segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Quatro Leilões levam o melhor da genética do Quarto de Milha para Avaré/SP

Quatro Leilões levam o melhor da genética do Quarto de Milha para Avaré/SP Quatro Leilões levam o melhor da genética do Quarto de Milha para Avaré/SP 30/09/13 - 16:44 Tradição em todas as edições do Potro do Futuro, o circuito de leilões, composto por quatro remates, vai levar à pista do Recinto de Exposições Fernando Cruz Pimentel, em Avaré (SP), o melhor da genética do Quarto de Milha. No ano passado os remates realizados durante o evento somaram faturamento de R$ 5,6 milhões. Ao todo serão ofertados cerca de 200 animais, vindos de haras com ampla experiência na seleção e criação de animais de trabalho. “Serão excelentes oportunidades para adquirir animais de ponta, vindo de criatórios que são berços de grandes campeões da raça”, salienta o diretor de esportes da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, Marcelo Xavier. O calendário de remates tem início na quinta-feira, dia 10 de outubro, a partir das 19h30, com a 11° Leilão Think a Mite Ranch. O remate contará com 49 lotes de garanhões, éguas e embriões. No dia seguinte (11/10), a partir das 20h, o destaque fica por conta do 7° Leilão Caruana/Belinato&Romanelli, que irá ofertar uma seleção de animais voltada para competições. Encerrando o ciclo de leilões, no sábado (12/10) ocorrem o 4° Leilão Haras ST (às 14h) e o 6° Leilão Haras Nossa Senhora Aparecida (às 20h). Agrolink com informações de assessoria

XXIII Conird - Irrigar para crescer

XXIII Conird - Irrigar para crescer XXIII Conird - Irrigar para crescer 30/09/13 - 16:48 “A Importância da cadeia de negócios da agricultura irrigada para o desenvolvimento municipal”. Este será o tema da conferência de abertura do XXIII Conird, que será realizado de 13 a 18 de outubro, no hotel Saint Louis, em Luís Eduardo Magalhães (BA). A conferência será feita pelo prefeito Humberto Santa Cruz. O município de Luís Eduardo Magalhães está localizado no Oeste da Bahia, região que possui 116 mil hectares irrigados, o que representa muito pouco dentro dos 2,5 milhões de hectares da área total que ainda poderá ser explorada, cumprindo todas as exigências ambientais. O potencial hídrico do Oeste da Bahia é enorme, considerando-se a existência de rios perenes e do aquífero Urucuia. As áreas com índice pluviométrico entre 1.500 e 1.800 mm de chuva por ano já foram ocupadas com culturas de sequeiro; nas áreas com chuva entre 1.000 e 1.100mm, que estão justamente localizadas onde o aquífero Urucuia é mais raso, serão as novas áreas incorporadas ao sistema produtivo com a implantação da irrigação. Neste cenário, Luís Eduardo Magalhães vem se destacando. Sua economia é movimentada, em grande parte, pela produção agrícola, impulsionando as indústrias, o comércio e os serviços. Com isso a população cresce exponencialmente. Em 2010 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimava para Luís Eduardo Magalhães uma população de 60.105 habitantes. Três anos depois, após atualização dos dados do censo, a população do município é de 73.061 habitantes. Luís Eduardo Magalhães é um dos pólos do agronegócio do país. Seu Produto Interno Bruto (PIB) saltou de R$ 841 milhões em 2006 para R$ 1,5 bilhão em 2008. Brasil - O processo de crescimento da irrigação não tem volta. O Brasil irriga pouco mais de cinco milhões de hectares, cerca de um sexto do potencial brasileiro para irrigação. Ainda assim, vem batendo recordes de produtividade devido ao uso racional da água, dentre outros fatores. Cada hectare irrigado numa região representa um aumento de 5% de renda real para toda a comunidade envolvida. Com a irrigação, o agricultor sabe exatamente a quantidade de água necessária para cada etapa do processo produtivo, antes mesmo de lançar a semente no solo. As inscrições para o XXIII Conird estão sendo efetuadas somente via internet, no site do evento, até o dia 11/10/2013. Após esta data, as inscrições só poderão ser realizadas no local do evento. Os valores variam de acordo com a categoria: profissional, estudante de pós-graduação, estudante de graduação e estudante de escola técnica. O XXIII Conird é uma realização da Abid, Aiba e governo do Estado da Bahia. Agrolink com informações de assessoria

Senar Mato Grosso confirma mutirão em 16 municípios

Senar Mato Grosso confirma mutirão em 16 municípios 30/09/2013 09:43 Na primeira quinzena de outubro, a equipe do Mutirão Rural da Cidadania, um programa desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, visitará 11 municípios do Norte de Mato Grosso. Já nos últimos 10 dias do mês, a equipe do Mutirão passará por Água Boa, Barra do Garças, Torixoréu, Santo Antonio do Leste e Chapada dos Guimarães. Ao todo, em outubro, serão visitados 16 municípios. Em convivência constante com a realidade do homem do campo, o analista de educação profissional rural do Senar-MT, João Vargas, conta que em 2013 o diferencial do Programa Mutirão Rural da Cidadania ficou em atender as aldeias indígenas. "Este ano visitamos os povos Caiapó e Terena. A maioria está em locais distantes, sem energia e de difícil acesso". Para atendê-los, João Vargas conta que foi preciso montar uma estrutura diferenciada com mais profissionais e infraestrutura. "Aumentamos a equipe de 16 para 90 pessoas. O resultado foi muito positivo". A maior procura nas aldeias indígenas também é por documentos. Este ano os trabalhos do Mutirão Rural serão encerrados no dia 31 de outubro, em Chapada dos Guimarães. No primeiro semestre foram realizados 253.569 atendimentos para 23.429 pessoas. A equipe faz carteira de trabalho, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), emite documentos pessoais e certidões. O grupo também emite segunda via destes documentos. O dia de Mutirão Rural da Cidadania também é bastante movimentando por palestras sobre esclarecimentos das leis de trânsito, direito do consumidor e inclusão social. A equipe ainda faz Boletins de Ocorrência e várias outras ações como aulas de inclusão social, atividades físicas, culturais e de lazer. Com a meta de fazer 550 mil atendimentos e beneficiar 55 mil pessoas, o Mutirão Rural da Cidadania, em 2013, passará pelos municípios das nove regionais do Senar-MT. Em 2012 foram beneficiadas 38.201 pessoas. No ano passado a equipe do Mutirão esteve em 99 municípios e fez 414.538 atendimentos. O programa também conta com a parceria da Secretaria de Segurança Pública, por meio da Polícia Técnica (Politec), Rede Cidadã, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, o Sistema Nacional de Empregos (Sine), Procon, Detran, e vice-governadoria, através da Superintendência de Assuntos Indígenas. Os interessados em obter mais informações sobre o Mutirão Rural da Cidadania também podem procurar o Sindicato Rural de seu município. Programação: Quinta-feira (3) – Marcelandia Sexta-feira (4) – Cláudia Sábado (5) – Sinop Domingo (6) – Nova Ubiratã Terça-feira (8) - Lucas do Rio Verde Quarta-feira (9) – Santa Rita do Trivelato Quinta-feira (10) – Nova Mutum Sábado (12) – Campo Novo dos Parecis Domingo (13) – Campo Novo do Parecis – área rural Terça-feira (15) – Brasnorte Quinta-feira (17) – Sapezal Sábado – (19) – Barra do Bugres Quarta-feira (23) – Água Boa Sexta-feira (25) – Barra do Garças Domingo (27) – Torixoréu Terça-feira (29) - Santo Antonio do Leste Quinta-feira (31) – Chapada dos Guimarães Fonte: Assessoria

Mercado de reposição do boi gordo pouco movimentado em Mato Grosso Sul

Mercado de reposição do boi gordo pouco movimentado em Mato Grosso Sul 30/09/2013 14:26 A oferta de gado de corte em Mato Grosso do Sul está restrita, informou nesta segunda, dia 30, a Scot Consultoria. Os pecuaristas preferem esperar para repor os animais na estação chuvosa, quando a capacidade de suporte dos pastos é maior. Em relação a agosto, houve valorização média de 0,4%, considerando todas as categorias de animais de reposição. O garrote (9,5 arrobas) foi exceção. O animal teve desvalorização de 2,6% no período. Atualmente, o animal é negociado por R$ 980,00, frente a R$ 1.006,00 no mês passado, em média. Em relação a agosto, a arroba do boi gordo teve valorização de 3,9%, o que aumentou o poder de compra do pecuarista. Atualmente, compra-se 1,72 garrote com a venda de um boi gordo (16,5 arrobas) no Estado – a maior relação de troca deste ano. Fonte: Assessoria

Grupo ” realiza leilão em prol do Hospital do Câncer de Mato Grosso

Grupo ” realiza leilão em prol do Hospital do Câncer de Mato Grosso 30/09/2013 14:13 Criado em 2012, o grupo Unidos Pela Vida, idealizado pelo Sindicato Rural de Matupá e com a participação de outras entidades do município como Rotary Club, Lions e Maçonaria, realizará no dia 20 de outubro (domingo) o segundo leilão beneficente em prol do Hospital do Câncer de Mato Grosso. O evento acontece no Tatersal do Parque de Exposições de Matupá às 11h. Primeiro haverá um almoço para os participantes e em seguida o leilão. Os bens leiloados são doados por produtores rurais e comerciantes das cidades de Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo e Matupá. A presidente do Sindicato Rural de Matupá e vice-diretora de Relações Institucionais da Famato, Cecília Stafuzza, explica que a expectativa de arrecadação deste ano é de 180 mil. "Essa é a quantia necessária para refazer uma das enfermarias do hospital, e nós queremos deixar essa nossa marca no Hospital do Câncer de Mato Grosso", afirma Cecília. Em contrapartida o Hospital realiza visitas à região para fazer triagem de pacientes. Só no ano passado 200 pessoas foram atendidas e 59 foram encaminhadas à Instituição. Fonte: Assessoria

Audiência pública sobre a redução no consumo do arroz e feijão é adiada

Audiência pública sobre a redução no consumo do arroz e feijão é adiada 30/09/2013 13:50 A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados adiou para o dia 16 de outubro a audiência pública que discutirá a redução de consumo do arroz e feijão e suas causas e conseqüências para saúde humana e para a cadeia produtiva. O debate foi sugerido pelo deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) baseado em dados provenientes de um levantamento da Pesquisa Nacional de Orçamentos Familiares de 2003, que indicaram um decréscimo na aquisição alimentar domiciliar anual de 46% no arroz e 37% no feijão, em relação ao mesmo período de 1975. "São vários produtores envolvidos no plantio dessa cultura, e, em longo prazo, essa redução prejudicaria todos os setores envolvidos com a produção e a comercialização", afirma Heinze. A reunião também tem como objetivo contribuir para a formulação de políticas públicas para amenizar os efeitos do pouco consumo dos alimentos, em decorrência das mudanças de hábitos e culturas das famílias brasileiras. Fonte: Assessoria

USDA: estoques de soja e milho dos EUA ficam acima das expectativas

USDA: estoques de soja e milho dos EUA ficam acima das expectativas 30/09/2013 13:43 O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de estoques trimestrais nesta segunda-feira (30). O órgao afirma que os estoques norte-americanos de soja, em 1º de setembro, eram de 3,84 milhões de toneladas (141 milhões de bushels). O volume ficou bem acima do esperado pelo mercado, que apostavan em cerca de 3,43 milhões de toneladas, ou 126 milhões de bushels, segundo um levantamento com consultorias privadas feito por uma agência internacional de notícias. Apesar de maior do que as expectativas, os estoques são 17% menores do que os estoques do mesmo período de 2012. O departamento informou ainda que os estoques trimestrais de milho totalizaram 20,93 milhões de toneladas (824 milhões de bushels). O volume estimado pelo USDA ficou bem acima do projetado pelo mercado, que era de 17,48 milhões de toneladas (688 milhões de bushels). Em 2012, nessa mesma época, os estoques de milho dos EUA somavam 25,122 milhões de toneladas (989,027 milhões de bushels). Trigo - Os estoques de trigo dos EUA foram reportados pelo USDa em 50,34 milhões milhões de toneladas, um volume 12% menor do que os estoques do mesmo período de 2012. De junho a agosto deste ano, porém, houve uma redução dos estoques de 26,97 milhões de toneladas (991 milhões de bushels). Fonte: Notícias Agrícolas

30/09/2013 - 15:00

30/09/2013 - 15:00 Mantega diz que PIB poderá ser maior que a projeção do Banco Central Agência Brasil O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o resultado do Relatório Trimestral de Inflação, do Banco Central (BC), divulgado hoje (30). O documento reduziu a projeção de crescimento da economia, este ano, de 2,7% para 2,5%. Segundo o ministro, a situação da economia tem mostrado melhora. “Como houve um bom resultado do segundo trimestre, pode ser até que a gente consiga um pouco mais. Mas, por enquanto, é melhor ficarmos com os 2,5% e ver o que acontece. Estou tendo indicações de que a situação econômica está melhorando gradualmente”, disse ele. O ministro disse que, em viagem aos Estados Unidos, constatou que a confiança dos investidores no país está voltando e que os leilões de energia e rodovias têm animado o investidor estrangeiro. “Podemos começar a acelerar nosso crescimento, mesmo porque as condições adversas da economia internacional estão melhorando. Elas vinham atrapalhando muito.” Sobre a projeção de 5,8% para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ele disse que o governo trabalha para pela queda da taxa. “O Banco Central faz sua parte e o Ministério da Fazenda faz a outra parte, reduzindo custos da economia, como nós temos feito”, disse.

