As principais posições da commodity exibiam ganhos entre 0,75 e 1,00 pontos, por volta das 8h23 (horário de Brasília)
Na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta sexta-feira (15) com ligeiras valorizações. As principais posições da commodity exibiam ganhos entre 0,75 e 1,00 pontos, por volta das 8h23 (horário de Brasília). O vencimento março/18 era cotado a US$ 3,49 por bushel e o maio/18 operava a US$ 3,57 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado testa uma tímida reação após as perdas recentes. O retorno das chuvas na Argentina permanece no radar dos participantes do mercado e é um fator negativo aos preços do cereal em Chicago.
"Chuvas são esperadas nas lavouras de milho e soja no leste da Argentina. A precipitação oferecerá alívio temporário para as áreas", segundo informações do Commodity Weather Group, reportadas pela Reuters internacional.
Também há chance de tempo mais úmido no sábado no sul de Santa Fe e no início da próxima semana para a Argentina central, ainda conforme dados da Reuters internacional. Até o momento, cerca de 45,3% da área esperada para essa temporada foi semeada no país.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
Em Chicago, milho encerra 5ª feira com ligeiras desvalorizações focado nas chuvas na Argentina
A sessão desta desta quinta-feira (14) foi de ligeiras perdas aos preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity finalizaram o dia com quedas de 0,50 pontos. O vencimento dezembro/17 era cotado a US$ 3,36 por bushel e o março/18 a US$ 3,48 por bushel.
"O mercado segue lento, sem grandes oscilações e operação numa estreita faixa", reportou a Granoeste Corretora de Cereais em seu comentário diário. Além disso, conforme informações das agências internacionais, o mercado do cereal foi pressionado pelas perspectivas de chuvas na Argentina.
"As chuvas esperadas besre fim de semana nas principais áreas de cultivo de soja e milho da Argentina proporcionaram algum alívio as partes atingidas pela seca do cinturão central do país", destacou a Reuters internacional.
Na Argentina, a semeadura do milho chegou a 45,3% da área estimada para essa temporada, segundo dados da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA). Os produtores ainda aguardam por chuvas nos próximos dias, o que deve permitir o ritmo normal dos trabalhos nos campos.
"As previsões de chuvas mais generalizadas para a Argentina se somam aos grandes estoques mundiais e mantêm os preços acomodados, sem força para esboçar reação", ressalta a Granoeste Corretora de Cereais.
Mercado interno
No mercado interno, os preços do milho apresentaram movimentação positiva em algumas praças nesta quinta-feira. De acordo com levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, em Sorriso (MT), o valor subiu 15,38%, com a saca do cereal a R$ 15,00. No Oeste da Bahia, a alta ficou em 3,57%, com a saca a R$ 29,00.
Na localidade de Tangará da Serra (MT), a saca subiu 2,78% e encerrou o dia a R$ 18,50. No Porto de Paranaguá, a saca subiu 1,59% e terminou a quinta-feira a R$ 32,00.
Em contrapartida, em São Gabriel do Oeste (MS), a queda ficou em 4,76%, com a saca do milho a R$ 20,00. Já em Castro (PR), o preço caiu 1,69%, com a saca a R$ 29,00.
"A comercialização de milho está praticamente paralisada no mercado brasileiro, de acordo com pesquisas do Cepea. Vendedores estão retraídos, à espera de valores mais elevados, enquanto compradores mostram pouco interesse em negociar grandes lotes", informou o Cepea no início da semana.
Já o dólar, encerrou o pregão desta quinta-feira a R$ 3,3365 com alta de 0,62%. "O câmbio subiu, após a votação da reforma da Previdência ser adiada oficialmente para fevereiro de 2018, alimentando temores sobre as contas públicas e piora na classificação de risco do país", reportou a Reuters.
Data de Publicação: 15/12/2017 às 10:10hs
Fonte: Notícias Agrícolas
Fonte: Notícias Agrícolas

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