia no Brasil para deixar as panelas falarem, as panelas precisam se manifestar. Nós precisamos, todos, ouvir o que as panelas dizem. O que nós não podemos deixar acontecer no Brasil é falta de iniciativa, falta do que dizer. Certamente, a presidente Dilma não vai falar no dia 1º de Maio porque não tem o que dizer", disse Renan. Ao conceder uma entrevista coletiva no Planalto ao lado de representantes de centrais sindicais, o ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto, comentou as declarações do presidente do Senado. Segundo Rossetto, não é verdade que Dilma não irá se manifestar no Dia do Trabalho. "A presidenta vai se manifestar, sim, em relação ao 1º de Maio. Ela vai falar aos trabalhadores do nosso país, sim, através das redes sociais, que são um conjunto importante que ela está utilizando e vai utilizar durante todo o dia", enfatizou. "Ela tem falado e vai falar aos trabalhadores, homenageando o 1º de Maio, aqueles que trabalham, produzem a riqueza do país, homenageando o conjunto das conquistas históricas, renovando seu compromisso com os trabalhadores", complementou. O ministro da Secretaria-Geral também negou que a razão de a presidente ter optado por não fazer o pronunciamento seja o receio de ser alvo de um novo panelaço. "Claro que não [teme o panelaço]. O governo faz, se manifesta e se pronuncia, tem iniciativas positivas, seguramente. O governo respeita a democracia, as manifestações, preserva e estimula o processo permanente de diálogo", argumentou Rossetto. Dilma usará vídeos nas redes sociais para falar no 1º de Maio, diz ministro Pela primeira vez, Dilma não vai se pronunciar na TV no Dia do Trabalho Renan cobra de Dilma posição a respeito de projeto da terceirização Pessoas protestam durante pronunciamento de Dilma Pacto pelo emprego Ao explicar sua proposta de um pacto pela defesa do emprego, Renan Calheiros disse que é preciso que o governo federal tenha uma "meta" para a criação de empregos, a exemplo das metas de inflação e de superávit fiscal. Ele ressaltou ainda que o pacto seria temporário e duraria somente enquanto o país enfrenta a crise econômica. Entre as propostas defendidas pelo presidente do Senado estão o estímulo a compras governamentais; o estímulo do aumento de crédito pela Caixa, pelo Banco do Brasil e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas que preservarem e criarem novos empregos; e manter "criteriosamente" a desoneração da folha de pagamento. "Qualquer proposta nessa direção, que possa entrar no pacto da defesa do emprego, será muito bem recebido", disse Renan, ao ressalta que levará as ideias ao Palácio do Planalto no próximo mês, após discutir as propostas com setores da economia e senadores. "Tudo o que colaborar na geração do emprego, na oferta de vagas, terá que ser discutido no pacto, absolutamente tudo, venha de onde vier. Agora, nós íamos, em torno de um pacto que seria construído, juntar o governo, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, ter uma diretriz, preencher o vazio, estabelecer uma iniciativa para que a presidente tenha o que comunicar no Dia do Trabalhador", ressaltou. Ao ser questionado sobre como implementar o pacto diante de um "mal-estar" criado entre o Congresso Nacional e a presidente Dilma Rousseff, o peemedebista afirmou que não existe mal-estar, mas que "pode haver diferenças" entre o parlamento e o Palácio do Planalto. "E é natural que, na democracia, nós tenhamos diferenças. Mas esse pacto servirá até para juntar todos em torno de uma saída para o Brasil", observou o peemedebista. "Quando a recessão acabar, quando a economia melhorar, estará desfeito o pacto. Mas até lá, da mesma forma que nós protegeremos meta de inflação, meta de superávit, protegeremos o emprego", concluiu. A expectativa é de que Renan faça um pronunciamento em plenário no dia 5 de maio para explicar e elencar as ideias que comporão o pacto pelo emprego. Em seguida, explicou o senador, as propostas deverão ser levadas à presidente da República. 'Coordenador de RH' Na entrevista coletiva desta quinta, Renan Calheiros também criticou o fato de o vice-presidente da República, Michel Temer – que é o presidente nacional do PMDB –, ter passado a centralizar a distribuição de cargos no segundo escalão do governo Dilma. Para Renan, o PMDB não pode se transformar em um "coordenador de RH" do Planalto, "distribuindo cargos e posições" no Executivo federal. O peemedebista disse que não indicará ninguém para ocupar cargos na administração pública federal. A relação entre o presidente do Senado e o Palácio do Planalto se desgastou desde que Dilma nomeou, há duas semanas, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – aliado do atual presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – para o comando do Ministério do Turismo. Alves substituiu no cargo o engenheiro agrônomo Vinícius Lages, que era afilhado político de Renan Calheiros. "O PMDB não pode se transformar em um coordenador de RH distribuindo cargos e posições. Isso seria, do ponto de vista do nosso partido, que é o maior partido do Brasil [...] um retrocesso que essa distribuição de cargo significa", ironizou Renan. "Eu não quero é participar do Executivo. Eu não vou indicar cargo no Executivo porque esse papel hoje é incompatível com o Senado independente. E eu prefiro manter a coerência do Senado independente, não participando de forma nenhuma de indicação de cargos no Executivo", complementou. tópicos: BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal , Dilma Rousseff, PMDB, Renan Calheiros, Senado

Agrodebate/G1 MS conquista o prêmio Embrapa de Reportagem

30/04/2015 10h37 - Atualizado em 30/04/2015 10h37 Agrodebate/G1 MS conquista o prêmio Embrapa de Reportagem Reportagem sobre uso racional de água na agricultura ganhou o prêmio. A solenidade de entrega do prêmio está prevista para o dia 12 de maio. Do Agrodebate
O Agrodebate/G1 MS conquistou o prêmio Embrapa de Reportagem 2015 na categoria internet. O anúncio dos vencedores foi feito nesta quarta-feira (29) no site da entidade. O portal venceu o prêmio com a reportagem: “Produtores de MS adotam boas práticas para o uso racional da água”, produzida pelo jornalista Anderson Viegas e publicada no dia 15 de fevereiro de 2015. A matéria retrata iniciativas de produtores de grande e pequeno porte de Mato Grosso do Sul para o uso mais sustentável dos recursos hídricos, destaca o trabalho de instituições de pesquisa que buscam novas alternativas para isso e os esforços para difundir essas boas práticas entre agricultores e pecuaristas. Produtores de MS adotam boas práticas para uso racional da água Reportagens do G1 e TVCA ganham Prêmio Sebrae de Jornalismo em MT G1 de MS vence prêmio Jornalismo Ambiental da Águas Guariroba Reportagem do G1/Agrodebate vence Prêmio Sebrae de Jornalismo em MS Viegas diz que a conquista do prêmio vem coroar o trabalho de um mês e meio, entre o início da apuração do material e a publicação da reportagem no portal. Esse tempo, conforme ele, foi utilizado para uma viagem a Bonito, para a visita a propriedade rural que se tornou um dos casos de sucesso da matéria, para a realização de 13 entrevistas, análise de pilhas de estudos e documentos, além da produção de um vídeo, de infográficos e de centenas de fotos, para a seleção das cerca de 20 que estão na matéria. “Mais que um prêmio individual, essa conquista destaca a qualidade dos trabalhos e dos profissionais que compõem a equipe do Agrodebate e do G1, tanto em Mato Grosso do Sul quanto em Mato Grosso, e a preocupação do veículo em aprofundar discussões sobre temas tão relevantes, quanto a crise hídrica do país”, comentou. Na carreira é o 11º prêmio do profissional, o sexto de âmbito nacional e o quinto conquistado pelos portais da Rede Matogrossense de Comunicação. Outros premiados Na categoria rádio, a vencedora foi Waleiska Fernandes Figueiras e equipe, da Rádio Justiça, com série de reportagens "Água: um futuro incerto para o agronegócio?". Já no vídeo, a reportagem campeã foi produzida por Cristina Vieira e equipe, do Globo Rural, com a reportagem "A degradação de veredas em Minas Gerais" e no impresso a conquista foi de Liana John, da National Geographic, com a reportagem "Fazendeiros de água boa". A solenidade de entrega do Prêmio Embrapa de Reportagem 2015 está prevista para o dia 12 de maio, durante as comemorações dos 42 anos da Embrapa. tópicos: Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Ban Ki-moon diz que combater a mudança climática é ‘questão moral’