30/09/2013 - 14:30

30/09/2013 - 14:30 Precisão traz salto de produtividade DCI A aplicação de insumos de acordo com a variabilidade da lavoura, técnica conhecida como agricultura de precisão, ainda é pouco difundida no Brasil, mas pode ser o meio para um novo salto de produtividade do agronegócio. O ganho econômico depende de inúmeros fatores, mas em cooperativas gaúchas chegou a 11,7%. Outros relatos indicam incremento de produtividade de 20% e economia de insumos de 30%. O método consiste em traçar um diagnóstico da área de plantio, mapeando as necessidades de cada microárea, e aplicando a quantidade exata de cada insumo, em vez de aplicar uma taxa média em toda a lavoura. “O campo não é uniforme”, diz o coordenador da Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa, Ricardo Inamasu. “Há diferenças de paisagem, topografia, solo, clima, umidade; é tudo diferente.” Na cooperativa Farol, com atuação focada na agricultura de precisão, e que possui 2.500 produtores na região de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, a aplicação de fertilizantes e corretivos de solo garantiu alta de produtividade de “no mínimo 20%”, afirma Vilmar Merotto, que preside o conselho de administração. Segundo ele, os produtores da cooperativa atuam em uma área onde o solo é muito manchado. Por isso, o diagnóstico do terreno e a aplicação de insumos de acordo com a variabilidade acabam sendo muito importantes. “Em 10 ou 20 metros já percebemos diferenças. O que fazemos é tentar homogeneizar essas áreas.” Para Merotto, é difícil mensurar o ganho dos agricultores. Mas ele afirma que alguns têm tido ganhos “muito substanciais”. No caso da soja, por exemplo, ele diz que a produtividade ultrapassa 3.600 quilos por hectare. Se comparada com a média nacional de 2.937 quilos, apurada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção da cooperativa é 22,6% maior. Na Central de Cooperativas Gaúchas (CCGL), a estimativa é que 5.500 dos 170 mil produtores (3,2%), trabalhem com agricultura de precisão. Segundo pesquisa da instituição, esses agricultores têm ganhos 11,7% maiores, mesmo considerando os custos adicionais. “Os números são muito significativos. E a fração dos que usam o método tem crescido 30% ao ano”, afirmou o pesquisador Jackson Fiorin, da CCGL. Segundo ele, também é importante considerar que em torno de 80% dos produtores associadas à CCGL atuam no sistema de agricultura familiar. Em menor escala, o investimento em equipamentos e consultoria técnica acaba ficando mais caro. Segundo Fiorin, o grande produtor consegue investir em máquinas e ferramentas para aplicar os conceitos da agricultura de precisão. “Mas para pequenos, a cooperativa cumpre esse papel.” Fiorin também destaca que a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) contribuiu bastante para o desenvolvimento de tecnologia na região. A universidade gaúcha é a única no Brasil com um programa de mestrado voltado especialmente para a agricultura de precisão, além de programas de graduação e curso técnico na área. Com isso, a região também hospedou, na semana passada, o 2° Congresso Sul-Americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas, na cidade de Não-Me-Toque (RS). Segundo o professor Telmo Amado, que coordena o programa de mestrado profissional em agricultura de precisão da UFSM, o encontro reuniu mais de 1.000 pessoas. “A ideia é dar ferramentas para as pessoas que vão adotar a técnica e dispor de um fórum de discussão e mostra de trabalho.” Telmo também coordena o projeto Aquarius, iniciado em 2000, fruto de uma parceria entre as empresas Massey Ferguson e Stara, de equipamentos agrícolas; a Yara, de fertilizantes; a cooperativa Cotrijal; e a universidade. A iniciativa tem como objetivo desenvolver técnicas para o ciclo completo (fertilização, plantio, cultivo e colheita) de agricultura de precisão. No começo, o projeto contava com duas áreas comerciais, a Schmidt, de 124 hectares e a Lagoa, com 132 hectares, ambas no município de Não-Me-Toque. Hoje são 16, com 729 hectares. Segundo o professor, o início do projeto consistiu no diagnóstico do solo das lavouras para a elaboração de mapas de atributos químicos e a aplicação de insumos com taxa variável. Atualmente, Telmo diz que já existe uma série de técnicas mais avançadas que complementam a correção do solo. “Trabalhamos com sensores que identificam onde estão ervas daninhas e pragas, por exemplo.” Outra área, é a semeadura precisa, que permite identificar falhas no processo de plantio. Por outro lado, ele diz que sem treinamento adequado, essas tecnologias acabam sendo desperdiçadas. “Não adianta essa tecnologia sem treinamento.” Para a formação de operadores de equipamentos agrícolas que atuam com ferramentas da agricultura de precisão, o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), tem oferecido um curso especial em agricultura de precisão. “Treinamos 45 instrutores no ano passado. E estes vão dar aulas para os operadores”, disse o coordenador do programa, Igor Borges. Segundo Borges, os produtores investiram em máquinas, mas sem saber usá-las. “É comum que os operadores inclusive desliguem parte dos eletrônicos por falta de instrução.”

30/09/2013 - 13:50

30/09/2013 - 13:50 Laboratório alerta sobre presença de resíduos na carne que podem causar demência e morte Da Redação - Rodrigo Maciel Meloni Foto: Reprodução / Ilustração Laboratório alerta sobre presença de resíduos na carne que causam sérios danos a saúde Laboratório alerta sobre presença de resíduos na carne que causam sérios danos a saúde O LabTec, laboratório habilitado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), creditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) na norma ISO-17025 e credenciado no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), alerta os consumidores para a presença de resíduos na carne que podem provocar doenças fatais, como derrames e infartos, além de demência e Alzheimer (estes dois últimos comuns em pacientes que consumiram por muito tempo alimentos com altos níveis de chumbo e cádmio, elementos químicos encontrados em suplementos minerais que compoe parte das rações fornecidas aos rebanhos). Leia mais Método de inseminação artificial que reduz custos ganha adeptos no campo Pesquisadores criam escala para avaliar dor em bovinos, equinos e suínos Medicamentos veterinários, agrotóxicos, contaminantes ambientais (aflatoxinas) e inorgânicos (metais pesados); Quinolonas e Fluroquinolonas (antibióticos utilizados em aves para o tratamento das infecções bacterianas) são apenas alguns dos perigos que podem atingir o consumidor caso ele não atente para algumas prerrogativas, como verificar a data de validade e o aspecto físico do produto. A higienização no momento de embalar, transportar e as condições de armazenagem do estabelecimento devem ser observados para assegurar a integridade do alimento. Carne exposta sem a refrigeração correta pode ficar amolecida, umedecida ou com pedras de gelo na parte de baixo. O consumidor deve ficar atento se o produto atende aos requisitos mínimos de qualidade, e se ele possui o selo de aprovação do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F), que atesta que a carne está própria para consumo. Frigoríficos passam por análises rigorosas do Mapa para receber o selo. Ele garante que o estabelecimento passou por fiscalização e que a qualidade na produção de alimentos de origem animal foi avaliada. “A carne pode conter resíduos de medicamentos veterinários. O animal, antes de ser abatido, precisa de um período de carência para se desintoxicar da ação de medicamentos administrados para o combate de parasitas e outras doenças que podem atacá-lo”, destaca o LabTec em nota. De acordo com a empresa, frigoríficos flagrados nos testes com produtos inadequados utilizam os resultados para tomarem as medidas de prevenção cabíveis e se adequarem às exigências do mercado. O consumidor que encontra um produto que não está de acordo com as regras estabelecidas pela Anvisa deve procurar os órgãos de defesa do consumidor.

30/09/2013 - 13:47

30/09/2013 - 13:47 Pequenos agricultores apostam no cultivo de ervilha em Barbacena, MG Globo Rural O cultivo da ervilha é a aposta de pequenos agricultores de Barbacena, em Minas Gerais. A zona rural do município é responsável pelo maior produção de ervilha do Estado. A safra anual é de 600 toneladas cultivadas em uma área de 100 hectares dividida em pequenas propriedades A colheita dos quase 10 mil pés da propriedade do agricultor Roberto Dias rende de 10 a 12 caixas de 12 quilos por semana, produção vendida na Ceasa de Barbacena. “Há uma variação de preço de R$ 25 a R$ 30 a caixa. Se fosse um pouco mais, seria melhor. Não rende para colher. Mas, a gente fica satisfeito com a valorização”, diz. Há cerca de 10 anos, muitos produtores da região passaram a vender a hortaliça em embalagens de 250 gramas. O agricultor vende cada embalagem por R$ 1,00. A colheita é feita durante o ano todo.

30/09/2013 - 12:42

30/09/2013 - 12:42 Brasil manterá importação de trigo dos EUA Valor Econômico O excedente exportável de trigo dos países do Mercosul deve ser novamente inferior à necessidade de importação do Brasil na safra 2013/14. Segundo estimativa da consultoria Safras & Mercado, o bloco deve ter 6,85 milhões de toneladas do cereal disponíveis para exportação, enquanto o Brasil precisará de pelo menos 7,4 milhões de toneladas para seu abastecimento interno. Se esse volume se confirmar, será a maior importação brasileira de trigo desde o ciclo 2006/07. Nos últimos dois ciclos, a produção brasileira foi frustrada por problemas climáticos. Neste ano, o potencial produtivo, de 5,8 milhões de toneladas, foi reduzido em pelo menos 1,6 milhão devido a perdas por geadas no Paraná. Mas o principal fornecedor brasileiro, a Argentina, também foi recentemente afetado por baixas temperaturas e pode ter um menor volume para exportar pelo segundo ano consecutivo. Neste ano, o Brasil conseguiu efetivamente importar 2,5 milhões de toneladas da Argentina, 1 milhão de toneladas a menos do que no ano anterior. Por isso, o governo liberou a importação de fora do Mercosul sem o recolhimento da Tarifa Externa Comum (TEC), de 10%. A tendência é de que esse cenário se repita nos próximos 12 meses. Devido à escassez do cereal no Brasil e na Argentina, o governo brasileiro liberou, desde abril deste ano, a importação de 2,7 milhões de toneladas de fora do Mercosul, sem a cobrança da TEC. "Neste momento, os moinhos estão solicitando autorização do governo para trazer mais 600 mil toneladas", diz o presidente do Sindicato da Indústria do Trigo de São Paulo, Christian Saigh, que estima que a necessidade de importação do Brasil nos próximos 12 meses será de 7 milhões de toneladas. Nas estatísticas do comércio exterior do Brasil, o trigo de fora do Mercosul, sobretudo o americano, já é destaque. Entre janeiro e agosto deste ano, o país importou no total 4,6 milhões de toneladas do cereal, dos quais 30%, ou 1,4 milhão de toneladas, dos Estados Unidos, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC). No mesmo período do ano passado, a compra de cereal americano foi menor que 32 mil de toneladas. O efeito das geadas nas lavouras argentinas ainda é desconhecido. Mas a Safras & Mercado reduziu em 1,5 milhão de toneladas, a 11,5 milhão de toneladas, sua estimativa para a produção do país vizinho. "Há agentes no mercado que especulam que haverá uma redução de até 3 milhões de toneladas", diz o especialista da consultoria, Élcio Bento. Novas geadas estão previstas para ocorrer na Argentina nos próximos dias. Segundo Saigh, em setembro, o preço do trigo argentino para entrega em janeiro já subiu 10%. No mercado interno, afirma ele, a escassez também mantém as cotações muito elevadas no Paraná, onde a tonelada não chega no moinho em São Paulo por menos de R$ 1,12 mil (com frete e imposto estadual). Com perdas climáticas também no Paraguai, a consultoria estima uma queda de, pelo menos, 3 milhões de toneladas na produção do Mercosul, que deve ser de 18,5 milhões de toneladas, ante a previsão inicial de 21,5 milhões de toneladas. O trigo gaúcho também foi alvo do frio intenso em 18 e 19 de setembro. Mas as ocorrências foram avaliadas como de baixa intensidade, segundo o sócio da Pila Corretora, Valdiner Fagundes. "O fator-chave será o clima até 15 de outubro", diz.

