Reuters
22 Fev 2018 - 10:21
Compradores mexicanos importaram dez vezes mais milho do Brasil no ano passado, em meio à preocupação de que as renegociações do Nafta possam prejudicar seus suprimentos provenientes dos EUA, de acordo com dados do governo e importantes comerciantes de grãos.
O México está a caminho de comprar mais milho brasileiro em 2018, o que prejudicaria um setor agrícola dos EUA que já tem lutado com preços baixos dos grãos e a crescente ameaça competitiva da América do Sul.
Os agricultores dos EUA, os processadores de alimentos e os comerciantes de grãos passaram meses tentando impedir que as relações comerciais fiquem prejudicadas, caso o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) termine.
Eles estão tentando proteger mais de 19 bilhões de dólares em vendas para compradores mexicanos, desde milho e soja até laticínios e aves poedeiras.
Apesar desses esforços, as remessas de milho da América do Sul para o México estão aumentando.
Os compradores mexicanos importaram um total de mais de 583 mil toneladas de milho brasileiro no ano passado --um salto de 970 por cento em relação a 2016, de acordo com dados do Serviço de Informações Agropecuárias e Pescas do México (SIAP). As compras ocorreram todas nos últimos quatro meses do ano passado.
O México está a caminho de comprar mais milho brasileiro em 2018, o que prejudicaria um setor agrícola dos EUA que já tem lutado com preços baixos dos grãos e a crescente ameaça competitiva da América do Sul.
Os agricultores dos EUA, os processadores de alimentos e os comerciantes de grãos passaram meses tentando impedir que as relações comerciais fiquem prejudicadas, caso o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) termine.
Eles estão tentando proteger mais de 19 bilhões de dólares em vendas para compradores mexicanos, desde milho e soja até laticínios e aves poedeiras.
Apesar desses esforços, as remessas de milho da América do Sul para o México estão aumentando.
Os compradores mexicanos importaram um total de mais de 583 mil toneladas de milho brasileiro no ano passado --um salto de 970 por cento em relação a 2016, de acordo com dados do Serviço de Informações Agropecuárias e Pescas do México (SIAP). As compras ocorreram todas nos últimos quatro meses do ano passado.

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