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, defendeu nesta terça-feira (28) no Vaticano que combater a mudança climática e seus efeitos é necessário para reduzir as desigualdades e que é “uma questão moral”
A fala ocorreu pouco depois de Ban se encontrar com o Papa Francisco. “Diminuir a mudança climática e se adaptar a seus efeitos é necessário para erradicar a extrema pobreza, reduzir a desigualdade e garantir um desenvolvimento econômico equitativo e sustentável. É por isso que eu digo que é uma questão determinante de nosso tempo”, disse. “A mudança climática está intrinsecamente vinculada à saúde pública, à segurança da água e dos alimentos, aos movimentos migratórios e à paz e à segurança. É uma questão moral. Uma questão de justiça social, direitos humanos e ética fundamental”. Neste sentido, o líder da ONU afirmou que “a ciência e a religião não são conceitos opostos”, mas devem estar “alinhados” nesta questão e pediu às autoridades espirituais presentes em um fórum dentro do Vaticano que façam isso virar realidade. “A erradicação da pobreza extrema, pondo fim à exclusão social dos frágeis e marginalizados, e a proteção do meio ambiente são valores plenamente compatíveis com as doutrinas da grandes religiões”, defendeu. Além disso, Ban ressaltou que “a mudança climática está ocorrendo agora”, que afeta especialmente aos mais pobres e que as atividades humanas “são sua principal causa”. “Nossa resposta deve ser global e apoiada em valores universais. A mudança climática afeta a todos, mas não a todos por igual”, assinalou. ‘Investimentos já são feitos’ – O chefe da ONU se disse convencido que o povo “está se dando conta que devemos mudar nosso modo de atuar” e muitos países estão investindo em “energias limpas que certamente podem manter um desenvolvimento sustentável”. Por essa razão, o secretário-gerla lembrou que “para mudar nossas economias, no entanto, é preciso que mudemos nosso modo de pensar e nossos valores”, algo que o âmbito religioso “pode exercer um valioso papel”. Neste sentido, Ban elogiou as repetidos chamadas do papa Francisco para combater os efeitos da mudança climática e disse que “espera com vontade” sua encíclica, que versará sobre esta questão. “Direi ao mundo que proteger nosso meio ambiente é um imperativo moral e uma obrigação sacra para todas as pessoas de fé e de consciência do mundo”, apontou. Agenda ambiental – Assim, repassou a agenda do ano em curso, no qual serão realizados vários foros sobre o desenvolvimento sustentável e a mudança climática, como a Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, em julho em Adis-Abeba, e a Cúpula da ONU sobre mudança do clima, que acontecerá em dezembro em Paris. “Paris não é um ponto final, mas deve constituir um caminho comum para um consenso sobre a mudança climática. Necessitamos de um acordo universal, justo e ambicioso e os países industrializados devem ser os primeiros a dar o passo por uma questão de igualdade e de responsabilidades históricas”, disse. E pediu aos países que “investam em energias limpas que beneficiem os pobres e limpem nosso ar” porque “o desenvolvimento sustentável exige energia para todos”. “Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza e a última geração que pode temer os piores impactos da mudança climática”, disse Ban Suas palavras foram ditas na abertura do ato “Proteger a Terra, dignificar a humanidade”, realizado hoje no Vaticano e que contou com a assistência de líderes religiosos e do presidente do Equador, Rafael Correa. Data de Publicação: 30/04/2015 às 16:00hs Fonte: G1

AGCO: dólar melhora exportação, mas Brasil perde competitividade

País é considerado de alto custo em comparação aos concorrentes Índia e China no mercado internacional de máquinas agrícolas
Apesar da alta de 30% nas exportações em 2015 ante igual período de 2014, por conta da valorização do dólar, o Brasil é considerado um país de alto custo e de menor competitividade do que os concorrentes Índia e China no mercado internacional de máquinas agrícolas. A avaliação é da AGCO, dona de marcas como Massey Ferguson e Valtra, feita por executivos da companhia durante a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), em Ribeirão Preto (SP). "Com o dólar estamos voltando a novamente ser competitivos", disse Alfredo Jobke, diretor de Marketing da AGCO na América Latina. "Mas até 2005 ou 2006, exportávamos o mesmo que vendíamos no mercado interno. Desde então (com o dólar desvalorizado) o Brasil deixou de ser país de baixo custo e perdeu a competição para outros países", completou Carlito Eckert, diretor Comercial da Massey Ferguson. Além do dólar, outra preocupação da companhia são as incertezas sobre as condições de financiamento para a safra agrícola 2015/16. Para Eckert, em um cenário no qual o governo sinaliza juros próximos à inflação deste ano, em torno de 8%, o volume de recursos se torna o fator fundamental para gerar negócios no setor. "Tendo dinheiro vai ter demanda", resumiu o executivo. Até agora, no entanto, o segmento patinou no primeiro trimestre de 2015. As vendas de colheitadeiras recuaram 42% ante igual período de 2014, de 2.022 para 1.174 unidades. Já as vendas de tratores caíram 13,9% em iguais períodos, para 9.750 unidades. Data de Publicação: 30/04/2015 às 15:50hs Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

CNC pede agilidade na liberação de defensivos para a cafeicultura

O Conselho Nacional do Café (CNC), atendendo a um pedido feito pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, encaminhou uma lista atualizada dos agrotóxicos para utilização na atividade cafeeira com registro pendente no ministério, solicitando agilidade na liberação dos defensivos
A relação foi elaborada com base nas prioridades de combate aos principais problemas fitossanitários enfrentados pela cafeicultura nacional e conta com 26 produtos aguardando registro. Entre as pragas e doenças que poderão ser combatidas, mediante a aprovação do CNC, encontram-se:broca do café; bicho mineiro; ervas daninhas (produtos sem o ingrediente ativo glifosato); ferrugem; cercóspora; e nematoides. No documento, o CNC destacou a importância do registro do máximo possível de ingredientes ativos diferentes para o combate à broca do café, com o objetivo de mitigar o risco de desenvolvimento de resistência por esta danosa praga, bem como de reduzir os custos de produção. De acordo com o presidente-executivo do CNC, Silas Brasileiro, a entidade também salientou a necessidade de herbicidas eficientes no controle das plantas daninhas, haja vista a decisão da União Europeia de reduzir os limites aceitáveis de resíduos de glifosato nos cafés importados. "Explicamos, ainda, que a disponibilização de mais produtos eficientes no controle das principais pragas e doenças do café no mercado estimula a concorrência comercial, que tende a reduzir os preços que os produtores pagam pelos defensivos. Além disso, somente viabilizando o acesso dos cafeicultores a mais opções tecnológicas para o controle das principais pragas de suas lavouras será garantida a preservação da competitividade e da sanidade do maior parque cafeeiro do mundo", ressaltou Brasileiro. OIC - Em relação ao consumo, Brasileiro enfatizou que a Organização Internacional do Café (OIC) destacou que a demanda global pelo produto continua vertiginosa, com o consumo no mundo podendo ter alcançado 149,3 milhões de sacas de 60 kg em 2014, o que implica um crescimento médio anual de 2,3% nos últimos quatro anos. "Essa crescente procura, aliada a duas menores safras seguidas do Brasil, tende a ser um fator de alta dos preços no mercado, entretanto o CNC recorda que os produtores não devem trabalhar com especulações, haja vista que, na maioria das vezes, são os mais prejudicados. O que recomendamos é que os cafeicultores tenham ciência de seus reais custos de produção e, ao observarem as cotações remuneratórias desejadas, realizem alguns negócios, angariando lucros e não ficando reféns dos picos de baixa enquanto esperam as máximas que poderão ocorrer somente quando não mais possuírem o produto", disse. Segundo Brasileiro, o CNC passa essa orientação porque entende que o mercado cafeeiro se movimenta influenciado muito além dos fatores fundamentais, sofrendo impactos da macroeconomia e de outros mercados com mais peso que o das soft commodities. "Além disso, mesmo com a redução na produção de café do Brasil em 2014 e 2015, acreditamos que o País terá produto suficiente para honrar seus compromissos de exportação e consumo. Dessa maneira, reiteramos que não há espaço para que os produtores entrem no jogo das especulações e corram riscos além dos que a própria atividade já proporciona". Data de Publicação: 30/04/2015 às 15:40hs Fonte: Diário do Comércio

Exportação do algodão tem melhora em Mato Grosso

Mato Grosso exportou 91,85 mil toneladas da pluma de algodão no primeiro trimestre, o segundo melhor da história para o Estado em volume exportado
O balaço é do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que aponta 9,23% da produção total da safra 2013/14 negociada com o mercado externo. Conforme o Imea, “no mesmo período do ano passado, a comercialização que tinha como destino a exportação foi de 6,05% da produção total. Diante de tais externalidades positivas, o cotonicultor encontra um cenário de boa liquidez e possibilidade de negociar em menor valor em dólar, adquirindo boa lucratividade em reais”. Segundo o Instituto, “a exportação continua a ser motivo de ânimo para o cotonicultor brasileiro. Com a valorização do dólar frente ao real e o aquecimento da demanda externa, os embarques seguem acelerados e a competitividade da pluma brasileira fora do Brasil melhorou significativamente, beneficiando o cenário para comercializar”. Data de Publicação: 30/04/2015 às 15:30hs Fonte: Expresso MT