Principais mercados compradores são exigentes

Principais mercados compradores são exigentes Um sabor tipicamente brasileiro, mas que apenas em abril ganhou a denominação oficial de "cachaça" nos rótulos da bebida exportada para os Estados Unidos .. ... . .. . .Principais mercados compradores são exigentes Até, então, a denominação era de Brazilian rum, o rum brasileiro. O país respondeu por 10% do valor exportado pelos fabricantes nacionais em 2012, na casa dos US$ 20 milhões, e o reconhecimento da nomenclatura nos rótulos tende a impactar diretamente no crescimento dos negócios. "Antes disso, concorríamos com todos os destilados, éramos mais uma marca de rum na prateleira", comenta Evandro Luis Weber, terceira geração da família no comando da Weber Haus Cachaçaria, sediada em Ivoti, no Rio Grande do Sul. Os Estados Unidos são o principal mercado de exportação da Weber Haus, que cresceu em território americano em parceria com a Churrascaria Fogo de Chão, outra empresa brasileira que ganhou espaço por lá. A cachaça premium gaúcha segue, ainda, para a China, Japão, França, Alemanha e Itália. A Weber Haus está presente em três dos cinco principais destinos dos produtos brasileiros, de acordo com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - China, Estados Unidos, Argentina, Países Baixos e Japão. "Embora sejam mercados receptivos ao Made in Brasil, são bem difíceis de ser trabalhados por conta da cultura e hábitos de consumo", observa Luciana Pelegrino, diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagens (Abre). "Só na apresentação dos produtos as diferenças são enormes". Segundo Luciana, nos Estados Unidos a embalagem tem de ser muito objetiva abordando três pontos básicos e de forma clara: marca, denominação (o que é) e fragrância ou sabor. As embalagens devem privilegiar o consumo individual ou vir agrupadas em quantidades maiores. Já nos Países Baixos a porção de compra é sempre individual, porque a maioria não tem onde acondicionar grandes volumes e costuma fazer suas compras a pé. O Japão, por sua vez, valoriza as embalagens próprias para presente, com boa apresentação gráfica, apelo funcional e que evite desperdícios, além é claro, de exigir informações no idioma local. O mesmo acontece com a China, que pede dados na língua local e gosta de embalagens em cores fortes. "É essencial, porém, conhecer profundamente o significado das cores na cultura oriental, que difere muito de nós ocidentais", alerta a executiva. Por fim, a Argentina, que trabalha com tons apastelados nas embalagens, apresentação mais clássica, versões com refil e dados no idioma local. Na visão de Suzana Bandeira, professora convidada do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM, uma especialista em China, o que falta ao Brasil é conhecer mais a fundo os mercados com os quais quer negociar. "Mais do que a barreira do idioma que é muito grande, falta fazer a lição de casa. Isto é criar mecanismos para que as empresas, sobretudo as de pequeno e médio porte, estudem o ambiente de negócio, como funcionam as leis, a seara institucional, a relação com os fornecedores, os canais de distribuição para depois começar a exportar", afirma. "A China, por exemplo, tem um Centro de Estudos da América Latina, com ênfase para o mercado brasileiro." Na dúvida se daria conta ou não do desafio sozinho, o empresário Gustavo Rizzo, sócio da Vault, empresa de engenharia especializada em equipamentos e projetos para ambientes seguros, decidiu colocar o pé no exterior a partir de parceiros conquistados aqui no Brasil. "Prestamos serviço para o Consulado Americano em São Paulo e eles nos abriram portas nos Estados Unidos", conta Rizzo. De indicação em indicação, a empresa conta com 15 canais revendedores da sua tecnologia no exterior e 800 no Brasil. As exportações ainda respondem por 10% do faturamento, estimado em R$ 25 milhões para este ano, mas a meta é que chegue a 30% até 2015. O empresário Wagner Oliveira, sócio da Woli Consultoria, por sua vez, optou por começar a exportar seus cursos on-line a distância primeiro para a América Latina. Está presente em oito países, com ênfase na Argentina. "Foram nossos próprios clientes, entre eles a Localiza, que nos demandaram o desenvolvimento de cursos de treinamento em espanhol para suas praças", diz Oliveira. "O desafio não foi só do idioma, mas principalmente de legislação. Tivemos que desenvolver produtos de acordo com as necessidades locais". O esforço deu resultado. A plataforma de ensino a distância já conta com 750 mil profissionais treinados e as exportações já respondem por 15% do faturamento, que este ano deve chegar a R$ 11 milhões. . .

Embarques acumulados em 12 meses voltam a crescer

Embarques acumulados em 12 meses voltam a crescer Após meses de retração os embarques de carne de frango em 12 meses voltam a dar sinais de recuperação .. ... . .. . .Embarques acumulados em 12 meses voltam a crescer Em maio de 2012, após atingir o recorde de 4,026 milhões no acumulado em 12 meses o setor exportador viu os embarques entrar num declínio constante e 12 meses depois (maio de 2013) já eram 5% menores. Em junho os embarques praticamente se mantiveram mas, a partir de então, entrou em nova escala ascendente. O acumulado nos últimos 12 meses - set/12-ago/13 ; 3,863 milhões/t - é 2,6% menor que os 12 meses imediatamente anteriores e é bem próximo do acumulado em setembro e outubro de 2011 (3,866/3,869 milhões/t), quando as exportações acumuladas estavam iniciando o processo de aumento contínuo. Fontes do setor prevêem que os embarques deste ano fiquem próximos do total embarcado no ano passado (3,918 milhões/t). Ou seja, embora o volume acumulado em 12 meses deva continuar subindo, superar a marca dos 4 milhões de toneladas ficará para o decorrer de 2014. Avisite . . .. Data de Publicação: 30/09/2013 às 12:00hs

Evento no Palácio do Planalto abre atividades do Dia Mundial da Alimentação 2013

Evento no Palácio do Planalto abre atividades do Dia Mundial da Alimentação 2013 Na próxima terça-feira, às 18h, no Salão Leste do Palácio do Planalto, será realizada a cerimônia de abertura das atividades do Dia Mundial da Alimentação, que este ano tem como tema Sistemas Alimentares Sustentáveis para Segurança Alimentar e Nutrição .. ... . .. . .Evento no Palácio do Planalto abre atividades do Dia Mundial da Alimentação 2013 Pessoas saudáveis dependem de sistemas alimentares saudáveis. E um sistema alimentar é constituído pelo meio ambiente, pessoas, instituições e processos pelos quais os produtos agrícolas são produzidos, processados e entregues aos consumidores. Tudo isso tem um enorme impacto no meio ambiente e na saúde das pessoas. E é essa a discussão proposta esse ano pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como tema para o Dia Mundial da Alimentação. Comemorado todos os anos no dia 16 de outubro, data da fundação da FAO, o Dia Mundial da Alimentação tem como objetivo chamar atenção para as questões relacionadas com a produção de alimentos, assim como ampliar a consciência social sobre o problema da fome no mundo. Neste ano, o foco será a importância dos sistemas alimentares e sua sustentabilidade para garantir segurança alimentar e nutricional. O tema é amplo e será abordado em diversas ações diferentes durante o mês de outubro. Para marcar o início dessas atividades, a FAO, em parceria com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Serviço Social da Indústria (Sesi), realiza essa ação no Palácio do Planalto, com a participação de conselheiros do Consea, ministros de Estado, parlamentares e diferentes atores sociais ligados à temática do combate à fome e promoção de segurança alimentar e nutricional. O Programa Cozinha Brasil, do Sesi, oferecerá um coquetel com diversos quitutes preparados de forma sustentável, evitando o desperdício de alimentos e promovendo uma alimentação saudável e balanceada. Para marcar o Ano Internacional da Quinoa, celebrado em 2013, o coquetel incluirá pratos preparados com esse grão andino e as Embaixadas do Peru e da Bolívia oferecerão produtos de quinoa para degustação. . .Data de Publicação: 30/09/2013 às 11:50hs Fonte: FAO

Aplique Bem oferece treinamento gratuito a agricultores de SC, RS e MT

Aplique Bem oferece treinamento gratuito a agricultores de SC, RS e MT Aplique Bem oferece treinamento gratuito a agricultores de SC, RS e MT 30/09/13 - 16:10 O Programa Aplique Bem, laboratório itinerante que oferece treinamentos gratuitos sobre o correto uso de defensivos agrícolas e equipamentos de proteção individual (EPI’s), iniciará o mês de outubro nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. A iniciativa, que foi criada há seis anos por meio da parceria entre a Arysta LifeScience e o Instituto Agronômico (IAC), passará pelos municípios catarinenses de Ituporanga (1), Curitibanos (2) e Caçador (3) e Girua (5) no Rio Grande do Sul. Os agricultores de Barra do Bugres (2), Nova Olímpia (3) e Campo Novo dos Parecis (4), em Mato Grosso, também receberão o treinamento. Agrolink com informações de assessoria

Empresa brasileira troca avião por soja

Empresa brasileira troca avião por soja Empresa brasileira troca avião por soja 30/09/13 - 10:33 por Leonardo Gottems A Algar Aviation lançou um modelo de negociação original para viabilizar a compra do avião TBM 850: oferece ao empresário do Agronegócio a aeronave como troca por produto, em especial a soja. O grão é repassado para a Algar Agro (do mesmo grupo) que atua em toda cadeia da oleaginosa – desde a originação até o refino –, com ênfase no óleo de soja. “É uma forma de darmos uma garantia ao empresário na aquisição do avião. Alguns negócios com esse formato já foram feitos e trouxeram bons resultados", diz o diretor-superintendente Paulo César Olenscki. A aeronave TBM 850 (da francesa Daher-Socata) é indicada para operações em pistas não pavimentadas e curtas. O valor do avião é de cerca de US$ 3,9 milhões. Com 35 anos de mercado, a Algar Aviation atende mais de 200 clientes em dois hangares localizados em Belo Horizonte e Uberlândia, oferecendo serviços de manutenção, fretamento e compra e venda de aeronaves. A empresa é parte do Grupo Algar, fundado em 1929 e com cerca de 21 mil associados servindo quase 2 milhões de clientes com soluções em TI/Telecom, Agro, Serviço e Turismo. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Área agrícola da BASF tem novo diretor de pesquisa

