Análises de partículas aceleradas em altíssima velocidade, para que a radiação possa ‘tomografar’ propriedades infinitesimais e assim desenvolver materiais e produtos, já são demandadas por áreas de fertilizantes e recuperação de solos, entre outros. Com o novo superlaboratório, para 18/19, a tecnologia entrará para o ‘estado da arte’, ponto mais alto do conhecimento científico.
Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas
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