Leilão de venda de café comercializou 70,1% do total ofertado

30/04/15 - 15:07 O leilão de venda de 2,44 mil t de café, que foi realizado hoje (30), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), comercializou 70,1% do total ofertado. Este percentual corresponde a quase 1,72 mil t do produto. O leilão teve um ágio de 7,36% e arrecadou mais de R$ 10,7 milhões. O café é em grãos, ensacado e está depositado nas unidades da Companhia nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás. Os estados adquirentes foram Espírito Santo (Vitória), Goiás (Goiânia) e Minas Gerais (Juiz de Fora, Campos Altos, Perdões e São Sebastião do Paraíso). Os interessados em participar dos leilões devem estar devidamente cadastrados perante a Bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação e em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (SIRCOI). Conab - Companhia Nacional de Abastecimento

Começam inscrições com desconto para a BeefExpo 2015

30/04/15 - 13:28 Congressistas e estudantes já podem se inscrever para participar do maior evento latino-americano da Pecuária de Corte. Estão abertas as inscrições para a BeefExpo 2015, maior evento latino-americano da Pecuária de Corte. Congressistas e estudantes devem se inscrever através do site www.beefexpo.com.br/inscricao. A inscrição será efetivada após a confirmação do pagamento, via boleto bancário ou cartão de crédito. Para inscrever mais de uma pessoa, selecione a categoria Inscrição de Grupo/Congressistas. O inscrito receberá crachá (intransferível e insubstituível), pasta com material, anais em CD e Certificado de participação. Terá livre circulação em toda a programação da feira de negócios, nos congressos Beef Management e Beef 360º, nas apresentações dos trabalhos científicos em formato digital (e-poster) e entrada no Festival da Carne Bovina, que contará com show musical. As inscrições serão encerradas no dia 2 de outubro. A secretaria do evento abrirá no dia 20 do mesmo mês, a partir das 14h, para novas inscrições e entrega de material aos pré-inscritos, que deverá ser retirado obrigatoriamente pelo participante, mediante apresentação de comprovante de pagamento. Haverá tradução simultânea em Espanhol, Inglês e Português. Serão utilizados aparelhos receptores, entregues aos participantes no ato da apresentação de documento de identificação pessoal. Estacionamento, hospedagem, traslados, outras refeições e serviços do hotel serão por conta dos participantes. Agrolink com informações de assessoria

Frango vivo (SP) “reencontra” preço de um ano atrás

30/04/15 - 11:14 A menos que ocorra alguma alteração nesta quinta-feira, 30, o frango vivo comercializado no interior de São Paulo encerra o mês com a mesma cotação de um ano atrás. O “reencontro” foi registrado na quarta-feira, 29, e aconteceu não porque os preços atuais tenham sofrido alguma alteração – ao contrário, permanecem inalterados há quase duas semanas – mas devido ao fato de, no ano passado, retração similar à observada neste ano só ter ocorrido nos últimos dias de abril. Em outras palavras, o comportamento do frango vivo neste mês repetiu, em muito, o desempenho observado há um ano. A única [grande] diferença é que, em 2015, o recuo de preços de mais de 8% ocorreu bem antes da virada da quinzena – mais exatamente, no 11º dia do mês. Em consequência, o quarto mês de 2015 está sendo encerrado com uma cotação média 3,5% menor que a do mesmo mês do ano passado. Avisite

Países importadores de ovos comerciais em 2015

30/04/15 - 11:17 Em março somente três países importaram ovos do Brasil: Emirados Árabes Unidos, Congo e Bolívia. E o volume importado por eles provocou mudanças na representatividade sobre o total embarcado no trimestre. O grande importador continua sendo os Emirados Árabes Unidos adquirindo 83,7% das exportações brasileiras e aumentando, no período quase 60% suas compras. Em segundo lugar aparece Congo com aumento de 26% e, agora, galgando posto que pertencia a Angola. O volume adquirido representa 5,35% do volume total embarcado. Angola aparece na terceira posição, respondendo por 4,80% dos embarques. No período, reduziu em 9,23% suas compras de ovos. A Bolívia aumentou suas importações em mais de 18% sobre o mesmo período do ano passado e responde por 3,28% dos embarques. Hong Kong, Serra Leoa e Japão completam a lista representando 2,86% do total. Avisite

Boi, suíno e frango no primeiro quadrimestre de 2015

30/04/15 - 11:16 Analisando o desempenho dos mercados do boi, do suíno e do frango vivos em 2015, constata-se que, ao completar-se o primeiro quadrimestre do ano, só o boi em pé segue levando vantagem em tudo. Porque, a despeito de nos últimos dias ter enfrentado ligeira queda de preços, fecha abril sendo negociado por um valor perto de 5% superior ao alcançado em 31 de dezembro de 2014. Ou seja: se não superou, ao menos acompanhou a [alta] inflação destes primeiros quatro meses do corrente exercício, oportunidade que não foi dada a suínos e frangos. Tem mais, porém. Pois, no quadrimestre, o boi obteve preço médio que correspondeu a uma valorização de 21,08% sobre idêntico período do ano passado. E de, praticamente, 50% sobre o primeiro quadrimestre de 2013. Comparativamente ao último preço de 2014, a pior situação é a do suíno. Que registra, no momento, cotação mais de um terço inferior à alcançada no final do exercício passado. Mas se, na média do quadrimestre, enfrenta redução de 1,92% sobre os quatro meses iniciais de 2014, em comparação a 2013 obtém, neste ano, valor 9,29% superior. Quer dizer: mesmo não cobrindo a inflação acumulada em dois anos, está havendo alguma evolução nos preços. Não é o que ocorre com o frango vivo. Que, por sinal, perde nos três quesitos. Pois além de operar, neste final de abril, com uma cotação 6,38% menor que a do fechamento de 2014, o produto registrou, no quadrimestre, valor médio que representa quedas de 3,41% e 11,80% sobre o primeiro quadrimestre de, respectivamente, 2014 e 2013. Isto, ressalte-se, enquanto a inflação segue caminho absolutamente inverso (+7,41% e +14,15% nos 12 e 24 meses encerrados em março de 2015). Vale a pena acrescentar, ainda, que a evolução dos preços do frango aquém da inflação não é fato recente, vem sendo registrada há bom tempo, praticamente ano após ano. Não é por menos que, ao comparar-se o preço médio registrado nestes quatro primeiros meses de 2015 com aqueles registrados 10 anos atrás (1º quadrimestre de 2005), constata-se que evoluíram menos de um quarto, apresentando incremento de 24,46%. Pois nos 120 meses decorridos desde então, a inflação acumulada, medida pelo IPCA do IBGE, é de 71,14%. Avisite

Campanha de vacinação contra aftosa em Mato Grosso começa amanhã (01/05)

30/04/15 - 15:10 A primeira etapa de vacinação contra febre aftosa deste ano começa amanhã (01/05) e segue até o dia 31/05. Com exceção das propriedades localizadas no baixo Pantanal, todo rebanho de bovino e bubalino de zero a 24 meses de idade deve ser imunizado. A estimativa, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), é que 12.650 milhões de animais sejam vacinados no Estado. O lançamento da campanha ocorreu na manhã desta quinta-feira (30/04), no Indea-MT, e contou com a participação do diretor de Relações Institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rogério Romanini. Após a vacinação, o produtor tem até o dia 10 de junho para fazer a comunicação ao Indea-MT. "Quem não cumprir com essa obrigação, será penalizado com multa de 2,25 Unidade de Padrão Fiscal (UPF) por cabeça de gado não vacinado, valor que chega a quase R$ 250,00. O produtor também fica impossibilitado de emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) por um período de 30 dias até que a situação seja regularizada", informa o presidente do Indea-MT, Guilherme Nolasco acrescenta Nolasco. Segundo ele, a meta é continuar alcançando quase 100% de índice de vacinação. Mato Grosso não registra casos de aftosa desde 1996 e hoje é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como território livre da doença com vacinação. "O nosso produtor está consciente da importância dessa vacinação. Ele sabe que a vigilância precisa ser constante para mantermos esse reconhecimento", destaca o diretor da Famato, Rogério Romanini. Fronteira - Oitocentas propriedades localizadas na região de fronteira com a Bolívia, nos municípios de Cáceres, Porto Esperidião e Vila Bela da Santíssima Trindade, terão acompanhamento de 22 equipes do Indea-MT. O Fundo Emergencial de Saúde Animal de Mato Grosso (Fesa-MT) doou 80 mil doses de vacina para o governo boliviano realizar a vacinação na faixa de 15km de fronteira. Brucelose - O produtor pode aproveitar o período para vacinar as fêmeas com idade entre três e oito meses contra a brucelose. A primeira etapa da campanha de vacinação obrigatória contra a doença começou no dia 1º de janeiro e segue até o dia 30 de junho. Para comprovar a vacina é importante que o produtor faça a marcação V5 na face esquerda do animal imunizado. O "V" significa vacinação de brucelose e o número 5 indica o último dígito do ano em que foi aplicada a vacina, no caso 2015. Famato