Área agrícola da BASF tem novo diretor de pesquisa Área agrícola da BASF tem novo diretor de pesquisa 30/09/13 - 15:37 A Unidade de Proteção de Cultivos da BASF anuncia seu novo diretor de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para a América Latina. Trata-se de Ademar De Geroni Junior, que após 16 anos de companhia assume a nova função. O executivo será responsável pelas áreas de desenvolvimento, formulações de defensivos, testes e lançamentos de produtos, além do estabelecimento de parcerias da empresa com instituições e pesquisadores. De Geroni assume a vaga até então ocupada por Leandro Martins, que segue para o Japão onde assumirá o cargo de diretor de Marketing da Unidade de Proteção de Cultivos para a região. Também sob a gestão de De Geroni estará a nova área intitulada “Soluções Funcionais para a Agricultura", direcionada no desenvolvimento de tecnologias que vão além da proteção de cultivos. "Com o advento deste novo modelo de negócio, esperamos atender de forma mais completa as necessidades de nossos clientes em mercados estratégicos, especialmente os focados na produção de cereais, oleaginosas - como milho e soja -, além dos que concentram a produção em culturas de especialidades, como hortifruti e cana-de-açúcar", afirma o novo diretor. Fará parte desta área ainda a conclusão da recente aquisição da Becker Underwood, que complementou a linha de produtos biológicos da BASF. Gaúcho de Erechim, De Geroni é formado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (RS), com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e em Finanças pelo Ibmec, atual Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). Iniciou sua trajetória na BASF em 1997 atuando na área comercial da Unidade de Proteção Cultivos. Em 2005, assumiu a gerência de Marketing de Soja e Milho onde permaneceu durante três anos, quando foi promovido a gerente de Departamento de Marketing Estratégico para a América Latina. Depois disso, foi transferido à matriz da empresa, na Alemanha, onde atuou como gerente de Departamento de Sustentabilidade Global até assumir o novo cargo. A área de P&D da BASF conta com investimentos globais da ordem de €1.7,5 bilhão em 2012, sendo que 25% deste montante é direcionado para o desenvolvimento de novas tecnologias agrícolas, o que reflete o compromisso da empresa em gerar produtos inovadores e que atendam as demandas do setor. “Novos produtos que contribuem para agricultura sustentável são a nossa prioridade. Assim, devemos garantir a qualidade e o correto posicionamento destas inovações. Precisamos também ter os olhos voltados ao futuro para detectar, de maneira antecipada, doenças, pragas ou plantas daninhas que venham a se tornar um problema para a agricultura. Por meio dessa visão estratégica podemos nos preparar para desenvolver soluções adequadas cada vez mais assertivas” finaliza De Geroni. Agrolink com informações de assessoria

Seis milhões de bovinos e búfalos deverão ser vacinado no RS

Seis milhões de bovinos e búfalos deverão ser vacinado no RS Visitas: 53 Seis milhões de bovinos e búfalos deverão ser vacinado no RS 30/09/13 - 14:53 A segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa acontece de 1° a 30 de novembro no Rio Grande do Sul. Neste período, todos os animais com até 24 meses devem receber a dose de reforço da vacina. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS (Seapa) espera a imunização de, pelo menos, seis milhões de cabeças de bovinos e búfalos. Nesta etapa o governo vai doar dois milhões de doses de vacinas a pequenos criadores. Podem receber as vacinas gratuitas os produtores que estiverem enquadrados nos critérios do Pronaf ou Pecfam e que tiverem até cem animais. O coordenador do Programa de Febre Aftosa da Seapa, Fernando Groff, informa que “as doses gratuitas já estão garantidas e devem chegar nas Inspetorias de Defesa Agropecuária na segunda quinzena de outubro.” Já em relação às vacinas que deverão ser adquiridas nas casas agropecuárias não há registro de problemas de abastecimento. O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal, Rogério Kerber, alerta que “manter a febre aftosa longe do Rio Grande do Sul é tarefa de todos.” Trata-se de uma doença viral e causa sérios prejuízos para a economia do estado. Além de provocar o fechamento de mercados, ainda reduz a produtividade. A enfermidade é altamente contagiosa e se espalha rapidamente. Os animais mais suscetíveis são bovinos e búfalos, mas outras espécies que tenham o casco bipartido, como ovinos e suínos, também podem ser contaminados. Kerber informa que, enquanto o Rio Grande do Sul for área livre de febre aftosa com vacinação, “a imunização é obrigatória e dever do produtor.” Vacinar é preciso! A vacinação contra a febre aftosa não provoca nenhum efeito colateral, mesmo em animais gestantes ou lactantes. Até mesmo o produtor que tiver apenas um animal deve vacinar. Além de vacinar, o produtor também deve ficar atento aos sintomas da doença e em caso de qualquer suspeita, entrar em contato com uma Inspetoria de Defesa Agropecuária. Uma ação rápida pode fazer toda a diferença no controle dessa enfermidade, por isso, notifique! Os principais sintomas: salivação em excesso, manqueira, aftas na língua e boca e feridas nos cascos e tetas, além de febre alta e perda de apetite. Agrolink com informações de assessoria

Brasil lidera aumento na adoção de transgenia combinada

Brasil lidera aumento na adoção de transgenia combinada Brasil lidera aumento na adoção de transgenia combinada 30/09/13 - 14:59 por Leonardo Gottems O Brasil encabeça a lista de países que aumentaram sua utilização de genes de transgenia combinados, com 5,6 milhões de hectares. É o que aponta o relatório de atualização anual do ISAAA (Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações Agro-Biotecnológicas, na sigla em inglês). O resultado se deve em grande parte devido a aumentos significativos nas áreas cultivadas de soja e milho no Brasil. Logo na sequência vem Argentina (3,4 milhões de hectares), Canadá (1,3 milhões de hectares), a África do Sul (1,2 milhões de hectares), Austrália (0,5 milhões de hectares), Filipinas (0,7 milhões de hectares) e México (0,2 milhões de hectares). Outros países elencados foram Uruguai, Chile, Honduras, Paraguai e Colômbia, com menos de 0,1 milhão de hectares cada. O país mais relevante na implantação de genes combinados ainda é os Estados Unidos, com cerca de 70% dos seus 43,7 milhões de hectares em 2012. Apesar do número, houve queda em relação a 2011, quando eram 73%. Em exemplo de implantação de traços acumulados para tolerância a herbicidas e resistência a insetos é no algodão (Bt /HT) e milho (Bt/Bt/IR, Bt/HT e Bt/Bt/HT). A duplicação do Bacillus thuringiensis refere-se a tipos diferentes da tecnologia ou outros genes que codificam características diferentes, como para pragas de solo ou raiz e outras. Agrolink Autor: Leonardo Gottems

Vazio sanitário do algodão começa nesta 3ª em Mato Grosso

Vazio sanitário do algodão começa nesta 3ª em Mato Grosso 30/09/2013 08:11 Algodão 2012 (Cleverton) / Uma portaria do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea- MT) prorrogou para amanhã , 1º de outubro, o início do vazio sanitário para a cultura do algodoeiro no Estado. A previsão inicial é que começasse em 15 de setembro. Dessa forma, a portaria Indea-MT no 072/2013, assinada pela presidente do órgão, Maria Auxiliadora Diniz, confirma que o período de vazio sanitário para essa cultura se estenderá até 30 de novembro. Essa modificação na data de início do vazio sanitário foi solicitada pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), com base em mudanças no cenário técnico e econômico da cultura do algodoeiro nos últimos anos, que levaram os produtores a aumentar a área de algodão de segunda safra. Na safra 2012/13, a área de plantio de algodão de segunda safra fechou em 315.568 ha, enquanto o plantio de primeira safra ocupou uma área de 138.425 ha (total de 453.993 ha). A extensão do ciclo da cultura, segundo a Ampa, provocou um retardo no processo de colheita. De acordo com o presidente da Ampa, Milton Garbugio, o importante é que os produtores de algodão mato-grossenses concluam a destruição dos restos culturais do algodoeiro de forma eficiente, fundamental na prevenção e controle de pragas. A destruição de soqueiras e plantas guaxas do algodoeiro, segundo pesquisadores do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), impede a chamada ‘ponte verde‘ ou ponte biológica, deixando de fornecer alimento e abrigo aos insetos-praga no período que antecede a safra seguinte, o que reduz a pressão sobre a cultura do algodoeiro. Além de questões relacionadas a pragas, os pesquisadores também alertam para doenças causadas por fungos, vírus e bactérias, pois patógenos sobrevivem nessas plantas na entressafra e podem causar doenças já no início da safra seguinte em alta pressão. O presidente diz ainda que se o agricultor não fizer o seu dever de casa, certamente o ataque de lagartas do gênero Helicoverpa será bem mais intenso, causando prejuízos não só às lavouras de algodão em Mato Grosso como às de outras culturas. Isso diante das característica da lagarta Helicoverpa armigera, que é mais voraz que outras lagartas-praga e se alimenta de diversas plantas. De acordo com Carlos Roberto Gomes Ferraz, consultor do IMAmt, houve uma solicitação da Ampa para que essa prorrogação fosse realizada em razão de questões operacionais, climáticas e do próprio produtor, que teve uma maior área plantada nesta colheita, com uma opção de fazer um plantio mais tardio e com espaçamento mais reduzido, consequentemente a colheita retardou um pouco, bem como a destruição dos restos culturais. “É importante ressaltar que mesmo com este adiamento de 15 dias não houve prejuízo com relação a legislação federal, que preconiza no mínimo 60 dias para que se tenha uma janela, quebrando esta ponte verde sem proliferação de pragas. Dessa forma, mesmo com este adiamento estamos dentro do que está previsto na legislação.” Fonte: A Gazeta (foto: Só Notícias/Cleverton Neves/arquivo)