Syngenta lança web série sobre abelhas

30/04/15 - 13:26 Abelhas têm cores e tamanhos diversos, nem sempre possuem ferrão, têm funções que extrapolam a conhecida produção de mel e são vitais para a produção de alimentos e biodiversidade. Informações como essas estarão ao alcance dos seguidores da Syngenta no Facebook (www.facebook.com/syngenta) e no YouTube (www.youtube.com/user/SyngentaBrasil ) a partir de hoje, por meio de uma criativa web serie de 12 episódios, produzida com animação 3D, que será divulgada nas redes sociais da empresa. O objetivo da iniciativa é envolver o grande público com o tema desses importantes polinizadores. Agrolink com informações de assessoria

Cabanha da Maya faz os Grandes Campeões em Uruguaiana

30/04/15 - 07:07 Maya CAT 300 Impávido Eleutério Lana (Cabanha da Maya – Bagé/RS) foi o Grande Campeão Touro Angus da Exposição Agropecuária de Uruguaiana, a maior mostra do ranking nacional de 2015, que reuniu 150 animais Angus em pista e terminou ontem. Foi mais um título para o reprodutor da criadora Zuleika Borges Torrealba, que já havia vencido em Londrina, há duas semanas. O Reservado de Grande Campeão Angus em Uruguaiana foi Cia. Azul Nobre TE 2306, da Cia Azul Agropecuária – Uruguaiana/RS, de Suzana Macedo Salvador. O Terceiro Melhor Macho Angus foi Maya TE 378 Javali Quebrantador Antígona, também da Cabanha da Maya. Entre as fêmeas, a Grande Campeã Angus foi Maya TE 308 Imperatriz Ditador Solvente, da Cabanha da Maya, tendo como Reservada de Grande Campeã a vaca Rincon Milonga TE 2025 del Sarandy, da Cabanha Rincon del Sarandy (Uruguaiana/RS). Fechando a premiação, a Terceira Melhor Fêmea Angus da Exposição de Uruguaiana foi São Bibiano Daddy 7524 TE Zorzal, da Cabanha São Bibiano (Uruguaiana/RS), de Antonio Martins Bastos Filho. O jurado foi Maurício Groppo. “A qualidade dos animais Angus apresentados mais uma vez foi o ponto alto em Uruguaiana, uma exposição muito tradicional no Rio Grande do Sul, que reúne criadores comprometidos com o melhoramento genético do Angus com foco na produtividade”, ressalta José Roberto Pires Weber, presidente da Associação Brasileira de Angus, presente ao evento. Agrolink com informações de assessoria

Agrishow 2015: Secretário Arnaldo Jardim se reúne com diretor do Itesp

30/04/15 - 11:53 O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, recebeu em seu gabinete na Agrishow 2015, o diretor executivo do Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), Marco Aurélio Pilla de Souza. O encontro teve o objetivo de fortalecer as parcerias já existentes entre a Secretaria de Agricultura, através da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) com o Itesp. Além de propor novas ações que beneficiem famílias tradicionais, assentados e quilombolas. De acordo com Marcos Pilla, é de extrema importância o trabalho desenvolvido entre os técnicos da Cati e os técnicos do Itesp, “essa reunião com secretário Arnaldo Jardim foi para viabilizar novas propostas e desenvolver trabalhos que englobem outros organismos da Secretaria de Agricultura como o Instituto Agronômico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, além de fomentar a utilização do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – FEAP como instrumentos para beneficiar os assentados e quilombolas”, declarou Pilla. Secretaria de Agricultura - SP

Linha de pulverizadores Jacto para pastagens atendem necessidade de maior produtividade por área

30/04/15 - 14:45 Para atender o atual cenário de pulverizações nas pastagens, com equipamentos e tecnologias que permitam maior produtividade, a Jacto dedica um espaço na Agrishow com produtos para essa finalidade e lança o Jatão 2000 Tandem, com tanque com maior capacidade operacional. O crescimento das áreas de grãos e a indisponibilidade de terras a baixo custo tem forçado os pecuaristas a aumentar a produtividade por área, buscando novas tecnologias para pulverização das pastagens. Entre essas novas tecnologias, está o aumento da frequência de pulverização, o que tem levado os pecuaristas a buscarem equipamentos com maior produtividade. Para atender esse cenário, a Jacto traz para o Agrishow um espaço dedicado a produtos com essa finalidade e lança o Jatão 2000 Tandem, com tanque com maior capacidade operacional. Os equipamentos são da Linha Jatão e da Linha BC, que tem como características a utilização em áreas com obstáculos e de difícil deslocamento. “Muitas das tecnologias já estão disponíveis para a agricultura tradicional, porem precisam ser ajustadas às condições de pastagens, que possuem como principais características locais de difícil trânsito, com tocos, cupim, rastros do gado e muitos obstáculos, como àrvores e arbustos, que impedem a utilização de pulverizadores de barras convencionais. Por isso, a Jacto destaca produtos específicos para pastagens, com um espaço voltado para atendimento dessa necessidade especialmente formatado para o Agrishow”, explica Paulo Henrique M. S. Bueno, Gerente de Produtos da linha de Pulverizadores Tratorizados da Jacto. Será lançado na feira o Jatão 2000 Tandem, pulverizador com canhão de ar com tanque de 2 mil litros e com maior capacidade operacional. Outros produtos em destaque da Linha Jatão, que produzem faixas de aplicações que variam de 20 a 30 metros e que são usados em áreas com obstáculos são o AJ 4012, Jatão 400 e Jatão 600. Já a linha BC, também expostos nesse espaço, tem como características produtos com faixa de aplicação de 10 metros, com barras físicas de 2,2 metros, que acompanham a largura do trator evitando choque com os obstáculos das pastagens. São destaques dessa linha o BC 610 PEC e o Coral PEC BC. Agrolink com informações de assessoria

RS: Restinga Sêca realiza reunião com produtores de tabaco

30/04/15 - 14:23 A chamada pública da diversificação do tabaco foi tema de reunião realizada pelo escritório municipal da Emater/RS-Ascar de Restinga Sêca, na quarta-feira (29/04). O encontro foi na comunidade de Barro Vermelho e teve como objetivo propor formas de melhoria para a comunidade e alternativas de produção além do tabaco, através do diálogo em conjunto com os produtores rurais. A reunião iniciou durante o turno da manhã e contou com a presença de 19 integrantes da comunidade. Por meio da orientação de técnicos da Emater/RS-Ascar, o grupo efetuou um DRP (Diagnóstico Rápido Participativo), em que é possível aferir quais são as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças da comunidade. "Tais ferramentas nos auxiliam a ver, juntamente com o grupo, como está a situação da comunidade. Após isso poderemos planejar a época ideal para buscar a diversificação do que é produzido aqui na comunidade", explicou o chefe do escritório municipal da Emater/RS-Ascar de Restinga Sêca, Guilherme Godoy. Também foi realizado o calendário sazonal, colocando em um painel as principais culturas produzidas pela comunidade e as suas respectivas datas de plantação e colheita. Na segunda etapa do encontro, orientados pela equipe da Emater/RS-Ascar, foi concluído que, entre as fortalezas da comunidade, estão a terra fértil, estradas de acesso em boas condições e a boa convivência entre os integrantes, bem como foram citadas algumas oportunidades de melhoria, tais como a realização de cursos de qualificação, melhor uso da água da chuva e um maior aproveitamento do Salão Comunitário. O grupo definiu que na área da produção irá trabalhar o escoamento e a diversificação da produção, já na área social será providenciado um programa de ginástica e outras atividades voltadas ao lazer. A reunião teve uma avaliação positiva, "este tempo foi muito proveitoso porque serviu para a gente ver o que é possível diversificar na nossa cultura", afirmou a produtora rural Franciele Caroline. Emater - RS

“Dupla crise dos benefícios para trabalhadores rurais” é tema de Simpósio

30/04/15 - 14:18 A Dra. Jane Lucia Wilhelm Berwanger palestrou nesta quarta-feira (29.04) na abertura do XXII Simpósio Brasileiro de Direito Previdenciário, que é realizado no Hotel Cabo Branco Atlântico (João Pessoa/PB). A conferência teve como tema “A dupla crise dos Benefícios para Trabalhadores Rurais”. “Os trabalhadores rurais têm dificuldade em dois aspectos: Um é o enquadramento, porque apesar de diversas mudanças para melhorar o acesso, ainda há muita resistência em reconhecer a importância do trabalho rural. O outro é as provas, porque nem todos têm diversos comprovantes da sua atividade. O meio rural ainda trabalha de modo bastante informal”, comentou Jane, que também é coordenadora científica do evento em conjunto com a colega Melissa Folmann. O XXII Simpósio Brasileiro de Direito Previdenciário é uma realização do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário). O objetivo é debater temas atuais e controvertidos sobre Direito Previdenciário, contando com a participação de renomados palestrantes da área. O evento contará com carga-horária de 13 horas/aula. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Agrex do Brasil expande área certificada de soja no Brasil

30/04/15 - 13:35 Resultado da parceria com a Fundação Solidaridad e RTRS, a empresa transforma produção de 42 mil hectares de soja em uma cultura responsável e sustentável em propriedades no Mapito e em Goiás A Agrex do Brasil vem aumentando a área de produção de soja responsável e sustentável nos estados que integram a nova fronteira agrícola brasileira – Mapito - e em Goiás. Somente este ano foram certificados um total de 42 mil hectares de soja que seguem os padrões de Sustentabilidade da Associação Internacional da Soja Sustentável (RTRS, por suas siglas em inglês). Com o processo iniciado em 2012, quando certificou uma área de 20 mil hectares, a Agrex foi a pioneira a seguir os princípios e critérios para tornar a soja uma cultura responsável e sustentável com a certificação RTRS no Maranhão, Tocantins e em Goiás. Desenvolvido por diversos agentes internacionais, a certificação RTRS segue pilares que defendem: práticas agrícolas adequadas, responsabilidade ambiental, condições de trabalho e relações comunitárias responsáveis, cumprimento legal e boas práticas empresariais. Ao tornar a produção responsável, o gerente de Sustentabilidade da Agrex, Ismael Carlos Trevisan, aponta maior eficiência econômica nos processos de gestão das propriedades. “Houve, por exemplo, uma redução do uso de água nas aplicações de agroquímicos, aumento da proteção do solo e diminuição do uso de diesel por tonelada produzida”, destaca. Além de melhorar a imagem da Companhia, Trevisan ainda conta que a certificação facilitou a inclusão da empresa em novos e exigentes mercados, principalmente na Europa. Conectar e adequar a cadeia produtiva às demandas da União Europeia é o desafio proposto pela Fundação Solidaridad. Por meio de apoio e capacitação, a instituição apresenta estratégias para inserir junto às instituições publicas e privadas o conceito de região de originação sustentável e criação de ambientes favoráveis aos negócios. Ao estabelecer parceria com a Fundação Solidaridad, em 2012, a Agrex acelerou a certificação de novas áreas e possibilitou melhorias no atendimento ao padrão de sustentabilidade da RTRS. “Ainda dentro da parceria, estamos iniciando um trabalho na conversão de pastos degradados em lavoura no estado do Tocantins. Temos experiência nesta prática e queremos começar a transferir esta tecnologia de manejo aos clientes”. Com os benefícios advindos com a produção da soja responsável, a Agrex pretende aumentar ainda mais a área certificada. A previsão é passar para 50 mil hectares em 2016 ao incluir novas áreas do Tocantins. Outro projeto futuro é a certificação das áreas produtivas de clientes de insumos da Agrex. “Entendemos que nossos clientes devem necessariamente seguir as mesmas diretrizes quanto à questão de atendimento a legislação vigente e ao atendimento ao padrão RTRS”, sinaliza. Sobre a Agrex do Brasil – Nascida com a fusão em 2014 entre a Ceagro e a Mitsubishi Corporation, a Agrex do Brasil é referência em soluções integradas para o agronegócio ao comercializar sementes, defensivos agrícolas, fertilizantes, além de oferecer assessoria técnica em campo e financiamento da produção agrícola. Pretende se tornar referência em gestão e fornecimento de produtos agrícolas, promovendo o desenvolvimento de pessoas e comunidades. Outras informações no site: www.agrex.com.br Agrolink com informações de assessoria

“O Brasil é hoje um grande formulador de defensivos”

30/04/15 - 11:34 “O Brasil é hoje um grande formulador de defensivos, utilizando-se do produto técnico trazido do exterior”. A afirmação é de Ivan Sampaio, gerente de informação do Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal). Ele salientou que, do volume de agroquímicos importado pelo Brasil no ano passado, 56,2% foram de produtos técnicos (princípio ativo). Os formulados representaram 43,8% - atividade a qual as indústrias de defensivos brasileiras vêm dando preferência. Entre as origens das compras, a China segue sendo o principal fornecedor de defensivos (26,3%), seguidos pelos indianos (6,27%), que têm avançado fortemente no mercado brasileiro. Os dois países ampliaram sua atuação no segmento de genéricos (pós-patente), com preços mais competitivos. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Ribeirão se destaca nas operações de crédito voltado para o agronegócio

30/04/15 - 14:12 Retrações dos financiamentos em geral, no entanto, preocupam por indicar uma diminuição dos investimentos No início de abril, o Banco Central divulgou informações de crédito referentes ao mês de janeiro de 2015. Enquanto no Brasil, as operações de crédito tiveram um crescimento de 1,2% em relação a janeiro de 2014, o município de Ribeirão Preto se destacou na modalidade com uma taxa de crescimento de 5,7% no período, como mostram os dados do Boletim Crédito CEPER/Fundace. Na Região Administrativa de Ribeirão Preto (RARP), no mesmo período, a alta foi de 3,9%. O crescimento destacado de Ribeirão Preto e da RARP se deve, principalmente, às modalidades financiamento imobiliário e crédito voltado ao agronegócio. Franca e SJRP – Já os municípios de São José do Rio Preto e Franca tiveram maior destaque, no período, na modalidade financiamentos imobiliário. Entretanto, na modalidade empréstimos e títulos descontados, Rio Preto registrou uma queda de 17,3%, no período considerado. Em financiamentos em geral, o decrescimento do município foi de -18,8%, o maior das regiões analisadas pelo boletim. Em todas as regiões ocorreram retrações dos financiamentos em geral, o que, segundo os pesquisadores, preocupa por indicar uma retração dos investimentos, visto que nessa categoria se encontram os financiamentos de parques industriais, máquinas e equipamentos, além de bens de consumo durável. Inadimplência – Comparando-se janeiro de 2015 com o mesmo mês de 2014, percebe-se que a inadimplência total da carteira teve uma queda significativa no período. Enquanto na de pessoas jurídicas ocorreu um aumento, a inadimplência de pessoas físicas teve uma forte retração, resultando na queda da inadimplência total. Já se compararmos o mês de dezembro de 2014 e janeiro de 2015 podemos ver que tanto a inadimplência de pessoas físicas quanto a de pessoas jurídicas aumentaram no período. Em relação ao endividamento das famílias (em porcentagem), percebe-se que no primeiro mês de 2015 ela chegou a 46,4%, um aumento de 0,4 pontos percentuais comparativamente ao ano de 2014. Fazendo a mesma comparação entre 2005 e janeiro de 2015, percebe-se uma grande evolução no endividamento das famílias, sendo mais de 100% a diferença. Para ter acesso ao Boletim Crédito na íntegra acesse: http://bit.ly/1GxbVr7 Agrolink com informações de assessoria