Homero Pereira se despede da Frente Parlamentar Agricultura e priorizará saúde

Homero Pereira se despede da Frente Parlamentar Agricultura e priorizará saúde 30/09/2013 09:30 Homero Pereira 2013 debilitado pelo câncer (ass) / Quatorze quilos mais magro e aparentando um aspecto físico mais frágil do que aquele visto por seus eleitores, meses atrás, o deputado federal Homero Pereira (PSD), aposentado no último dia 20 pela Câmara Federal, se despediu da vida pública na semana que passou. Vitima de um câncer de estômago maligno, do tipo carcinoma, o ex-parlamentar, de 57 anos, viu seus projetos políticos barrados ao descobrir que não mais poderia conciliar os trabalhos, desenvolvidos desde 2006, no Congresso Nacional, com o tratamento da doença. “Estou encerrando um ciclo na minha vida, que é essa questão política, para concentrar todas as energias na minha recuperação. Como meu último ato público, decidi que devia dar satisfação à sociedade mato-grossense”, disse. Segundo deputado federal mais votado nas duas últimas eleições – com mais de 100 mil votos em cada eleição –, Homero entrou na política há 23 anos e sempre teve como bandeira o setor do agronegócio. Ele já foi deputado estadual, secretário de Estado de Agricultura, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Como deputado federal, ele vivia o que considera o “auge” de sua carreira, como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária. Ao MidiaNews, Homero contou detalhes de como reagiu à descoberta da doença, como lida com o tratamento e com a nova rotina, da esperança que tem na superação do segundo câncer que enfrenta na vida e ainda opinou sobre política. Confira abaixo os principais trechos da entrevista: "Temos a sensação de que todo político é imortal, porque fazemos projetos para daqui a quatro anos, oito anos [...]. Aí, você se depara com uma situação de saúde como essa e tem que passar a fazer projetos para um dia ou dois" MidiaNews – Como o senhor começou a vida política? Homero Pereira – Eu comecei na vida pública em 1990, quando da eleição do Jaime [Campos] para governador. De lá para cá, não parei. Na eleição de 1990, teve até uma curiosidade, porque foi a primeira que participei e eu empatei com o José Riva: 3.103 votos para cada um. Como sou dois ou três anos mais velho que ele, eu assumi e ele ficou como meu suplente. MidiaNews – E, obviamente, o senhor não gostaria de concluir esse ciclo dessa maneira... Homero – É claro que não. Talvez eu estivesse, agora, no meu melhor momento político, presidindo a Frente Parlamentar de Agricultura, que é a mais importante do Congresso Nacional e a que tem mais membros. Até esses últimos dias era coordenador da bancada por Mato Grosso. Mas, infelizmente, tem coisas da biologia que não dá para a gente solucionar. É algo maior do que as minhas pretensões políticas. Essa decisão [de me afastar] não é política, é médica mesmo. Depois de ouvir os médicos, nós resolvemos que eu tinha que concentrar minhas energias no meu tratamento. Eu passei, de fevereiro para cá, por 15 sessões de quimioterapia, duas cirurgias, e continuo fazendo quimioterapia. Agora, estou aguardando o resultado de um exame de DNA que mandei para os Estados Unidos, porque os protocolos tradicionais não estão dando o resultado que a gente espera. Então, nós temos que estratificar isso via DNA para tentar encontrar a medicação correta para fazer o tratamento. MidiaNews – Muitos, ainda mais na fase em que o senhor estava na política, não pensa que vai ficar doente e, até mesmo se acha, um pouco “imortal”. E, de repente, uma sequência de fatos delicados, muda completamente a sua vida. Como é lidar com uma doença como essa? Homero – Você é chamado a refletir sobre a limitação humana e percebe que tem coisa muito maior que a gente. Nessas horas, só tem uma coisa que te ajuda a superar isso, que é você se apegar, com muita fé, em um ser superior, se apegar em Deus, na família, em outros valores que não são os valores da política. Porque a gente fica nesse meio político e dá a impressão que o mundo só existe e só gravita em torno da política. Daí, quando você se depara com uma situação como essa, você vê o quanto você é pequeno, apenas uma partícula no meio desse universo e você tem que se apegar a outras coisas. É preciso trabalhar muito a cabeça. Nesse período todo, com o apoio da família, eu fiz um exercício muito grande para aceitar isso. Temos a sensação de que todo político é imortal, porque fazemos projetos para daqui a quatro anos, oito anos, pensamos em sair para senador, para deputado federal, enfim, ficamos projetando coisas a longo prazo. Aí, você se depara com uma situação de saúde como essa, e tem que passar a fazer projetos para um dia ou dois. Estou encerrando esse ciclo porque meu projeto agora é exatamente de vida, não mais político. "Estou encerrando esse ciclo porque meu projeto, agora, é exatamente de vida, não mais político" MidiaNews – Quando o senhor começou o tratamento? Homero – Em fevereiro deste ano. MidiaNews –O senhor estava sentido dores? Como foi o diagnóstico? Homero – Foi tudo de repente. Eu fui para a votação na Câmara dos Deputados, porque havia eleição para o presidente da Câmara no dia 4 de fevereiro. Lá [em Brasília], no final de semana, eu já estava sentindo uma dorzinha no rim. Aí, passei a sentir uma dor no estômago mais forte. Então, fiquei na Câmara e fazendo exames nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro. No dia 6 de fevereiro eu fiz uma endoscopia, onde foi diagnosticado o tumor no estômago, embora ainda não houvesse saído o resultado da biópsia. Nesse mesmo dia eu vim embora para Cuiabá. No dia 7 de fevereiro eu já estava em São Paulo e no dia 9 eu passei por uma cirurgia. Foi quando começou essa maratona. O exame mostrou que o tumor tinha tomado 70% do estômago e a linha de tratamento que se optou foi a quimioterapia, para ver se reduzia. Mas, depois de quatro sessões de quimioterapia, não reduziu. Trocamos o medicamento e fizemos mais quatro sessões de quimioterapia, e o tumor também não reduziu. Foi quando se optou por fazer a cirurgia de gastrectomia total. MidiaNews – Como foi a cirurgia? Homero – Foi para retirada total do estômago. Daí ligou-se o duodeno direto ao esôfago. Foi exatamente isso que me deixou mais magro, porque desde então eu como porções pequenas. Depois dessa cirurgia, foi diagnosticado que havia tido uma metástase (propagação do tumor) e eu comecei o tratamento dessa metástase. Depois da cirurgia [para retirada do estômago], eu fiz mais sete sessões de quimioterapia, que até agora não deu o resultado que a gente esperava. Foi quando se optou por fazer esse exame de DNA, enviando o exame para os Estados Unidos. MidiaNews – Quantos quilos o senhor perdeu? Homero – Eu emagreci 14 quilos. MidiaNews – A metástase foi encontrada um local específico? Homero – Ela foi localizada na região do peritônio [membrana que reveste a parede abdominal], próximo de onde foi retirado o estômago. MidiaNews – E, quantas vezes por semana, o senhor precisa fazer quimioterapia? Homero – Eu faço sessões semanalmente. Nessa semana, estou descansando porque fiz duas sessões seguidas. Aí, na semana que vem, faço mais duas semanas seguidas e volto para São Paulo. MidiaNews – O tratamento está sendo feito em São Paulo ainda? Homero – Estou intercalando em Cuiabá, na OncoMed, e em São Paulo, no Hospital Sírio-Libanês. MidiaNews – Como foi o processo de aceitação da doença? Homero – Primeiro, eu tive que trabalhar muito a cabeça. Me apeguei à Deus porque sou um homem de muita fé. Já passei por um câncer na garganta há 17 anos, quando era deputado estadual. Era um linfoma, naquela época. Você tem que se apegar aos médicos, fazer tudo aquilo que é recomendado e ter a cabeça tranquila para administrar tudo isso. Eu fiz a política dos três "efes": família, foco e fé. Você tem que focar no tratamento, se apegar na família, que é quem te dá força, e ter muita fé. E é isso que eu tenho tentado exercitar. MidiaNews – Quando descobriu a doença, o snehor chegou a passar por algum período de depressão ou se abateu? Homero – Sim. Você tem períodos de altos e baixos. Tem semana que você está mais animado, em outras, você está mais desanimado. Mas esses também são os efeitos colaterais da quimioterapia. MidiaNews – Mas, o senhor precisou de algum acompanhamento psicológico? Homero – Não, graças a Deus, não. Até agora, estou administrando tudo muito bem. Minhas psicólogas são minha filha e minha esposa. MidiaNews – Agora, se afastando da política, como é a rotina do Homero como um cidadão comum? Homero – Agora, minha rotina é correr atrás de médicos, consultas e de reabilitar minha força física. Estou focado nisso. MidiaNews – Foi difícil essa transição? Homero – Completou uma semana essa minha nova condição, porque eu fiquei sabendo na segunda-feira (23) que eles haviam publicado a minha aposentadoria. Aí eu fui para Brasília, limpar as gavetas. Mas está tudo tranquilo. Eu trabalhei um pouco a cabeça que é para o coração aceitar isso [afastamento]. Logicamente, que, em um primeiro momento, você fica naquela angústia, porque você faz planos a longo prazo. De repente, leva um baque desse e é obrigado a colocar os pés no chão. Hoje já estou com a cabeça bem focada no seguinte: não adianta nada disso [política], se eu não tiver saúde. MidiaNews – A próxima fase do tratamento, agora, depende do resultado do exame de DNA? Homero – Sim. Dependemos disso para saber se vamos mudar o medicamento ou o tratamento. Porque o DNA vai ajudar a estratificar a doença para tentar atacar a origem e não a causa da doença. Hoje nós fazemos a quimioterapia, que ataca a causa. Mas a quimioterapia ‘judia’ muito da gente, porque ataca as células boas e ruins ao mesmo tempo. MidiaNews – O senhor admite realizar algum tratamento fora do país? Homero – Estou me tratando no Sírio-Libanês, que é uma referência nesses casos. Os médicos de lá têm me dito que qualquer coisa que se esteja fazendo no mundo, está se fazendo lá também. Eles chegaram a me recomendar para ir para Houston (EUA), que é exatamente para onde foi o material que a gente enviou para exame. Mas estou assim: onde falar que tem alguma coisa que possa ajudar, estou indo. Para se ter uma noção, ontem [quarta-feira] estive em Abadiana (GO). Fui visitar o [médium] João de Deus [da Casa Dom Inácio de Loyola]. MidiaNews – E como foi? "Estou assim: onde falar que tem alguma coisa que possa ajudar, estou indo" Homero – Foi tudo ótimo. Essa é a segunda vez que fui lá e vou continuar indo. Ele mesmo que me atendeu. MidiaNews – Fizeram uma cirurgia espiritual? Homero – Ainda não. Nós estamos fazendo um processo de tratamento, por enquanto. Eu fiquei lá por mais de três horas e senti uma áurea positiva. Você sai de lá muito mais animado. MidiaNews – Como está a sua fé, sua expectativa para a cura, nesse momento? Homero – Estou muito esperançoso. Logicamente que eu sei das dificuldades. Estou enfrentando algo que não é uma doença típica. Esse tumor, aliás, é atípico, porque os protocolos normais não têm sido eficazes. Tenho consciência de que estou travando uma batalha muito grande. Mas tenho esperanças de que vou superar. Aliás, é isso que nos mantém vivos. Tenho esperanças de que vai surgir algo novo que vai me ajudar a superar. Sigo apegado em Deus e correndo atrás [da minha recuperação], contando com a corrente de amigos, muitas vezes anônimos, que tentam me ajudar. Recebo mensagens de evangélicos, católicos, espíritas. Há pessoas que me mandam remédios caseiros, outras me mandam folhas para eu fazer um chá ou mudas de alguma coisa que pode me ajudar, para eu plantar em casa. MidiaNews – Diante dessa nova visão que o senhor tem da vida, que crítica faria ao estado das coisas atualmente, com todo mundo apegado à matéria, consumo, bens, poder? Homero – Quando você passa por uma situação de saúde como essa, é que você vê o quanto somos limitados diante do universo e que temos que repensar os nossos valores. Infelizmente, os valores que nós vemos expostos atualmente na mídia não são muito republicanos ou recomendáveis para as gerações futuras. Eu já estava convalescendo e assisti quase toda a visita do Papa quando esteve no Brasil. 100% das vezes em que ele se pronunciou, minha mulher e eu assistimos e pegamos suas palavras como lição. E ele falava muito sobre isso, de como estava preocupado porque, no mundo atual, quem tem dinheiro é quem tem poder. E ele estava tentando reintroduzir na igreja outros valores. E, claramente, isso vai se refletir nas próximas eleições. Eu acho que vai haver uma renovação muito grande lá no Congresso nacional, porque as pessoas estão passando a buscar novos valores e a criar novos líderes. MidiaNews – Os políticos lidam diariamente com o poder. É um cidadão à parte, por assim dizer. Isso, de alguma maneira, tornou mais difícil a aceitação da doença? Homero – Ao longo do meu mandato, todos já puderam notar o meu estilo. O poder nunca subiu à minha cabeça. Fui o segundo deputado federal mais votado nas duas eleições que participei, mas nunca tive essa sensação de ser o “todo-poderoso”. Sei que há muito mais ex-políticos do que políticos. Sempre busquei nivelar meus eleitores. Embora eu tenha começado ali como presidente da Famato, tenho convicção que muitos agricultores familiares e trabalhadores dos assentamentos votaram em mim. Então, isso significa que fiz ações sociais que alcançou esse tipo de pessoas. MidiaNews – E como fica esse todo esse patrimônio político e eleitoral que o senhor tem? Pretende se afastar da política total e definitivamente ou quer trabalhar com isso de alguma forma? Homero – A minha prioridade é a minha recuperação. Quero fazer o tratamento da minha saúde. Se no momento da eleição eu estiver em condições de estar transferindo, auxiliando de alguma forma, alguém que esteja identificado principalmente com esse perfil de eleitorado que eu gravito [agronegócio], que é o meu eleitorado, obviamente que eu pretendo ajudar. Mas, nesse momento, eu não tenho essa pretensão. Vou ajudar o meu partido, o PSD, que foi um partido que me recebeu bem. O que eu puder fazer, eu faço. Só que a minha prioridade é a minha recuperação. MidiaNews – Com a sua saída do Congresso, o setor do agronegócio perde um representante de peso. Como isso está sendo trabalhado politicamente? Homero – Eu já comuniquei às entidades e acredito que eles têm que se reunir e ver alguém para ocupar esse espaço. Porque o agronegócio é a atividade que move a economia de Mato Grosso, porém, do ponto de vista político, esse segmento tem sido meio desarticulado. Nós tivemos o nosso saudoso Jonas Pinheiro (DEM), que foi o precursor disso tudo. Eu tentei, humildemente, naquilo que pude, pegar essa bandeira [agronegócio] e carregá-la até aqui. Agora eu acho que alguém tem que pegá-la. Mas líder você não fabrica, ele tem que nascer naturalmente. Eu vou estimular para que possa surgir alguém com disposição e liderança suficiente para ocupar esse espaço. MidiaNews – Quem teria esse perfil? O atual presidente da Famato, Rui Prado, por exemplo? Ou, quem sabe, o atual secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller? Homero – O Rui já manifestou que pretende focar na Federação da Agricultura, apesar da especulação em torno do nome dele. O Neri já disputou duas eleições e, quem sabe, com esse aprendizado, possa tentar colocar seu nome, porque está ocupando um cargo importante e pode se projetar. Acredito que talvez algum deputado estadual, que pudesse se identificar e estivesse com disposição para ascender a deputado federal. Enfim, acho que o setor precisa se organizar para tentar colocar alguém lá. Preferencialmente, até mais do que um. MidiaNews – Algum deputado estadual com esse perfil? "Eu fui lá no Plenário já como ex-deputado e pouca gente me reconheceu, porque eu saí de lá bigodudo e ainda com um restinho de cabelo" Homero – Olha, eu vou arriscar um nome. Gostaria muito que o deputado José Domingos Fraga (PSD), que é engenheiro agrônomo e do mesmo partido que o meu, pudesse assumir essa bandeira e tentar o cargo de deputado federal. Ele tem esse perfil. MidiaNews – Com a sua saída, quem assume a vaga na Câmara Federal é o deputado Ságuas Moraes (PT), que tem um perfil diferente do seu e já afirmou que terá como bandeira a reforma agrária e a agricultura familiar. Como o senhor avalia isso? Homero – Cada um tem seu estilo e, a partir do momento que o Ságuas assumir, o mandato será dele. Não conversei com ele sobre isso porque temos perfis diferentes. Ele tem um foco diferente do meu. Me especializei no agronegócio, enquanto o foco dele é educação. MidiaNews – O senhor comentou, anteriormente, que voltou ao Congresso, durante a semana, para “esvaziar as gavetas”. Como foi a despedida? Homero – Eu fui lá no plenário já como ex-deputado e pouca gente me reconheceu, porque eu saí de lá bigodudo e ainda com um restinho de cabelo. Aí, eu fiquei andando por lá meio como um anônimo. Você fica olhando tudo como espectador e percebe que aquilo ali não vai acabar nunca. Pense comigo: ontem, a turma do nosso segmento estava lá pegando o microfone, lutando por uma questão de dívidas, liderados pelo Jonas [Pinheiro]. Aí, eu ajudei a liderar toda aquela questão do Código Florestal que estava em pauta na agenda. Agora, a nossa turma está lá brigando porque questão de invasão de índios. Você nota que os assuntos não vão acabar nunca. É aí que você percebe a sua própria limitação. Porque nós somos passageiros. As instituições são permanentes. Quando você está nesse meio político, você acredita que as coisas não vão funcionar se você não estiver lá. Aí, quando você sai, você percebe que as coisas funcionam até melhor sem você por lá. MidiaNews – Que mensagem o snehor gostaria de dar para os seus eleitores e simpatizantes, nesse momento, que imagina-se que seja difícil, que é encerrar uma carreira política que foi coroada? Homero – A primeira mensagem que eu deixo é de agradecimento. Sou muito grato aos votos de confiança que recebi. Procurei corresponder às expectativas que as pessoas depositaram em mim e acho que consegui, porque vocês podem ver que de uma eleição para outra o meu número de votos cresceu. Nesse momento, em que estou me retirando da vida pública, eu só tenho a agradecer. Infelizmente, não por vontade minha, mas por uma situação biológica, estou sendo obrigado a sair da política. Porém, procurei deixar um legado de atitudes republicanas. Acho que não envergonhei o Estado de Mato Grosso no tempo que passei lá [no Congresso]. Você pode pesquisar em qualquer lugar que não vai encontrar um ato meu que tenha envergonhado algum eleitor que votou em mim. Então, só tenho a agradecer, porque a vida continua. Além de agradecer, acho que é um momento em que eu tenho que pedir, né? Pedir por orações... Fonte: Midia News/Lislaine dos Anjos (foto: assessoria)