Nova plantadeira MF 700 CFS será apresentada pela primeira vez na Agrishow 2015

Com caixa central de sementes, maior capacidade de adubo e autonomia de plantio, modelos são apresentados com opção de linhas mecânicas e pneumáticas
A Massey Ferguson, sinônimo de pioneirismo e modernidade na fabricação de máquinas agrícolas, mostra pela primeira vez na Agrishow 2015 a nova plantadeira MF 700 CFS, como pré-lançamento no mercado agrícola. Com caixa central de sementes, maior capacidade de adubo, maior autonomia de plantio, monitoramento de sementes e ampla gama de opcionais, o equipamento chega para conquistar os produtores rurais que buscam eficiência operacional e produtividade. Nas versões de 11 até 30 linhas, a nova série poderá ser configurada com opções de dosagem de sementes mecânica ou pneumática, além do sistema de taxa variável para fertilizantes e sementes. Com ampla gama de opcionais, a nova plantadeira da Massey Ferguson é a melhor opção para diferentes condições de solo, culturas e regiões, e ideal para quem busca rendimento da semeadura, plantando mais hectares por hora, já que seu sistema CFS (Central Fill System) equipa a máquina com um reservatório único para colocação de sementes, reduzindo o tempo de parada para alimentação do conjunto. “Apresentamos pela primeira vez a nova plantadeira MF 700 CFS numa região ávida por novidades. Quando o novo equipamento for inserido ao portfólio, teremos soluções completas em plantio das pequenas até grandes propriedades. Temos certeza que irá conquistar o mercado”, afirma Giancarlo Rocco, especialista em marketing de produto AGCO. Na MF 700 destaca-se ainda o sistema pantográfico nas linhas de fertilização, de semente e no disco de corte, que possibilita maior eficácia de trabalho nas mais diversas condições de solo. Além disso, a opção de taxa variável também estará disponível para nova série de plantadeiras. O sistema permite o controle da dosagem de sementes e fertilizantes durante o plantio, explorando ao máximo o potencial da área e reduzindo os custos com insumos . Ao adquirir uma máquina com sistema de taxa variável, o agricultor busca facilidade e praticidade de trabalho. “Trabalhando em taxa fixa, o agricultor só precisa escolher a dosagem de sementes e fertilizantes desejada, inserir no monitor C3000 que está dentro da cabine do trator e a plantadeira se ajustará sozinha, sem a necessidade de trocar engrenagens ou recambio. Ao trabalhar com taxa variável, a tarefa do agricultor é inserir o mapa de aplicação de sementes e fertilizantes no monitor C3000 que a plantadeira já está pronta para o trabalho”, complementa Rocco. MF 500 S: solução ideal para o plantio “só sementes”. A Série S da Massey Ferguson é caracterizada por equipamentos destinados aos agricultores que não realizam adubação ou optam por fazê-la a lanço e realizam o plantio das sementes sem aplicação do fertilizante na linha. Entre os diversos benefícios apresentados, destaque para a grande capacidade dos reservatórios de sementes, três opções para disco de corte, opcional de montagem com rompedores de solo e linha de plantio pantográfica com dosadores pneumáticos. Juntos, tais itens garantem versatilidade no uso, adequação ao solo e também ao método de plantio utilizado pelo agricultor. Os rompedores de solo quebram a camada compactada do terreno, permitindo o melhor desenvolvimento das raízes das plantas que, consequentemente, alcançam zonas mais profundas e ficam mais tolerante a períodos secos. Os discos de corte e os rompedores são montados de forma desencontrada e garantem o melhor corte da palha, evitando paradas por conta do acumulo de resteva. Além disso, a MF 500 S foi desenvolvida com um chassi monobloco que proporciona mais resistência aos esforços gerados pelas mais diversas condições de solo. O reservatório de sementes é elevado e de grande volume, facilitando o abastecimento de sementes por big-bag e garantindo um excelente escoamento para as linhas. Com a utilização do Tandem Massey Ferguson, o produtor rural consegue dobrar sua capacidade de plantio ao unir duas plantadeiras em um único conjunto com até 34 linhas, tracionado por um único trator. Com isso, o agricultor potencializa e aumenta a rentabilidade da operação. Data de Publicação: 30/04/2015 às 15:00hs Fonte: S2Publicom

Exportações brasileiras de açúcar devem fechar abril em queda

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDCI), o Brasil embarcou 387,20 mil toneladas de açúcar bruto até a quarta semana de abril
Os embarques diários somaram 24,20 mil toneladas, uma queda 70,7% em relação as 82,60 mil toneladas exportadas no mês anterior. Caso este ritmo se mantenha, o país deverá fechar o mês com 532,40 mil toneladas exportadas, volume 70,7% inferior ao consolidado de março e recuo de 37,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A tonelada do açúcar bruto para exportação está cotada, em média, em US$334,30, uma queda de 1,8% frente ao preço médio de março. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:50hs Fonte: Scot Consultoria

Eficiência da tecnologia POWERCORE™ é destacada por produtores durante a safrinha da região Sudeste

Primeiro desenvolvimento de milho com cinco genes estaqueados aprovado no Brasil comprova eficiência produtiva somada à tolerância ao glifosato e glufosinato
Lançado em 2012, POWERCORE™, tecnologia inovadora para o controle das principais pragas do milho, apresentou na safra 2013/2014 resultados que comprovam sua qualidade genética no desempenho de híbridos adaptados à safrinha. Nesta safra, a tecnologia POWERCORE™ está disponível em 11 híbridos de milho. Para Aldenir Sgarbossa, líder de Marketing da Dow AgroSciences, os ganhos expressam a excelência genética: “Hoje alcançamos o melhor equilíbrio entre portfólio e consistência de resultados com biotecnologia”. Com múltiplos modos de ação, POWERCORE™ alia o controle de algumas das principais pragas do milho à tolerância a dois tipos de herbicida, o glifosato e glufosinato. Entre as pragas mais recorrentes que são controladas pela tecnologia, destacam-se Broca-do-colmo (Diatraea saccharalis), Lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea), Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) e Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon). Produtores destacam a eficiência da tecnologia no controle da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), espécie com alta incidência na região Sudeste. Juliano Pereira Resende, produtor de Minas Gerais, destaca que nesta safra as plantas cresceram mais vigorosas, graças à eficiência no controle que a tecnologia oferece. “Para nós, em termos de resultados, o diferencial positivo da POWERCORE™ é muito visível em relação a outras tecnologias que já usamos na propriedade. Tivemos bom controle das pragas e aumento de produtividade”, afirma. A tecnologia já estabelecia no seu lançamento um aumento na produtividade das lavouras de milho entre 5% e 10%, dependendo do nível tecnológico da lavoura e condições climáticas. Com desempenho acima da média de mercado, em 2014, POWERCORE™ atingiu a marca de 2 milhões de sacas vendidas. Um dos principais diferenciais da tecnologia POWERCORE™ é a inserção de três diferentes proteínas Bt. Com isso, a possibilidade da praga-alvo desenvolver resistência simultânea para essas três proteínas é reduzida drasticamente. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:40hs Fonte: Dow AgroSciences

Fundação Banco do Brasil lança edital para jovens empreendedores rurais

Seleção terá disponíveis R$ 5 milhões para promover inclusão social e gerar renda para jovens do campo
A Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), lançou nessa semana um edital para a juventude que selecionará projetos de empreendedores rurais de grupos entre 15 a 29 anos. As inscrições estarão abertas até 30 de junho e o investimento social será de R$ 5 milhões. Podem participar da seleção cooperativas ou associações com mais de dois anos de existência, formadas por agricultores familiares e empreendedores familiares rurais. Também estão inclusos silvicultores, extrativistas artesanais, aquicultores, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades quilombolas localizadas no campo. Os projetos inscritos devem ter valor entre R$ 70 mil e R$ 200 mil e um prazo máximo para execução de 18 meses. As atividades a serem desenvolvidas precisam estar relacionadas à produção, benefício ou comercialização de produtos extrativistas, agrícolas e não agrícolas, turismo rural e prestação de serviços. As propostas serão aceitas pela Fundação Banco do Brasil até 18h do dia 30 de junho. O edital está disponível no portal da Fundação Banco do Brasil: www.fbb.org.br. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:30hs Fonte: GLOBO RURAL

Jovens lideranças do agronegócio formadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural vão integrar missão técnica aos Estados Unidos