Líderes debatem em Sinop obras da ferronorte Cuiabá-Santarém

Líderes debatem em Sinop obras da ferronorte Cuiabá-Santarém 30/09/2013 07:40 Ferrovia-Trilhos (ass) / A projeção econômica da ferrovia Senador Vicente Vuolo será discutida, amanhã, por representantes do governo estadual, da Secretaria de Logística Intermodal de Transportes, coordenadores Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), lideranças de entidades do setor produtivo e políticas. O encontro, às 14h, na Câmara Municipal, deve contribuir para a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA), dos trechos ferroviários de Rondonópolis até Cuiabá (cerca de 200 km) e de Cuiabá a Santarém (mais de 1,5 mil). O primeiro encontro para as discussões sobre a ampliação dos trilhos da ferrovia ocorre, esta tarde, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. De acordo com o secretário da Secretaria Extraordinária de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes (Selit), Francisco Vuolo, a ideia é desenvolver os elementos econômicos a serem apontados pelos estudos de viabilidade econômica, com vistas a acelerar o processo de construção da ferrovia. Os levantamentos devem ser feitos até o próximo ano e a partir daí inicia a contratação dos projetos básicos e audiências públicas, para a abertura de licitação. Conforme Só Notícias já informou, este mês foi inaugurada, em Rondonópolis, etapa da expansão da Ferronorte com 260 km ligando Alto Taquari a Rondonópolis além de um complexo de cargas. A estrutura é para transportar 20 milhões toneladas/ano de grãos, madeira, produtos de frigoríficos e outros. Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: assessoria/arquivo)

Mercado da soja recua em Chicago

Mercado da soja recua em Chicago 30/09/2013 13:18 O mercado internacional da soja opera do lado negativo da tabela nesta segunda-feira (30). Os futuros da oleaginosa, na sessão regular na Bolsa de Chicago, por volta de 12h (horário de Brasília), perdiam pouco mais de 8 pontos nos principais vencimentos. O mercado ainda opera de forma técnica e busca definir uma direção. O movimento dos preços neste início de semana está bastante atrelado às expectativas antes da divulgação do relatório de estoques trimestrais que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta segunda. Segundo explicou Vlamir Brandalizze, há um consenso entre o mercado sobre o número que será apresentado sobre os estoques norte-americanos, entretanto, ainda assim os investidores tentam se manter na defensiva à espera desses dados. Um levantamento feito com analistas e corretores por agências internacionais apontam estoques em 3,43 milhões de toneladas (126 milhões de bushels). No entanto, o consultor da Brandalizze Consulting, afirma que essa queda que está sendo registrada pelas cotações se dá também em função do mau humor do mercado financeiro, o qual tem sido estimulado pelas notícias negativas vindas dos Estados Unidos. "O governo norte-americano está com dificuldades em aprovar o aumento do endividamento americano e isso já fez as bolsas caírem na Ásia, o mercado europeu também está pressionado. São boatos que interferem no mercado", diz. Assim, as negociações entre o governo americano e o Congresso a respeito do orçamento fiscal dos EUA e a chance de uma paralisação, mesmo que parcial, das atividades do governo, aumentam a aversão ao risco dos investidores, os quais deixam suas posições em ativos mais arriscados, como as commodities agrícolas. Apesar disso, Brandalizze afirma que a semana começa com fatores positivos para a soja no mercado internacional. A semana deverá ser de chuvas nos EUA, prejudicando o avanço da colheita dos EUA e, portanto, a entrada da nova safra do país, além de, se forem confirmados os estoques na casa de 3,5 milhões de toneladas, serem os mais baixos em muitos anos. "Para os EUA, que tem uma demanda próxima de 45 a 46 milhões de toneladas, esses estoques não representam mais do que 15 ou 20 dias de consumo do país (...) Há três ou quatro anos, esses estoques eram de 10 a 15 milhões de toneladas, com safras de 70 a 80 milhões. Ou seja, os estoques teriam que ser pelo menos uma três vezes maior para um volume de produção que era de 5 a 10 vezes menores do que é hoje", explica o consultor. Fonte: Notícias Agrícolas/ Carla Mendes

Maiores preços do ano para a carne bovina, aponta consultoria

Maiores preços do ano para a carne bovina, aponta consultoria 30/09/2013 11:26 Pela segunda semana seguida o mercado de carne bovina sem osso superou, o que eram até então, os maiores preços do ano. Nos últimos sete dias, os cortes de traseiro foram negociados, em média, por R$14,50/kg e os de dianteiro a R$8,28/kg. Estes valores superam em 10,5% e 15,8%, respectivamente, as médias do ano até o momento. O coxão mole, por exemplo, foi vendido a um valor 16,8% maior que o de um mês atrás. Todo este cenário altista se deu em um período do mês considerado o pior para as vendas das indústrias. Isto deixa a expectativa de melhora de preços ainda mais intensa na semana atual, quando os varejistas devem sair às compras. A falta de boiadas vem reduzindo a oferta de carne no mercado. Há necessidade também por parte dos frigoríficos de não reduzir os preços, já que a matéria prima está cada vez mais cara e isto resultaria em forte pressão sobre suas margens. Fonte: Assessoria

Leitão comemora vitórias nas questões indígenas de Mato Grosso

Leitão comemora vitórias nas questões indígenas de Mato Grosso 30/09/2013 11:10 Leitão comemora vitórias nas questões indígenas de Mato Grosso Decisão do STF solicita revisão de demarcação na reserva Kayabi O Deputado Nilson Leitão (PSDB/MT) comemora nesta segunda feira, 30, a primeira grande vitória nas questões indígenas para o estado de Mato Grosso. O Superior Tribunal Federal, por meio do relator ministro Luis Fux, remeteu à AGU, o despacho da Ação Civil Originária (ACO) n° 2224, referente à delimitação de terras na reserva kayabi. A decisão determina que á área seja avaliada pelo Conselho de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal com o objetivo de retornar ao Ministro todas as informações necessárias sobre a situação do local. Para Leitão - que tem lutado incansavelmente pelo fim dos conflitos que envolvem as questões - é possível que exista uma conciliação entre os produtores e os índios. “Essa decisão comprova que o governo erra no modelo de ampliação e demarcação. É a nossa primeira vitória para fazer justiça com aqueles que estão sendo ameaçado de perder suas terras”, diz. No último ano o deputado buscou junto ao governo uma forma de solucionar a desordem, pondo fim as mortes e ajudando as famílias que foram desalojadas. Diversas audiências aconteceram com o vice-presidente, Michel Temer; com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; como o Advogado-Geral da União, Ministro Luís Adams; e com demais autoridades, onde nenhuma providencia foi tomada de imediato. Na segunda quinzena do mês de Setembro, uma nova reunião foi feita com a ministra Gleisi Hoffmann, juntamente com o Ministro da Justiça, José Cardozo; o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade; Ministro da AGU, Luís Inácio Adams; e demais parlamentares, onde foi solicitado, mais uma vez, que o governo intervesse, em caráter de urgência, nas demarcações que acontecem em diversos estados brasileiros. Uma das reivindicações, além da suspensão dos trabalhos desenvolvidos pela FUNAI - órgão responsável pelas demarcações de novas áreas e ampliação -, é que a PEC n° 215, denominada por "PEC Homero Pereira", seja tramitada na Câmara. A Proposta de Emenda a Constituição inclui dentre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas, estabelecendo que os critérios e procedimentos sejam regulamentados por lei. Durante esse tempo de articulação junto ao governo, o deputado Leitão apresentou na Câmara diversos requerimentos que buscassem solução para o problema: convocou o Ministro de Estado da Justiça, Sr. José Eduardo Cardozo, para prestar esclarecimentos sobre as demarcações; solicitou informação ao Ministério de Minas e Energia, sobre exploração de recursos minerais em terras indígenas; requereu a realização de Reunião de Trabalho para subsidiar o debate na Subcomissão de Demarcação de Terras Indígenas; solicitou viagem em missão oficial dos membros da Subcomissão de Demarcação de Terras indígenas para analisar em loco a situação das áreas; e diversas outros que podem ser acessados na página oficial do parlamentar (www.camara.leg.br). O deputado entende que essa é uma luta de todos e compartilha esforços com o atual presidente da Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (CINDRA), Jerônimo Goergen, com o relator da subcomissão de demarcações de terras indígenas, Asdrúbal Bentes, bem como os presidentes de associações de produtores do estado de Mato Grosso, e demais envolvidos em prol da causa, para que soluções sejam tomadas. “É totalmente possível ter conciliação. O que precisamos é debater a estratégia que será usada, pois existem terras para todos”, defende Nilson Leitão. Fonte: Carolina Alves