Viagem organizada pela Famasul/ SENAR-MS terá como foco visitas à propriedades de pecuária, produtoras de grãos, universidades e associações de produtores
Conforme havia sido planejado, todas as jovens lideranças do agronegócio formadas pelo CNA Jovem podem participar de projetos e de viagens técnicas do Sistema CNA/SENAR e não apenas os cinco vencedores do programa. É justamente isso que vai acontecer com os participantes Rafael Machado Vergetti Alves, de Alagoas, e Eduardo José Garrido Teixeira, da Bahia, que foram escolhidos para integrar uma missão técnica organizada pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/MS) para os Estados Unidos, de 2 a 10 de maio. O grupo, coordenado pelo superintendente do SENAR/MS Rogério Berettta, será formado também por 44 alunos do Programa de Lideranças Rurais de MS (Líder MS II) e quatro professores. A viagem já estava programada e faz parte da última etapa do curso. Foram disponibilizadas duas vagas para participantes do CNA Jovem, preenchidas com critérios técnicos. “Eu acompanhei algumas etapas do CNA Jovem e acredito que a viagem vai proporcionar uma rica troca de conhecimentos entre esses dois jovens do nordeste do Brasil e os que participam do programa de lideranças aqui em Mato Grosso do Sul. Eles são de gerações diferentes e vivem realidades, também, diferentes. Além disso, tem o objetivo da viagem que é conhecer a agricultura dos Estados Unidos. Então, será enriquecedora para todos”, afirma Beretta. A missão técnica irá visitar propriedades de gado de corte e de leite, produtoras de grãos, além de universidades e associações de produtores numa das regiões agrícolas mais importantes dos Estados Unidos - conhecida como “Corn Belt” (cinturão do milho) - nos Estados de Illinois, Wisconsin e Minnesota. Segundo Beretta, a programação prevê atividades onde os jovens poderão, também, conhecer exemplos de liderança rural, governança cooperativa, sucessão e associativismo, além de novas tecnologias e extensão rural. A comitiva vai desembarcar em Chicago e de lá partirá para Hutchinson, onde participará de uma reunião com membros da Associação Criadores de Gado de Corte do Estado de Minnesota. No caminho para a cidade de Mankato, haverá uma visita de campo em uma fazenda de gado de corte que é modelo em gestão da produção e de manejo e um encontro com representantes da Associação dos Produtores de Soja do Estado de Minnesota, segundo maior Estado produtor de soja e milho dos EUA. Na cidade de Lamberton, a delegação vai conhecer a Universidade de Minnesota. No Departamento Drenagem, eles debaterão melhores práticas de gestão no uso eficiente da água para agricultura sustentável. Após será feita uma visita de campo em uma fazenda de grãos de alta produtividade, onde o grupo irá conhecer a gestão do modelo americano de administração rural. Em Madison, no Estado de Wisconsin, os brasileiros serão recebidos na Fazenda Linkenmeyer, propriedade familiar de pecuária leiteira que opera em grande escala e produz energia através de um biodigestor movido a esterco de vacas. Na sequência, o grupo terá um encontro na Universidade de Wisconsin, localizada no Departamento Dairy Cattle. A instituição é uma referência na produção de leite nos Estados Unidos. O roteiro segue com uma visita a Farm Bureau Dekalb, onde haverá uma apresentação geral da safra de grãos americana, projeções para o mercado futuro, efeitos do aumento nos preços das commodities e os impactos de utilizar contratos futuros. Depois, a comitiva conhecerá a Fazenda Família Jones, que possui aproximadamente 1.450 hectares destinados ao cultivo de milho, soja e ervilha para a indústria de enlatados, além de comercializar uma média de 1.800 cabeças de gado e ter capacidade para confinar 940 cabeças. No último dia de atividades, a agenda prevê visitas a uma cooperativa de grãos, no Estado de Wisconsin, e à fazenda Fair Oaks, exemplo de propriedade verticalizada na produção de leite. Participantes do CNA Jovem destacam importância da viagem Na opinião de Eduardo José Garrido Teixeira, da Bahia, a missão representa a possibilidade de inserir as jovens lideranças do País no cenário mundial do agronegócio. Para ele, a programação proporcionará aos escolhidos conhecer uma visão macro da produção do setor nos EUA e agregar conhecimento à realidade brasileira. “Acredito que essa oportunidade vai proporcionar o acesso a modelos de produção diferentes daqueles utilizados no Brasil e a novas tecnologias, de modo que pretendo absorver o máximo de conhecimento possível para que isso seja aplicado na nossa realidade impulsionando ainda mais a produção agropecuária brasileira”, declara. Rafael Machado Vergetti Alves, de Alagoas, destaca a oportunidade de articulação dos conhecimentos adquiridos durante o CNA Jovem, de contatos profissionais e, principalmente, uma oportunidade de demonstrar o seu potencial e colaborar com o sucesso do agronegócio brasileiro. “Essa viagem vem concretizar que, de fato o CNA jovem não acabou com o final dos encontros. Cada passo continua sendo um novo degrau na formação de novos líderes”. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:20hs Fonte: Assessoria de Comunicação do SENAR

Pecuarista consegue produzir em área cada vez menor no Mato Grosso

O bovinocultor mato-grossense está cada vez mais eficiente, pois conseguiu produzir mais em uma área cada vez menor
A avaliação é do Instituto Mato-grossense de Agropecuária (Imea), que no último boletim, apontou que “área de pastagem para a pecuária teve seu tamanho reduzido em 12,9% nos últimos 10 anos”. Na prática, segundo o Instituto, “mais de 3 milhões de hectares deixaram de ser utilizados para criação de bovinos em detrimento de outros usos, como a agricultura. Apesar da redução de espaço, o rebanho continuou crescendo e terminou 2014 com mais de 28 milhões de cabeças. Ademais, a produção de carne bovina em 10 anos teve aumento de 62,8%, produzindo mais de 1,3 bilhão de kg no ano passado”. De acordo com o Imea, “esses números mostram uma década de mudanças positivas tanto na pecuária, como na economia do Estado, uma vez que a bovinocultura de corte, na estimativa deste ano, representará sozinha mais de 20% do valor bruto da produção agropecuária (VBP). Apesar das dificuldades nesse período, Mato Grosso figura como o maior produtor de carne do Brasil”. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:10hs Fonte: Só Notícias/Agronotícias

Implementação de novas tecnologias é desafio para pecuária de MS, avalia diretor da Famasul

As tecnologias de melhoramento genético são aplicadas em apenas 10% das propriedades rurais
É um dado alarmante. A afirmação foi feita pelo diretor secretário da ?Famasul - Federação da Agricultura e Pecuária, Ruy Fachini, durante o 2º Fórum da Nova Pecuária de Mato Grosso do Sul, realizado nesta terça-feira (28), na Expogrande 2015. Além da implementação de novas tecnologias no setor pecuário, Fachini ressaltou que o Estado precisa focar na recuperação das áreas que apresentam algum processo de degradação, que atualmente ultrapassam 9 milhões de hectares. "Hoje precisamos produzir mais em área cada vez menor", afirmou o diretor durante a mesa de debates sobre as demandas da pecuária de corte, realizada no Fórum. Em debate realizado junto a outros representantes do segmento pecuário, Fachini falou do desempenho verificado em Mato Grosso do Sul nos últimos anos. "Em quatorze anos, enquanto o rebanho bovino diminuiu 10%, a produção subiu 36%, comprovando a sustentabilidade do setor", ressaltou. Participaram também da mesa de debate sobre as demandas da pecuária de corte, o presidente da Novilho Precoce, Carlos Furlan, o diretor de Relacionamento com o Pecuarista do JBS, Eduardo Pedroso e o chefe geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber de Oliveira. Durante o fórum, foi também realizada a mesa de debate sobre as demandas de pecuária de leite, com a participação do consultor da Famasul, Rodney Guadagnin, que apresentou as informações sobre o mercado lácteo de Mato Grosso do Sul. "Atualmente, Mato Grosso do Sul tem 24 mil produtores rurais do segmento leiteiro. Deste total, 15,1 mil criadores não conseguem produzir mais de 100 litros de leite diariamente, sendo que a atividade para ser viável precisa atingir produção mínima de 300 litros ao dia", ressaltou o consultor que também enfatizou que as mudanças deste cenário vêm da aquisição de conhecimentos e adoções de novas tecnologias. Data de Publicação: 30/04/2015 às 14:00hs Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema FAMASUL

Valtra lança novas versões dos tratores BM110 e BM125i

Máquinas da família BM chegam com mais tecnologia e novo design, marca também traz para o Brasil último modelo Challenger de esteira, desenvolvido para tirar o máximo rendimento do trator e reduzir a compactação do solo
Os tratores da linha BM, da Valtra, sempre foram reconhecidos como uma das melhores opções do segmento de média potência (entre 106 e 132 cv) e, agora com a reformulação da família, especificamente das versões BM110 e BM125i, a série oferece muito mais desempenho e robustez. Isto porque o novo sistema hidráulico, que foi redimensionado para vazão de 57,5 litros/minuto, traz melhoria de 11% em relação ao anterior, o que significa que o maquinário está mais ágil, mesmo quando utiliza implementos de três pontos. “Inovações como o novo comando hidráulico com válvula limitadora integrada, a opção de piloto automático Auto-Guide 3000 e de telemetria, aprimoram o desempenho do trator nas diversas operações de trabalho”, explica Winston Quintas, supervisor de marketing de produto tratores da Valtra. O capô com novo design, além de mais bonito, é mais funcional, pois facilita a manutenção e a refrigeração do sistema hidráulico e da caixa de câmbio. O radiador de alumínio garante maior eficiência na troca de calor, melhorando a performance em regiões de alta temperatura ambiente, já o escapamento lateral do maquinário amplia o campo de visão do operador. Os lançamentos possuem motor AGCO Power, desenvolvido exclusivamente para agricultura, o que permite melhor performance e economia de combustível. Com esses lançamentos, a Valtra reforça a liderança do BM125i no seu segmento. Alta potência A marca também traz novidades para a linha super pesada. Os tratores de esteira Challenger MT775E (comercializados no Brasil pela Valtra) chegam com motor AGCO Power de 7 cilindros, 28 válvulas e 405 cv na potência nominal e 437 cv na potência máxima. O Challenger MT775E está no campo, percorrendo diferentes tipos de lavouras brasileiras, comprovando que o modelo veio com tudo para ficar no mercado. “A proposta da Valtra com essas demonstrações de desempenho é comprovar o que já é realidade em outros países, que o MT775E pode render até 30% a mais comparando com tratores de pneu, dependendo do tipo de solo. A ideia é que os produtores saibam que Valtra é apta a oferecer os mais diversos tipos de solução agrícola e que atende às solicitações daqueles que confiam na marca”, defende Quintas. O MT775E é líder incontestável em tecnologia no seu segmento. Além da transmissão Full Powershift de 16 velocidades para frente e 4 para trás, apresenta sistema hidráulico com bomba de vazão com 322 litros por minuto. O grande diferencial deste produto é o Sistema Mobil-Trac, tecnologia patenteada – que foi desenvolvida para tirar o máximo de rendimento do trator e reduzir a compactação do solo. Com este sistema, o índice de patinagem é reduzido em 10% devido à grande área de contato das esteiras com o solo, proporcionando excelente aderência e gerando um desempenho superior comparado ao de máquinas do mesmo porte com pneus. Data de Publicação: 30/04/2015 às 13:50hs Fonte: S2Publicom