Sojicultores seguram vendas e liquidez é baixa no mercado interno, diz Cepea

Sojicultores seguram vendas e liquidez é baixa no mercado interno, diz Cepea 30/09/2013 10:58 Com os baixos estoques da soja em grão, produtores consultados pelo Cepea não mostram interesse em novas vendas, enquanto indústrias buscam garantir o produto para processamento até a chegada da nova safra. Em Paranaguá (PR), a baixa liquidez fez com que o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fosse arbitrado em praticamente toda a semana passada. Na sexta-feira (27) o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto transferido para armazéns do porto de Paranaguá) foi de R$ 71,64/sc de 60 kg, queda de 2,84% frente à sexta anterior, 20. Ao ser convertido para dólar, moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa, o Indicador fechou a US$ 31,71/sc de 60 kg, forte baixa de 4,7% no mesmo período. Já a média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, teve avanço de 2,67% em sete dias, a R$ 70,88/sc de 60 kg. Fonte: Assessoria

Novo presidente da Acrinorte diz que mercado da pecuária está razoável

Novo presidente da Acrinorte diz que mercado da pecuária está razoável 30/09/2013 10:45 Invaldo Weis 2013 1 (cleverton) / O setor de confinamento deverá se manter estável com tendência de crescimento. A avaliação foi feita, ao Só Notícias, pelo novo presidente da Associação dso Criadores do Norte de Mato Grosso (ACRINORTE), pecuarista Invaldo Weis. “Atualmente, se fala em torno de R$ 100 a arroba em Sinop. O preço reagiu. O confinamento é processo que deve ser planejado e provavelmente para o próximo ano ele deve crescer”, disse. “Não é um processo imediatista e para este ano já não tem mais como, quem tem instalação pronta já está caminhando para o final e quem não tem, não dá para se preparar para entrar esse ano”, explicou, em entrevista ao Só Notícias/Agronotícias. Weis também analisou o mercado da pecuária no Nortão classificando-o de "razoável para se manter na atividade. Já esteve bem pior, a arroba do boi estava decrescente em função da competição com outras carnes (aves, suínos e peixes) e alguns entraves referente a exportação”, explicou. “Se exportar menos carne suína, aumenta a oferta de carne e consequentemente o preço diminui. O consumidor procura sempre a carne que está mais em conta. Não dá para pensar somente na cadeia bovina”, completou. De acordo com Weis, a pecuária está caminhando para a integração lavoura- pecuária. “Está diminuindo a área de pastagem e aumentando os bovinos. Isso se deve ao fator de integrar. Plantar o capim em cima de uma área de lavoura é possível produzir muito mais massa e consequentemente alimentar mais animais”, acrescentou. Segundo o novo presidente da Acrinorte, com isso ocorre um aumento de peso muito bom quando o boi é criado em cima de um capim de qualidade de área cultivada. Conforme Só Notícias/Agronotícias já informou, Invaldo Weis (Menino) foi eleito, no sábado na sede da entidade, em Sinop, encabeçando chapa consensual. A Acrinorte tem cerca de 190 associados e realiza anualmente a Exponop onde são realizados diversos leilões de gado. Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Thais Festa (foto: Só Notícias/Cleverton Neves)

Preços do milho voltaram a cair no mercado interno

Preços do milho voltaram a cair no mercado interno 30/09/2013 10:29 Milho - Plantio 5 / Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas, em São Paulo, a saca de 60kg ficou cotada em R$24,00 em setembro (27/9), queda de 2,4% na comparação com agosto. Com a colheita do milho de segunda safra praticamente concluída no país, a disponibilidade interna do grão é alta e a pressão de baixa aumentou. Além disso, a expectativa de uma boa produção norte-americana (2013/2014) e o início da colheita no país tiraram a sustentação do mercado. Em curto prazo existe espaço para quedas de preços do milho nos mercados interno e mundial. Fonte: Assessoria (foto: Só Notícias/arquivo

Com estoques baixos produtor não tem interesse em vender soja

Com estoques baixos produtor não tem interesse em vender soja 30/09/2013 10:13 Com os estoques de soja em baixa, produtores não mostram interesse em novas vendas. Já as indústrias buscam garantir o produto para processamento até a nova safra. Segundo o Cepea, a baixa liquidez fez com que o Indicador ESALQ/BM&FBovespa fosse arbitrado na semana passada. Na sexta-feira (27), o Indicador para o produto transferido para armazéns do porto de Paranaguá foi de R$ 71,64/sc de 60 kg, queda de 2,84% frente à sexta anterior. Em dólar, o Indicador fechou a US$31,71/sc, baixa de 4,7%. Por outro lado, a média ponderada das regiões paranaenses teve avanço de 2,67% em sete dias, a R$ 70,88/sc. Fonte: Agrolink

Mercado interno sustenta crescimento da suinocultura, diz ABCS

Mercado interno sustenta crescimento da suinocultura, diz ABCS 30/09/2013 09:54 A demanda do mercado interno é responsável por sustentar o aumento da produção de carne suína no Brasil, pelo menos, nos últimos seis anos. A afirmação do diretor executivo da ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos), Fabiano Coser, durante o lançamento do Congresso Abraves, ontem, na Fiesp, em São Paulo, destaca a importância do incentivo ao consumo interno de carne suína como estratégia de sustentabilidade para o setor. “Desde 2006, registramos um aumento médio de 1,5 milhão de abates ao ano e os patamares de exportações oscilam entre 550 mil e 600 mil toneladas enquanto o consumo interno aumentou mais de 400 mil toneladas. Atualmente, o mercado interno é destino de 85% da produção e as exportações respondem por 15%. A sustentabilidade do setor depende do aumento do consumo dos brasileiros e, assim, todos devem se engajar”, argumentou. Os dados da Abipecs (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Carne Suína) revelam que as exportações brasileiras do produto ficaram em 529 mil toneladas em 2008, 607 mil em 2009, 540 mil em 2010, 516 mil em 2011 e 581 mil 2012. De janeiro a agosto deste ano, houve redução de 6% no volume em relação ao mesmo período do ano anterior. No mesmo período, a produção nacional aumentou de 3,02 milhões de toneladas para 3,48 milhões. Por sua vez, o consumo interno per capita de carne suína saltou de 13,7 em 2009 e, no ano passado, chegou a 15,6 kg per capita. Coser frisou a importância da abertura de novos mercados no exterior, como Japão, principalmente como “chancela” sobre a qualidade do produto brasileiro, mas ressaltou que os volumes a serem exportados, caso se confirmem, não teriam grande impacto no curto prazo. “As previsões indicam que poderíamos exportar 50 mil toneladas para o Japão se ganharmos mercado que hoje é dos EUA, Canadá, Dinamarca e outros. No mercado interno, cada quilo a mais de consumo per capita anual representa 200 mil toneladas”, pontuou. O diretor-executivo da ABCS apresentou ainda os números de abate no país. Segundo o IBGE, a suinocultura brasileira abateu 27 milhões de animais em 2007 e 32,6 milhões em 2012. Os aumentos anuais perfazem uma média superior a 3% de aumento ao ano graças, principalmente, a avanços técnicos da produção. “Estas informações são fundamentais para compreender que, apesar das exportações serem muito importantes, é o consumo do brasileiro que permitiu e permitirá o crescimento da suinocultura brasileira e todos os elos do setor, insumos, produtores, frigoríficos. A alternativa seria ficar como está, sem crescimento, apesar do progresso tecnológico que aumenta nossa produtividade. Ninguém quer isso”, defendeu. O executivo destacou a abertura da Semana Nacional da Carne Suína, que ocorrerá entre 2 e 16 de outubro, como coroação para a Campanha Nacional “A Carne Suína é 10” que visa o aumento do consumo interno do produto. O evento ocorre no Hotel Golden Tulip Park Plaza no dia 2, às 10h30, em São Paulo, e contará com a presença do ministro da Agricultura, Antônio Andrade; do presidente da ABCS, Marcelo Lopes; e do presidente do Grupo Pão de Açúcar, Enéas Pestana, entre outras autoridades. “Se trata de uma campanha para todo o setor e se cada um fizer um pouco poderemos conseguir um aumento de 750 gramas de consumo a cada ano e chegar aos 18 kg até 2015. Isso garantiria sustentação para o crescimento do setor. Caso contrário, certamente, viveremos outra crise como foi a de 2012 quando milhares de produtores tiveram que abandonar a atividade”, finalizou. Fonte: Agrolink

domingo, 29 de setembro de 2013

Padarias paulistanas investem em nova fachada para aumentar clientela

Padarias paulistanas investem em nova fachada para aumentar clientela 29/09/2013 07h50 Empresa é especializada em fabricar fachadas em alumínio Preço varia de R$ 200 a R$ 1 mil o metro Investir numa nova fachada em lojas, bares e restaurantes atrai clientes e aumenta o faturamento do negócio. Em São Paulo, uma pequena empresa é especializada em fabricar fachadas e fatura no concorrido mercado. As fachadas são em alumínio. Têm letras e logotipos em aço. A ideia é transformar radicalmente o visual de uma loja, atrair mais clientes e gerar mais dinheiro. Para produzir a fachada, a empresa faz um projeto, que é aprovado pelo cliente. Em seguida, começa a produção. A matéria-prima vem em placas. O material é bem específico. A chapa tem um plástico no meio. O alumínio é só uma camada bem fininha em volta. É esse plástico que dá resistência à peça para ela não ondular na hora de fazer fachadas compridas. Dá para usar uma chapa inteira, de até cinco metros, que se mantém firme. A chapa é cortada e dobrada conforme o desenho. Ela pode ser pintada ou adesivada. As letras são feitas no papel. Depois, são coladas numa chapa de aço, que é cortada com uma serra tico-tico. As letras são pintadas e parafusadas na chapa de alumínio. A fachada já vai pré-montada para o cliente. O preço varia de R$ 200 a R$ 1 mil o metro quadrado, dependendo do material e da dificuldade do projeto. “Você não tem um negócio sem ter uma fachada”, sugere o empresário Sergio Ferreira de Lima, dono da fábrica. Hélio de Caetano Junior, dono de uma padaria que é cliente da fábrica de fachadas, está animado. A casa, localizada na zona sul de São Paulo, estava com o movimento em queda e ele acaba de instalar uma fachada nova. “Eu acredito que a fachada é como se fosse um sorriso da padaria, então ela é tudo. Eu investi, investi alto. O pessoal para, tira foto, pergunta, olha e não acredita no que está agora”, afirma. Há outra padaria, também na capital paulista, onde a mudança de visual surpreende. A padaria está em reforma. Metade está com a fachada antiga. E na outra metade já estão instalando a fachada nova. Mesmo com a padaria em obras, o dono disse que ele já está faturando mais, só com a meia fachada. “Em função da nova apresentação, tivemos um fluxo maior de clientes, acarretando um faturamento em torno de 15 a 20% sobre o que vínhamos tendo. (...) Será o nosso cartão de visita”, diz José Carlos da Rocha. a instalação é feita em dois dias, um transtorno mínimo, para resultado rápido, garante José Carlos, que diz ter investido cerca de R$ 24 mil na fachada. A expectativa é ter um retorno em seis meses. “É um ótimo investimento, a imagem que fica é a da padaria.” A padaria lucra, e o movimento na empresa de fachadas não para. Ocupa uma área de 1.500 metros quadrados, 60 funcionários e fatura R$ 400 mil por mês. Para montar a pequena fábrica, o investimento é de cerca de R$ 30 mil. O empresário produz 3 mil metros quadrados de fachadas por mês. “A procura é muito grande, tem mês que a gente não consegue atender toda a demanda, porque os pedidos são grandes. Tem mês que é tão grande que a produção não supre todo o pedido. E a gente dá uma brecada. Você viu como minha fábrica está lotada”, disse o empresário. CONTATOS EMPRESA: NAVE 5 Contato: Empresário Sérgio Ferreira de Lima Rua Vitor Airosa, 171 – Ponte Pequena São Paulo/SP - CEP: 01107-020 Telefone: (11) 3313-3604/ (11) 7728-8273 www.nave5.com.br nave5@nave5.com.br PADARIA LIVIEIRO (cliente) Contato: Empresário Hélio de Caetano Júnior Av. Carlos Liviero, 1171 – Vila Liviero São Paulo/ SP CEP: 04186-100 Telefone: (11) 2331-9494 PADARIA BANDEIRANTES II (cliente) Contato: Empresário José Carlos da Rocha Rua Marlene Machado, 200 – Cidade Dutra São Paulo/SP – CEP: 04811-080 Telefone: (11) 5666-3384 / 5669-3769 bandeirantesII@terra.com.br