Brasil busca efetivação de prelisting para exportação

O Brasil deu mais um passo para conquistar a confiança e facilitar o comércio com a Rússia
Foi assinado um entendimento inicial, no dia 27 de março, para a abertura de um sistema de lista pré-autorizada (ou prelisting, na linguagem do comércio internacional), para todos os estabelecimentos exportadores de produtos de origem animal (material genético, animais vivos, carnes de bovinos, suínos e de aves, produtos cárneos processados, lácteos etc). Segundo a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo, esse sistema prevê que o país exportador, no caso o Brasil, selecione os estabelecimentos que atendem os requisitos exigidos pelo país importador. “O país exportador passa a lista dos estabelecimentos que ele garante que atendem às exigências do país importador. Além de cumprir os requisitos sanitários do nosso sistema de inspeção federal, atende também aos requisitos do país importador”, afirmou. Para os lácteos, o prelisting já está em funcionamento e a exportação dos produtos acontece sem a necessidade de missão prévia de inspeção dos estabelecimentos. Atualmente, 12 plantas industriais do setor são autorizadas a exportar para a Rússia. Acordo de equivalência Para a secretária, essa é uma forma efetiva de diminuir a burocracia no comércio entre os dois países. “Existem vários níveis de burocracia na habilitação dos estabelecimentos para exportar produtos de origem animal. O mais burocrático é o país importador visitar planta por planta. No caso de acordo de prelisting , o próprio país exportador elabora a lista. Esse é o caminho para uma maior confiança e facilitação do comércio, além de ser passo para um acordo de equivalência dos dois sistemas de inspeção de produtos de origem animal”, finalizou. A intenção é que até o final de junho haja um acordo efetivo de prelisting para as exportações para a Rússia. As autoridades russas querem estabelecer o mesmo sistema de habilitação para o comércio de pescado. “Quando o acordo for efetivado não será necessário depender de visitas estabelecimento por estabelecimento e o comércio será muito mais fácil”, ressaltou a secretária. Data de Publicação: 30/04/2015 às 13:30hs Fonte: Mapa

1º Seminário de Irrigação discute uso sustentável da água

Envolver produtores rurais, técnicos e sociedade no debate acerca da utilização sustentável da água é o objetivo da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (SENAR), que realizarão, no próximo dia 7 de maio, o 1º Seminário Estadual de Irrigação, em Goiânia
Em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento pretende apresentar estudos e visões técnicas desenvolvidas por produtores irrigantes e pesquisadores para que a água, recurso natural indispensável para a sobrevivência humana, seja utilizada com responsabilidade na produção de alimentos. A programação do 1º Seminário Estadual de Irrigação será dividida em dois painéis que discutirão a “Visão do Setor de Irrigação em Goiás e no mundo” e a “Gestão dos Recursos Hídricos”. O evento contará com palestras de Xico Graziano (engenheiro Agrônomo e ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo), Ivo Mello (representante da Associação dos Arrozeiros de Alegrete no Conselho Nacional de Recursos Hídricos), Lineu Rodrigues (gerente geral da Embrapa Cerrados) e Paulo Lipp João (Coordenador de Projetos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul), entre outras autoridades. Demanda por alimentos De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a população mundial chegará a 9,3 bilhões de pessoas até 2050. Isso exige que a produção de alimentos cresça 70%, sendo o Brasil responsável por 40% dessa nova oferta. Para produtores e técnicos, será o desenvolvimento e aplicação de tecnologias na produção rural, especialmente em irrigação, que tornará possível o aumento da oferta de alimentos de maneira sustentável. “Nosso país já deu um grande salto aumentando a produção de grãos em 297%, passando de 46,9 milhões de toneladas para os 200 milhões de toneladas da última safra. Com uma expansão de apenas 43% na área plantada, os produtores pouparam mais de 70 milhões de hectares. Isso foi possível graças às tecnologias e práticas modernas adotadas pelo setor”, afirmou Jordana Sara, consultora do Senar Goiás para a área de Meio Ambiente. Além de apresentar um diagnóstico completo da irrigação em Goiás, o Seminário discutirá ainda as providências legais a serem tomadas para produção em áreas irrigadas. Inscrições: www.sistemafaeg.com.br Informações: (62) 3096-2200 Data de Publicação: 30/04/2015 às 13:40hs Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG)

Uso de agrotóxicos subiu 162% em 12 anos, diz pesquisa

O setor agrícola brasileiro comprou, no ano de 2012, 823.226 toneladas de agrotóxicos, sendo que muitos deles são proibidos em outros países
De 2000 a 2012, o aumento em toneladas compradas foi 162,32%. Os dados estão no Dossiê Abrasco – Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, lançado hoje (28) pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em evento na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). “Desde 2009 o Brasil assumiu a posição de primeiro consumidor mundial de agrotóxico. O consumo daria 5,5 quilos por brasileiro por ano”, disse o diretor da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Paulo Petersen. Petersen explica que esse aumento está diretamente relacionado à expansão da monocultura e dos transgênicos. “Ao contrário do que vinha sendo propagandadeado quando eles [transgênicos] foram lançados, que permitiriam que o uso de agrotóxico diminuísse, porque seriam resistentes às pragas, o que se verificou foi o oposto. Não só está usando mais, como está usando agrotóxicos mais poderosos, mais fortes. Nós fomos levados a importar em regime de urgência determinados agrotóxicos que sequer eram permitidos no Brasil para combater pragas na soja e no algodão transgênicos, que foram atacados por lagartas”. Segundo Petersen, 22 dos 50 princípios ativos mais empregados em agrotóxicos no Brasil estão banidos em outros países, além de haver uso além da necessidade técnica e métodos menos tóxicos e eficientes para o controle de pragas. “Estamos em uma situação de total descontrole, o Estado não cumpre o processo de fiscalização como deveria e a legislação para o uso de agrotóxicos também não é cumprida”, disse. O Brasil registrou, entre 2007 e 2014, 34.147 casos de intoxicação por agrotóxico, de acordo com o presidente da ABA. Entre os problemas causados por esse tipo de intoxicação estão mal formação de feto, câncer, disfunção fisiológica, problemas cardíacos e neuronais. Desde a primeira edição, o debate sobre a questão foi ampliado na sociedade civil e também no governo e levou à criação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), cuja minuta está pronta mas ainda aguarda lançamento oficial pelo governo. “Nesse debate, nós sustentamos a ideia, já confirmada por vários órgãos oficiais, de que é possível haver uma redução bastante significativa no consumo de agrotóxico no Brasil sem que isso comprometa em nada a eficiência econômica da agricultura brasileira”, afirma o pesquisador. O dossiê é uma revisão da versão publicada em 2012. O trabalho deste ano tem mais de 600 páginas e teve o acréscimo de acontecimentos marcantes, estudos científicos e decisões políticas que envolvem os agrotóxicos. A publicação reúne, por exemplo, informações sobre a relação direta entre uso de agrotóxicos e problemas de saúde, como os que foram divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) . A edição de 2015 do dossiê traz um quarto capítulo inédito que aponta o caminho da agroecologia como forma sustentável e saudável de produção no longo prazo. “Esse capítulo apresenta várias experiências, de diferentes regiões do Brasil, que demonstram que é perfeitamente possível ser economicamente viável, ambientalmente sustentável, benéfico à saúde pública e produzindo em quantidade e qualidade”. O dossiê propõe dez ações urgentes, como priorizar a implantação de uma Política Nacional de Agroecologia no lugar do financiamento público ao agronegócio; impulsionar debates internacionais e enfrentar a concentração do sistema alimentar mundial; banir os agrotóxicos já proibidos em outros países; rever os parâmetros de potabilidade da água, para limitar o número de substâncias químicas aceitáveis e diminuir os valores máximos permitidos e proibir a pulverização aérea de agrotóxicos. A publicação está disponível na internet http://www.abrasco.org.br/dossieagrotoxicos/wp-content/uploads/2013/10/DossieAbrasco_2015_web.pdf Data de Publicação: 30/04/2015 às 13:20hs Fonte: Agência Brasil