Máquina criada por empresário faz até 2.500 coxinhas por hora

Máquina criada por empresário faz até 2.500 coxinhas por hora 29/09/2013 07h39 Modelo compacto para salgados e docinhos custa a partir de R$ 28 mil. Equipamento é dica para quem quer entrar no O empresário Wilson De Biasi comanda em São Paulo uma empresa especializada na fabricação de equipamentos para o setor de alimentação e desenvolveu uma máquina que faz salgados e docinhos como coxinhas, quibes, brigadeiros e churros. Para colocar o equipamento no mercado, o empresário investiu, há 2 anos, R$ 400 mil para modernizar a linha de produção. O equipamento foi lançado a cerca de 8 meses e apesar do pouco tempo no mercado já é um dos produtos mais vendidos da empresa. O modelo compacto custa a partir de R$ 28 mil. A máquina representa 30% do faturamento da empresa, que gira em torno de R$ 700 mil por mês. O empresário tem clientes espalhados pelo país e já vendeu o equipamento também para Portugal, Japão, Itália e toda América do Sul. “O pessoal que procura esse tipo de equipamento é o que trabalha em casa, que faz na mão pra vender para os vizinhos e assim por diante”, diz o empresário. O funcionamento da máquina é simples. Moldes dão o formato exato do produto. Para produzir coxinha, por exemplo, basta colocar a massa em um compartimento, o recheio em outro e acionar o botão. A massa é modelada com as hastes e a coxinha cai na esteira, em segundos, já no tamanho padrão. O equipamento tem capacidade para produzir até 2.500 unidades por hora, entre salgados e doces. A praticidade da máquina atraiu o publicitário Sérgio Murbach. Ele e o filho Felipe, formado em gastronomia, se tornaram sócios numa pequena fábrica de salgados e doces para festas e eventos. A empresa ainda está no início das atividades e por enquanto opera com 25% da capacidade de produção. Por mês, são feitos em média 15 mil unidades, entre salgados e doces. “Esse número vai aumentar e nós temos capacidade, com a estrutura atual, de chegar a uma produção de até 60 mil unidades por mês. A partir daí, com implementação de mais mão de obra e com o mesmo equipamento nós podemos chegar até 240 mil unidades”, diz Murbach. “Enquanto na produção manual uma pessoa faz 300 salgados por hora, na máquina faz 2500, então é uma boa vantagem até mesmo na folha de pagamento”, analisa. Os sócios esperam o retorno do capital investido em 18 meses. Contatos: INDIANA MÁQUINAS Contato: Empresário Wilson de De Biasi Rua Bom Jesus, 302 – Água Rasa São Paulo/SP – CEP: 03344-000 Telefones: (11) 3636-9090 / 2966-7999 www.maquindiana.com.br CROQUETE E CIA. Contato: Empresários Sérgio Murbach e Felipe Murbach Rua Santa Lina, 257 - Vila Prudente São Paulo/SP – CEP: 03131-060 Telefone: (11) 2021.1660 www.croqueteecia.com.br

Empresa investe em tatuagens e bolsas verde e amarelo para a Copa

Empresa investe em tatuagens e bolsas verde e amarelo para a Copa 29/09/2013 07h55 Investimento foi de cerca de R$ 100 mil em máquinas para fazer a coleção. Consultor diz que mercado movimenta R$ 6,4 bi e c Em busca de lucros com o período da Copa, uma empresa de Osasco, na Grande São Paulo, investe em bolsas, sacolas e tatuagens com a temática brasileira. A confecção começou a usar as cores do Brasil na Copa das Confederações, como uma forma de testar os produtos temáticos no mercado. “A empresa faz confecção promocional, e é muito forte nessa área e nós criamos a linha temática, com o tema riquezas do Brasil”, diz o empresário Jaime Aragon. Entre os modelos de bolsa que mais chamam a atenção dos consumidores na coleção, há uma em formato de camisa. A empresa também se destaca pelas tatuagens falsas, feitas em poliéster e elastano. Elas parecem uma meia-calça, mas são bem mais resistentes e ficam parecendo tatuagens reais. Para fabricar as bolsas, a empresa investiu cerca de R$ 100 mil em maquinários novos. “Nós temos uma linha de montagem sendo articulada só pra fazer os produtos com o tema Brasil”, diz. Os produtos são desenvolvidos por uma equipe de criação. Os desenhos são criados no computador e a impressão é feita por meio de dois tipos de processo. No digital, a estampa é feita no papel e depois transferida para o tecido. Já o silk screen é uma técnica a base de tinta, que usa a tela para a impressão. O método é mais simples, ideal para desenhos com poucas cores. O tecido já estampado vai para outra área da fábrica, em que é costurado e ganha alças, para virar uma bolsa, ou cordões para as sacolinhas. O modelo é definido conforme o pedido do cliente em meio a dezenas de opções, em tamanhos e cores. O volume de produção dos artigos brasileiros representa 10% de tudo que é fabricado na empresa, mas o empresário Jaime Aragon já se estrutura para atender a uma demanda bem maior em 2014, quando o Brasil irá sediar a copa do mundo. “O principal gancho aí é ficar muito, muito esperto para o ano que vem. Então, nós já sabemos que no mês que antecede a Copa e no mês da Copa teremos que estar com o estoque muito bem preparado”, diz Aragon. O empresário também aposta em novidades. “Nós pretendemos inserir camisetas estilizadas com as cores do Brasil para incrementar essa linha, que já é uma linha bacana, mas nas pesquisas, justamente nós ouvimos, em Goiânia, muito de alguns clientes, que faltou uma camiseta diferenciada”, diz o empresário. O setor de brindes e produtos promocionais espera um crescimento de 10% nos negócios em 2014. “O mercado hoje movimenta R$ 6,4 bilhões e o crescimento é de 20%. O setor promocional como todo, movimentará mais de R$ 40 bilhões. Em torno de R$ 44 a R$ 46 bilhões”, diz o consultor Auli de Vitto. CONTATOS: SUBLIME TEXTIL Contato: Empresário Jaime Aragon Rua Joaquim Ribeiro, 137 – Baronesa. Osasco / SP – CEP: 06263-010 TELEFONE: (11) 3602-4211 / 3687-7090 www.faketattoo.com.br CONSULTOR FORMA PROMOCIONAL Contato: Auli de Vitto Avenida Queiroz Filho, 475 – Vila Leopoldina. São Paulo/SP – CEP: 05319-000 Telefone: (11) 3026-3600 www.freeshop.com.br tópicos: Porto Sauípe Do PEGN TV

Criação de cooperativa aumenta faturamento de artesãs na Bahia

Criação de cooperativa aumenta faturamento de artesãs na Bahia 29/09/2013 07h33 A piaçava, uma fibra vegetal, é a matéria-prima das peças. Trançado de origem indígena ganha clientes Brasil O trabalho feito com palha de piaçava gera emprego e renda em Porto Sauípe, na Bahia. Uma cooperativa de artesãs da região recebe cursos e capacitações para produzir acessórios e objetos de decoração. As mãos ágeis das artesãs de Porto Sauípe parecem reger uma sinfonia sem fim. São horas e horas trançando a piaçava para criar bolsas, carteiras, cestos e tapetes. O resultado de tanto trabalho são obras originais que estão ganhando mercados pelo Brasil. O local paradisíaco onde as peças são feitas fica no litoral norte da Bahia, a cerca de 80 quilômetros de Salvador, onde 35 mulheres fazem parte de uma associação de artesanato com a piaçava, uma fibra vegetal. A técnica de trançar esta palha vem dos índios tupinambás. O ofício resiste ao tempo passando de geração em geração. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) auxilia a comunidade há 14 anos promovendo cursos de capacitação para melhorar o design das peças e a qualidade de vida das artesãs. “Antes a gente fazia só tapetes, chapéus e umas bolsinhas simples. Hoje não, hoje a gente faz vários modelos. (...) Agora mesmo nós já estamos criando uma coleção de couro com a palha para 2014”, conta Evanira dos Santos, uma das artesãs. O apoio do Sebrae resultou na criação de uma cooperativa que integra nove comunidades da região e reúne cerca de 200 artesãs. “Nós começamos a organizá-las de forma que elas pudessem compreender que a gestão é importante num processo para que elas pudessem alcançar outros mercados e aumentar a sua produtividade e qualidade do produto”, explica Hirlene Pereira, do Sebrae de Salvador (BA). A matéria-prima deste artesanato é encontrada na mata. Às vezes, as mulheres andam quilômetros para achar a piaçaveira, uma palmeira nativa da Bahia. A fibra é longa, resistente e maleável. O material pode ser usado também na fabricação de vassouras, cobertura de quiosques e até no enchimento de assentos para carros. As artesãs só colhem a parte central da piaçava. Elas quebram e vão tirando a palha, uma por uma. As mais verdes não servem, então, elas só colhem as mais amarelas. Valdimira Silva, a dona Vavá, aprendeu a fazer o artesanato com a avó e repassou o conhecimento para as filhas. Ela trabalha há 60 anos e, até hoje, participa das expedições atrás da piaçava. “Eu trabalho com isso desde os sete anos de idade. Aí eu trabalhava, casei, tenho 10 filhos. Criei com isso aqui”, conta a artesão. Depois da colheita, as artesãs colocam a fibra numa panela com água para cozinhar ou tingir. Elas esperam a palha secar e começam o trançado. Todo este empenho passou a agregar valor ao produto após as capacitações do Sebrae. A base de todo o trabalho é uma fita. Uma artesã experiente demora um dia inteiro para fazer um rolo de 15 metros de comprimento, por exemplo. Este tamanho é suficiente para a confecção de apenas uma bolsa. É por isso que, hoje, a cooperativa define o preço do produto conforme o tempo gasto na fabricação e a complexidade do trançado. A melhoria da gestão do negócio impulsionou os ganhos das associações que participam da cooperativa. “Nós temos, em baixa estação, um faturamento de R$ 10 mil por mês e, na alta estação, temos um faturamento de R$ 30 mil por mês”, explica Evanira. Além de impulsionar as vendas, o projeto ajudou a elevar a auto-estima das artesãs. “Orgulhosa de saber que os meus trabalhos estão indo além do meu lugar, estão indo longe.” Hoje, os produtos fabricados por estas mulheres estão à venda na sede da associação, em cidades próximas e em seis estados. A melhoria da qualidade do produto abriu novas portas para as artesãs. Em uma rodada de negócios elas conquistaram um importante cliente: uma rede de lojas de móveis e artigos de decoração. E hoje, as peças em Porto Sauípe já podem ser encontradas no maior centro econômico do país. Um porta pratos artesanal, por exemplo, está nas prateleiras da Tok&Stok da capital paulista e em mais de 30 filias pelo Brasil. O produto faz parte de uma linha ecológica e social da empresa. O sousplat custa R$ 29. “Um grande diferencial foi trabalharmos, em primeiro lugar, a cooperação e o associativismo entre elas, porque aumentou sua capacidade produtiva. A melhoria da qualidade, trabalhando também o design, desenvolvimento de novos produtos, assim como participação em rodadas de negócios e aprender a comercializar o produto efetivamente”, diz Hirlene, do Sebrae. CONTATOS: SEBRAE Central de Relacionamento: 0800-570-0800 www.sebrae.com.br COOPERATIVA DOS ARTESÃOS DO PORTO SAUÍPE Contato: Dir. Cooperativa – Evanira Gonçalves dos Santos Avenida Beira Mar, S/N Porto Sauípe / BA – CEP: 48180-000 Celular: (71) 9107-3923 Cliente da Cooperativa Tok&Stok – Pinheiros Avenida Eusébio Matoso, 1231. São Paulo/ SP – CEP: 05423-080 Telefone: 3583-4700 tópicos: Porto Sauípe Do PEGN TV